Search
Close this search box.

CONTINUIDADE DE TRABALHO

“Estamos vendo que o desenvolvimento chegou em definitivo e temos contribuído com isto”

Publicados

em

Reforçando a necessidade de continuidade do Governo Mauro Mendes, o Senador Jayme Campos em comitiva em 10 municípios do Norte de Mato Grosso, lembrou que Mato Grosso entrou em nível de desenvolvimento sustentável acelerado e não pode perder este momento para se consolidar como o maior produtor de grãos que assegura uma economia forte e a geração de emprego e renda.

Estamos vendo que o desenvolvimento chegou em definitivo e temos contribuído com isto, seja através dos mais de R$ 300 milhões em emendas que consegui liberar, enquanto senador da República, para a grande maioria dos municípios de Mato Grosso, bem como, para o próprio Governo do Estado”.

Sinalizou o Senador do União Brasil (UB), Jayme Campos, que a simbiose entre os Governos Federal do presidente Jair Bolsonaro, juntamente com o Governo do Estado de Mato Grosso através do governador Mauro Mendes e toda a estrutura que passa também pela Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), e mais os Governos Municipais nas pessoas dos prefeitos tem conseguido promover o desenvolvimento em todas as cidades e regiões do Estado.

Leia Também:  Vereadores pedem investigação junto à Comissão de Ética contra Paulo Henrique

Acompanhado pelo presidente da METAMAT, Juliano Jorge, por Júlio Campos, o Senador do União Brasil, sinalizou que Mato Grosso e sua população tem uma possibilidade única neste ano de 2022 em optar pela continuidade no desenvolvimento através do Governo Mauro Mendes e ressaltou que se fez críticas a atual gestão em um passado recente, foi na defesa de correções de rumo.

Enquanto gestor ou parlamentar sempre compreendi que as críticas construtivas devem ser assimiladas e promover as mudanças necessárias e assim tenho atuado em minha carreira política e isto tem representado melhoras, o que é saudável na democracia”, disse Jayme Campos.

Júlio Campos que foi o primeiro governador de Mato Grosso após a redemocratização, senador, deputado federal e prefeito, lembrou que o Estado avança a passos largos rumos desenvolvimento quando se encontra nas mãos de bons gestores e defendeu a continuidade do governo Mauro Mendes, além de manifestar vontade de voltar a contribuir com o Estado e com sua gente.

Jayme Campos sinalizou ainda que o União Brasil é composto de pessoas conscientes e comprometidas com Mato Grosso e sua gente e por isso deve continuar seu trabalho em prol de um Estado melhor e mais justo para com todos.

Vou continuar cumprindo meu segundo mandato de senador da República por Mato Grosso e em benefício de sua população e os resultados estão ai, desenvolvimento, obras e principalmente uma melhor qualidade de vida para todos e mais justiça social”, disparou o senador defendendo o governo Mauro Mendes como uma gestão de realizações e de visão.

Propaganda

Política

PL impõe disciplina rigorosa em MT e ameaça expulsar filiados aliados a Pivetta

Publicados

em

O Partido Liberal (PL) de Mato Grosso deflagrou uma ofensiva política interna para conter o avanço de dissidências em suas bases municipais e reorganizar seu alinhamento partidário. Sob o comando do presidente estadual da legenda, Ananias Martins de Souza Filho, a agremiação formalizou uma postura inflexível contra qualquer apoio externo ao projeto da sigla. O posicionamento oficial busca neutralizar a dispersão de forças em um momento decisivo para a consolidação de diretrizes regionais e reforçar a liderança sobre as executivas locais.

O estopim para o acirramento das tensões ocorreu após declarações públicas de apoio à pré-candidatura do atual governador Otaviano Pivetta, filiado ao Republicanos, ao Governo do Estado nas eleições de 2026. A adesão explícita de chefes do Executivo Municipal a um projeto majoritário concorrente foi interpretada pela cúpula do Partido Liberal (PL) como uma violação direta dos compromissos partidários. O alinhamento com a candidatura adversária gerou apreensão imediata quanto à perda de capital político em importantes colégios eleitorais de Mato Grosso.

A reação assertiva manifestou-se por meio de Ananias Martins de Souza Filho, que assumiu a linha de frente do discurso punitivo para coibir a onda de insubordinação. O dirigente estadual ressaltou ter obtido garantias diretas da liderança nacional para punir os desvios de conduta com rigor e celeridade extrema. Em declaração contundente direcionada aos correligionários, Ananias Filho advertiu que os membros que não mantiverem fidelidade às deliberações oficiais da sigla serão prontamente expulsos dos quadros da agremiação.

O epicentro geopolítico do conflito reside em Mato Grosso, onde a disputa pelo controle de bases eleitorais consolidadas mobiliza prefeitos e vereadores de múltiplos municípios estratégicos. A polarização atingiu maior relevância política na região metropolitana de Cuiabá e em polos produtivos do interior, locais onde a influência dos mandatários locais possui elevado peso eleitoral.

Leia Também:  TJMT mantém ação contra Blairo Maggi por suposto esquema de precatórios de R$ 182 Milhões

O descontentamento com os rumos estaduais tornou pública uma intrincada rede de alianças pragmáticas que contrariam expressamente a cartilha da direção liberal.

A controvérsia ganhou dimensão pública nas últimas semanas de 2026, momento crucial para as definições de pré-candidaturas e para a formalização das coligações partidárias no Estado. O avanço do calendário eleitoral acelerou as articulações regionais, levando governantes a anteciparem suas posições no cenário político local. O encavamento de prazos decisivos pressionou a Executiva Partidária a intervir prontamente para impedir que as dissidências municipais se consolidassem como um movimento irreversível de debandada.

A principal motivação para a medida disciplinar drástica é o enfraquecimento contínuo do projeto eleitoral próprio do PL frente à atratividade do nome do governador Otaviano Pivetta. O temor da cúpula partidária centra-se na perda de protagonismo nas urnas, além do enfraquecimento da coesão ideológica e da disciplina partidária.

Ao estabelecer sanções severas, a liderança visa sinalizar a todo o eleitorado e à classe política que a legendariedade e o alinhamento com as diretrizes centrais prevalecerão sobre negociações individuais.

A operação disciplinar está sendo operacionalizada por meio da abertura de processos administrativos internos, orientados pela liderança estadual para cassar a filiação dos envolvidos. Ananias Martins instruiu abertamente a veiculação de gravações de áudio e vídeo em grupos digitais e redes sociais como instrumento explícito de intimidação e contenção política. A estratégia busca dissuadir novas rebeliões no meio político ao expor a instabilidade jurídica e a eventual perda de legenda para os gestores insubordinados.

Leia Também:  Legalização de jogos de azar é aprovado na Comissão do Senado

A crise ganhou musculatura com a adesão pública da Prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, juntamente com gestores de relevância econômica no Estado. Somaram-se ao grupo de apoio a Pivetta os Prefeitos de Cuiabá, Abílio Brunini, de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, de Primavera do Leste, Sérgio Machnic, e de Campo Novo do Parecis, Edilson Antonio Piaia. A aliança desses expressivos líderes municipais com o Republicanos escancarou a profundidade do racha interno e intensificou os confrontos dentro do partido.

A retórica de Ananias Martins fundamenta-se na autorização concedida pelo presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, que chancelou a expulsão sumária de integrantes rotulados como “traidores”. A diretiva prevê a remoção imediata de prefeitos ou vereadores que continuarem atuando em dissonância com o projeto estatutário, sem espaço para conciliações. O respaldo do comando nacional confere respaldo jurídico e político para o expurgo dos dissidentes, independentemente do porte populacional ou econômico do município afetado.

A repercussão das medidas repressivas sinaliza um cenário de profunda incerteza quanto à recomposição das forças políticas de Mato Grosso até o pleito. A tentativa da executiva de restaurar a ordem partidária sob forte pressão digital pode acelerar o despartidamento de lideranças regionais de grande apelo popular.

O desfecho dessas sanções disciplinares definirá o grau de unidade do Partido Liberal (PL) para a disputa governamental e reconfigurará o arcabouço de alianças na corrida rumo ao Palácio Paiaguás.

Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA