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ALIANÇAS IMPOSSIVÉIS? OU NÃO

Federação UB, Repúblicanos e PP somente em 2026

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Terçou e como anda as articulações para uma possível Federação entre União Brasil, Repúblicanos e Progressistas? Recuou uma casa a Federação, e a previsão é que ela se concretize em 2026.

Hum… Como assim? Vamos lá: as conversas sobre uma possível fusão entre UB, PP e Repúblicanos não devem acontecer. Os cabeças pensantes do nucleo duro do Boteco da Alameda acha difícil os três partidos se unirem para formar um.

É praticamente impossível, o União Brasil (UB) possui interesse específicos em cada Estado e estabelece alianças que podem divergir das diretrizes nacionais.

A formação da Federação Partidária entre UB, PP e Repúblicanos deve acontecer a partir de 2026.

Essa é uma alternativa mais viável e deve ganhar força já nos próximos meses.

Lideranças de cada partido indicaram que essa solução, além de respeitar a autonomia das legendas, pode consolidar a maior bancada da Câmara dos Deputados e redefinir alianças no tabuleiro político nacional.

Agora, a Fusão entre PP e Repúblicanos é muito mais provável e já está em fase avançada de negociações.

Resistências à Fusão

Apesar das vantagens em termos de representatividade, a Fusão total entre os partidos esbarra em dois grandes desafios.

O primeiro é a resistência das lideranças estaduais, que mantêm alianças locais muitas vezes divergentes das articulações em Brasília. O segundo está relacionado às diferentes culturas e históricos das legendas.

Em Mato Grosso, o presidente do Diretório Regional dos Progressistas, o PP, do deputado estadual Paulo Araújo, que esteve reunido com o presidente Nacional do Partido, o Senador Ciro Gomes no último dia 20 (quinta feira), disse que não há nada definido sobre a Fusão.

“Se o PP for sozinho, vamos dizer que o limite de corte, para uma eleição seja de 20 mil, elegeram três com corte de 20 mil. Caso a gente tenha Federação, esquece, é acima de 30, 35 mil votos. Aí o candidato que está lá, pré-candidato que sabe que vai fazer 20 mil ele não vai para uma Federação, que o limite de corte é de 35 mil“, pontuou o parlamentar Paulo Araújo.

O deputado unista Júlio Campos, confirmou esse entrave na montagem de chapas proporcionais, tendo muito nome de peso para o próximo pleito.

“Na disputa por vagas a deputado estadual em 2026, cada partido poderá indicar a quantia de vagas disponíveis mais 1, ou seja, 28 candidatos, assim como partidos federados ou em fase de fusão, os três partidos teriam que encontrar um consenso nas indicações. O União Brasil tem 4 deputados que podem ir a reeleição, o PP tem 2 e Repúblicanos 2“, disse Júlio Campos.

Resumindo: com a Federação vai ter apenas 10 candidatos a deputado federal e 28 candidatos estaduais.

Pega a visão:

Quando há uma Federação acaba-se levando a média de votos para que o grupo possa eleger um deputado estadual, o que pode fazer com que possíveis filiados, desistam de migrar para um dos partidos.

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Repetindo: um partido saindo sozinho com 20 mil votos é possível eleger um, com a Federação é acima de 30 mil.

Entenda a Federação

A Federação Partidária é uma forma de organização política que permite a união de dois ou mais partidos em uma única estrutura jurídica.

Essa união é feita por meio de um contrato que estabelece os direitos e deveres dos partidos federados, bem como os objetivos e princípios da Federação.

O modelo foi criado no Brasil pela Lei N° 14.117, de 8 de janeiro de 2021, com o objetivo de fortalecer a representatividade, e a diversidade dos partidos políticos no país.

O Boteco vai falar

As conversas para a formação de uma “Mega Federação”, envolvendo três partidos do Centrão, estão bem avançados, porém, há uma dúvida em relação a qual o melhor momento.

Para 2026, é preciso analisar se é boa para o PP, UB e Repúblicanos. As siglas já possuem lideranças fortes, consolidadas.

Nos bastidores, uma Federação entre as siglas citadas não deve ser concretizada ainda este ano. Existe um diálogo travado em nível nacional, que são as diferenças nos Estados.

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Assim sendo, fazer uma Federação, não é uma coisa tão a curto prazo (começou a conversação em dezembro de 2023), porque mexe nos comandos dos Estados.

– E para encerrar: chega de blá-blá-blá o PP não terá candidato a governador;
– Não se esqueça o que aconteceu em 2024 nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande;
– As urnas falam, às vezes até gritam, mas as mensagens nem sempre são devidamente compreendidas.

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Política

Qual Mato Grosso que Pivetta propõe? Alguém falou no Ministério da Agricultura?

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Caros amigos e leitores do Blog do Valdemir, começamos e iniciarmos um novo dia, uma nova semana, e o ano está quase terminado, e lá vem o “Guri Refestelado da Guarita”, gritando que o governador reeleito Otaviano Olavo Pivetta, do partido Republicanos, determinou que o secretário de Fazenda mato-grossense, Rogério Gallo, faça uma revisão e enxugamento da máquina administrativa para o novo mandato que começa no dia 5 de janeiro de 2027.

Calma pequeno gafanhoto! Muita calma nessa hora. É completamente normal que o início de qualquer Governo, seja marcado por instabilidades, revisões políticas e ruídos de comunicações.

Esse momento de transição é conhecido na política como o período de instalação ou de acomodação das novas forças governantes.

As narrativas nesse momento são várias, mas o que envolve na prática é: redução de cargos comissionados, reavaliação de contratos administrativos e contenção de gastos supérfluos; adequação dos gastos públicos ao teto de arrecadação para evitar endividamento e abrir margem para investimento em áreas prioritárias.

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Mato Grosso que Pivetta propõe

Os compromissos para o próximo mandato de 2027 a 2030, estão em cinco pilares estratégicos: Saúde Próxima; Educação Libertadora; Apoio Social e Habitação; Segurança Firme; Tolerância Zero e Ordem Pública; Proteção a Mulher, Emprego e Logística Estruturante e o Estado Parceiro.

Estes planos foram entregues para Rogério Gallo, que recebeu a missão de realizar o levantamento sobre o funcionamento da máquina.

A partir desse diagnóstico, Otaviano Pivetta pretende definir quais ajustes serão necessários para tornar a administração estadual mais eficiente e adequar os gastos as prioridades da próxima gestão.

A revisão também considera os impactos da reforma tributária nacional sobre as contas do meu “QUERIDO”, “LINDO”, e “MARAVILHOSO” Estadão de Mato Grosso.

A substituição gradual do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) exigirá adaptações no modelo de arrecadação e poderá alterar a política de incentivos fiscais utilizada pelo Estado para atrair empresas.

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A intenção da reorganização administrativa será manter a competitividade de Mato Grosso na atuação de empreendimentos, especialmente nos setores de agroindústria e processamentos de grãos e carnes, diante das mudanças no sistema tributário.

E Ananias Filho como está?

Parte dos deputados eleitos e reeleitos não o quer mais no comando da legenda na “QUERIDA” e “QUENTE” Terra de Rondon.

Dizem que o “protegido” de Wellton Fagundes, desagrega, não tem perfil de um líder político e age com perseguição no comando do Partido Liberal (PL). Entretanto, contudo, todavia, senhores revoltados, o comando do partido dificilmente sairá do controle de Ananias Filho.

Ele é uma indicação de Wellton Fagundes, ambos são antigos aliados. Tem mais: o presidente do Diretório Nacional Valdemar Costa Neto e Wellton Fagundes são correligionários a década.

Infidelidade? Tá se referindo a infidelidade de alguns líderes da sigla no pleito eleitoral de 2026? O Wellton e Ananias, levaram numa boa e, segue o fluxo! Isso é que pode chamar de resiliência.

Daqui a 14 dias

Os brasileiros retornam às urnas para a votação do segundo turno entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT).

É incrível o país mostrado no horário eleitoral pelo candidato da esquerda, será que existe? Onde está? Cadê?

É tamanha mentira que vira uma piada de mal gosto pra quem perde o tempo em assistir, já que vem goela abaixo em nossos lares.

Então, bora! Vou levar os frequentadores do Boteco da Alameda, na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) já que nos bastidores a disputa da Mesa Diretora da Casa de Leis, da vigésima primeira Legislatura começa a agitar.

Segundo levantamento do núcleo duro do Boteco da Alameda, dois deputados que ultrapassaram a marca de 40 mil votos, iniciaram contatos com os eleitos e reeleitos para montar grupo de “oposição” na disputa pela Mesa Diretora.

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Oito colegas, entre novatos e veteranos, sinalizaram apoio para os dois deputados: Faissal Calil (PL) e Diego Guimarães (Republicanos).

Nota de rodapé:

O atual presidente da Casa de Leis, o comandante do Podemos em Mato Grosso, Max Russi, vai permanecer na presidência no Biênio 2027/2028. A disputa se concentra na primeira secretaria, hoje ocupada por Dr. João José (MDB) e cobiçada pelo Partido Liberal (PL) e Republicanos.

O Boteco vai falar

Alguém falou em Ministério? Se você está acompanhando alguma notícia recente, conte um pouco mais para os frequentadores do Boteco da Alameda.

Então senhores (as) navegantes do Blog do Valdemir pega aí: a possibilidade de Mato Grosso ocupar o comando do Ministério da Agricultura, reflete a importância do Estado para a economia nacional.

Líder na produção brasileira de soja, milho e algodão, além de possuir o maior rebanho bovino do país, o Estado de Mato Grosso exerce influência direta sobre as discussões relacionadas ao abastecimento, as exportações e as competitividade do Agronegócio.

Nesse cenário, a escolha de um novo representante do Estado de Mato Grosso para comandar a pasta teria significado político e econômico.

A eventual indicação, porém, também dependeria da capacidade de articulação nacional do escolhido e de sua relação com as diferentes cadeias produtivas, que incluem agricultura empresarial, pecuária e agricultura familiar.

Pega aí: apesar das movimentações de bastidores, a formação de um eventual Ministério permanece condicionado ao resultado do segundo turno.

Por enquanto, dois nomes permanecem no campo das possibilidades: Mauro Mendes (UB) e Odílio Balbinotti Filho.

Não há confirmação de convite, indicação formal ou compromisso de Flávio Bolsonaro com qualquer um deles para o Ministério da Agricultura.

Segue o fluxo!

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