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PESQUISA REAL TIME BIG DATA

Como a nova configuração partidária redefine a corrida para o Senado em Mato Grosso

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A divulgação da mais recente pesquisa do instituto Real Time Big Data para o Senado Federal, nesta terça-feira, 2 de junho de 2026, consolidou o cenário de favoritismo do ex-governador Mauro Mendes (UB) e da deputada estadual Janaína Riva (MDB) na disputa pelas duas vagas correspondentes ao Estado de Mato Grosso. O levantamento estatístico capta o eleitorado em um instante crucial de transição partidária, delineando as tendências imediatas de intenção de voto e oferecendo uma base empírica para as estratégias que serão adotadas pelas principais forças políticas da região.

O ex-governador Mauro Mendes (União) lidera a corrida eleitoral com 29% das intenções de voto no cenário estimulado, seguido de perto pela deputada estadual Janaína Riva (MDB), que registra 24% da preferência dos entrevistados, enquanto o ex-ministro da Agricultura Carlos Fávaro (PSD) aparece na terceira colocação com 15%.

O quadro sucessório apresenta ainda o deputado federal José Medeiros (PL) com 10%, o ex-governador Pedro Taques (PSB) com 6%, Antônio Galvan (Avante) com 4%, a senadora Margareth Buzetti (PP) com 2% e Altir Peruzzo (PT) com 2%, registrando-se 4% de votos nulos ou brancos e 4% de indecisos.

A sondagem quantitativa foi realizada pelo respeitado Instituto Real Time Big Data, uma das principais organizações de inteligência de dados e análise estatística do país, sob encomenda de consórcios de comunicação e analistas do setor político. A entidade técnica atuou de forma autônoma na coleta e processamento das informações, aplicando metodologias consolidadas de amostragem probabilística para traduzir o comportamento do eleitorado mato-grossense por meio de critérios estritamente científicos, afastando o debate de meras especulações de bastidores.

A coleta de dados ocorreu entre os dias 30 de maio e 1º de junho de 2026, um marco temporal de extrema relevância estratégica que coincide com o fechamento do primeiro semestre do ano eleitoral e a consolidação das novas filiações partidárias. Este período específico foi escolhido pelos analistas justamente por refletir o esgotamento dos prazos de migração de legenda, permitindo que a pesquisa capture o eleitor no exato instante em que as forças partidárias se acomodam e os palanques regionais começam a ganhar contornos definitivos.

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O universo da pesquisa compreendeu o território geográfico do Estado de Mato Grosso, abrangendo eleitores aptos a votar em diferentes municípios e microrregiões, de modo a garantir a representatividade da pluralidade socioeconômica e regional do eleitorado local.

A amostragem cobriu de forma proporcional as áreas urbanas e rurais, captando as nuances de opinião pública desde os grandes polos do agronegócio até a capital, Cuiabá, assegurando que o diagnóstico final refletisse de maneira fiel a mentalidade política de todo o estado.

O principal fator determinante para a realização deste levantamento foi o recente encerramento da chamada “Janela Partidária”, período legal no qual os detentores de mandatos puderam trocar de legenda sem o risco de perda do cargo, alterando profundamente o equilíbrio de forças. Diante do redesenho das coligações majoritárias e da necessidade de mensurar o real impacto dessas movimentações partidárias sobre o cidadão, o mercado político demandou um diagnóstico de precisão técnica para compreender a receptividade das novas alianças de bastidores.

A pesquisa foi estruturada por meio de entrevistas pessoais, utilizando-se a abordagem direta face a face e a aplicação de questionários estruturados junto a uma amostra representativa de 1.600 eleitores com base em quotas de gênero, idade, escolaridade e renda. No cenário estimulado, os pesquisadores apresentaram uma cartela com os nomes dos potenciais candidatos ao Senado, registrando rigorosamente a primeira opção manifestada pelo entrevistado, além de computar de forma precisa os índices de votos brancos, nulos e daqueles que preferiram não responder.

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O levantamento obedeceu rigorosamente aos preceitos legais exigidos pela legislação eleitoral brasileira, tendo sido formalmente registrado junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número de identificação oficial MT-01755/2026, o que atesta sua validade jurídica e transparência. A pesquisa apresenta uma margem de erro estimada em dois pontos percentuais para mais ou para menos e adota um nível de confiança estatística de 95%, garantindo que os resultados publicados possuam alta previsibilidade científica e atendam aos critérios de auditoria técnica.

A divulgação deste estudo estatístico provoca um impacto imediato nas cúpulas partidárias, que passam a utilizar os dados quantitativos como bússola estratégica para selar alianças pendentes, ajustar discursos programáticos e definir a viabilidade de candidaturas majoritárias. Para o eleitorado e os analistas, o relatório funciona como um divisor de águas que substitui as conjecturas subjetivas por evidências empíricas, forçando os partidos que figuram fora do topo a reverem suas composições de chapa antes do início oficial da campanha.

As perspectivas indicam que o favoritismo inicial de Mauro Mendes e Janaína Riva tende a polarizar as negociações pelas duas vagas em disputa, enquanto candidatos como Carlos Fávaro e José Medeiros buscam capitalizar o eleitorado indeciso e consolidar novas frentes de oposição ou governismo.

Nos próximos meses, a evolução destes índices dependerá diretamente do início do horário eleitoral gratuito e da capacidade de cada postulante em converter o capital político atual em votos consolidados nas urnas, em um cenário que permanece dinâmico.

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Política

Pesquisas: Pivetta continua avançando; tá chegando a hora, debates na TV

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Faltando 12 dias do primeiro turno das eleições de 2026, os levantamentos de intenção de voto começam a ganhar peso diferente na corrida rumo ao Palácio Paiaguás. A experiência do pleito eleitoral de 2024, em Cuiabá, no entanto, mostra que o cenário ainda pode sofrer mudanças importantes na reta final de campanha.

A disputa para o Palácio Paiaguás é um dos que apresentou diferentes parâmetros de cenário até o momento.

A divulgação mais recente do Paraná Pesquisas aponta o atual governador Otaviano Pivetta, liderando de forma isolada com 42,4%, abrindo vantagem sobre o Wellton Fagundes que pontuou com 29,6%.

No entanto, a disputa segue dinâmica após Atlasintel indicar um cenário mais parelho. O liberal Wellton aparece na frente, com 34,4% das intenções de voto, enquanto o Republicanos, Pivetta, registrou 30,8%. A diferença de 3,6% pontos percentuais fica dentro do intervalo da respectiva margem de erro.

Nesta reta final, a divulgação de novas pesquisas de intenção de voto, intensificaram os trabalhos dos marqueteiros e fizeram recalcular as estratégias.

Querem saber o motivo? No centro das atenções: tabu de 36 anos, poderá ser derrubado em Mato Grosso com a realização do segundo turno.

Levantamentos até agora, mostra diferenças importantes entre Institutos e Metodologias e não permite tratar a uma leitura de segundo turno definido.

Nota de rodapé: desde 1990 na “QUERIDA” e “QUENTE” Terra de Rondon, foram realizadas nove eleições consecutivas para o Palácio Paiaguás e todas foram resolvidas no primeiro turno.

Será que vai ser quebrado uma sequência que atravessa toda a história eleitoral na nossa “QUERIDA” e “MARAVILHOSA” Terra de Rondon, sob a Constituição de 1988?

PS: entre as pesquisas realizadas a Quaest é uma das principais e, está em campo fazendo levantamento. A publicação será em 25 de setembro, na sexta-feira.

O teste final que convence eleitores indecisos

Tá chegando a hora em que muitos eleitores (as) começam a decidir o seu voto! O tempo está passando. E você já sabe os dias dos debates na televisão Vila Real e Centro América?

Pois muito bem caros amigos e leitores do Blog do Valdemir! Muitos eleitores só decidem o voto nos últimos dias antes da eleição. Nos momentos finais, os debates na televisão se tornam a principal fonte de informação para quem ainda está em dúvida.

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Pesquisa de 2026 mostram que mais da metade dos mato-grossenses acredita que os confrontos ao vivo têm mais poder de convencimento do que a propaganda eleitoral e as mensagens trocadas em aplicativos.

Historicamente, os debates de TV têm sido decisivos. Em 2002, o debate para o Palácio Paiaguás mostrou como um deslize pode derrubar um candidato e como uma boa resposta pode lança-lo.

Mesmo com o crescimento da internet, o formato ao vivo continua importante para avaliar a capacidade dos candidatos de lidar com pressão e responsabilidade.

Pega a visão: mais da metade dos eleitores consideram os debates mais influentes que propagandas;

Os debates permitem observar a reação dos candidatos a ataques inesperados;
Erros cometidos ao vivo são rapidamente espalhados nas redes sociais;
Candidatos que estão à frente nas pesquisas evitam correr riscos nos debates;

A linguagem corporal e o controle emocional são avaliados pelo público.

Então fica ligado… dia 29 de setembro às 21: 30 horas na TV Centro América e no dia 1° de outubro na TV Vila Real.

Para o conhecimento dos internautas do Blog do Valdemir, existe uma expectativa muito grande em torno do confronto que promete ser decisivo para conquistar os eleitores, principalmente, os indecisos.

Nota de rodapé: pesquisa do MT Dados, divulgada nesta segunda-feira (21), aponta que os indecisos na “QUERIDA” e “QUENTE” Terra de Rondon chega a 50,4%.

O Boteco vai falar

Na política, quem confunde amizade com aliança termina traído pelos dois.

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– Na política, o erro não é confiar em amigo. É achar que amigo e aliado são a mesma coisa.
– Muita gente quebra a cara achando que amizade política é eterna. Mas não é. A amizade nasce do afeto. A aliança nasce de interesse. E quando o interesse acaba, o “amigo” vira crítico.
– Isso tem explicação: todo relacionamento, inclusive o político, se mantém enquanto dá resultado para os dois lados. Quando um ganha mais que o outro, o jogo vira.
– O problema é que político emocional confunde lealdade com dependência. Acha que quem toma café com ele todo dia vai defender ele para sempre. Mas quem paga o preço da traição é sempre o mais carente de poder.
– A política é feita de trocas. Só que tem gente que dá voto, espaço e cargo em nome da amizade e depois descobre que entregou o poder de bandeja.

Quer se blindar e parar de ser traído pelos dois lados?

1 – Separe amigo de aliado. Amigo te liga quando você perde. Aliado te liga quando você ganha.
2 – Combine o jogo. Política é negociação. Se não tiver acordo claro, vai ter ressentimento depois.
3 – Não misture coração com voto. Amigo pode te dar conselho. Mas quem decide é a estratégia.
4 – Saiba sair antes, aliança tem prazo de validade. Se esperar acabar para perceber, já é tarde.
5 – Na política, quem age com o coração demais perde o rumo. Quem age com método, constrói poder e dorme tranquilo.

Segue o fluxo!

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