MUDANÇA NOS NUMEROS DA CORRIDA ELEITORAL 2024
Cadê os pré-candidatos à Prefeitura de Cuiabá? Oia, Fábio cresce na pesquisa
O final de cada ano é um momento de confraternização, do reforço dos laços afetivos, da solidariedade e do espírito comunitário, passado um ano por muitas situações difíceis.
Nas áreas de Saúde, Segurança e no interior dos movimentos sociais, esse sentimento fica mais forte e presente.
E essa sensação certamente se intensifica porque, se um balanço de todos os desafios enfrentados, por outro lado também carrega incertezas sobre o novo (velho) futuro que se apresenta na virada de cada ano.
Como é incrível a rotina dos nossos gestores municipais: a época de festas do fim de ano é explorada por alguns, para aplicar medidas danosas à população. Aprovação de determinadas Leis, repasses de recursos públicos para projetos questionáveis, pacotes de bondades para autoridades.
Em Mato Grosso, o final de ano será difícil para alguns prefeitos: dívidas com fornecedores, postos de saúde sem medicamentos, atrasos de pagamentos de contratados e prestadores de serviços, obras paralisadas, baixa popularidade, grupo político se desfazendo à procura de uma nova sigla partidária.
Diante de todos os acontecimentos, tem prefeitos do nosso querido, lindo e maravilhoso Brasil que não serão reeleitos nesta eleição de 2024, e não farão também os seus sucessores.
Realmente o fim de ano está complicado para alguns gestores na Terra de Rondon.

E você vai deixar a política estragar seu fim de ano? A equipe de reportagem do Blog do Valdemir deseja que você, neste final de ano tenha essa sabedoria. Que sua mesa seja farta e que o amor, seja mais forte ainda. Que nada tenha a força de dividir sua família. Segue o fluxo!
Entretanto, contudo, todavia, voltamos a nossa boa e “velha” política mato-grossense, já questionando os nossos internautas: na sua opinião quem foi o líder político mais influente em Mato Grosso no ano de 2023?
Tá difícil ou você vai responder? Não podemos negar que foi um ano de mudança de cenário político e de alta popularidade, diversos políticos estiveram no centro das atenções dos mato-grossenses.
O governador Mauro Mendes por exemplo, iniciou seu segundo mandato com uma oposição pouca barulhenta e com o objetivo de retornar o crescimento do Estado de Mato Grosso no país.
Pelo lado do Palácio Alencastro, o prefeito cuiabano, o emedebista Nenel Pinheiro sofreu vários reveses com as operações policiais, mas se firma como um dos principais líderes opositores de Mauro Mendes.

Na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), o presidente, deputado estadual José Eduardo Botelho, ainda por enquanto no União Brasil (UB), se destacou nas negociações entre o Executivo e o Legislativo, enquanto o presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereador Francisco Carlos Amorim, o Chico 2000 (PL), protagonizou embates com a Prefeitura de Cuiabá e com o seu partido PL.
Agora, a pergunta que não quer calar: os pré-candidatos do pleito eleitoral em 2024, vão compartilhar nas redes sociais fotos de suas viagens no litoral brasileiro ou vão conhecer as realidades dos seus municípios, já que ficam o mínimo do seu precioso tempo nas bases eleitorais? Será que vão usar o período para trabalhar com seus correligionários? Dificilmente.
Eitaa! Fábio cresce nas pesquisas
O que isso significa? Mudanças no cenário político. Segue o fluxo!
A disputa eleitoral visando a sucessão para a Prefeitura de Cuiabá, começa a se desenhar, com os principais nomes postulantes sendo avaliados pelo eleitorado.
A mais recente pesquisa do Instituto Percent Brasil, divulgada nesta quinta-feira (28), mostra que a eleição será decidida somente no segundo turno devido os bons números que foram apresentados.
Quatro candidatos aparecem com chances reais de irem para o segundo turno: Zé Edu Botelho (UB), Abílio Jaques Brunini (PL), Ludio Cabral (PT), e Fábio Garcia (UB). A margem de erro é de 3 pontos percentuais, em um erro de intervalo de confiança de 95%.
O foco do levantamento por parte do núcleo duro do Boteco da Alameda é a relação de votos entre os dois parlamentares do partido União Brasil (UB), Dudu Edu e o menino Fabinho na corrida pela cadeira número 1 da Prefeitura de Cuiabá.
De acordo com o levantamento do Instituto Percent Brasil, Zé Edu Botelho tem 28,3% e o menino Fábio Garcia 9,8%. Seu índice, portanto, caiu mais de 3% em 7 semanas. Até o pleito eleitoral……Bom…, tem candidato ai com voto cristalizado.

Em uma pesquisa do Instituto MT Dados, divulgada na segunda quinzena de outubro o cenário era o seguinte: Edu Botelho 32%; Abílio Brunini 18%; Ludio Cabral 15% e Fábio Garcia aparecia com 6%.
Em um intervalo de 60 dias, a pesquisa divulgada nesta quinta-feira, mostra que o Edu Botelho não ampliou e até perdeu apoio que obteve em outubro.
A realidade é que a intenção de voto do pré-candidato à Prefeitura de Cuiabá diminuiu nas últimas semanas. O presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) ainda lidera, mas tem indícios mais baixos que os mostrados em mostras anteriores.
Pesquisa Percent Brasil
Edu Botelho…….28,3%
Abílio Brunini…..20,3%
Ludio Cabral……15,3%
Fábio Garcia……..9,8%
Pastor Ritela……..1,3%
Nulo/brancos……..9,2%
Indecisos ………...15,8%
A pesquisa conduzida pela Percent Brasil, entre os dias 19 e 26 de dezembro, entrevistou 1,2 mil pessoas em Cuiabá.
Política
A complexidade e os impasses na formação de chapas do MDB em Mato Grosso
As articulações políticas que antecedem o período eleitoral costumam revelar a complexidade das negociações partidárias no cenário mato-grossense. Em um contexto de intensas disputas por espaço e representatividade profissional, os bastidores dos partidos transformam-se em arenas decisivas para a definição das candidaturas que disputarão o voto popular nas urnas.
Essas negociações eleitorais ocorrem predominantemente na sede estadual do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), em Mato Grosso, bem como em reuniões estratégicas conduzidas por lideranças regionais. O ambiente interno da agremiação tornou-se o centro das atenções à medida que os prazos regimentais e as convenções se aproximavam.
As movimentações mais recentes intensificaram-se ao longo dos últimos meses de definições partidárias, período em que as siglas precisaram consolidar suas nominatas oficiais. O calendário eleitoral impôs um ritmo acelerado para a construção de consensos e para a viabilização das chapas proporcionais no estado.
A ex-prefeita da cidade de Sinop, Rosana Martinelli, figura central nesse processo, buscava consolidar sua candidatura à Câmara dos Deputados. Contudo, a decisão estratégica da Diretoria Partidária de não lançar candidatos ao cargo de deputado federal acabou por inviabilizar suas pretensões eleitorais para a disputa deste ano.
A reviravolta na trajetória política da ex-gestora ocorreu porque o MDB estadual enfrentou severas dificuldades na formação de um grupo competitivo para a disputa proporcional. Diante das desistências de nomes estratégicos e da ausência de consenso interno, a sigla optou por priorizar outras frentes de atuação regional.
A condução das negociações deu-se por meio de reuniões diretas lideradas pela presidente estadual do partido, a deputada estadual Janaina Riva. Segundo avaliações do próprio grupo político, a coordenação do processo demandou habilidade para gerenciar divergências e conciliar os interesses individuais e coletivos das lideranças envolvidas.
Diversos fatores conjunturais motivaram o desfecho desfavorável às pretensões de Rosana Martinelli, incluindo a desistência de potenciais pré-candidatos que priorizaram projetos pessoais. Além disso, a inviabilização de outras candidaturas regionais, como a da vice-prefeita Coronel Vânia à Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT), evidenciou a fragilidade da base aliada.
Diante do cenário de frustração das candidaturas regionais, a ex-prefeita de Sinop adotou uma postura pragmática ao declarar a ausência de mágoas e ao reconhecer a complexidade do amadurecimento político institucional. A líder reafirmou a disposição de colaborar ativamente com projetos de aliados estratégicos na esfera estadual.
Os desdobramentos operacionais dessa reorganização partidária refletem-se no apoio declarado de Rosana Martinelli à pré-candidatura do governador Otaviano Pivetta ao Governo do Estado. Simultaneamente, a ex-gestora confirmou sustentação à postulação de Janaina Riva ao Senado Federal, demonstrando alinhamento com a estrutura governista.
Por fim, o futuro político da ex-prefeita permanece em aberto, dependendo de futuras deliberações pessoais e do quadro de coligações que se desenhará nos próximos ciclos. A trajetória recente evidencia que as alianças partidárias dependem da constante repactuação de interesses em um cenário dinâmico e em permanente transformação.
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