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NOVOS CAPITULOS DA NOVELA BRT x VLT

Se o BRT é pouco, que façam também o “Novo VLT Cuiabano”

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O Boteco da Alameda informaaaa, está entrando no ar mais um campeão de audiência durante os últimos 10 anos, no seu canal Blog do Valdemir: a novela VLT e BRT.

Finalmente desencantou na audiência nos últimos dias: cada vez mais perto de sua reta final, a novela tem conquistado sucessivos mi-mi-mis e, desta vez superou a novela do União Brasil (UB) entre Dudu Botelho e o menino Fábio Garcia, sem precisar apelar para os critérios de baixarias.

Pela segunda semana consecutiva, o folhetim dos atores principais da novela, Nenel Pinheiro e Mauro Mendes, conquista o nível de audiência muito, mas muito grande, e também seu melhor espaço nas redes sociais.

No entanto, diferentemente da semana anterior, a trama da novela BRT x VLT conseguiu ter um melhor desempenho de sua história e, consequentemente, da dramaturgia: as obras da Copa do Mundo 2014.

O prefeito cuiabano Nenel Pinheiro até já anunciou a criação de uma Comissão Técnica para tratar do assunto, que terá a coordenação geral do chefe do Executivo Municipal. A normativa foi publicada por meio de Decreto Municipal de N° 10.036/2024, publicado na edição da Gazeta Municipal desta terça-feira (16).

A Comissão Técnica será composta por representantes do gabinete do prefeito, das secretarias municipais de Mobilidade Urbana (assumirá a coordenação geral, em caso de eventual impossibilidade temporária do prefeito).

Hummm…, porque será “impossibilidade temporária”? Gestão; Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano; Obras Públicas e Procuradoria Geral do Município.

A Comissão Técnica será mobilizada para o atendimento de novas demandas, caso surja a necessidade de novas ações no decorrer do período de elaborações dos projetos e minutas.

O prazo para conclusão do estudo técnico preliminar e as minutas do termo de referência e edital de licitação até o dia 29 de março 2024.

Nenel caiu aqui: tu tá de brincadeira, tu acredita que vai ser colocado no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)? Nenel são R$ 4,9 bilhões, tu tá tirando onda, querendo desviar atenção de algo que brevemente irá acontecer? Larga de moagem e vamos cuidar dos buracos na cidade e da Saúde da população.

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Nenel Pinheiro pelo amor do povo cuiabano: Cuiabá ficou refém do carro e da moto na sua administração e, agora no final de sua gestão vem ressuscitar o VLT?

O Boteco da Alameda tem uma opção mais sustentável, poderia ser a bicicleta, porém, perde atratividade por conta do calor e a falta de um planejamento que inclua as infraestruturas ciclo viários, ciclovias, ciclorrotas e pontos de apoio para os ciclistas.

Se o BRT é pouco, que faça o VLT

O Governo do Estado iniciou as obras, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT). Em Cuiabá, o sistema terá duas linhas: a primeira ligará o terminal do CPA, próximo ao Comando da Polícia Militar, até o terminal de Várzea Grande, passando pelas avenidas do CPA, Tenente Coronel Duarte, a Prainha, e 15 de novembro.

A segunda linha sairá do Terminal do Coxipó, próximo ao viaduto do Parque Cuiabá, chegando até o centro da capital.

Já o “Novo VLT Cuiabano”, o menino da Rua Joaquim Murtinho, busca aprovação de recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal, apenas no trecho de Cuiabá.

Já o Senador Wellington Fagundes (PL) afirmou que não vê nenhum problema no VLT operar em Cuiabá ao mesmo tempo em que o BRT opere em Várzea Grande. Mas, segundo ele, que é preciso ver a viabilidade econômica, especialmente no bolso da população.

Após mais um capítulo da novela: VLT e BRT, vamos acompanhar qual outro capítulo do pleito eleitoral de 2024?

A decisão do governador Mauro Mendes em pedir a substituição levou em conta estudos técnicos elaborados pelo estado e pelo Grupo Técnico criado na Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana. Os estudos concluíram que a continuidade das obras do VLT era “insustentável”, demoraria mais seis anos para conclusão.

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O Boteco da Alameda, agora vai de: 2024 testes para 2026

Não podemos desprezar a importância que as eleições municipais têm para às estaduais. Tudo que é de candidaturas que vão ser lançadas, também mira e faz cálculo para as eleições futuras.

Quem está abrindo mão de uma candidatura hoje, pode estar abrindo, mas com um acordo de que vai ser candidato para um cargo que considera maior lá na frente.

Temos por exemplo, na base do governo o PSB, o MDB, os Republicanos têm a vice-governadoria, mas o que está sendo negociado, agora, pensando em 2026?

Tem duas vagas para o Senado para as próximas eleições. A Mulher Maravilha, a nossa querida deputada estadual, Janaína Greyce Riva (MDB), já disse que quer essa vaga.

O atual Senador mato-grossense pelo União Brasil (UB), Jayme Campos que está na base do governo, quer essa vaga ou o Palácio Paiaguas. O também Senador pelo Partido Liberal (PL), Wellton Fagundes fazendo o seu eterno joguinho. O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Carlos Favaro também quer ser candidato ao Senado, ele quer se reeleger.

Vamos ver quem vai sair com forças nas eleições para poder cobrar isso lá na frente.

As alianças que estão sendo costuradas agora para as prefeituras municipais, principalmente nos maiores colégios eleitorais, Cuiabá está nesse cálculo principalmente, também mira as eleições de 2026. E, abrindo mão de algumas candidaturas aqui pensa em 2026, quem é que vai ter esse apoio de retorno?

São variáveis que talvez não tenhamos contato porque alguns acordos, realmente, são entre eles, é bem interno.

Mas todos esses cálculos estão pensando também em 2026, devemos ficar atentos para ver essas movimentações.

Segue o fluxo!

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Política

Proposta busca inserir na “Constituição de Mato Grosso” mecanismos permanentes de proteção aos direitos das mulheres

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Como se já não bastasse a sub-representação feminina nos espaços de poder, as mulheres que decidem ocupar cargos eletivos são, com frequência, vítimas da violência política motivada pelo gênero. Em muitos casos, essa violência é articulada com o racismo e a LGBTfobia.

De acordo com a lei brasileira, violência política contra a mulher é toda ação, conduta ou omissão com a finalidade de impedir, obstaculizar ou restringir os direitos políticos da mulher. Ameaças, ofensas, agressões, assédios, tentativas de homicídio e assassinatos são algumas formas de atentar contra os direitos humanos das mulheres candidatas e eleitas. Todas as mulheres são vítimas destes ataques, mas negras, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais são alvos preferenciais por interseccionarem outros marcadores sociais.

A persistência da “violência política de gênero” e dos “elevados índices de feminicídio” em Mato Grosso impulsiona uma nova iniciativa voltada ao fortalecimento dos direitos das mulheres. Em reunião híbrida realizada com militantes progressistas, em Cuiabá, a pré-candidata a deputada estadual Edna Sampaio (PT) apresentou a proposta de elaboração de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) destinada a incluir, na Constituição Estadual, instrumentos permanentes de promoção da igualdade de gênero e de “enfrentamento à violência contra as mulheres”.

A iniciativa parte do diagnóstico de que, embora a legislação brasileira reconheça como “violência política” toda ação, conduta ou omissão destinada a impedir, dificultar ou restringir o exercício dos direitos políticos das mulheres, candidatas e representantes eleitas continuam sendo alvo de ameaças, ofensas, agressões, assédio e outras formas de violência.

Segundo especialistas, esses ataques atingem com maior intensidade mulheres negras, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais, em razão da sobreposição de diferentes formas de discriminação.

De acordo com a proposta apresentada, a elaboração da PEC ocorrerá de forma participativa durante a pré-campanha e a campanha eleitoral. Para isso, serão constituídos núcleos de mulheres em Cuiabá e em diversas regiões de Mato Grosso, responsáveis por promover debates, ouvir a população e reunir sugestões que contribuirão para a redação final da matéria constitucional.

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A construção coletiva do texto, segundo Edna Sampaio, representa a continuidade das discussões desenvolvidas pela Câmara Setorial Temática (CST) sobre Feminicídio, instalada na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e presidida pela própria parlamentar durante sua atuação no Legislativo Estadual. Os estudos realizados pela comissão serviram de base para a formulação da proposta agora apresentada.

Na avaliação da pré-candidata, o principal objetivo da PEC é substituir políticas públicas predominantemente reativas por ações estruturais e permanentes de prevenção à violência de gênero. Conforme argumenta, o combate ao feminicídio exige medidas que enfrentem suas causas sociais, especialmente a desigualdade histórica entre homens e mulheres, considerada um dos fatores centrais para a manutenção da violência.

Durante a apresentação da proposta, Edna Sampaio afirmou que a desigualdade de gênero constitui um problema estrutural da sociedade brasileira e que a omissão do Estado, aliada à ausência de políticas públicas contínuas, contribui para a manutenção dos elevados índices de violência registrados em Mato Grosso.

Segundo ela, garantir proteção efetiva às mulheres depende da adoção de políticas permanentes capazes de assegurar o pleno exercício da cidadania feminina.

A pré-candidata também sustentou que os governos estaduais mais recentes priorizaram medidas voltadas ao atendimento das vítimas após a ocorrência da violência, sem investir, na mesma proporção, em políticas preventivas capazes de reduzir as desigualdades de gênero. Na avaliação apresentada, a proposta constitucional pretende alterar essa lógica ao estabelecer obrigações permanentes para o poder público.

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Outro ponto destacado durante a reunião refere-se ao processo de elaboração das constituições brasileira e mato-grossense. Edna argumentou que a reduzida participação feminina na Assembleia Constituinte de 1988 e a inexistência de mulheres entre os constituintes responsáveis pela Constituição de Mato Grosso contribuíram para que os direitos das mulheres não fossem incorporados de maneira estrutural aos respectivos textos constitucionais.

Segundo a pré-candidata, embora a Constituição Federal estabeleça como dever do Estado o combate às desigualdades, não há referência explícita à desigualdade entre homens e mulheres como prioridade constitucional.

Para ela, essa ausência dificulta a consolidação de políticas públicas permanentes voltadas à promoção da igualdade de gênero e ao enfrentamento das diversas formas de “violência contra as mulheres”.

Caso seja eleita, Edna Sampaio informou que pretende apresentar a proposta também em âmbito nacional, incentivando a discussão de uma Proposta de Emenda à Constituição Federal que explicite os direitos das mulheres e fortaleça as responsabilidades do Estado na redução das desigualdades de gênero. Os primeiros núcleos de debate deverão ser organizados nos próximos meses, marcando o início da construção coletiva da proposta que será submetida à sociedade e, posteriormente, ao Poder Legislativo.

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