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Política

Chindo desconhece ameaças a presidente e denuncia tentativa de extorsão 

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No último sábado alguns veículos de comunicação noticiaram, que o presidente da Câmara Municipal de Acorizal, cidade localizada a cerca de 70 km da Capital, Adão Neponoceno (SDD), teria recebido ameaças de morte por telefone, na sexta à noite se não colocasse as contas da gestão do prefeito para votação na sessão.

chindo acorizalSegundo relatos na matéria veiculada nos veículos de comunicação, os vereadores da base tiveram uma reunião, durante a tarde com o prefeito da cidade e de lá saíram acordado que aprovariam a conta referente ao ano de 2014, que foram reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE/MT), mas o presidente não colocou as contas em pauta para votação alegando que precisaria de mais tempo para analisar toda a documentação apresentada pelo prefeito.

O prefeito Arcilio Jesus da Cruz (Chindo), em entrevista disse que desconhece as ameaças recebidas pelo presidente Adão Neponoceno. “Fiquei surpreso quando abri alguns sites de noticias e li a matéria falando que o presidente sofreu ameaças, em nenhum momento o presidente me procurou para falar sobre essas ameaças fiquei sabendo pela imprensa, vou acionar a policia para investigar os fatos com rigor e o mais rápido possível,  em pleno século 21, não podemos tolerar esses tipos de ameaça, e tenho certeza que se essa ameaça realmente existiu, não partiu de ninguém ligado a mim, repudio veementemente esses tipos de comportamento , isso esta mas parecendo coisa política, como esse ano é eleitoral muitos tentam tirar proveito e plantam esses tipos de calunia”.

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 “O engraçado é que nenhum repórter me ligou para me entrevistar e falar sobre o caso, e na matéria esta dizendo que eu fui procurado e não atendi as ligações isso é uma inverdade, meu telefone passou o final de semana ligado, e sempre atendo a todos sem exceção fico triste porque a imprensa tem que ouvir os dois lados, mas como político a gente está acostumado a esse tipo de jornalista, na sexta feira, esteve um jornalista na cidade procurou só o presidente e eu o tempo todo no município não fui procurado, e no sábado sai essa matéria, com certeza ele esta querendo dinheiro, mas não vou ceder a essas chantagens”. Finalizou o Prefeito.
 

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Política

Nova Mesa Diretora é eleita por unanimidade na Câmara de Cuiabá para o Biênio 2027/2028

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A Câmara Municipal de Cuiabá definiu, nesta terça-feira, sua nova composição de comando para o Biênio 2027/2028. O vereador Ilde Taques (Podemos) foi eleito presidente da Casa de Leis com os 27 votos dos parlamentares presentes, alcançando unanimidade em um processo eleitoral marcado pela ausência de disputa e pela consolidação de um amplo bloco de apoio político.

A eleição respondeu à principal questão do processo legislativo: quem comandará o Poder Legislativo Municipal nos próximos dois anos. Além da escolha de Ilde Taques para a Presidência, a nova Mesa Diretora será composta por Eduardo Magalhães como primeiro vice-presidente, Maria Avallone como segunda vice-presidente, Adevair Cabral como primeiro-secretário e Michelly Alencar como segunda-secretária.

O pleito ocorreu no plenário da Câmara Municipal de Cuiabá, sede oficial do Parlamento da Capital Mato-grossense. O resultado reafirma a força das articulações políticas construídas ao longo dos últimos meses e estabelece uma nova configuração administrativa para conduzir os trabalhos legislativos até o encerramento do Biênio.

A votação foi realizada sem concorrência, uma vez que apenas a chapa liderada por Ilde Taques foi registrada dentro do prazo regimental. Dessa forma, o parlamentar chegou à eleição em condições favoráveis, reunindo previamente a maioria necessária para assegurar a vitória e evitar o surgimento de candidaturas adversárias.

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A definição do novo presidente ocorreu após um período de intensas negociações políticas envolvendo diferentes grupos representados na Câmara Municipal. Nos meses anteriores à eleição, lideranças parlamentares realizaram diversas articulações com o objetivo de formar blocos e consolidar apoios em torno dos nomes colocados para a disputa da Mesa Diretora.

A unanimidade alcançada por Ilde Taques foi resultado direto da convergência construída entre os vereadores. Nenhum parlamentar se manifestou contrariamente à candidatura vencedora, demonstrando um cenário de consenso político pouco comum em eleições internas do Legislativo e evidenciando a capacidade de articulação do grupo que sustentou sua candidatura.

O processo sucessório também foi influenciado pela impossibilidade de recondução da então presidente Paula Calil (PL). A permanência da parlamentar no cargo dependia de alterações no Regimento Interno da Câmara de Cuiabá, medida que não avançou. Com isso, o cenário político passou a favorecer a construção de uma nova alternativa para a Presidência da Casa de Leis.

Paralelamente, o grupo político ligado ao prefeito cuiabano Abilio Brunini (PL) avaliou diferentes estratégias para a eleição. Na segunda-feira (5), o chefe do Executivo Municipal reuniu vereadores alinhados à sua base e optou por liberar os aliados para que decidissem individualmente seus votos.

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A decisão ocorreu após a constatação de que não havia apoio suficiente para viabilizar uma candidatura competitiva contra Ilde Taques.

Antes da sessão decisiva, Ilde Taques já anunciava o apoio de pelo menos 15 vereadores entre os 27 integrantes do Parlamento Municipal. Durante as articulações realizadas nos meses anteriores, a adesão da vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade), que deixou de apoiar Dilemário Alencar (UB), contribuiu significativamente para fortalecer o bloco político que sustentou a candidatura vencedora.

O reconhecimento da vitória tornou-se público ainda na véspera da eleição, quando o prefeito Abilio Brunini declarou que a escolha de Ilde Taques era praticamente inevitável.

“O Ilde é o próximo presidente da Câmara Municipal. Isso não tem dúvida, isso é certo”, afirmou.

Após a definição do resultado, o prefeito ressaltou que manterá o diálogo institucional com o novo presidente, reforçando a importância da harmonia entre os Poderes Executivo e Legislativo para a condução das pautas de interesse da população cuiabana.

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