Search
Close this search box.

DENUNCIA DE IRREGULARIDADE

EAD: por 30 dias, sem merenda e lugar para estudar, Emanuel contrata TV por R$ 539 mil

Publicados

em

Nesta segunda-feira (11), através de um contrato feito sem licitação e sem divulgação no “Portal de Transparência” do Executivo Municipal, o Prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB), contratou por R$ 539 mil uma emissora de televisão que não tem sinal em cerca de 90 bairros da Capital para transmitir aulas aos (as) estudantes da rede pública Municipal, durante o período de isolamento social devido a “Covid-19”.

Além do gasto alto e sem transparência e do alerta de especialista de que essa modalidade de ensino não é indicada para crianças e adolescentes os estudantes cerca de 1/3 do município ficam excluídos do acesso às aulas pela televisão.

Informações que chegaram para o Blog do Valdemir é que o secretário de Educação do Município, Alex Vieira Passos, está se aproveitando da Pandemia da Covid-19, para acelerar alguns projetos que estão engavetados na Secretaria de Educação.

As decisões tem sido tomadas por Decretos, contratos sem ouvir os profissionais e especialistas na Educação“, pontuou uma servidora da pasta.

A nossa equipe de reportagem, ouviu alguns profissionais da Educação Municipal sobre o ensino a distância. Eles afirmaram que a Educação a Distância que o secretário esta impondo não foi debatida com a categoria e, por incrível que possa parecer, não foi levado em consideração as realidades dos estudantes e das escolas.

Agora pasmem os senhores: um ensino implantado sem diálogo com a comunidade escolar, o Projeto de Ensino a Distância vai gerar transtornos e reclamações.

Quando o Blog do Valdemir afirma que haverá transtornos é porque a comunicação e a interação com os professores serão difíceis, e difícil será acompanhar o que eles passam pela TV ou pelo computador.

Leia Também:  Candidaturas trans miram eleição para a Assembleia Legislativa

Já os que conseguirem assistir as aulas, com certezas irão reclamar a qualidade de imagem até a metodologia que não permite tirar dúvidas com o professor.

E brevemente alunos estarão reclamando, que este método de ensino é complicado para entender.

Não teremos como tirar dúvidas no momento em que surgem, caso em que não entenda algo. Não é como no Colégio, onde os professores repetem até entendermos“, disse um aluno do oitavo ano da rede municipal de ensino.

Denuncia

O vereador do Partido Cidadania, Felipe Wellaton, chegou de apresentar uma denúncia no Ministério Publico Estadual (MPE), onde ele acusa a Prefeitura de Cuiabá de estar desviando recurso da Secretaria Municipal de Educação para custear despesas de campanha do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) com a contratação da TV Mais, que é de propriedade de Francisco Belo Galindo, o Chico Galindo, que já foi também Prefeito de Cuiabá e é presidente do PTB em Mato Grosso. Além disso, o secretário municipal de Educação, Alex Vieira Passos, também é do PTB.

Estão desviando o dinheiro da Educação para o PTB, para custear despesas de campanha, isso é uma manobra dos petebistas e é muito óbvio. Falta transparência na escolha da emissora de televisão, já que estamos falando em alta quantia de dinheiro, além de a TV Mais não ter um bom sinal para a população cuiabana e não ter audiência relevante para o valor gasto”.

A explicação da Prefeitura de Cuiabá é que a TV Mais será responsável pela implantação do Programa @Portal da Escola Cuiabana de Educação a Distância, com transmissão ao vivo de aulas, por meio do canal aberto 17.1 ou pelo Youtube no canal @Portal da Escola Cuiabana. E essa explicação não convenceu o vereador do Partido Cidadania, Felipe Wellaton.

Umas perguntas senhor secretário Alex Vieira Passos

– A maioria dos professores da rede Municipal teve formação em educação a distância?
– As escolas estão organizadas e preparadas para realizar um planejamento em EAD?
– A maioria dos estudantes tem recursos necessários para realizar atividades a distância?
– A prefeitura já disponibilizou o sinal da Internet da rede pública municipal?

Segura a ultima secretário: já foram abertos duzentos pontos de internet na cidade, para que os pais possam baixar os arquivos e vídeos pelos aplicativos da secretaria?

Nem precisa mandar nota para o Blog do Valdemir, porque sabemos que não ou estão providenciando, então…

Leia Também:  Quase mil atendimentos são realizados durante 1ª edição do "Sábado Social"

Então… O bem da verdade é que o Ensino a Distância, muitas pessoas sabem, que as intenções não terminarão na “Pandemia”. Na verdade é um bom ensaio que, os governantes estão fazendo “prós experimentos” e, com certeza tem muita gente de olho grande, já vendo a Educação como algo exposto a um balcão de negócios.

Nota da redação

O contrato de 30 dias no valor de R$ 539 mil reais foi assinado com a Fundação Altamiro Galindo, TV MaisNews, canal 17.1, no qual foi representado por Francisco Belo Galindo Neto.

Propaganda

Política

Rachas expõem dificuldades de articulação nos principais palanques de Mato Grosso

Publicados

em

Passados os cinco primeiros dias da campanha eleitoral, o senador e candidato ao Governo de Mato Grosso, o Senador, Wellington Fagundes (PL), enfrenta dificuldades para consolidar uma estrutura política unificada em torno de sua candidatura. A movimentação revela divergências dentro da própria legenda e coloca em evidência os obstáculos para estabelecer uma composição harmoniosa entre os diferentes grupos que integram seu palanque.

A expectativa de que a definição do candidato a vice-governador contribuísse para organizar a campanha não se confirmou, segundo o cenário descrito. A composição, que envolve o empresário é o apelido do empresário e político brasileiro Reinaldo Gomes de Morais, conhecido como Rei do Porco, não teria sido suficiente para eliminar as divergências existentes entre setores aliados. Ao contrário, os conflitos permanecem expostos justamente no início de uma fase decisiva da disputa eleitoral.

Um dos principais sinais de divisão está na relação entre Wellington Fagundes e José Medeiros (PL), candidato ao Senado pela mesma sigla. Medeiros já declarou que não pretende pedir votos para o correligionário, evidenciando a distância política entre os dois projetos. O episódio demonstra que a presença de candidatos do mesmo partido em uma composição eleitoral não necessariamente representa unidade de discurso ou de estratégia.

A aliança firmada com o MDB comandado pela deputada estadual Janayna Riva, também se tornou um dos pontos de tensão dentro do grupo liderado por Wellington Fagundes. A composição teria sido estabelecida após a Convenção Partidária e enfrentado resistência de setores identificados com o bolsonarismo mais alinhado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A divergência acrescenta mais um elemento de instabilidade a uma candidatura que busca ampliar sua base política durante o período de campanha.

Leia Também:  Pinheiro vai buscar reforço na Câmara de Cuiabá

No palanque governista, as dificuldades de articulação também aparecem em diferentes frentes. O deputado federal Fábio Garcia (UB), que deixou a composição inicialmente articulada com o governador Otaviano Pivetta, passou a desenvolver sua própria campanha sem destacar, em seus materiais eleitorais, a presença do antigo aliado. O episódio reforça a percepção de que a formação das alianças não eliminou as disputas internas entre os grupos políticos.

A situação evidencia uma característica recorrente das campanhas eleitorais: alianças formais nem sempre resultam em atuação conjunta no cotidiano político. Quando candidatos pertencentes ao mesmo campo deixam de compartilhar agendas, discursos e materiais de divulgação, as diferenças entre os grupos tornam-se perceptíveis ao eleitorado e podem dificultar a construção de uma identidade eleitoral comum.

Na centro-esquerda, a composição para o Senado formada por Carlos Fávaro (PSD) e Pedro Taques (PSB) também apresenta sinais de distanciamento político. Embora a divergência seja descrita de maneira menos explícita, pessoas próximas aos dois grupos apontam dificuldades de sintonia entre as candidaturas. A percepção predominante é de que os projetos seguem trajetórias próprias, com pouca integração entre as respectivas agendas.

Leia Também:  Botelho é reconduzido à presidência da Casa de Leis

A ausência de uma atuação coordenada entre candidatos que integram a mesma chapa pode produzir efeitos sobre a estratégia eleitoral. Em uma campanha marcada pela necessidade de ampliar alianças, organizar agendas e estabelecer mensagens convergentes, a falta de sintonia tende a tornar mais complexa a comunicação com o eleitorado e a mobilização das estruturas partidárias.

O quadro observado nos diferentes palanques demonstra que o início da campanha em Mato Grosso é marcado não apenas pela disputa entre projetos eleitorais, mas também por negociações internas e divergências entre grupos que, formalmente, compartilham alianças. Wellington Fagundes, Otaviano Pivetta, Fábio Garcia, José Medeiros, Janaina Riva, Carlos Fávaro e Pedro Taques aparecem inseridos em composições nas quais a unidade política ainda passa por diferentes níveis de consolidação.

Com a campanha em fase inicial, os próximos movimentos deverão mostrar se as atuais divergências serão administradas pelas lideranças ou se permanecerão como marcas das respectivas alianças. A disputa eleitoral, portanto, começa em um ambiente no qual a formação dos palanques ainda não representa, necessariamente, convergência entre seus integrantes, deixando evidente que a consolidação das estratégias políticas será um dos principais desafios das candidaturas ao longo do processo.

Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA