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VIRADA DE MESA NA CASA DE LEIS

Max tem 15 votos, três indecisos, cinco soltos; Edu entra no jogo, quem vai trair quem?

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E os bastidores da eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) continuam. Agora estão dizendo que a causa é devido a emenda da decisão de inconstitucionalidade sobre reeleição da Assembleia Legislativa do Estado do Paraná (AL/PR). 

Fomos obrigado a nos dirigir ao grupo de analistas políticos do Boteco da Alameda para um tê-te à tê-te com um dos frequentadores daquele lugar onde nós deliciamos da saborosa caninha. E prestem muita atenção o que eles disseram:

Na realidade eles falam de uma nova Lei e não é, é uma decisão Judicial que limita o princípio da reeleição dentro dos poderes constituídos, não apenas Legislativo, como do próprio Judiciário, que não admite reeleição nos Tribunais, desde que existam membros da própria Corte que não ocuparam nenhuma funções administrativas de chefia, presidência, vice ou corregedoria. Legislativo não tem cargos definitivos como o Judiciário e o Ministério Público, portanto, é admitida uma reeleição“, pontuou um dos frequentadores e analista político do Boteco da Alameda que estava torcendo para a Seleção da Argentina.

Vida que segue! Então, Zé Edu Botelho, do União Brasil (UB), presidente daquela maravilha de “Casa”, será candidatíssimo ao cargo “NOVAMENTE”? Não.

Existem algumas pedras no caminho para superar, senão vejamos e convenhamos: Mauro Mendes, governador do Estado de Mato Grosso do União Brasil (UB), eleito com quase 70% dos votos vai com quem! Max Russi ou Edu Botelho? Max Russi que diz pelos quatros cantos da cidade que tem 15 votos, vai desistir? Os votos vão “derreter”?

Existem três votos indecisos e seis que estão na “tocaia… só tocaiando”, eles vão se unir com Zé Edu Botelho e irá quatro dizer “banana pra você Max”? E agora?

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Bom…, caro leitores e amigos do Blog do Valdemir, o grupo político do Boteco da Alameda abre a especulação: a chapa favorita para compor a nova Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) para o Biênio 2023/2024 é….

Bom…, ai vai depender dos deputados estaduais eleitos e reeleitos e o governador Mauro Mendes.

Quando pontuamos “algumas pedras para superar”, leia se: eleição de 2024, candidato a Prefeitura de Cuiabá, candidatura ao Governo do Estado e Senado da Republica em 2026, garantia de que a maioria dos projetos que for enviado no Legislativo será aprovado, perceberam as pedras?

Então vamos para o Palácio Paiaguas e saber o que pensa o “Homem de Ferro”, o unista Mauro Mendes.

Silêncio 

Mauro Mendes tem se mantido silêncio com relação a disputa pelo comando da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) para o Biênio 2023/2024. No Boteco da Alameda, quero dizer, as bocas malditas, a informação é de que o governador unista estava feliz com a condução do processo eleitoral no Legislativo até o momento antes da virada de “MESA”.

Apesar disso, o grupo político do Boteco da Alameda diz que Mauro Mendes evita posicionamento público sobre o tema “Mesa Diretora” da Casa de Leis, tratado pelo núcleo duro do Palácio Paiaguas como situação delicada.

E coloca ai governador delicada nisso.

Divisão 

O governador Mauro Mendes quer evitar que o início do seu segundo mandato seja conturbado, e com divisão de sua base no Legislativo Estadual. Mauro também não quer passar a imagem de que teria “atropelado” o processo de articulação da Mesa Diretora da Casa de Leis. E que uma eventual desistência seja atribuída a sua figura, logo no início de um novo mandado (pedras no caminho acima).

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O meu amigo de Vadjú disse que o deputado estadual Max Russi (PSB), conta com a simpatia do Palácio Paiaguas, entretanto, ele (Max) tem declarado publicamente que o ideal é que o governador Mauro Mendes inicie uma gestão com a base unida.

Então para finalizar: Max tem apoio de 15 votos, com apoio da Mulher Maravilha, nossa deputada estadual, Janaína Greye Riva do MDB; indecisos temos três, os deputados Valdir Barranco (PT), Diego Guimarães (Cidadania), e Wilson Santos (PSD).

Do outro lado temos cinco que estão “soltos”, no qual incluí Júlio Campos. Assim sendo, Zé Edu Botelho com apoio de Júlio Campos, já tem seis votos.

E agora… quem vai trair quem?

Enfim; De traição em traição a história política do Brasil tem uma traição atrás da outra, seja no campo da política nacional com presidenta sendo arrancada do cargo que lhe foi conferido pelo voto livre do homem e da mulher, mesmo ser ter uma prova se quer, seja nos estados e municípios todos são movidos pelas mesmas ambições. Infelizmente, Sarney não foi o primeiro traidor da história, nem o político que você votou em 2022 vai ser o último.

A política ama a traição e odeia o traidor“. Leonel Brizola.

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Política

Denúncias de aliciamento elevam a “Tensão” na disputa pelo Palácio Paiaguás

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Uma grave acusação de interferência externa e oferecimento de vantagens ilícitas abalou as estruturas internas da federação partidária que decidirá os rumos da sucessão estadual. A denúncia aponta para a existência de um forte movimento de bastidores que visa desestabilizar os votos de delegados partidários, transformando a definição de candidaturas em um cenário de intensa disputa ética e jurídica.

O epicentro do embate envolve diretamente o deputado estadual Júlio Campos, que externou as suspeitas, e seu irmão, o senador Jayme Campos, cuja postulação ao governo estadual sofre forte oposição interna. No polo oposto dessa correlação de forças, posicionam-se o ex-governador e atual presidente partidário Mauro Mendes, aliado ao atual governador Otaviano Pivetta, este último filiado ao Republicanos e beneficiário direto de uma eventual composição ampla.

As articulações e os tensionamentos que culminaram na “denúncia pública” ganharam contornos de crise nesta semana, antecedendo o prazo final para as definições de chapas majoritárias. O cronograma converge para o dia 30 de julho, data em que ocorrerá a deliberação oficial e o consequente desfecho do processo de escolha interna que definirá as coligações.

Toda a movimentação política concentra-se no “GRANDIOSO” Estado de Mato Grosso, tendo como foco principal as articulações na capital, Cuiabá, onde se localizam as sedes partidárias e o Palácio Paiaguás. O cenário geográfico reflete a importância estratégica da região Centro-Oeste no panorama político e econômico nacional, o que eleva a relevância da disputa pelo controle do Executivo Estadual.

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A definição do candidato ocorrerá por meio do voto secreto dos membros da convenção da Federação União Progressista, bloco composto pela associação entre o União Brasil e o Progressistas (PP). Esse método de votação secreta visa garantir a liberdade de escolha dos delegados, resguardando-os de pressões externas diretas, embora o sigilo do voto agora enfrente o desafio das suspeitas de assédio político prévio.

O motivo central da divergência reside no conflito de visões estratégicas para o futuro do estado, dividindo a agremiação entre a defesa de uma candidatura própria e a adesão a um projeto de continuidade governamental. Enquanto uma ala busca resgatar o protagonismo histórico da legenda tradicional, o grupo governista argumenta que a composição ampla fortalece a governabilidade e assegura a estabilidade das políticas públicas em andamento.

A finalidade desse embate interno é a conquista do controle do Palácio Paiaguás e a consolidação de hegemonia política na região pelas próximas temporadas administrativas. Os grupos em disputa buscam garantir espaço prioritário nas chapas proporcionais e majoritárias, o que viabilizará a sustentação legislativa e a influência sobre o orçamento e as diretrizes do desenvolvimento estadual.

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O processo desenvolve-se sob condições de extrema desconfiança mútua, caracterizadas por Júlio Campos como um “clima de guerra” decorrente do envio de emissários com “propostas indecorosas”. Diante da gravidade dos relatos sobre tentativas de aliciamento de convencionais, os defensores da candidatura própria anunciam a intenção de formalizar representações junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para assegurar a lisura do pleito.

Para alcançar a vitória interna, os apoiadores da candidatura própria estimam contar com uma base sólida de aproximadamente 35 votos entre os 48 convencionais aptos a votar, de um total de 50 membros colegiados. Esse expressivo contingente teórico de apoios é considerado suficiente para neutralizar a influência da ala governista e impor a candidatura do senador Jayme Campos à revelia da Executiva.

Como desdobramento imediato, as lideranças partidárias mantêm canais de diálogo abertos na tentativa de construir um consenso de última hora que evite uma fratura definitiva na base aliada. No entanto, diante da recusa de ambos os pré-candidatos em abdicar de suas pretensões ao Governo do Estado, novos encontros bilaterais deverão ocorrer nos próximos dias, sob a sombra de uma iminente judicialização do processo caso as denúncias de aliciamento sejam formalizadas.

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