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AINDA NA LUTA

Pivetta continua na corrida para disputar uma cadeira ao Senado

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Minha candidatura vai em frente

Apesar de termos como foco no momento a “Covid-19”, os bastidores da nossa política contínua quente, apesar de que foi uma quinta feira com frio, nesta nossa querida Cuiabá.

Senão vejamos: eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), eleições municipais 2020 que ocorrerá em dezembro, retorno do vereador Abílio Júnior à Câmara Municipal de Cuiabá e o assunto que terminou o ano e era o assunto do momento, até a “Covid-19” aparecer: eleição suplementar ao Senado.

Sendo assim, como muito bem sabe os nossos internautas, não ficamos ouvindo ou vendo, os acontecimentos nos bastidores, mas verificamos e procuramos descobrir o que há escondido para esclarecer os fatos aos senhores.

Então nesta sexta feira, vamos “sextar” os comentários de uma possível desistência da candidatura de Otaviano Pivetta, ao cargo que já pertenceu a Juíza aposentada Selma Rosane Santos Arruda do Podemos.

Somente para entendimento, estes fatos são costumeiros na política brasileira, pois muito bem, o que acontece é que após as convenções, começam a pipocar comentários, acusações, trairagem, enfim os candidatos começam a conviver com a sua nova realidade de falsidades, lealdades e agora com o mais novo personagem que faz parte do nosso dia-a-dia, o “Fake News”.

Porém, a nossa equipe correu atrás da verdade, para levar aos senhores.

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Alguns veículos de comunicação da Capital haviam afirmado que Otaviano, poderia jogar a toalha, não concorrendo o pleito suplementar ao Senado.

De imediato nossos contatos, negaram a informação.

Contínua na corrida, a candidatura de Otaviano Pivetta“, disse uma pessoa próxima do vice governador.

Mas, questionamos a causa, já que após a confirmação da sua candidatura, os ataques difamatórios e caluniosos sobre a pessoa de Pivetta se intensificaram e, por mais incrível que possa aparecer, esses ataques, na sua maioria tem como origem exatamente no grupo político do qual faz parte.

Segundo a fonte, os ataques que Otaviano tem sofrido é porque “os velhos filhotes da velha política estão desesperados”, afirmando ainda estes ataques e Fake News, que estão sendo intensificados é na tentativa de fazer Otaviano desistir, mas disse que não será o suficiente.

Otaviano pode suportar isso o dia todo, pois a vida dele nunca foi fácil. E, a cada injusta agressão, “Fake News”, será maior a vontade dele, mesmo porque os filhotes da velha política estão desesperados, pois sabem que a vitória de Pivetta, representa o fim desse sistema ineficiente“.

Já a assessoria do vice-governador, classificou como ato de baixaria os boatos de que ele desistiu da eleição suplementar ao Senado.

A candidatura de Otaviano Pivetta, segue firme. O vice-governador não deu pausa ao seu trabalho. O que houve somente a mudança de forma de trabalhar. O isolamento social é agora uma necessidade“, disse a assessoria de Pivetta.

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Política

Invasão cibernética na Saúde alimenta embate político em Mato Grosso

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Um sofisticado incidente cibernético violou a infraestrutura tecnológica da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), deflagrando uma crise institucional que mobiliza o Poder Executivo e a Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT). O episódio, classificado tecnicamente como uma “invasão hacker”, desestabilizou a percepção de segurança dos sistemas governamentais e gerou imediata repercussão no cenário político local. O evento expõe a vulnerabilidade digital da administração pública frente a ameaças externas cada vez mais ousadas e coordenadas.

Os alvos diretos e indiretos dessa ação criminosa envolvem a própria Secretaria de Saúde, responsável pelo gerenciamento de dados assistenciais, e a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), que atua como órgão fiscalizador. O presidente do Parlamento Estadual, deputado Max Russi (Podemos), assumiu o protagonismo institucional ao externar profunda preocupação com o ocorrido, enquanto a equipe técnica da pasta de Saúde e os investigadores da Polícia Civil desdobram-se para mitigar os danos colaterais e identificar os autores do ataque.

As consequências imediatas do ataque cibernético resultaram no impacto restrito a um volume inferior a 1 Terabyte (TB) de informações do acervo digital da pasta, o qual acabou sendo integralmente recuperado por meio de sistemas de contingência e redundância. No entanto, o desdobramento mais crítico manifestou-se no plano político, manifestado pelo temor de que o apagão de dados pudesse inviabilizar o fornecimento de documentos essenciais para os trabalhos de fiscalização parlamentar em andamento na capital do estado.

O epicentro do incidente localiza-se nos servidores centrais da Secretaria de Saúde, situados no Centro Político Administrativo de Cuiabá, irradiando seus efeitos institucionais diretamente para o Palácio Paschoal Moreira Cabral, sede do Poder Legislativo Mato-grossense.

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A proximidade geográfica e administrativa dessas instituições amplificou o eco do debate sobre a eficiência da infraestrutura tecnológica pública estadual, transformando a capital mineira-mútua do Agronegócio em um palco de intensas cobranças governamentais.

A identificação original do ataque digital ocorreu em meados de março de 2026, porém o ápice do tensionamento institucional consolidou-se nesta quarta-feira, 3 de junho, durante uma sessão coletiva de imprensa convocada pelo presidente da Casa de Leis. O momento cronológico do anúncio revelou-se extremamente sensível, por coincidir exatamente com a fase de instalação e estruturação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar a gestão da Saúde Pública no Estado.

A motivação presumida por trás da ação criminosa assume contornos ambíguos, dividindo-se entre a tentativa de extorsão financeira, prontamente rechaçada pelo Executivo, que negou qualquer pagamento de resgate, e a suspeita de sabotagem política. Parlamentares mais incisivos levantaram a hipótese de que a invasão visava ocultar passivos administrativos, embora a liderança do Legislativo tenda a encarar o episódio como uma nefasta coincidência oportunista que se aproveitou de fragilidades estruturais do sistema.

As justificativas técnicas apresentadas pela Secretaria de Saúde fundamentam-se na robustez de seus protocolos de segurança da informação, os quais permitiram o restabelecimento célere das atividades institucionais sem prejuízo ao atendimento da população. Por sua vez, a justificativa para a reação veemente do Parlamento baseia-se no dever constitucional de fiscalização, sustentando que qualquer instabilidade em bancos de dados governamentais representa uma ameaça direta à transparência e à estabilidade social.

O método operacional utilizado pelos criminosos consistiu na quebra de barreiras digitais de criptografia para acessar a rede interna da secretaria, seguido de uma suposta exigência financeira ilegal que acabou ignorada pelas autoridades. Do lado institucional, o método de resposta envolveu o acionamento imediato da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos e Cibernéticos (DRCI) para subsidiar a investigação criminal, além do anúncio de auditorias nos sistemas redundantes do Estado.

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Os desdobramentos futuros desse imbróglio apontam para uma inevitável reformulação nas políticas de investimentos em segurança cibernética de Mato Grosso, com pressões para o fortalecimento da Empresa Pública de Tecnologia da Informação (MTI). Além disso, a Mesa Diretora do Legislativo garantiu que a comissão investigativa requisitará auditorias independentes para assegurar que nenhum dado relevante tenha sido permanentemente suprimido ou mascarado durante o período em que o sistema esteve vulnerável.

As perspectivas de encerramento do caso dependem agora do avanço do inquérito policial e da capacidade de o Estado demonstrar que seus mecanismos de salvaguarda digital são invioláveis contra futuras incursões. O presidente da Assembleia Legislativa assegurou que as investigações da CPI não sofrerão paralisações ou entraves técnicos, visto que os mecanismos de armazenamento externo garantirão o fluxo contínuo de provas, blindando o processo político contra interferências do crime virtual.

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