ELEIÇÃO 2020

Eleições municipais de 2020; Botelho não descarta disputar Prefeitura

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A “Pandemia do Coronavírus” está colocando em dúvida as datas das eleições municipais. Os candidatos não estão vendo clima para fazer campanha política no meio das mortes por “Covid-19“. Será isso mesmo?….

Mediante esta situação, o que se fala em Brasília é que está se formando um consenso entre o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Congresso Nacional para que o pleito seja realizado nos dias 15 de novembro (1º turno) e 6 de dezembro (2º turno).

A sucessão eleitoral na Capital também poderá quem sabe ser o assunto de um possível consenso entre duas siglas de grande poderio de fogo nesta Eleição de 2020. É que o parlamentar estadual do Partido Democrata (DEM), e presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), José Eduardo Botelho além de não descartar uma eventual disputa eleitoral pela Prefeitura de Cuiabá, ainda afirmou que já falou com o governador Mauro Mendes Ferreira, também do Partido Democrata sobre o assunto que segundo alguns jornalistas de plantão, esta sendo o segundo assunto mais discutidos no momento, perdendo apenas para a Covid-19.

As notícias sobre a possível candidatura de Eduardo Botelho nesta semana mexeu com o cenário político em Mato Grosso, com lideranças e caciques opinando nos bastidores, como o ex-governador Júlio José de Campos (DEM) apoiando a candidatura, e o atual deputado federal do MDB, o cacique Carlos Gomes Bezerra, que já teria declaro que seria contra uma composição ou apoio do MDB de Emanuel Pinheiro, para o DEM de Botelho.

Desde o início do ano, que vários nomes do DEM estão sendo cogitados para disputar as principais Prefeituras de Mato Grosso, se já existe a sinalização de um consenso das lideranças, na possível candidatura de Botelho para disputar a Prefeitura de Cuiabá, o mesmo não acontece em Várzea Grande, que até o momento o partido ainda não conseguiu, nem mesmo cogitar um nome em condições de disputar e vencer as próximas eleições.

O deputado já teria apoio de vária lideranças do DEM e outras siglas“.

Na entrevista, Botelho revelou que em sua conversa com o governador Mauro Mendes, uma das suas exigência é não disputar com o atual prefeito Emanuel Pinheiro, devido os laços de amizade que existe em entre os dois.

Uma campanha eleitoral como a de Cuiabá é muito pesada, as vezes toma rumos de ataques pessoais“, disse Botelho.

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso deixou bem claro que pode disputar a Prefeitura de Cuiabá, na eventual desistência da candidatura de reeleição do prefeito Emanuel Pinheiro.

De acordo com informações da imprensa local, o Prefeito da Capital, Emanuel Pinheiro já teria declarado que não descarta a desistência da reeleição, e apoio à candidatura de Eduardo Botelho.

Especialistas de política apontam que para Emanuel Pinheiro, a eleição de Eduardo Botelho seria uma excelente opção, já mesmo com a “máquina” nas mãos, a questão do “Paletó”, como também de outras supostas irregularidades denunciadas e investigadas, são fatores que farão toda diferença na próxima disputa eleitoral.

Segundo informações de pessoas ligadas diretamente a Botelho, a notícia da eventual candidatura para disputar a Prefeitura de Cuiabá, foi muito bem recebida pela sua base de apoio político.

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Política

Apesar dos protestos, PEC da Previdência é aprovado por 16 votos favoráveis

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A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que altera as regras de aposentadoria dos servidores estaduais replica as novas normas já aprovadas para os servidores federais vai possibilitar que o Estado de Mato Grosso reduza em R$ 25 bilhões o déficit financeiro da previdência previsto para os próximos 10 anos.

Dos R$ 31 bilhões estimados, apenas R$ 6 bilhões precisariam ser pagos com recursos dos cofres públicos no período, conforme relatório técnico do Mato Grosso Previdência (MT/Prev).

Caso não fosse aprovada a reforma para conter o déficit de Mato Grosso, implicaria ainda em restrições ao Estado junto à União, o que impediria Mato Grosso de receber transferências do governo federal, firmar convênios, e até de receber parcelas de convênios já celebrados.

Nesta quarta-feira (12), mesmo sob protestos dos servidores estaduais, que realizaram também uma carreata pelas ruas do Centro Político e Administrativo (CPA), na Capital, por 16 votos favoráveis e 8 contrários, os parlamentares mato-grossenses aprovaram em sessão ordinária, o Projeto de Emenda Constitucional 06/2020, a PEC da Previdência.

José Eduardo Botelho (DEM), presidente da Casa de Leis, depois de votar a PEC, colocou em votação as emendas que tiveram pedido de destaque. A PEC da Previdência teve 112 emendas apresentadas.

Foi uma PEC amplamente debatida, está aqui desde o início de março. Foi discutidos, todos tiveram oportunidade de apresentar emendas, votamos em destaque, o que nem é permitido pelo regimento, mas concedemos o destaque para dar oportunidade de o plenário decidir. O que foi votado é a vontade da maioria dos deputados. Eu acredito que é o melhor. Não saiu como muitos queriam, mas foi a posição da maioria”.

Em relação à emenda 75, o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), disse que participou da articulação da emenda de autoria das lideranças partidárias.

Essa emenda 75, eu mesmo participei da articulação ela, ela faz justiça com o trabalhador que se aposenta com um salário melhor. A pessoa trabalha um pouco mais, porém, se aposenta com um salário melhor”, afirmou o presidente da Casa de Leis.

Das emendas que seguiram para votação em destaque, os deputados aprovaram apenas uma, a emenda 75, de autoria das lideranças partidárias. A emenda acrescenta o parágrafo único ao Art. 6º do Projeto de Emenda Constitucional 06/2020, mensagem 16/2020, com a seguinte redação:

Art. 6º (…) Parágrafo único, para efeitos da aplicação do disposto no artigo 26 da Emenda Constitucional n.º 103/19, mencionado no caput, será considerada a média aritmética simples das maiores remunerações, utilizadas como base para as contribuições do servidor aos regimes de previdência a que esteve vinculado o servidor, correspondentes a 80% (oitenta por cento) de todo o período contributivo desde a competência julho de 1994, ou desde a do início da contribuição, devendo-se observar, ainda, as demais regras nele contidas. Os deputados rejeitaram as emendas 27, 58, 65, 66, 90, 68, 111, 98, 100, 70, 102, 74, 82, 83, 86, 102, 104, 105 e 106“.

Entre as principais mudanças propostas, está o aumento da idade mínima de aposentadoria de 55 anos para 62 para mulheres, e de 60 para 65 anos para homens. As carreiras da área de segurança e dos professores também ganham regras próprias, se aposentando mais cedo do que as carreiras do regime geral. A aposentadoria compulsória permanece aos 75 anos para todos os servidores.

Votaram contra a PEC da Previdência os deputados; Thiago Alexandre Rodrigues da Silva (MDB), Lúdio Frank Mendes Cabral (PT), Claudinei de Souza Lopes, o “Delegado Claudinei” (PSL), Elizeu Francisco do Nascimento (DC), Janaína Greyce Riva (MDB), Allan Kardec Pinto Acosta Benitez, mais conhecido como Professor Allan, (PDT), Valdir Mendes Barranco (PT) e Max Joel Russi (PSB).

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