A TOQUE DE CAIXA
Adeus “farra” de dinheiro público; será Edu Botelho?
Finalmente, algum raciocínio razoável em meio a tantas dificuldades de entender o momento precioso que estamos vivendo no nosso querido Estado de Mato Grosso, oportuno para o implemento das melhorias na Saúde, Infraestrutura, Educação e Segurança Pública para todos os nossos mato-grossenses.
Quer saber o motivo: caso a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), aprove um projeto para limitar acabar com a “farra” do dinheiro público para eventos e shows no interior do Estado.
O limite máximo para emendas parlamentares para shows, caso os senhores deputados estaduais concordem será de R$ 300 mil reais.
Ou seja, não será financiado pelo Governo de Mato Grosso. Quem quer curtir que arca com as suas despesas, dinheiro público é para serem implantados nos benefícios para a população mato-grossenses.
Será que daremos adeus a “farra” com dinheiro público para patrocinar shows?

Entenda
Recentemente o Blog do Valdemir, publicou uma matéria no qual o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), o unista Zé Edu Botelho disse que o Legislativo Estadual não vai permitir que projetos enviados pelo Governador mato-grossense, Mauro Mendes Ferreira (UB), sejam votados a “toque de caixa”.
Já que a maior parte dos parlamentares se sentem incomodados ao ver projetos importantes sendo votados sem passar pelas Comissões da Casa de Leis.
Muito bem senhor presidente da Casa de Leis, Zé Edu Botelho, o Boteco da Alameda concorda que o atropelo pelo Executivo Estadual, poderia desencadear um projeto de afogadilho que tornaria mais complicado o já bastante deteriorado sistema político.
Entretanto, porém, contudo, há projetos de Emendas aprovados tanto na Comissão de Constituição, Justiça e Redação da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), como desperdício de energia, que tratam do mesmo tema antes proposto na mensagem do Governo do Estado: O fim das votações secretas no Parlamento.

Diante dos princípios de transparência e representação, o voto secreto de quem falar pelo povo não se coaduna com o Estado de Direito, bastando que diversos projetos que tratam da mesma matéria sejam compilados pela Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), a fim de que se evite discussões conflitantes em torno da mesma situação jurídica.
E por falar em toque de caixa
Já que os projetos do Executivo Estadual em regime de urgências serão analisados e não votados a toque de caixa, sem a mínima discussão.
Já que os projetos serão debatidos conforme o regimento interno, serão analisados, não tem problema algum. Quero ver outros projetos como o aumento dos salários dos senhores parlamentares e outros.
Estaremos acompanhando!
PS: e aí Zé Edu Botelho vai colocar em pauta a “farra” com o dinheiro público em pauta? Ou “a toque de caixa“, não era nessa seara que se referiu?
Edu Botelho, explica por que os parlamentares, estão com a pulga atrás da orelha, se sentindo incomodados?
Nota do Boteco da Alameda
Os líderes devem, sobretudo, ouvir das loucuras à mais elaborada razão. Julgando as motivações e finalidades que cada um apresenta para tomar as decisões que trarão os resultados.
Política
Câmara de Várzea Grande articula CPI para investigar sucateamento e irregularidades no Transporte Coletivo
O sistema de transporte coletivo de Várzea Grande enfrenta uma iminente investigação legislativa após a consolidação do número necessário de assinaturas para a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara Municipal da Cidade Industrial. A iniciativa parlamentar visa apurar denúncias formais de descumprimento contratual e precarização dos serviços oferecidos à população.
A União Transporte, principal concessionária operadora do serviço no município, figura como o alvo central das investigações. A empresa, de propriedade do empresário Rômulo Botelho, irmão do deputado estadual José Eduardo Botelho (MDB), atua sob a gestão da Associação dos Transportadores Urbanos (MTU), entidade que congrega as cinco concessionárias do setor na Região Metropolitana.
A instauração do procedimento fiscalizatório ocorrerá formalmente na próxima terça-feira, dia 27 de maio, durante a Sessão Ordinária no Plenário da Casa de Leis. Nesta data, o requerimento será lido publicamente, ato que precede o sorteio técnico para a definição dos vereadores que assumirão as funções estratégicas de presidente e relator do bloco de inquérito.

O estopim para a mobilização do Poder Legislativo fundamenta-se em um robusto histórico de falhas operacionais graves, caracterizado pela circulação de uma frota visivelmente inferior à meta estipulada no contrato de concessão vigente.
Somam-se a isso relatórios técnicos que apontam para a obsolescência dos veículos, severas deficiências nos mecanismos de acessibilidade universal e descumprimento crônico dos itinerários estabelecidos.
A decisão de criar a comissão parlamentar foi chancelada por um grupo suprapartidário composto por dez vereadores: Adilsinho, Bruno Rios, Caio Cordeiro, Carlinhos Figueiredo, Charles da Educação, Cleyton Nassarden, Jânio Calistro, Joaquim Antunes, Lucas Chapéu do Sol e Rosy Prado.
A convergência desses parlamentares reflete o desgaste político e social gerado pela insatisfação generalizada da comunidade com a infraestrutura urbana local.
Os parlamentares recorreram à prerrogativa constitucional da CPI devido à insuficiência das medidas administrativas anteriores e à necessidade de detalhar o fluxo financeiro e operacional da concessão. A suspeita de favorecimento e a falta de transparência na fiscalização dos contratos anteriores motivaram os representantes a buscar instrumentos jurídicos de maior poder coercitivo e de auditoria profunda.
O cenário de degradação atinge de forma direta e severa a Cidade Industrial, o maior polo socioeconômico de Várzea Grande, e espalha-se pelas periferias conectadas à capital. Os usuários do sistema enfrentam rotineiramente veículos obsoletos desprovidos de climatização sob temperaturas extremas, infiltrações estruturais durante o período chuvoso e abrigos públicos depredados e desprotegidos contra as intempéries climáticas.

O agravamento da crise estrutural decorre, segundo analistas e lideranças comunitárias, do distanciamento geográfico e gerencial de parte dos grupos empresariais que controlam o setor, uma vez que diversas dessas organizações possuem matrizes fora do Estado de Mato Grosso.
Essa configuração societária dificulta o alinhamento das metas operacionais com as demandas reais e cotidianas da população várzea-grandense.
Os desdobramentos atuais conectam-se a fiscalizações prévias realizadas pelo Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT) e pelo Ministério Público Estadual (MPE). O órgão ministerial, inclusive, interveio recentemente por meio de uma mesa técnica, estabelecendo um cronograma emergencial de obrigações estruturais para permitir a continuidade temporária e condicionada da prestação dos serviços pela empresa concessionária.
A expectativa da sociedade civil e dos movimentos sociais concentra-se na democratização das decisões regulatórias, com a exigência de audiências públicas frequentes e auditoria cidadã nos custos tarifários. Até que os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) produzam efeitos práticos na gestão municipal, a rotina dos trabalhadores locais permanecerá sob o estigma dos atrasos crônicos, do desconforto térmico e do improviso logístico.
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