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FESTIVAL MATO-GROSSENSE DE CHORO

Reco do Bandolim e o grupo Choro Livre no Sesc Arsenal

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O Festival Mato-grossense de Choro recebe em seu palco, no domingo (15), Reco do Bandolim e o grupo Choro Livre, diretamente do Distrito Federal, trazendo releituras contemporâneas dos clássicos do Choro e complementando o repertório com novos autores e composições próprias. Para os dias do evento, a doação de 1kg de alimento não perecível é voluntária. Os alimentos serão destinados ao programa Sesc Mesa Brasil.

A 4ª Edição do Festival Mato-grossense de Choro será realizada nos dias 13, 14, 15 e 17 de setembro, a partir das 18 horas, com exceção de domingo, quando a música começa às 17h40, no Sesc Arsenal, em Cuiabá.

Fundado há mais de 30 anos por Reco do Bandolim, o Choro Livre já esteve no palco com renomados nomes da MPB, como Nelson do Cavaquinho, Clementina de Jesus, Dona Ivone Lara, Hermeto Paschoal e Sivuca.

Reco do Bandolim, como o nome já informa, é um renomado bandolinista brasileiro, presidente do Clube do Choro de Brasília e fundador da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello.

Reco e seu grupo são referência na cena musical de Brasília e em todo o Brasil. Além de suas apresentações ao vivo, o Choro Livre tem uma vasta produção discográfica, com álbuns que são marcos no registro desse gênero tão importante para a cultura brasileira, como Brasileirinho (2004); Sopro de Codas (2007); Uma História do Choro (2013) e Choro Livre ao Vivo (2017).

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O grupo já excursionou pela Europa, Ásia, África, América do Sul, Caribe e América do Norte. Em maio de 2018, o grupo fez turnê pela Europa, onde participou do 14º Festival do Choro em Paris (França) e do Festival de Roterdã (Holanda), além de tocar no Museu do Fado, em Lisboa (Portugal), apresentando repertório de clássicos da MPB que exaltam o Brasil e o povo brasileiro.

O Choro Livre é formado por Reco do Bandolim (bandolim), Henrique Neto (violão de 7 cordas), George Costa (violão de 6 cordas), Marcio Marinho (cavaquinho) e Valério Xavier (pandeiro).

Para entrar no clima do Festival Mato-grossense de Choro, uma playslit especial foi criada. Clique aqui para ouvir.

Confira abaixo a programação completa:

Dia 13 – Sexta-feira

13h30 – Oficina: Masterclass de “Violão de 7 cordas no Choro” com Rogério Caetano – link para inscrição: https://bit.ly/oficinaviolao7cordas
18h – Apresentação: Choros e Serestas (MT)
20h – Apresentação: Choro na Rua (RJ)

Dia 14 – Sábado

09hOficina de Música – Masterclass de “Interpretação no Choro” com Silvério Pontes – link para inscrição https://bit.ly/oficinainterpretaçãonochoro
18h30 Apresentação: Encontro das Mulheres do Choro Mato-grossense (MT)
20h15Apresentação: Nilze Carvalho (RJ)

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Dia 15 – Domingo

17h40 – Orquestra Cuiabana de Choro (MT)
19h30 – Reco do Bandolim & Choro Livre (DF)

Dia 17 – Terça-feira

18h – Roda de Choro

Sobre o Sesc-MT

O Serviço Social do Comércio (Sesc-MT) é uma entidade privada, financiada com as contribuições do empresariado, sem ônus para os empregados, ou a utilização de recursos públicos. Desde 1947, promove ações de saúde, lazer, educação, cultura e assistência, com o objetivo de fornecer o bem-estar social e a qualidade de vida dos trabalhadores do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, de seus familiares e da comunidade em geral no estado de Mato Grosso.

Atualmente, o Sesc-MT administra 22 unidades fixas no estado e quatro unidades móveis que circulam pelos municípios do interior.

O Sistema S do Comércio é presidido pelo empresário José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.

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Geral

“O xadrez ensina o aluno a lidar com pressão, frustrações e desafios”

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O xadrez tem contribuído para o desenvolvimento de habilidades cognitivas e socioemocionais dos estudantes da Escola Estadual de Tempo Integral Clênia Rosalina, em Cuiabá. Concentração, raciocínio lógico, disciplina e tomada de decisões estão entre as competências estimuladas pela modalidade, que integra a proposta pedagógica das escolas de tempo integral vocacionadas ao esporte da rede estadual.

O trabalho é conduzido desde 2021 pelo professor de Educação Física, João Paulo da Silva Louzada. Na avaliação dele, o esporte cumpre um papel importante na escola ao ajudar os estudantes a desenvolver disciplina, convivência e responsabilidade, principalmente quando é trabalhado de forma contínua no dia a dia da unidade.

O esporte vai além da prática física e da competição. Na escola, ele é uma ferramenta de formação humana, social e educacional. Por meio das atividades esportivas, os estudantes desenvolvem competências importantes para a convivência, como respeito às regras, cooperação, liderança, disciplina, criatividade e responsabilidade, afirma o professor.

No caso do xadrez, segundo João Paulo, os efeitos aparecem tanto dentro quanto fora do tabuleiro. A cada partida, o estudante aprende a observar melhor, a controlar impulsos, a lidar com erros e a avaliar as consequências antes de agir.

O xadrez ensina o aluno a lidar com pressão, frustrações e desafios de forma mais equilibrada. Ele ajuda o estudante a pensar antes de agir, pois, em uma partida, podem ocorrer situações inesperadas. O aluno precisa avaliar o cenário, tomar decisões e assumir o resultado de cada escolha, explica.

Entre os exemplos citados pelo professor está a estudante Ana Clara da Silva Pinho, do 1º ano do Ensino Médio. A jovem enxadrista se tornou referência na escola pelo desempenho em campeonatos escolares e estaduais.

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Nos últimos anos, ela acumulou títulos como campeã estadual do JORE 2025, campeã regional do JORE 2025, campeã do Festival Escolar de Xadrez (FEX) Torneio Verão 2026, campeã sub-14 feminino do Festival Escolar de Xadrez 2024 e campeã do IFMT Blitz 2024, também na categoria sub-14 feminino.

Ana Clara ainda foi vice-campeã dos Jogos Estudantis de 2025, em Cuiabá.

Para João Paulo, os resultados alcançados pela estudante nas competições estaduais refletem um trabalho desenvolvido na escola, com incentivo, treino e acompanhamento contínuos.

O desempenho da Ana Clara é resultado de um processo que começou aqui. Mas percebo mudanças não apenas nela. Os demais alunos que praticam xadrez também demonstram maior concentração, mais segurança ao lidar com desafios e mais cuidado ao tomar decisões. Para mim, é uma modalidade muito eficiente nesse desenvolvimento, destaca.

O trabalho desenvolvido na escola também tem contribuído para ampliar o cenário enxadrístico no âmbito escolar de Mato Grosso. Além das aulas e dos treinamentos, os professores João Paulo e Glaydson Magno Andrade da Costa atuam na organização do Festival Escolar de Xadrez (FEX), realizado desde 2024 com o apoio da Federação Mato-grossense de Xadrez.

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Sediado na própria unidade escolar, o festival vem crescendo a cada edição e reunindo estudantes, atletas e admiradores da modalidade de diferentes regiões do estado. Em 2026, o FEX recebeu mais de 80 inscrições, consolidando-se como uma competição estudantil importante para a valorização do xadrez no ambiente escolar.

De acordo com a Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT), a experiência da unidade está inserida na política de expansão das escolas de tempo integral da rede estadual.

Mato Grosso possui atualmente 594 escolas estaduais, das quais 96 funcionam em tempo integral, o que corresponde a 16,16% da rede. Desse total, 14 unidades são destinadas ao esporte. As escolas de tempo integral estão presentes em 53 municípios.

A rede estadual atende 324.406 estudantes, dos quais 19.650 em tempo integral, o que corresponde a 6,6% das matrículas. Nessas unidades, as práticas esportivas fazem parte da rotina dos alunos e contribuem para uma formação mais ampla, com reflexos na aprendizagem, na convivência e no desenvolvimento emocional.

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