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VACINA x POLITICAGEM

Mendes e Pinheiro: vacina não combina com politicagem

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Amigos internautas, faz 15 meses que estamos passando por esse momento único e trágico da história da humanidade. Mas como desgraça pouca é bobagem, Mato Grosso continua a cada dia aumentando o número de pessoas infectadas pela Pandemia do Coronavírus.

Durante esse período que estamos usando máscaras e tomando diversos cuidados e, sabendo que a solução é a vacinação em massa de toda a população mato-grossense.

Embora isso parece óbvio, alguns políticos preferem fazer politicagem ao invés de focar na elaboração de um plano conjunto para acelerar o processo de compra de vacina e aplicação da mesma na população.

O povo da terra de Marechal Rondon, sabe e muito bem que a política é algo muito importante. Porém, fazer politicagem, ainda mais neste momento em que inúmeros familiares estão sendo dizimados por esse vírus, é repugnante e mostra uma falta de empatia tremenda.

Não interessa de onde vem, quem comprou, quem conseguiu, o que é fato e inegociável é vacinar as pessoas o quanto antes para que tudo volte ao normal.

Acordem políticos de Mato Grosso: vacina não combina com a politicagem e, o Blog do Valdemir não vai entrar nesse “jogo”. Isso aí é tudo politicagem, não cansamos de repetir, politicagem. Nós lidamos com as informações, os fatos de forma objetiva.

Tome decisões concretas

Após algum tempo é preciso pôr ordem no caos. O que ocorre entre Palácio Alencastro e o Palácio Paiaguas é a tentativa de brincar com a inteligência do povo mato-grossense.

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Quer provas?

Então vamos lá: Emanuel a sua denúncia é muito grave. O senhor quis dizer que além do governador Mauro Mendes ter uma gestão desastrosa para combater a pandemia, agora, o gabinete do governador impediu a vinda das vacinas que o senhor solicitou junto ao governo federal?

Sabe o que aconteceu Nenel? O senhor disse que o Governo do Estado de Mato Grosso, está infringindo uma Lei que obriga o governo a adotar medidas de garantia de Saúde Pública.

O senhor como bacharel em direito, sabe muito bem que no Código Penal em seu artigo 268 diz que quem “infringir determinação do poder público destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa” está sujeito a detenção de um mês a um ano, e multa.

Está esperando o que Emanuel? Denúncia.

De volta a vacina

O que Nenel Emanuel queria, ao reclamar da vacinação “Copa América” era obviamente alfinetar uma vez mais o governador Mauro Mendes.

Emanuel parece obcecado com 2022. Só há um pequeno detalhe: Mato Grosso não está mal na foto quando o assunto é vacinação.

Povo da terra de Rondon tenha a santa paciência né?

Se chegou o seu esperado dia de ir ao posto de ao posto de saúde tomar a sua dose de vacina contra a Covid-19, vá com alegria e esperança e tome a vacina que estiver disponível para você. E volte na data marcada para tomar a segunda dose da mesma vacina.

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Não acredite nas Fake News que rolam pelos grupos de WhatsApp e em outros aplicativos de redes sociais dizendo para tomar a vacina A ou B e não tomar a vacina C.

Nós não estamos no momento de escolher vacinas. Nós não temos vacinas suficientes para a população ficar escolhendo. Se você deixou de se vacinar, esperando escolher um imunizante com maior eficácia baseado nos estudos clínicos de fase 3, você corre o risco de se contaminar os seus familiares.

Tome a vacina que está a sua disposição no posto de saúde. A melhor vacina é aquela que pode ser aplicada imediatamente, a que chegar primeiro no seu braço.

Pôr fim pedimos a população que continue seguindo o protocolo de higiene após a vacinação.

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Política

Disparidade orçamentária na “Corrida Presidencial” evidencia os desafios do “Financiamento Eleitoral”

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A advogada cuiabana Clariana Barão, candidata à Presidência da República pelo Democracia Cristã (DC), ingressou oficialmente na disputa eleitoral nacional enfrentando um cenário de expressiva assimetria financeira. A candidatura encerrou a segunda semana de campanha oficial contando com um orçamento disponível de apenas R$ 7,5 mil em caixa para o desenvolvimento das atividades de mobilização.

A constatação dos valores ocorreu após o levantamento e a consolidação dos dados de arrecadação e prestações de contas parciais divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A análise dos dados orçamentários dos postulantes ao Palácio do Planalto foi veiculada pelo portal de notícias Repórter MT durante o acompanhamento da agenda eleitoral.

O montante acumulado pela postulante é fruto de aportes diretos, sendo R$ 5 mil provenientes de recursos próprios da candidata e R$ 2,5 mil originados de doação de pessoa física efetuada por Lara de Araújo Amorim. Até o momento do registro oficial da prestação de contas, não constava no sistema a escrituração de despesas operacionais contratadas pela chapa.

A escassez de recursos evidencia a profunda disparidade estrutural entre candidaturas de legendas menores e as campanhas dos principais nomes da disputa presidencial. Enquanto partidos consolidados movimentam montantes milionários do Fundo Especial de Financiamento de Campanha e de doações privadas, pleitos minoritários enfrentam severa restrição logística para propaganda, deslocamento e equipes técnicas.

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Em contrapartida, os dados divulgados demonstram que candidaturas de grande porte lideram a captação de recursos: Flávio Bolsonaro (PL) soma mais de R$ 42 milhões e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra R$ 35,2 milhões em receitas. No plano intermediário e menor, Romeu Zema (Novo) dispõe de R$ 2,7 milhões, Renan Santos (Missão) acumula R$ 1,2 milhão, Ronaldo Caiado (PSD) possui R$ 600 mil e Edmilson Costa (PCB) figura com R$ 13 mil em caixa.

A discrepância orçamentária impõe limites práticos no alcance das propostas e na visibilidade dos candidatos perante o eleitorado nacional. O custo de produção de programas partidários, impulsionamento em redes sociais e transporte aéreo inviabiliza que chapas com orçamento reduzido percorram com equidade os estados da federação.

Diante do quadro financeiro, a estratégia de candidaturas como a de Clariana Barão apoia-se predominantemente em agendas orgânicas, uso de plataformas digitais sem investimento pago e debates públicos. A limitação contábil exige rigor na gestão de cada insumo básico, desde o material impresso de divulgação até o custeio de viagens institucionais.

Outros postulantes ao pleito, como Pablo Marçal (PRTB), Rui Costa Pimenta (PCO) e Samara (UP), ainda não haviam consolidado a prestação parcial de contas no sistema da Justiça Eleitoral até o fechamento da amostragem do levantamento. A regularização do envio das informações financeiras segue prazos regimentais estabelecidos pela legislação eleitoral vigente.

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A conjuntura da campanha eleitoral reacende o debate técnico acerca dos impactos da disparidade econômica na igualdade de chances entre os concorrentes em sufrágios majoritários. A legislação brasileira prevê teto de gastos e mecanismos de financiamento público, contudo a distribuição proporcional entre legendas perpetua assimetrias na linha de partida do processo democrático.

Apesar dos abismos financeiros mapeados nas prestações de contas, o desfecho do pleito permanece condicionado ao voto direto e secreto do eleitorado no dia da votação.

A viabilidade política de propostas com baixo orçamento financeiro dependerá do grau de engajamento voluntário e da capacidade de interlocução direta das lideranças com a sociedade civil.

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