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INÍCIO DA CAMINHADA ELEITORAL

Liberais vão rachados a convenção desta quarta-feira em Cuiabá

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O início das Convenções Partidárias que seguem até 15 de agosto, marca a oficialização das candidaturas ao Palácio Paiaguás, duas cadeiras a Casa Alta, oito cadeiras na Câmara dos Deputados e vinte quatro para deputado estadual, mas também revela uma mudança importante em relação a eleição de 2022: partidos de Centro e Centro Direita que há quatro anos lançaram candidatos próprios ou declararam apoio ainda no primeiro turno, agora tendem a permanecer neutros, cenário que dificulta a construção de alianças e representa uma má notícia para Flávio Bolsonaro.

Partidos como União Brasil (UB), Partido Progressista (PP) e Republicanos na “QUERIDA” e “LINDA” Terra de Rondon, caminham para uma posição de neutralidade na disputa presidencial. A tendência é que as legendas não apoiem formalmente nenhum candidato no primeiro turno, liberando seus diretórios e filiados para compor alianças no nosso “QUERIDO“, “LINDO” e “MARAVILHOSO” Estadão de Mato Grosso.

Segue o fluxo!

Convenções Partidárias

O Partido Liberal (PL) será a primeira sigla partidária a realizar a sua convenção para homologar a candidatura de Wellton Fagundes ao Palácio Paiaguás e, José Medeiros ao Senado, deixando em aberto a vaga de vice-governador da chapa. Os partidos do PSD, PSB e PDT, realizam suas convenções no dia 24. O PSD deverá homologar a candidatura da médica Natasha Slhessarenko e do Senador Carlos Fávaro (PSD) a reeleição.

O PSB, por sua vez, tem o ex-governador Zé Pedro Taques como pré-candidato a Casa Alta, enquanto o PDT não deverá apresentar candidatos a disputa majoritária. A Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PV e PCdoB, realizará suas convenções no dia 30. O Agir, se reuni no dia 28 e deverá homologar a candidatura do Sargento Laudicério Machado ao Palácio Paiaguás.

No dia 28, será a vez da Federação PSDB/Cidadania, definir seus candidatos. Já o União Brasil (UB) e Partido Progressista (PP) que integram a Federação Progressista, realiza suas convenções individualmente e, em seguida, a convenção conjunta no dia 30. A Federação PRD/Solidariedade também realizam suas convenções dia 30 de julho. O Avante promoverá seu encontro partidário em 1° de agosto, seguido por Republicanos, Podemos e MDB, que realizarão suas convenções no dia 4.

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Nota de rodapé: o Podemos, presidido pelo deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), Max Russi, pode surpreender ao anunciar o nome do candidato a vice-governador na chapa de Otaviano Pivetta.

Efeito sobre toda eleição

A expectativa em torno das convenções vão além das escolhas dos candidatos ao Palácio Paiaguás. O MDB, presidido pela deputada estadual Mulher Maravilha, nossa “AMIGA”, Janaina Greyce Riva, aguarda a definição para decidir qual projeto apoiará.

Os partidos Republicanos, Progresistas (PP), Podemos e outras legendas também condicionam parte de suas estratégias ao resultado da votação do União Brasil (UB).

Além da disputa pelo Palácio Paiaguás, a decisão poderá influenciar diretamente a montagem das chapas para deputado estadual e deputado federal.

Movimento estratégico

A estrategista Mulher Maravilha, visa evitar a antecipação de escolha definitivas antes do momento correto, valorizando o passe do seu partido, o MDB, frente aos concorrentes na “QUERIDA” eLINDA” Terra de Rondon.

As conversas em andamento devem ditar o desenho do palanque majoritário ao Palácio Paiaguás e a Casa Alta.

A disputa pelas campanhas majoritárias deve ser muito acirrada e o peso do MDB pode ser decisivo. A missão da Mulher Maravilha ocorre em um momento de transição e reconstrução para a legenda. Historicamente, uma das forças mais ilustre da política mato-grossense, o MDB vinha perdendo tração e espaço estratégico nos últimos anos.

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O encolhimento culminou na derrota do ex-governador Carlos Bezerra na tentativa de reeleição a Câmara dos Deputados em 2022, o que levou a anunciar sua aposentadoria das urnas após décadas no comando da sigla com mãos de ferro. Também sob o comando da Mulher Maravilha, o partido perdeu os dois deputados federais eleitos.

PS: MDB avalia três possibilidades apoiar Wellton, Pivetta ou “Capitão Jaymão”.

Liberais vão rachados

A presença dos principais prefeitos da legenda na Convenção do Partido Liberal (PL), é uma incógnita, especialmente daqueles que já manifestaram alinhamento ao governador Otaviano Olavo Pivetta do partido Republicanos.

Até o momento, a única presença confirmada é de Abilinho Brunini. Já a prefeita várzea-grandense, Flávia Moretti, dificilmente comparecerá ao evento. O Prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira foi o primeiro gestor do Partido Liberal (PL) a declarar apoio publico a Otaviano Pivetta.

Roberto Dorner, Prefeito de Sinop, mantém postura discreta. Entretanto, contudo, todavia, também não confirmou presença na Convenção do Partido Liberal (PL), nem anunciou apoio formal a qualquer pré-candidato.

O Prefeito de Primavera do Leste, Sérgio Machnic, em evento do Governo do Estado, o gestor declarou apoio a Otaviano Pivetta.

O Boteco vai falar

Vamos a BSB!

Mesmo que a Convenção Estadual do União Brasil (UB), aprove candidatura própria, o assunto não estará encerrado. A sigla partidária integra a Federação União Progressista juntamente com o Partido Progressista (PP). Caso os dois partidos adotem posições diferentes sobre a eleição para governador, caberá a direção nacional da Federação União Progressista definir qual orientação prevalecerá em Mato Grosso.

O “Capitão Jaymão” afirma contar com o apoio da Direção Nacional do partido caso seja necessário recorrer da decisão estadual.

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Política

PL exige fidelidade partidária e homologa chapa em meio a tensões internas

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No Brasil, existe a regra da fidelidade partidária pra candidaturas em eleições proporcionais que abrangem os cargos de deputadas e deputados estaduais, federais e distritais, bem como vereadoras e vereadores. Uma exceção a essa regra é a chamada “Janela Partidária”, período de 30 dias pra que parlamentares possam mudar de partido sem perder o mandato.

Isso acontece seis meses antes das eleições e se consolidou como uma saída pra troca de legenda, após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estabelecer que o mandato pertence ao partido, e não à candidatura eleita.

O Partido Liberal (PL) deu início ao processo de consolidação de suas candidaturas em Mato Grosso ao exigir estrito alinhamento ideológico de seus correligionários e alertar contra eventuais infidelidades partidárias nas eleições estaduais. A movimentação visa coibir divergências internas e centralizar o palanque da legenda no estado perante as disputas majoritárias que se aproximam.

A manifestação pública foi conduzida pelo senador e pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, Wellington Fagundes (PL), tendo como alvos diretos os prefeitos e lideranças liberais, a exemplo do Prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira (PL), que declararam apoio ao pré-candidato adversário Otaviano Pivetta (Republicanos).

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A consolidação política ocorreu publicamente no município de Rondonópolis, epicentro da polêmica partidária, com desdobramentos de alcance regional e repercussão direta no Palácio Paiaguás, sede do Poder Executivo Estadual em Cuiabá, onde se concentram as decisões estratégicas do pleito.

As declarações formais foram prestadas em entrevistas concedidas a emissoras de rádio locais e durante os preparativos finais para a Convenção Estadual da agremiação, consolidando o posicionamento público da sigla antes da oficialização do período de propaganda eleitoral.

O desentendimento partidário emergiu após o anúncio explícito de apoio de mandatários filiados ao Partido Liberal (PL) a nomes da oposição estadual, situação que deflagrou especulações sobre possíveis sanções disciplinares e gerou forte desgaste entre os grupos políticos que compõem a legenda.

A conduta de cobrança de disciplina interna justifica-se pela necessidade estritamente estratégica de preservar a coerência ideológica do partido, assegurar a densidade eleitoral do palanque próprio e garantir o cumprimento do regimento estatutário sobre a fidelidade partidária.

O objetivo precípuo das declarações e dos procedimentos de articulação reside em ratificar a coesão partidária, homologar formalmente a candidatura de Wellington Fagundes ao governo estadual e garantir a unidade das bases municipais durante a campanha oficial.

As divergências internas desencadearam um cenário de elevada tensão política nos bastidores liberais, trazendo à tona a possibilidade de aplicação de penalidades estatutárias aos desalinhados e reacendendo cobranças relativas a repasses e convênios firmados para obras de infraestrutura no interior.

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Em contraponto às pressões por alinhamento, lideranças locais do PL buscam manter autonomia política ao flertar com a candidatura de Otaviano Pivetta, enquanto a direção partidária sustenta que a participação na sigla impõe a obrigação de seguir incondicionalmente as deliberações das convenções oficiais.

Nos próximos passos do calendário eleitoral, o PL realizará sua convenção para oficializar as chapas majoritárias e proporcionais, encaminhando as definições sobre coligações e escolhas de vice-governador para momento posterior, enquanto monitora a conduta de seus filiados.

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