OS CARROS E PILOTOS ESTÃO NA PISTA
Eleições 2026: “Grid de Largada” promete fortes emoções como nunca antes
Você sabe o que é Paddock (ou padoque), é originalmente uma área para cavalos, mas hoje é mais conhecido como a área exclusiva nos bastidores de autódromos (como a Fórmula 1) e turfe, onde ficam os boxes, equipes, pilotos, imprensa e convidados VIP, sendo o local de trabalho e interação. É a “sala de estar” dos eventos de corrida, distinta do “pit lane”, onde os carros param para manutenção.
Já o “Grid de Largada” (ou grelha de partida) é a disposição dos competidores na pista antes do início de uma corrida automobilística. As posições são geralmente determinadas pelos resultados de uma sessão de classificação, onde os pilotos mais rápidos largam na frente.
Como funciona
– Determinação da Ordem: No automobilismo profissional, como a Fórmula 1, um treino classificatório (dividido em Q1, Q2 e Q3) define o grid. O piloto com o melhor tempo fica na primeira posição, conhecida como pole position.
– Formato: Os carros se alinham em filas, geralmente com um carro na frente do outro em circuitos mais estreitos ou dois carros lado a lado, dependendo das regras da categoria e da largura da pista.
– Importância Estratégica: Largar em uma posição mais à frente é uma vantagem significativa, pois oferece uma melhor chance de evitar acidentes no início da corrida e controlar o ritmo, além de facilitar ultrapassagens em circuitos onde isso é difícil.
Em algumas categorias ou formatos específicos, como nas corridas “Sprint da Fórmula 1”, o “Grid de Largada” pode ser definido por regras diferentes, como a inversão das posições dos primeiros colocados da classificação principal.

Grid de largada para a corrida eleitoral 2026 está aberta
Caros amigos e leitores do Blog do Valdemir. Com o “Grid de Largada” para a corrida eleitoral 2026 aberta, ou temporada, no Estado de Mato Grosso, a pergunta que fica ecoando nos bastidores e corredores palacianos é simples e intrigante: estamos diante de um movimento pontual ou do início de um realinhamento mais profundo? Há articulações acontecendo longe dos holofotes? O cenário político local está prestes a ganhar novos contornos?
Independente da resposta, um fato se confirma: o que estamos vivendo no último trimestre de 2025 é apenas o “esquenta” de tirar o fôlego. Ou melhor, um preparativo, um aquecimento dos motores para a corrida eleitoral de 2026.
Em uma corrida eleitoral acirrada entre pilotos, as equipes costumam escolher alguém para favorecer, assim sendo, o Boteco da Alameda conversou com o analista político Alex Rabelo, para saber quem será o próximo piloto (candidato) a vencer, ou melhor, subir no Podium do pleito eleitoral no próximo ano para o Palácio Paiaguás e ao Senado.
Segundo Alex Rabelo, o momento em cada gesto importa, cada telefonema pode definir um novo cenário, e cada piloto (candidato) testa o limite do próprio motor antes da largada oficial da corrida eleitoral de 2026.
Entretanto, contudo, todavia, Alex Rabelo reitera que alguns pilotos, (políticos), apresentam erros inacreditáveis em um vencedor.
Mas vamos ao que interessa! Sim, os pilotos (candidatos) que renasceram das cinzas; favoritos que perderam velocidades; nomes que surgem como possíveis protagonistas; alianças inesperadas; decisões nacionais mudando o desenho do “Grid de Largada” interno e movimento que deixaram claro que 2026 começa antes do Réveillon.
Acompanha o panorama rico em detalhe, direto e cheio de curvas que definem o rumo da política estadual, conforme análise de Alex Rabelo.

Corrida pelo governo: a pista esquenta e os pilotos mostram suas estratégias
Carro 22 – Wellton Fagundes
Se alguém ganhou potência no motor neste fim de ano, foi o piloto do carro 22, Wellton Fagundes. Dado como piloto de motor fraco no início da temporada, ele surpreendeu com uma manobra digna de replay.
Driblou o bolsonarismo, atraiu a direita e garantiu o apoio oficial do Partido Liberal (PL) Nacional, anunciado em vídeo pelo presidente da sigla Valdemar Costa Neto.
A ultrapassagem mudou toda a dinâmica da corrida. Nos boxes, o comentário é unânime: Wellton Fagundes venceu sua primeira grande batalha antes mesmo da largada de 2026. E os ajustes continuam.

Movimentação nos boxes: o piloto do carro 44, Jayme Campos considera abandonar sua corrida
Circula com força a informação de que o piloto do carro 44, Jayme Campos, percebendo o avanço do carro 22, Wellton Fagundes, pode: abandonar a própria corrida ao Governo do Estado; assumir o posto de engenheiro-chefe do carro 22; articular a entrada de Lucimar Campos como vice e disputar a Prefeitura Municipal de Várzea Grande com sua última grande prova.
Jayme Campos, experiente e estratégico, nunca entrou numa disputa para perder e, vê no projeto de Wellton Fagundes uma rota mais segura para encerrar sua carreira com troféu.
Se essa composição se confirmar, o carro 22 ganha um dos motores políticos mais respeitado do Estado de Mato Grosso.

Carro 10 – Otaviano Pivetta
No início de 2025, a pergunta era: “quem vai conseguir parar o carro 10?“ A resposta inesperada foi: o próprio motor do carro 10.
O piloto do carro número 10, o Republicanos, Otaviano Pivetta, com sua bandeira e torcida, percorreu o Estado de Mato Grosso, acelerou onde podia e tentou recuperar velocidade, mais nos bastidores a avaliação é dura (o motor não está respondendo como antes).
Ainda assim, algo não pode ser ignorado: o piloto do carro 10, Otaviano Pivetta está fazendo o que nunca fez. Ele, naturalmente tímido está: dando entrevista, gravando vídeos, tentando engajar digitalmente e buscando reinventar a própria imagem.
Ainda não deu o resultado esperado. Mas pilotos com equipe forte e obsessão por vencer não podem ser descartados. Se o carro 10 engrenar, vira ameaça real.

Carro 20 de Max Russi: o piloto reserva que pode ser assim chamado
Poucos chamam atenção sem aquele motor barulhento, mas Max Russi consegue: o piloto do carro 20 termina 2025 montando uma supermáquina: partido estruturado; chapas robustas; articulação afiada; apoio de prefeitos e vereadores e uma habilidade natural de diálogo e costura política.
Nos bastidores, ou melhor, na pista, a frase se repete: “se Pivetta não embalar, Max assume o volante“. E ele está pronto.
O piloto Max Russi mostrou, à frente da sua equipe, a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), capacidade rara: ouve, articula, lidera, resolve, entrega.
É aquele piloto reserva que entra na corrida para disputar e ficar na liderança, não para compor pelotão.
O carro 20 está turbinado. Agora falta apenas o sinal verde.

Carro 55 de Natasha Slhessarenko
Neste momento de largada, a única mulher piloto, Natasha Slhessarenko, encerra o ano montando sua equipe, tentando arrumar um supermotor para a largada, calibrando discurso e tentando abrir espaço entre os gigantes.
Não é favorita, mas tem algo importante: representa o novo. Em corrida polarizada, o novo pode se tornar atraente, principalmente quando os carros tradicionais travam entre si.
Corrida ao Senado – motores roncando e ultrapassagens a vista
Carro de MM
Mauro Mendes fecha o ano com o carro mais potente da pista. Obras, entregas e aprovação sólida dão a ele vantagem real. Mas um ponto crítico decide tudo: quem ele vai escolher como sucessor? Se acertar, entra o ano de 2026 quase imbatível. Se errar, abre espaço para uma ultrapassagem perigosa.
Nos bastidores do Paddock, a aposta é que Mauro Mendes deve vencer, desde que continue acelerando sem erros.

Carro 15 – a “Mulher Maravilha” que cresce e incomoda
A “Mulher Maravilha” foi o grande destaque da segunda metade do ano. Entrou na pista com o carro 15 e um motor preparado, e cresceu rapidamente.
Fez alianças estratégicas, articulou com figuras centrais e não esconde ambição.
“Farei as alianças necessárias para vencer“.
Seu crescimento causa incômodo. Há quem prefira vê-la disputar outra corrida (deputado federal) justamente porque ela ameaça os líderes atuais. Quando tentam tirar um piloto da pista, é porque ele está acelerando demais.
Carro 55 – Carlos Fávaro, o piloto da esquerda que usa toda a potência federal
O piloto Carlos Fávaro fecha o ano com estratégia clara: entregar obras; fortalecer a agricultura familiar; recrutar nomes fortes para sua equipe e usar o seu ministério como vitrine.
Ele será o único candidato da esquerda na pista, o que, por si só, já lhe garante base sólida.
Para o analista Alex Rabelo, Carlos Fávaro entra 2026 como um dos pilotos com seu motor mais bem preparado.
No retrovisor – quem perdeu velocidade no fim de 2025
Carro de Jayme Campos
Mesmo com trajetória sólida, o carro não embalou, o União Brasil não apostou nele, e a falta de tração no seu motor derrubou suas chances.
Agora, Jayme Campos avalia outro caminho: ser o estrategista do carro 22 e buscar a Prefeitura de Várzea Grande como sua corrida final.

Carro 22 – José Medeiros
Nem o apoio do chefe da equipe, Jair Messias Bolsonaro conseguiu turbinar o carro de José Medeiros. Nos bastidores, dizem que: a base não se identifica com ele; há desgaste interno e o desempenho ficou abaixo do esperado.
O resultado? Muitos dirigentes preferem apoiar o piloto Antônio Galvan (carro 27), o “Senador Coragem”, que pode colocar o carro do DC em posição superior à do PL.
Eita lasqueira!
Então vamos analisar o “Grid de Largada”
Carro 22 – a grande surpresa do ano;
Carro 10 – tenta reencontrar potencias;
Carro 20 – pode ser acionado para mudar tudo;
Carro 55- novidade que tenta firmar terreno;
Carro MM – líder absoluto ao Senado;
Carro 15 – crescendo rápido;
Carro 55 (Fávaro) – estrutura pesada e apoio federal.
Outros pilotos já aparecem no retrovisor.
Uma coisa é certa: 2026 começa acelerando antes mesmo de virar o ano, ninguém tem vitória garantida e cada curva pode derrubar ou consagrar um piloto.
Nota de rodapé: a bandeira quadriculada está longe, e a corrida eleitoral mais eletrizante da história de Mato Grosso está prestes a começar.
Segue o fluxo! Ou melhor, a corrida
Política
Denúncias de aliciamento elevam a “Tensão” na disputa pelo Palácio Paiaguás
Uma grave acusação de interferência externa e oferecimento de vantagens ilícitas abalou as estruturas internas da federação partidária que decidirá os rumos da sucessão estadual. A denúncia aponta para a existência de um forte movimento de bastidores que visa desestabilizar os votos de delegados partidários, transformando a definição de candidaturas em um cenário de intensa disputa ética e jurídica.
O epicentro do embate envolve diretamente o deputado estadual Júlio Campos, que externou as suspeitas, e seu irmão, o senador Jayme Campos, cuja postulação ao governo estadual sofre forte oposição interna. No polo oposto dessa correlação de forças, posicionam-se o ex-governador e atual presidente partidário Mauro Mendes, aliado ao atual governador Otaviano Pivetta, este último filiado ao Republicanos e beneficiário direto de uma eventual composição ampla.
As articulações e os tensionamentos que culminaram na “denúncia pública” ganharam contornos de crise nesta semana, antecedendo o prazo final para as definições de chapas majoritárias. O cronograma converge para o dia 30 de julho, data em que ocorrerá a deliberação oficial e o consequente desfecho do processo de escolha interna que definirá as coligações.
Toda a movimentação política concentra-se no “GRANDIOSO” Estado de Mato Grosso, tendo como foco principal as articulações na capital, Cuiabá, onde se localizam as sedes partidárias e o Palácio Paiaguás. O cenário geográfico reflete a importância estratégica da região Centro-Oeste no panorama político e econômico nacional, o que eleva a relevância da disputa pelo controle do Executivo Estadual.
A definição do candidato ocorrerá por meio do voto secreto dos membros da convenção da Federação União Progressista, bloco composto pela associação entre o União Brasil e o Progressistas (PP). Esse método de votação secreta visa garantir a liberdade de escolha dos delegados, resguardando-os de pressões externas diretas, embora o sigilo do voto agora enfrente o desafio das suspeitas de assédio político prévio.

O motivo central da divergência reside no conflito de visões estratégicas para o futuro do estado, dividindo a agremiação entre a defesa de uma candidatura própria e a adesão a um projeto de continuidade governamental. Enquanto uma ala busca resgatar o protagonismo histórico da legenda tradicional, o grupo governista argumenta que a composição ampla fortalece a governabilidade e assegura a estabilidade das políticas públicas em andamento.
A finalidade desse embate interno é a conquista do controle do Palácio Paiaguás e a consolidação de hegemonia política na região pelas próximas temporadas administrativas. Os grupos em disputa buscam garantir espaço prioritário nas chapas proporcionais e majoritárias, o que viabilizará a sustentação legislativa e a influência sobre o orçamento e as diretrizes do desenvolvimento estadual.
O processo desenvolve-se sob condições de extrema desconfiança mútua, caracterizadas por Júlio Campos como um “clima de guerra” decorrente do envio de emissários com “propostas indecorosas”. Diante da gravidade dos relatos sobre tentativas de aliciamento de convencionais, os defensores da candidatura própria anunciam a intenção de formalizar representações junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para assegurar a lisura do pleito.

Para alcançar a vitória interna, os apoiadores da candidatura própria estimam contar com uma base sólida de aproximadamente 35 votos entre os 48 convencionais aptos a votar, de um total de 50 membros colegiados. Esse expressivo contingente teórico de apoios é considerado suficiente para neutralizar a influência da ala governista e impor a candidatura do senador Jayme Campos à revelia da Executiva.
Como desdobramento imediato, as lideranças partidárias mantêm canais de diálogo abertos na tentativa de construir um consenso de última hora que evite uma fratura definitiva na base aliada. No entanto, diante da recusa de ambos os pré-candidatos em abdicar de suas pretensões ao Governo do Estado, novos encontros bilaterais deverão ocorrer nos próximos dias, sob a sombra de uma iminente judicialização do processo caso as denúncias de aliciamento sejam formalizadas.
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