Search
Close this search box.

UM "TSUNAMI POLÍTICO" CHEGANDO

Abilinho ganha tempo interrompendo a tramitação da LOA 2025 na Câmara de Cuiabá

Publicados

em

Sextouuu, e vamos aos fatos: nem ainda assumiu a Prefeitura de Cuiabá, e o prefeito eleito Abílio Brunini (PL), já percebeu que experimentará do seu próprio veneno.

O relacionamento entre a Câmara Vereadores e Prefeitura de Cuiabá, será complicado, quem for o escolhido (a) para assumir a Secretaria de Governo, precisará ter muito jogo de cintura. Capacidade em meio a um “Tsunami Político” que viverá a partir de 1° de janeiro de 2025.

Será necessário reverter isso com muito trabalho, conversa, diálogo e respeito com a Câmara Municipal e isso é fundamental, é muito importante.

O novo comandante da nossa querida Cidade Verde, Cuiabá, o liberal Abílio Jaques Brunini, precisará de um nome com experiência nos bastidores da Câmara Municipal, fazer um trabalho tête-à-tête com os principais vereadores.

Ouvir as principais queixas e trabalhar no estabelecimento das pontes com o Legislativo Cuiabano, ações que precisam serem tomadas de imediato.

Essa falta de coordenação faz com que as indicações de emendas fiquem atracadas em uma Secretaria ou que pedidos diversos sejam ignoradas, aumentando o clima de “irritação” entre os vereadores.

Pega a visão: atualmente a relação do menino da Rua Joaquim Murtinho com o Legislativo se encontra desgastado em nível de “irritação” que beira o belicismo.

Segue o fluxo!

Lei Orçamentária Anual 2025

O liberal Abílio Brunini, se reuniu na segunda-feira (11) com o emedebista Nenel Pinheiro e, pediu para interromper a tramitação da Lei Orçamentária Anual (LOA). Abilinho quer ajustar o orçamento da Prefeitura de Cuiabá, substituindo-o de R$ 5,2 bilhões para R$ 4,9 bilhões, além de suspender licitações em andamento.

O Boteco da Alameda apurou que ao menos 14 vereadores vão pedir tempo para estudar as mudanças propostas pelo prefeito eleito da nossa querida Cidade Verde, Abílio Brunini, na Lei Orçamentária Anual (LOA), com vigor em 2025.

Leia Também:  Emanuel prioriza contenção de despesas; promessas de campanha terão de esperar

Ou seja, Abilinho terá que esperar a nova Legislatura, a partir de fevereiro do ano que vem, para tentar mudar, estrutura de governo, revogar decretos e mexer no orçamento municipal.

A realidade é que Abílio Brunini vai apresentar uma nova proposta sobre o formato das Secretarias e, vai refletir nas despesas da Prefeitura Municipal de Cuiabá.

E, em tese, ele conseguirá reduzir os gastos para aumentar a margem de investimentos. É Abilinho tentando outros caminhos para iniciar a sua gestão com dinheiro a mais.

Abilinho ganhando tempo

Querem a real? Sem o orçamento necessário para direcionar o desenvolvimento municipal, com a não votação do Projeto da LOA para o exercício de 2025, pela Câmara de Vereadores, Cuiabá ficará diante de um impasse.

Se a LOA não for aprovada e sancionada até o dia 20 de dezembro, a administração municipal irá paralisar por completo, impedindo que a gestão possa cumprir suas obrigações com funcionários, fornecedores e instituições a partir de janeiro 2025.

O Boteco da Alameda explica: toda despesa pública deve ser procedida de empenho que por sua vez, pressupõe orçamento disponível e aprovado pelo Legislativo.

Por essa razão, o Projeto de Lei precisa ser votado pela Câmara Municipal de Cuiabá e sancionada pelo Executivo Municipal, para que os compromissos do mês de janeiro sejam cumpridos em sua plenitude.

O Boteco vai falar

A votação da Lei Orçamentária Anual (LOA) é essencial e urgente, já que o município precisa continuar avançando. Como 2024, tá acabando, todas as despesas da Prefeitura de Cuiabá para 2025 ficarão engessadas até que o projeto seja votado pelos parlamentares.

Leia Também:  O que está acontecendo com os "revoltados", tão com medinho do tchibum?

Senão venhamos e convenhamos: a Câmara Municipal precisará realizar novas Audiências Públicas, que irá causar dano sem medida a toda sociedade cuiabana ao passo que o Executivo Municipal ficará impedido de executar qualquer repasse ou pagamento de verba pública.

A não votação da Lei Orçamentária Anual (LOA) até o dia 20 de dezembro, prejudica todos os serviços da administração municipal: salários, reajustes salariais e desbloqueio de planos de carreira dos servidores municipais não poderão ser pagos já a partir do mês de janeiro.

A Saúde Pública também fica prejudicada, porque o governo municipal não poderá pagar o repasse mensal aos hospitais contratualizados.

A população cuiabana será a única prejudicada, especialmente a parcela que vem sendo assistida e beneficiada por programas sociais.

O que é LOA e para que serve?

A Lei Orçamentária Anual (LOA) é um instrumento legal que define como o governo vai arrecadar e gastar os recursos públicos em um ano.

Para isso, a LOA se baseia no valor total de impostos e taxas arrecadados anualmente.

Ou seja, ela detalha todas as receitas previstas, como impostos e taxas, e todas as despensas planejados. Entre elas, investimentos em Saúde, Educação, Infraestrutura, Segurança e outras áreas essenciais, como o pagamento de processos judiciais.

A principal função da LOA é garantir que os recursos públicos sejam utilizados com eficiência e transparência, alinhando as prioridades do governo com as necessidades populacionais.

Além disso, a LOA é fundamental para o controle das contas públicas, ajudando a evitar déficits e a manter a responsabilidade fiscal.

Segue o fluxo!

Propaganda

Política

Denúncias de aliciamento elevam a “Tensão” na disputa pelo Palácio Paiaguás

Publicados

em

Uma grave acusação de interferência externa e oferecimento de vantagens ilícitas abalou as estruturas internas da federação partidária que decidirá os rumos da sucessão estadual. A denúncia aponta para a existência de um forte movimento de bastidores que visa desestabilizar os votos de delegados partidários, transformando a definição de candidaturas em um cenário de intensa disputa ética e jurídica.

O epicentro do embate envolve diretamente o deputado estadual Júlio Campos, que externou as suspeitas, e seu irmão, o senador Jayme Campos, cuja postulação ao governo estadual sofre forte oposição interna. No polo oposto dessa correlação de forças, posicionam-se o ex-governador e atual presidente partidário Mauro Mendes, aliado ao atual governador Otaviano Pivetta, este último filiado ao Republicanos e beneficiário direto de uma eventual composição ampla.

As articulações e os tensionamentos que culminaram na “denúncia pública” ganharam contornos de crise nesta semana, antecedendo o prazo final para as definições de chapas majoritárias. O cronograma converge para o dia 30 de julho, data em que ocorrerá a deliberação oficial e o consequente desfecho do processo de escolha interna que definirá as coligações.

Toda a movimentação política concentra-se no “GRANDIOSO” Estado de Mato Grosso, tendo como foco principal as articulações na capital, Cuiabá, onde se localizam as sedes partidárias e o Palácio Paiaguás. O cenário geográfico reflete a importância estratégica da região Centro-Oeste no panorama político e econômico nacional, o que eleva a relevância da disputa pelo controle do Executivo Estadual.

Leia Também:  O que está acontecendo com os "revoltados", tão com medinho do tchibum?

A definição do candidato ocorrerá por meio do voto secreto dos membros da convenção da Federação União Progressista, bloco composto pela associação entre o União Brasil e o Progressistas (PP). Esse método de votação secreta visa garantir a liberdade de escolha dos delegados, resguardando-os de pressões externas diretas, embora o sigilo do voto agora enfrente o desafio das suspeitas de assédio político prévio.

O motivo central da divergência reside no conflito de visões estratégicas para o futuro do estado, dividindo a agremiação entre a defesa de uma candidatura própria e a adesão a um projeto de continuidade governamental. Enquanto uma ala busca resgatar o protagonismo histórico da legenda tradicional, o grupo governista argumenta que a composição ampla fortalece a governabilidade e assegura a estabilidade das políticas públicas em andamento.

A finalidade desse embate interno é a conquista do controle do Palácio Paiaguás e a consolidação de hegemonia política na região pelas próximas temporadas administrativas. Os grupos em disputa buscam garantir espaço prioritário nas chapas proporcionais e majoritárias, o que viabilizará a sustentação legislativa e a influência sobre o orçamento e as diretrizes do desenvolvimento estadual.

Leia Também:  SRTE/MT abre a Semana Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo

O processo desenvolve-se sob condições de extrema desconfiança mútua, caracterizadas por Júlio Campos como um “clima de guerra” decorrente do envio de emissários com “propostas indecorosas”. Diante da gravidade dos relatos sobre tentativas de aliciamento de convencionais, os defensores da candidatura própria anunciam a intenção de formalizar representações junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para assegurar a lisura do pleito.

Para alcançar a vitória interna, os apoiadores da candidatura própria estimam contar com uma base sólida de aproximadamente 35 votos entre os 48 convencionais aptos a votar, de um total de 50 membros colegiados. Esse expressivo contingente teórico de apoios é considerado suficiente para neutralizar a influência da ala governista e impor a candidatura do senador Jayme Campos à revelia da Executiva.

Como desdobramento imediato, as lideranças partidárias mantêm canais de diálogo abertos na tentativa de construir um consenso de última hora que evite uma fratura definitiva na base aliada. No entanto, diante da recusa de ambos os pré-candidatos em abdicar de suas pretensões ao Governo do Estado, novos encontros bilaterais deverão ocorrer nos próximos dias, sob a sombra de uma iminente judicialização do processo caso as denúncias de aliciamento sejam formalizadas.

Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA