BALANÇA MAIS NÃO CAI
Abilinho: Já se passaram 40 dias e nada; Fávaro cai ou não cai do ministério?
Segundouuu e vamos que vamos! “Já se passaram 40 dias”. Essa é uma “FRASE” que pode ser usada para se referir a diversos períodos em nossas vidas.
Na Bíblia, o número 40 é associado:
– Período que Jesus Cristo passou no deserto após seu batismo no Rio Jordão;
– Período entre a ressurreição de Jesus Cristo e a sua ascensão no céu;
– Período em que choveu dia e noite;
– Período que antecede a Semana Santa e a Páscoa é conhecido como Quaresma;
– Período em que um gestor público mostra o que realmente pode realizar na sua administração.
Tem alguns gestores que, com eficiência e inovação, promove neste período de 40 dias melhorias significativas na cidade, com mutirões de limpeza, vacinação contra a dengue, aquisição de novas ambulâncias em parceria com o Ministério da Saúde, operação tapa buracos, recuperando mais de 5 mil metros quadrados de vias em apenas 7 dias, programas de empregabilidade encaminhando jovens ao mercado de trabalho.
Ufa! Deixa prá lá, afinal, quem faz não tem tempo de ficar com blá-blá-blá e chorando nas redes sociais.
Segue o fluxo!

Mudar a gestão aumenta o atendimento
O menino do bairro Alvorada, continua com as suas andanças e suas Lives nas visitas as Unidades de Saúde em Cuiabá.
Em 40 dias Abilinho visitou: Pedra 90, UPAs do Pascoal Ramos e neste domingo, dia 9, a UPA do Leblon.
Vamos saber se o Abilinho encontrou algo que a população cuiabana já tem conhecimento desde o início da segunda gestão de Nenel Pinheiro (MDB). Que ainda não deixou de chorar pelos cantos da sua casa.
“Saindo agora da UPA do Leblon, praticamente uma hora da manhã, (domingo), muitos problemas de gestão para serem resolvidos. O tempo de atendimento dessa Unidade de Saúde precisa melhorar… isso vai ter que mudar“, palavras do Prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini.
Segura aí: o Abilinho disse; “Muitos problemas de gestão para serem resolvido“?
Eita lasqueira! Sabia que realmente suas palavras se tornarem realidade a gestão aumenta o atendimento da Saúde Pública em 30%? Pergunte para os especialistas da Saúde.
Mudar a gestão pode aumentar de forma imediata a capacidade de atendimento das policlínicas, UPAs e Hospitais Públicos, sem precisar investir em mais profissionais ou recursos, mas apenas mudando a maneira como se organiza o trabalho.
Esse percentual pode ser maior, dependendo da forma como a mudança é feita. Além disso, também aumenta a segurança e melhora o cuidado com pacientes, ajudando a salvar vida.
Abilinho caiu aqui: imagine tentar navegar sem um mapa, é o que acontece quando negligência o roteiro do seu trabalho.
A ausência de um planejamento estratégico, esse plano é mais do que um documento: é um guia que influência suas decisões diárias e orienta seu caminho a longo prazo.
Portanto Abilinho, ignorar o planejamento operacional pode levar a decisões impulsivas que, por sua vez, afetam a rentabilidade e a experiência dos profissionais da Saúde.

Abilinho mantenha a harmonia
Além de prestar atendimento à população, o prefeito cuiabano, Abilinho, têm um papel igualmente importante: cultivar a harmonia e motivação dos profissionais da Saúde.
Isso incluí lidar com desentendimentos, promover um ambiente saudável e investir no crescimento profissional.
Uma situação comum é que um desentendimento entre os profissionais de Saúde e o gestor público pode afetar a qualidade dos serviços.
Nesse sentido, a habilidade de encarar conflitos e promover um ecossistema positivo se torna crucial. Assim como investir no desenvolvimento profissional da equipe, o que pode melhorar a vida da população.
É mais do que uma tarefa árdua, é uma oportunidade de crescimento e aprendizado contínuo sobre a sua gestão de problema.
Segue o fluxo e vamos atá BSB!

Cai ou não cai?
A reforma ministerial que está sendo realizada pelo Governo Lula de forma fatiada, ainda se encontra na primeira fase.
A segunda etapa da reforma ministerial, será feita nos ministérios atualmente ocupados por políticos do Partido dos Trabalhadores (PT).
Já na terceira fase que se iniciam após o Carnaval, Lula irá mexer em pastas ocupadas por partidos aliados, como por exemplo, o ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), hoje comandado por Carlos Henrique Baqueta Fávaro (PSD). A pasta da Agricultura é uma das desejadas pelo grupo do Centrão.
Arthur Lira (PP/AL) está cotado para a função. Entretanto, contudo, todavia, Lula só pretende mexer com Carlos Fávaro, caso o PSD concorde com a mudança.
O “time ideal’ é antes do Carnaval.
O Boteco da Alameda abre a aposta: não cai.
Segue o fluxo!
Política
Câmara de Várzea Grande articula CPI para investigar sucateamento e irregularidades no Transporte Coletivo
O sistema de transporte coletivo de Várzea Grande enfrenta uma iminente investigação legislativa após a consolidação do número necessário de assinaturas para a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara Municipal da Cidade Industrial. A iniciativa parlamentar visa apurar denúncias formais de descumprimento contratual e precarização dos serviços oferecidos à população.
A União Transporte, principal concessionária operadora do serviço no município, figura como o alvo central das investigações. A empresa, de propriedade do empresário Rômulo Botelho, irmão do deputado estadual José Eduardo Botelho (MDB), atua sob a gestão da Associação dos Transportadores Urbanos (MTU), entidade que congrega as cinco concessionárias do setor na Região Metropolitana.
A instauração do procedimento fiscalizatório ocorrerá formalmente na próxima terça-feira, dia 27 de maio, durante a Sessão Ordinária no Plenário da Casa de Leis. Nesta data, o requerimento será lido publicamente, ato que precede o sorteio técnico para a definição dos vereadores que assumirão as funções estratégicas de presidente e relator do bloco de inquérito.

O estopim para a mobilização do Poder Legislativo fundamenta-se em um robusto histórico de falhas operacionais graves, caracterizado pela circulação de uma frota visivelmente inferior à meta estipulada no contrato de concessão vigente.
Somam-se a isso relatórios técnicos que apontam para a obsolescência dos veículos, severas deficiências nos mecanismos de acessibilidade universal e descumprimento crônico dos itinerários estabelecidos.
A decisão de criar a comissão parlamentar foi chancelada por um grupo suprapartidário composto por dez vereadores: Adilsinho, Bruno Rios, Caio Cordeiro, Carlinhos Figueiredo, Charles da Educação, Cleyton Nassarden, Jânio Calistro, Joaquim Antunes, Lucas Chapéu do Sol e Rosy Prado.
A convergência desses parlamentares reflete o desgaste político e social gerado pela insatisfação generalizada da comunidade com a infraestrutura urbana local.
Os parlamentares recorreram à prerrogativa constitucional da CPI devido à insuficiência das medidas administrativas anteriores e à necessidade de detalhar o fluxo financeiro e operacional da concessão. A suspeita de favorecimento e a falta de transparência na fiscalização dos contratos anteriores motivaram os representantes a buscar instrumentos jurídicos de maior poder coercitivo e de auditoria profunda.
O cenário de degradação atinge de forma direta e severa a Cidade Industrial, o maior polo socioeconômico de Várzea Grande, e espalha-se pelas periferias conectadas à capital. Os usuários do sistema enfrentam rotineiramente veículos obsoletos desprovidos de climatização sob temperaturas extremas, infiltrações estruturais durante o período chuvoso e abrigos públicos depredados e desprotegidos contra as intempéries climáticas.

O agravamento da crise estrutural decorre, segundo analistas e lideranças comunitárias, do distanciamento geográfico e gerencial de parte dos grupos empresariais que controlam o setor, uma vez que diversas dessas organizações possuem matrizes fora do Estado de Mato Grosso.
Essa configuração societária dificulta o alinhamento das metas operacionais com as demandas reais e cotidianas da população várzea-grandense.
Os desdobramentos atuais conectam-se a fiscalizações prévias realizadas pelo Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT) e pelo Ministério Público Estadual (MPE). O órgão ministerial, inclusive, interveio recentemente por meio de uma mesa técnica, estabelecendo um cronograma emergencial de obrigações estruturais para permitir a continuidade temporária e condicionada da prestação dos serviços pela empresa concessionária.
A expectativa da sociedade civil e dos movimentos sociais concentra-se na democratização das decisões regulatórias, com a exigência de audiências públicas frequentes e auditoria cidadã nos custos tarifários. Até que os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) produzam efeitos práticos na gestão municipal, a rotina dos trabalhadores locais permanecerá sob o estigma dos atrasos crônicos, do desconforto térmico e do improviso logístico.
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