AS ESCADINHAS POLÍTICAS DO PARTIDO
“Comitê da Maldade” está de volta ou será “Fake News”? Será?
Atenção internautas do Blog do Valdemir, resolvemos abrir as portas do Boteco da Alameda usando a inspiração de uma Trend que está ganhando forças nas redes sociais, SERÁ?
Bom…, dizem que o papo que está rolando no cenário político, na Terra de Rondon, é que o “Comitê da Maldade” está de volta, SERÁ?
E que os membros que participam, são “velhos” conhecidos dos envolvidos na política da Terra de Rondon, SERÁ!?
Há quem diga, que após saberem do retorno do “Comitê da Maldade”, tem “capivaras”, que estão com as pernas tremendo igual “vara verde”, SERÁ?
Até o “guri refestelado da Guarita”, veio confirmar se a “volta de quem não foi”, é verdadeira ou se trata de uma “Fake News”...KKKKKKK.
Embora o que se sabe é que os frequentadores do núcleo duro do Boteco da Alameda, tem nome por nome que compõem a lista do “Comitê da Maldade”, que vão “operar” como membros de 2004 e 2008. A operacionalização em 2026 será de forma diferente. Cá pra nós em: ele nunca deixou de operar, apenas deu um tempo, igual aquele ditado “o malandro, nunca perde a malandragem, apenas dá um tempo”, “mão na Jangada”, ou seja, um dizer cuiabano, se a pessoa entendeu o recado…
Se liga: o “Comitê da Maldade” pelo que reza a lenda “pau que ‘borduna’ Francisco, é o mesmo que ‘cepeia’ Chico”. Para dizer a verdade: quem vê cara não conhece o coração e sejamos sinceros, o “Comitê da Maldade” está incontrolável, até em eleição na Ordem dos Advogados do Brasil-Seccional Mato Grosso (OAB/MT) e na Câmara Municipal de Cuiabá, já atuaram.

O início
Pega a visão: o início do “Comitê da Maldade” foi no pleito eleitoral de 2004 na disputa do comando da Prefeitura de Cuiabá, entre Wilson Santos e Alexandre Cesar.
No primeiro turno o petista venceu com uma margem de frente de 18%. Pronto bateu o desespero nos tucanos e euforia nos petistas.
Mas… não sabiam o povo cuiabano o que viria no horário gratuito no segundo turno: Wilson Santos resolveu partir para tudo ou nada. Colocou sua “tropa de elite”, com três jornalistas contra o seu então adversário Alexandre Cesar. O “Galinho”, utilizou na TV, ou melhor, no Horário Eleitoral Gratuito, depoimento contundente de um casal de idosos para manchar a imagem e a honra do adversário petista.
Na época, o idoso Cândido Ferreira da Cruz denunciou o adversário Alexandre Cesar dizendo que o mesmo tentou tomar lhe uma casa. A denúncia caiu como uma bomba, trouxe desgaste para o candidato do Partido dos Trabalhadores (PT), Alexandre Cesar, e o tucano tirou proveito dessa e venceu.
PS: o “Comitê da Maldade” versão 2026 ficou composto por políticos, jornalistas, marqueteiros e candidatos no pleito de outubro.
Então vamos combinar internautas do Blog do Valdemir: se preparem seus “paletós”, que o frio do mês de junho, está chegando e com ele muitas informações que serão servidas em uma bandeja de prata no Boteco da Alameda.
Segue o fluxo!

Mato Grosso ferve…
Não de calor (isso é rotina) mas de insegurança política. Nos bastidores da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) a palavra mais ouvida não é “projeto”, nem “ideologia”. É partido. Ou melhor: em qual partido dá para sobreviver nesta eleição de 2026.
Com a redução do número de legendas aptas a disputar as eleições, o cenário virou um funil estreito.
Poucos partidos, muitos candidatos e uma disputa que promete uma das mais duras da história mato-grossense.
Hoje, o desenho realista aponta para apenas 12 partidos ou Federação com musculatura jurídica e eleitoral para entrar no jogo de Mato Grosso. Podemos, MDB, PL, PSD, Federação Brasil/Progressistas, Federação PT/PV/PCdoB, PRTB, PRD, Avante, Repúblicanos, Novo.
Com isso, a matemática é cruel de 280 candidatos disputando apenas 24 cadeiras da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT).
Em outras palavras, tem mais candidatos do que cadeira e mais voto do que vaga.
Onde colocar tantos…
“Pesos pesados”? O drama está na montagem das nominatas. Onde encaixar nomes de grandes densidades eleitoral sem transformar o partido numa armadilha coletiva?
Quem entrar sabendo que ali já estão três “puxadores” de votos, precisa entender o recado: será escadinha. E escada não sobe sozinha. Para piorar o quadro, alguns partidos “expulsaram” deputados.
Preferem montar chapas novas, menos “inchada” e com controle interno maior.
Resultado? Pelo menos 14 deputados estaduais devem acabar empurrados para as chamadas “nominatas da morte”, aquelas chapas com voto demais, candidatos demais e cadeiras de menos.

2926 sem romantismo
A eleição de 2026, na Terra de Rondon não será para amadores (outra vez). Não haverá espaço para vaidades, erro de cálculo ou aposta sentimental.
A escolha do partido pode valer mais do que a própria campanha. No fim, a lógica é antiga, quase bíblica e nada polêmica: quem errar o endereço partidário, pode bater na porta certa…e ficar do lado de fora.
Na política, como na vida, nem sempre vence quem tem mais votos. Vence quem escolhe melhor o terreno onde vai entrar.
Chapa da morte
A chapa da morte, como está sendo chamada a construção para disputas de vagas para a Câmara dos Deputados, pode custar o mandado de 5 deputados federais em Mato Grosso.
Os arranjos, que antes estavam sido feitos a dedo, acabaram saindo do controle, acumulando diversos favoritos em um mesmo grupo.
Para comparar com o futebol e aproveitar o ano da Copa do Mundo: é como o Brasil, França e Argentina caíssem em um mesmo grupo, onde apenas dois conseguem seguir adiante, não passam para a segunda fase.
Dados as devidas proporções, os postulantes tende a provocar uma verdadeira guerra pelos votos, que dificilmente não resultará em tristeza para os “favoritos”.
Venha com o Boteco da Alameda: o PL precisa de um quociente de 800 mil votos para eleger três. Integram a chapa de deputados federais: Coronel Fernanda, Coronel Assis, Rafael Ranalli, Rosana Martinelli, Tiago Boava e Rodrigo da Zaeli.
Colocar vários nomes da legenda, grupo, na prática, cria uma chapa suicida. Quem entra sabe o resultado.
Segue o fluxo!
Política
Denúncias de aliciamento elevam a “Tensão” na disputa pelo Palácio Paiaguás
Uma grave acusação de interferência externa e oferecimento de vantagens ilícitas abalou as estruturas internas da federação partidária que decidirá os rumos da sucessão estadual. A denúncia aponta para a existência de um forte movimento de bastidores que visa desestabilizar os votos de delegados partidários, transformando a definição de candidaturas em um cenário de intensa disputa ética e jurídica.
O epicentro do embate envolve diretamente o deputado estadual Júlio Campos, que externou as suspeitas, e seu irmão, o senador Jayme Campos, cuja postulação ao governo estadual sofre forte oposição interna. No polo oposto dessa correlação de forças, posicionam-se o ex-governador e atual presidente partidário Mauro Mendes, aliado ao atual governador Otaviano Pivetta, este último filiado ao Republicanos e beneficiário direto de uma eventual composição ampla.
As articulações e os tensionamentos que culminaram na “denúncia pública” ganharam contornos de crise nesta semana, antecedendo o prazo final para as definições de chapas majoritárias. O cronograma converge para o dia 30 de julho, data em que ocorrerá a deliberação oficial e o consequente desfecho do processo de escolha interna que definirá as coligações.
Toda a movimentação política concentra-se no “GRANDIOSO” Estado de Mato Grosso, tendo como foco principal as articulações na capital, Cuiabá, onde se localizam as sedes partidárias e o Palácio Paiaguás. O cenário geográfico reflete a importância estratégica da região Centro-Oeste no panorama político e econômico nacional, o que eleva a relevância da disputa pelo controle do Executivo Estadual.
A definição do candidato ocorrerá por meio do voto secreto dos membros da convenção da Federação União Progressista, bloco composto pela associação entre o União Brasil e o Progressistas (PP). Esse método de votação secreta visa garantir a liberdade de escolha dos delegados, resguardando-os de pressões externas diretas, embora o sigilo do voto agora enfrente o desafio das suspeitas de assédio político prévio.

O motivo central da divergência reside no conflito de visões estratégicas para o futuro do estado, dividindo a agremiação entre a defesa de uma candidatura própria e a adesão a um projeto de continuidade governamental. Enquanto uma ala busca resgatar o protagonismo histórico da legenda tradicional, o grupo governista argumenta que a composição ampla fortalece a governabilidade e assegura a estabilidade das políticas públicas em andamento.
A finalidade desse embate interno é a conquista do controle do Palácio Paiaguás e a consolidação de hegemonia política na região pelas próximas temporadas administrativas. Os grupos em disputa buscam garantir espaço prioritário nas chapas proporcionais e majoritárias, o que viabilizará a sustentação legislativa e a influência sobre o orçamento e as diretrizes do desenvolvimento estadual.
O processo desenvolve-se sob condições de extrema desconfiança mútua, caracterizadas por Júlio Campos como um “clima de guerra” decorrente do envio de emissários com “propostas indecorosas”. Diante da gravidade dos relatos sobre tentativas de aliciamento de convencionais, os defensores da candidatura própria anunciam a intenção de formalizar representações junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para assegurar a lisura do pleito.

Para alcançar a vitória interna, os apoiadores da candidatura própria estimam contar com uma base sólida de aproximadamente 35 votos entre os 48 convencionais aptos a votar, de um total de 50 membros colegiados. Esse expressivo contingente teórico de apoios é considerado suficiente para neutralizar a influência da ala governista e impor a candidatura do senador Jayme Campos à revelia da Executiva.
Como desdobramento imediato, as lideranças partidárias mantêm canais de diálogo abertos na tentativa de construir um consenso de última hora que evite uma fratura definitiva na base aliada. No entanto, diante da recusa de ambos os pré-candidatos em abdicar de suas pretensões ao Governo do Estado, novos encontros bilaterais deverão ocorrer nos próximos dias, sob a sombra de uma iminente judicialização do processo caso as denúncias de aliciamento sejam formalizadas.
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