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QUEM SERÁ O JUDAS NESSA HISTÓRIA

Estão pulando do meu barco

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Já começaram os cochichos sobre quem vai dar as cartas no Diretório Estadual do Mais Brasil 25. Ué o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já homologou? Não. Mas é o seguinte, seja lá o que for o nome escolhido: Mais Brasil 25, Partido de Renovação Democrata ou o Partido Social Democrata (PSD) do ministro da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), Carlos Henrique Baqueta Favaro.

Então vão pular do barco? Não essa não, eles pulam mesmo. E pra quem for, uma ótima viagem a quem segue remando. Como a equipe de reportagem do Blog do Valdemir diz isso? Sabia que os amigos frequentadores do Boteco da Alameda, “tão” arrasado. O G4 está pulando e, eles nem sabem em qual barco vão embarcar. O que o G4 quer mesmo é pular desse barco que ai está. Tão pulando de cabeça mesmo. Tchibum!

Depois tudo que o Boteco da Alameda fez por eles, é muito estranho. Não deixou cobrar couvert artístico, manteve um monte de privilégios, dei um monte de cargos no Boteco da Alameda pra eles. Não passam de uns judases!

Lá no Boteco da Alameda está maior briga. Estão tacando copos uns nos outros. Ou garrafas, sei lá!

Tem uma turma que quer frequentar o bairro Alvorada, principalmente o meu amigo de Vadjú, tem outra turma quer ficar na Rua Joaquim Murtinho, e tens uns que querem continuar no Boteco da Alameda que é o certo, porque o meu editor é do Boteco da Alameda até na quebrada.

Acho que o pessoal do G4 tá magoado demais, porque escolheram o menino Fábinho. Sim ele mesmo, o deputado federal Fabio Paulino Garcia. A turma do G4 deve ter raiva da amizade do meu amigo que mora no Jardim Araça que é do Boteco de lá, quer dizer que é de um bar rival.

Pelo jeito, o G4 vai fazer que nem Pedro e negar o Boteco da Alameda três vezes. Ou duas, porque na eleição só tem dois turnos.

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Convite do Mais Brasil

O deputado estadual Dilmar Dal Bosco, que é membro da bancada do União Brasil na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), confirmou que recebeu convite de lideranças nacionais da nova sigla em formação, o Mais Brasil 25, que resultará da fusão entre Patriota e Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), para assumir a direção do partido em Mato Grosso.

Devido ao descontentamento com as decisões da cúpula estadual do União Brasil na formação dos Diretórios Municipais no Estado de Mato Grosso, e a falta de critérios para escolha do nome que vai disputar a Prefeitura de Cuiabá nas eleições do ano que vem, o deputado estadual Dal Bosco faz parte na ala dos insatisfeitos dentro do União Brasil.

“Como já falei lá atrás, eu fui convidado para ir ao Mais Brasil. Ainda não está definido o nome, o número que é realmente chamativo, porque sempre fui do PFL e do Democratas, sempre fui 25”.

Martelo não foi batido

Outro descontente dentro do União Brasil (UB), é o novato na Casa de Leis, Júlio José de Campos. O parlamentar relatou que o martelo ainda não foi batido entre o grupo se devem “permanecer” ou “deixar” o partido, caso o escolhido para ser candidato à Prefeitura de Cuiabá seja o deputado federal Fábio Garcia, mas que o “clima” que é de alta temperatura dentro do União Brasil ainda está sendo resolvido.

“Nós estamos conversando. As arestas realmente estão sendo aparadas com o decorrer do tempo”.

Conforme o deputado estadual Júlio Campos, aconteceu uma conversa entre os membros da direção do União Brasil, logo após a eleição da nova diretoria do partido no Estado, que os parlamentares descontentes dentro da sigla não terão “rabo preso“, e poderão arrumar as malas e saírem na hora que bem entenderem.

“Quem quiser deixar o partido será autorizado a deixar. Ninguém pode ficar forçado em lugar que não quer. Se daqui até final do ano surgir um novo partido. Mais Brasil que é fusão entre Patriotas e PTB, ser oficializado e algum parlamentar quiser optar, será liberado”.

Fusão PTB e Patriota

Para não perderem as benesses, vem aí a fusão. Justamente um dos casos em que parlamentares podem se desfiliar de seu partido sem incorrer em Infidelidade Partidária. Da turma que poderá ter sinal verde para pular do barco, quatro são deputados estaduais: Dilmar Dal’Bosco, Zé Edu Botelho, Júlio José de Campos e Sebastião Rezende.

O Mais Brasil utilizará nas urnas o número 25 que pertenceu ao Democratas (DEM). Vale lembrar, o DEM se fundiu ao PSL, que se utilizava o número 17, em fevereiro de 2022. A junção se tornou o União Brasil, partido hoje comandado pelo governador Mauro Mendes, e que tem nas urnas o digito 44.

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As duas siglas decidiram se juntar logo após o primeiro turno, quando não atingiram sozinhos o número mínimo de parlamentares eleitos na Câmara dos Deputados nem a votação mínima exigida para superar a cláusula de desempenho.

O Patriota elegeu quatro deputados federais e o PTB apenas um. Embora mesmo juntos não atingiram 11 parlamentares eleitos, eles conseguem somar 2% dos votos válidos no Brasil, outra opção válida para cumprir a cláusula de barreira.

O Patriota surgiu em 2011 como Partido Ecológico Nacional (PEN) e só adotou o novo nome em 2017. Dois anos depois, em 2019, incorporou o Partido Republicano Progressista (PRP) para superar as exigências do desempenho previstos para as eleições de 2018.

Agora, o Patriota vai se unir ao PTB, cuja origem remonta ao trabalhismo e a era Vargas, mas que passou a ser mais conservador a partir dos anos 1980, quando houve um racha na legenda que deu origem ao PDT de Leonel Brizola.

Nos últimos anos, o PTB completou a guinada ao conservadorismo e a direita, fez parte da base de apoio do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e até mudou suas tradicionais cores (preto, vermelho e branco) para as cores da Bandeira do Brasil.

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Política

Blairo Maggi declara apoio a Flávio Bolsonaro e marca mudança em relação à eleição de 2022

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O empresário e produtor rural Blairo Maggi, uma das figuras mais influentes do Agronegócio brasileiro, anunciou que votará em Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais. Ex-governador de Mato Grosso e ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) durante o governo de Michel Temer, o líder do setor produtivo tornou pública sua decisão em uma conversa gravada em vídeo com integrantes de um grupo de discussão.

A declaração ganhou repercussão nacional em razão da relevância política e econômica de Blairo Maggi, reconhecido como uma das principais lideranças do Agronegócio no país. Sua posição costuma ser acompanhada com atenção por produtores, empresários e representantes de diversos segmentos ligados à economia rural.

O anúncio ocorreu durante uma conversa informal registrada em vídeo. Na gravação, Blairo Maggi abordou inicialmente a diversidade de opiniões existentes entre os participantes do grupo, destacando que diferentes visões políticas, econômicas e sociais convivem no mesmo ambiente de debate.

Antes de revelar sua decisão, o ex-governador adotou um tom descontraído e fez suspense sobre sua escolha eleitoral. Em determinado momento, afirmou aos presentes:

“Eu até dia 25 vou decidir meu voto, tá certo?”, provocando expectativa entre os participantes da conversa.

Na sequência, após pedir calma aos integrantes do grupo, o empresário revelou sua definição de maneira direta.

“E ele vai ser pro Flávio. Um abraço”, declarou, encerrando o breve pronunciamento e confirmando o apoio ao candidato do Partido Liberal no segundo turno da disputa presidencial.

A manifestação chama atenção principalmente pela mudança de posicionamento político em comparação ao pleito anterior.

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Em 2022, Blairo Maggi apoiou o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT), postura que, à época, teve ampla repercussão entre representantes do Agronegócio e do setor empresarial.

Agora, ao anunciar voto em Flávio Bolsonaro, o empresário Blairo Maggi demonstra uma alteração relevante em sua preferência eleitoral. A mudança ocorre em um momento de intensa mobilização política, no qual lideranças empresariais e representantes do setor produtivo buscam influenciar o debate público e as discussões sobre os rumos da economia nacional.

A decisão também reflete a importância que temas ligados ao Agronegócio, à política econômica, à segurança jurídica e à competitividade do setor possuem no cenário eleitoral. Historicamente, tais questões exercem forte peso nas avaliações feitas por produtores rurais e agentes econômicos ligados à cadeia produtiva do campo.

Embora o anúncio tenha sido feito em tom informal, a declaração possui potencial impacto político, especialmente em Mato Grosso, estado que ocupa posição de destaque na produção Agropecuária brasileira e onde Blairo Maggi construiu grande parte de sua trajetória empresarial e pública.

Com a confirmação do apoio a Flávio Bolsonaro, Blairo Maggi volta a ocupar espaço no debate político nacional e reforça a relevância das manifestações de lideranças do Agronegócio durante o processo eleitoral. Seu posicionamento acrescenta um novo elemento à disputa de segundo turno e evidencia as movimentações políticas em curso entre representantes de um dos setores mais estratégicos da economia brasileira.

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