"VELHO DISCURSO" x "SANDÁLIA DA HUMILDADE"
Botelho realmente está preparado para disputar a Prefeitura de Cuiabá?
Em momento em que a classe política começa a voltar os olhos para as eleições municipais, o deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), Zé Edu Botelho do União Brasil (UB), é ciente que o único empecilho do seu projeto para ser candidato à sucessão do Prefeito da Capital de todos os mato-grossenses, o emedebista Nenel Pinheiro, é Deus, e o eleitor cuiabano.
Romper politicamente com o chefe do Executivo Estadual, Mauro Mendes Ferreira (UB), ele sabe que faz parte do jogo, então não venha com o “velho discurso” que, sua candidatura depende do governador e do grupo político.
O presidente da Casa de Leis precisa ser mais pontual em seus discursos. Senão vejamos e convenhamos;
“Sou polêmico e discuto onde eu estiver. Sou um deputado independente, quem me elegeu foi Deus em primeiro lugar e o povo. Não tenho padrinho para dizer que me elegeu. A hora que tiver que falar contra o governador eu falo, contra o Prefeito de Cuiabá, Prefeito de Várzea Grande, contra Jayme Campos, contra Blairo Maggi, contra quem eu quiser, falo mesmo…“, palavras do nobre deputado estadual do União Brasil, Zé Edu Botelho em fevereiro de 2022.
Pois muito bem senhor presidente da querida e amada pelo povo mato-grossense, Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), Zé Edu Botelho, quando o jogo começa errado, dizendo pelos quatros cantos da cidade que não tem “padrinho” político, é independente, se preciso for crítica até o seu primo, o Senador Jayme Campos e seus aliados, tenha certeza que terminará errado.
Apesar que o núcleo duro do Boteco da Alameda, já descobriu o seu jogo. Por isso a equipe do Boteco oferece “uma palavra” a quem um dia, pretende se envolver com política ou a quem tenha pretensões eleitorais com ou sem experiência prévia em cadeiras públicas: venha humilde, chegue para aprender.
Senhores agentes políticos do meu querido Estado de Mato Grosso, sabia que todo grande líder precisa ter humildade para ouvir e aprender com as pessoas.
Afinal só teremos boa política com humildade e o olhar para enxerga-la.
Bate pronto com o Boteco da Alameda
Uma candidatura de prefeito pode ser empurrada?
Uma pré-candidatura à prefeito de uma capital não pode ser imposta, empurrada de “goela abaixo”, sem ouvir ninguém. Uma candidatura majoritária, você tem que ouvir o Mauro, o Jayme, o Júlio, e os demais líderes políticos, tem que ouvir a população, formatar essa chapa direitinho. Pode ter certeza que precisa de diálogo e apresentar uma chapa ou não.
Há um sinal de falta de respaldo do governador Mauro Mendes?
Não. Colocar o seu nome para definição do partido e haver direcionamento para uma outra pessoa não é uma derrota. É você ter participado.
O parlamentar estadual do União Brasil, Zé Edu Botelho tem uma longa experiência na política, é de Livramento, conhece Cuiabá e tem bom trânsito com os irmãos Júlio Campos e Jayme Campos.

Esse “se”, essa dúvida, não mostra desconfiança no partido?
O núcleo duro do Boteco da Alameda não vê assim, ainda tem um ano e meio para Zé Botelho fazer o trabalho, conquistar e buscar confiança. Botelho não está deixando para trabalhar em abril de 2024, o nobre deputado já vem trabalhando desde o dia 3 de outubro de 2022.
E “se” Edu Botelho não reverter sua popularidade e aprovação do Governo?
Não significa nada. Temos grandes exemplos de homens públicos que começaram com 2% e depois viraram a eleição e ganharam.
Questão de número, porcentual, não significa nada. O importante é quando chega no final e abrir as urnas.
Pegou aí Edu Botelho! Então fale menos, e foco no seu projeto.
Política
A insurgência de Jayme Campos contra o núcleo governista redesenha os tabuleiros e as estratégias sucessórias para 2026
Em veto categórico a composições com a ala do Republicanos, Otaviano Pivetta, e críticas ácidas à centralização de Mauro Mendes, líder histórico do União Brasil (UB) em Mato Grosso, precipita a corrida pelo Palácio Paiaguás e exige a convocação imediata de pré-convenção partidária.
O rompimento definitivo com as estruturas governistas vigentes em Mato Grosso consolidou-se mediante a recusa categórica do senador Jayme Campos (UB) em aceitar qualquer modalidade de composição com o grupo político do atual governador Otaviano Pivetta (Republicanos), inviabilizando arranjos tradicionais de bastidores que visavam à manutenção da atual arquitetura de poder estadual.
O veterano parlamentar e ex-governador e hoje ainda Senador da Republica, desponta como o protagonista central desse rearranjo de forças, contrapondo-se frontalmente às pretensões de Otaviano Pivetta (Republicanos), que lidera os movimentos pela unificação governista e externando uma dissidência pública irreconciliável em relação à condução política exercida pelo ex-governador Mauro Mendes (UB).
Esta deflagração antecipada do processo sucessório ocorre em um momento de acentuada ebulição institucional, cujos desdobramentos práticos deverão culminar nas eleições majoritárias de 2026, embora a exigência de uma definição interna imediata tenha sido estipulada pelo próprio Senador mato-grossense para o mês de junho do ano em curso, acelerando o cronograma tradicional das legendas.

O Palácio Paiaguás, sede oficial do Poder Executivo mato-grossense, converteu-se no epicentro geográfico e simbólico dessa disputa de alta intensidade, projetando os impactos desse tensionamento partidário desde os redutos eleitorais tradicionais do interior do Estado até as principais instâncias deliberativas sediadas na capital, Cuiabá.
A operacionalização dessa ofensiva política processa-se por meio de articulações diretas e capilarizadas promovidas pelo senador junto à ampla maioria dos delegados partidários do União Brasil. A estratégia desenhada para esvaziar decisões de cúpula e viabilizar, de forma democrática e soberana, sua candidatura ao comando do Executivo mato-grossense.
As razões determinantes dessa cisão repousam na crítica severa ao isolamento decisório praticado pelo núcleo que atualmente comanda o governo, acusado pelo parlamentar de ter promovido um distanciamento deliberado das lideranças históricas do Estado e de ter negligenciado o devido respeito e a consideração institucional devidos aos aliados que sustentaram a base governista.
O propósito manifesto dessa dissidência reside na imposição de uma candidatura própria e legítima do União Brasil, iniciativa que visa a extirpar a prática de deliberações impositivas, comumente designadas como decisões empurradas goela abaixo, e assegurar que a vontade das bases partidárias prevaleça sobre os interesses oligárquicos centralizadores.

A sustentação prática desse projeto político ancora-se no engajamento ativo de milhares de cidadãos e eleitores já mobilizados, além do respaldo majoritário obtido entre os quadros técnicos e políticos que compõem o colégio de delegados da sigla, estruturando uma sólida base de apoio popular e partidária para o enfrentamento que se avizinha.
O embate desenvolve-se sob condições de absoluta intransigência estratégica, visto que o senador descartou de maneira irrevogável a hipótese de concorrer à reeleição ao Senado ou de pleitear qualquer outro cargo subalterno, asseverando que a manutenção de sua pré-candidatura ao governo estadual será levada às últimas consequências legais e estatutárias.
Diante desse cenário de conflagração iminente, os desdobramentos imediatos desafiam a Casa Civil de Mato Grosso, cujo secretário-chefe, Mauro Carvalho, buscou tardiamente intensificar os diálogos institucionais para tentar salvar a aliança vitoriosa dos pleitos de 2018 e 2022, esbarrando, contudo, na inflexibilidade de um projeto que já transcendeu as possibilidades de recuo.
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