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JUSTIÇA DETERMINA PENHORA DE BENS

A conta de campanha do PT de 2014 chegou com juros e oficial de Justiça

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A Justiça determinou a penhora de bens do Partido dos Trabalhadores (PT) em decorrência de dívida oriunda da campanha eleitoral ao Governo de Mato Grosso, realizada em 2014. A medida foi adotada após ação de cobrança movida pela empresa Agência de Monitoramento de Informações Ltda. (AFPL), que reivindica o pagamento por serviços prestados durante o processo eleitoral daquele ano.

O caso envolve quem figura como partes no processo: de um lado, a AFPL, responsável por serviços de monitoramento de informações; de outro, o Diretório Estadual do PT, apontado como responsável pelo adimplemento contratual no valor de R$ 168.120,00, divididos em duas parcelas. Ainda segundo a ação, o partido teria pago R$ 67.248,00 e deixado o restante em aberto, apesar das tentativas de cobrança amigável. A controvérsia judicial concentra-se na quitação de valores referentes à campanha do então candidato ao Palácio Paiaguás, o deputado estadual Lúdio Cabral.

Segundo os autos, a empresa afirma ter sido contratada para executar serviços especializados de monitoramento estratégico durante o período eleitoral de 2014. Contudo, sustenta que os valores pactuados não foram integralmente pagos, o que motivou a propositura da ação judicial em 2021, sete anos após a realização do pleito.

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A disputa remonta à eleição estadual de 2014, quando Lúdio Cabral concorreu ao comando do Executivo Estadual, sediado no Palácio Paiaguás. Na ocasião, o candidato do PT foi derrotado nas urnas por Pedro Taques, resultado que encerrou o processo eleitoral, mas não as pendências financeiras decorrentes da campanha.

O processo tramita na esfera da Justiça estadual, que analisou os documentos contratuais e as provas apresentadas pelas partes. Após o reconhecimento da existência do débito, foi determinada a constrição patrimonial, com a finalidade de assegurar o cumprimento da obrigação financeira reconhecida judicialmente.

A decisão judicial foi fundamentada na necessidade de garantir a efetividade da prestação jurisdicional, evitando que a demora no pagamento inviabilize o direito creditório da empresa autora. A penhora de bens constitui instrumento previsto na legislação processual para assegurar a satisfação de créditos reconhecidos em juízo.

Diz trecho da decisão proferida no último dia 4:

No tocante ao pedido de arresto de bens móveis na sede do executado, defiro a expedição de mandado de penhora e avaliação de bens móveis encontrados no endereço indicado, até o limite do valor atualizado da execução”.

O Diretório Estadual do PT foi formalmente acionado em 2021, momento em que a AFPL ingressou com a ação de cobrança. Desde então, o processo seguiu os trâmites legais, incluindo a apresentação de defesa, análise de provas e manifestação das partes, até a deliberação que autorizou a medida constritiva.

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As consequências da decisão podem impactar o patrimônio partidário no âmbito estadual, uma vez que a penhora recai sobre bens vinculados ao diretório responsável pela campanha. Especialistas em direito eleitoral destacam que partidos políticos respondem por obrigações assumidas em campanhas, conforme as regras de responsabilidade previstas na legislação vigente.

O caso também evidencia a importância da gestão financeira rigorosa durante campanhas eleitorais, sobretudo quanto ao cumprimento de contratos firmados com fornecedores. A transparência e a regularidade das contas constituem exigências legais e éticas indispensáveis ao funcionamento do sistema democrático.

Com a determinação judicial em vigor, caberá ao partido adotar as medidas cabíveis, seja para quitar o débito, seja para recorrer da decisão nas instâncias competentes. O desfecho do processo dependerá dos próximos atos processuais, enquanto a execução segue seu curso para garantir o pagamento do crédito reconhecido pela Justiça.

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Política

Fator imprevisível pode mudar o destino da sucessão estadual

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Já estamos em uma quarta-feira de frio leve, em breve que apareça o sol, e caminhando para mais um final de semana. Caros amigos e frequentadores do Boteco da Alameda, neste ambiente turbulento nos bastidores da política na Terra de Rondon… eis que surge o “Guri refestelado da Guarita”, perguntando, os motivos de nenhum jogador do Cuiabá Esporte Clube foram convocados para a Copa do Mundo? Esse guri não tem jeito.

Depois os frequentadores do Boteco da Alameda vão te explicar meu “pequeno gafanhoto”. Sabe porquê? Estamos a caminho da última das últimas do cenário político do nosso “QUERIDO”, “LINDO”, E “MARAVILHOSO” Estado de Mato Grosso e a chapa que esquentou na disputa ao Palácio Paiaguás, fortalecendo assim um novo cenário.

Quer saber? Venha com o Boteco da Alameda e siga o fluxo!

O clima é de guerra…

Silenciosa entre os maiores grupos políticos do Estado: Partido Liberal (PL), União Brasil (UB), e o Podemos, surgem hoje como os três pilares capazes de construir o próximo Governador de Mato Grosso.

São partidos que concentram prefeitos, deputados, senadores, lideranças regionais, estrutura política e influência direta nos maiores colégios eleitorais do Estado.

Entretanto, contudo, todavia, o que era para ser demonstração de força, começa a revelar divisões internas, disputas de vaidade e articulações que podem mudar completamente o cenário da sucessão estadual.

PARTIDO LIBERAL

A sigla conquistou as principais prefeituras do Estado, elegendo gestores em Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis e Sinop, fortalecendo o projeto da direita em Mato Grosso.

Apesar de liderar as pesquisas na Terra de Rondon, a sigla ainda está longe de demonstrar “UNIÃO” interna para uma disputa majoritária.

Se liga: nos corredores palacianos (Paiaguás e Dante de Oliveira), a aposta é que Wellton Fagundes poderá recuar da disputa. As peças começaram a serem mexidas no tabuleiro político eleitoral mato-grossense.

O que se vê nas últimas movimentações vai pegar muitas pessoas e políticos de surpresa. Wellton quer sobreviver?

Então intensifique as visitas polos, reorganiza o seu time e começa a mostrar que independe do apoio do pré-candidato presidencial.

PS: a presença do jornalista e publicitário João Maria de Medeiros, marqueteiro responsável pelas campanhas vitoriosas de Blairo Maggi em 2002 e na reeleição de 2006 no núcleo político de Wellton Fagundes, será um sinal claro de fortalecimento e profissionalização da sua pré-campanha?

Enquanto Wellton Fagundes cresce por fora, o Partido Liberal (PL) enfrenta turbulências internas.

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Bom…, deixa pra lá e vamos caminhar, deixando os sinais: o que deveria ser um movimento de fortalecimento do partido acabou gerando desconforto entre lideranças da própria sigla; o partido tem hoje um nome competitivo ao Palácio Paiaguás, porém… ainda não conseguiu alinhar totalmente seus interesses internos.

Vamos saber do nosso analista político Alex Rabelo, do atual cenário vivenciado pelos bolsonarista na Terra de Rondon.

Se mesmo dividido Wellton lidera as pesquisas, imagine se o grupo estivesse totalmente alinhado“.

Eitaaa lasqueiraaa.

União Brasil…

Vive dias de tensão. O que era para ser estabilidade virou confronto interno: O “Capitão Jaymão” e o “Homem de Ferro.

O Capitão Jaymão trabalha fortemente e acredita que seu nome passara pela Convenção Partidária no dia 4 de agosto, para representar o União Brasil (UB) na cadeira número 1 do Palácio Paiaguás.

Enquanto isso, em qualquer parte da capital de todos os mato-grossenses, oHomem de Ferro deixa claro que seu apoio para o Governo do Estado é a do nome do Republicanos, Otaviano Pivetta.

Esse movimento vem girando desconforto dentro do próprio núcleo duro do União Brasil (UB). Hoje, os números de bastidores começam a preocupar líderes dos partidos.

As lideranças, enxergam esse momento como dos mais frágeis da história recente da sigla na Terra de Rondon.

E a conta dessa divisão pode ser pesado: Alguns deputados estaduais atualmente no mandato podem acabar ficando fora da próxima legislatura.

Entre os nomes citados nos corredores do Palácio Dante de Oliveira estão: Dilmar Dal Bosco e o pastor Sebastião Rezende.

No caso de Sebastião Rezende, outro fator passou a preocupar aliados: o distanciamento de pauta da base ligada as Igrejas Madureira, que historicamente caminhava ao lado do deputado. Agora lideranças religiosas começam a construir o projeto do pastor Bira da Econômica, de Primavera do Leste, nome que pode tirar uma fatia importante do eleitorado conservador e evangélico.

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Enquanto isso, em qualquer parte da City, o Homem de Ferro coloca aliados estratégicos e lideranças alinhadas ao projeto de Otaviano Pivetta.

Me diz aí Alex Rabelo, qual será o resultado do embate entre os unistas em Mato Grosso?

Uma divisão entre Jayme Campos e Otaviano Pivetta pode enfraquecer e, abrir espaço para crescimento de adversários“.

Danou se tudo então?

Calma “pequeno gafanhoto”. Neste ambiente turbulento, eis que surge o crescimento silencioso de outra sigla: O Podemos.

Enquanto o Partido Liberal (PL) e União Brasil (UB) vivem conflitos internos, o partido comandado pelo presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), Max Russi, o Podemos, cresce de forma organizada, estruturada e sem grandes desgastes públicos.

Hoje, muitos já enxergam o presidente daquela Casa de Leis, como um nome de equilíbrio para uma eleição marcada por guerras políticas antecipadas.

Mesmo afirmando publicamente que seu foco é a reeleição a uma das cadeiras na Assembleia Legislativa Mato-grossense, nos bastidores o discurso é outro.

E como a política muda rapidamente, igual nuvem passageira, ninguém mais descarta essa possibilidade.

Principalmente diante das dificuldades enfrentadas pelo Republicanos, Otaviano Pivetta, para crescer no interior e consolidar sua candidatura.

O Boteco vai falar

Muitos deputados mato-grossenses enxergam em uma eventual ida de Max Russi ao Palácio Paiaguás a oportunidade de abrir espaço para renovação interna e nova composição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT).

Mesmo sem assumir oficialmente uma pré-candidatura ao Governo do Estado, Max Russi começa a ser pressionado por lideranças políticas para entrar definitivamente no jogo majoritário.

Nota de rodapé: talvez seja justamente o fator mais imprevisível da eleição de 2026: os grupos começaram a guerra cedo demais…e isso… pode mudar completamente o destino da sucessão estadual.

Uma coisa é certa: isso tudo é apenas o começo.

O final…, bom…, o final vai ser muito interessante. Aguardem.

Segue o fluxo!

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