BRUNO HENRIQUE NO STJ
Ídolo do Flamengo volta à mira da Justiça por cartão amarelo em 2023
Bruno Henrique tem sido destaque do Flamengo nos últimos jogos e ganhou novamente holofotes na mídia. Se, dentro de campo, as coisas estão indo muito bem, fora das quatro linhas, o BH27 não recebeu uma notícia tão agradável assim.
De acordo com o portal UOL Esporte, o caso de 2023 envolvendo o ídolo flamenguista chegou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) em discussão sobre estelionato. O magistrado Joel Ilan Paciornik será o relator para analisar o recurso da defesa do jogador nesta mesma acusação.
Situação atualizada
Na argumentação da defesa de Bruno Henrique, ele não poderia responder por estelionato porque nenhuma casa de apostas fez representação formal contra o atacante, ou seja, não houve um prejudicado direto.
Ainda de acordo com o UOL, na primeira instância, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal aceitou a acusação do Ministério Público (MP-DF) de fraude em competição esportiva, mas negou a outra acusação, que foi a de estelionato.
O MP-DF não concordou com a decisão e recorreu à segunda instância. A defesa de Bruno Henrique soube dessa movimentação e também iniciou um recurso justificando os motivos pelos quais o camisa 27 não poderia responder por estelionato.

O caso agora está no Superior Tribunal de Justiça (STJ), mas não existe uma data específica para que esta nova decisão seja anunciada. Bruno Henrique segue jogando normalmente e não existe nenhuma restrição devido a esta situação na Justiça.
O UOL também revelou que a possível pena, se ele for condenado por fraude em competição esportiva, art. 198 da Lei Geral do Esporte, seria de reclusão de 2 a 6 anos, além de uma multa.
O que aconteceu?
Relembre o que aconteceu: Na temporada 2023, em uma partida entre Flamengo e Santos, Bruno Henrique recebeu um cartão amarelo. Ele foi investigado por suspeita de forçar propositalmente este cartão para beneficiar parentes.
Na Justiça Desportiva, Bruno Henrique foi absolvido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) desta acusação de fraude, mas agora precisa também ser inocentado na Justiça comum.
ESPORTES
Neymar encerra ciclo, e Ancelotti acelera renovação para uma nova era
A trajetória de Neymar com a camisa da Seleção Brasileira chegou ao fim. O técnico Carlo Ancelotti confirmou que o atacante comunicou a decisão de não voltar a defender o Brasil e indicou que a equipe inicia uma nova etapa após a Copa do Mundo. A saída do camisa 10 encerra um dos ciclos mais marcantes do futebol brasileiro nas últimas décadas e impõe ao treinador italiano o desafio de construir uma equipe sem sua principal referência técnica durante anos.
Segundo Carlo Ancelotti, a decisão partiu do próprio Neymar e está inserida em um processo mais amplo de renovação da Seleção. Na avaliação do treinador, o último Mundial representou o encerramento de uma geração iniciada em 2018, que atravessou três edições da competição. Embora alguns jogadores experientes ainda possam permanecer, a tendência é de uma transformação gradual, com maior espaço para atletas jovens e para a construção de uma nova identidade coletiva.
“O Neymar já confirmou que não quer voltar à seleção. A Copa do Mundo encerrou uma geração que começou em 2018 e disputou três Mundiais. Alguns podem continuar, mas, no geral, precisamos de novos jogadores e uma nova identidade na seleção”, afirmou Ancelotti.
A declaração estabelece, de forma objetiva, o caminho que o treinador pretende seguir para reformular o elenco brasileiro.
A última participação de Neymar pela Seleção ocorreu na Copa do Mundo. Cercado por expectativas, o atacante chegou à competição como uma das principais referências ofensivas do Brasil, mas enfrentou problemas físicos e teve participação limitada. O torneio, que poderia representar mais um capítulo de protagonismo do jogador, acabou marcado como o encerramento de sua trajetória com a camisa amarela.

Apesar das limitações físicas apresentadas pelo atacante, Ancelotti afirmou que não se arrepende de tê-lo convocado. Para o treinador, a qualidade demonstrada por Neymar ao longo da carreira justificava sua presença no grupo. Ao mesmo tempo, o italiano reconheceu que a ausência do camisa 10 não poderá ser solucionada pela escolha de um único substituto.
A avaliação de Ancelotti é que Neymar não pode ser reproduzido por outro jogador. Ao definir o atacante como um talento “extraordinário”, “único” e “irrepetível”, o técnico indicou que a Seleção precisará encontrar uma solução diferente. Em vez de concentrar responsabilidades em uma nova estrela, a proposta é fortalecer o funcionamento coletivo, ampliar as opções ofensivas e distribuir o protagonismo entre diferentes atletas.
A primeira convocação depois da Copa já apresentou sinais concretos dessa mudança.
Ancelotti chamou oito jogadores que ainda não haviam atuado pela equipe principal: os goleiros Pedro Morisco e Otávio; os laterais Matheuzinho e Mauro Junior; os zagueiros Arthur Dias e Jair; além dos volantes Breno Bidon e Gabriel Bontempo.
A lista evidencia a intenção de ampliar o número de alternativas disponíveis para o novo ciclo.
A presença de oito estreantes também demonstra que a renovação não deverá ocorrer de maneira pontual. A comissão técnica pretende observar diferentes nomes, aumentar a concorrência por posições e identificar jogadores capazes de assumir responsabilidades no futuro. O processo, portanto, ultrapassa a simples substituição de atletas experientes e aponta para uma reformulação estrutural do elenco brasileiro.
A mudança pode ser percebida ainda na faixa etária do grupo convocado. A primeira lista pós-Copa apresenta média de 24,4 anos, enquanto o elenco levado ao Mundial tinha média de 29,6 anos. A diferença superior a cinco anos evidencia a guinada promovida por Carlo Ancelotti, que passou a priorizar atletas com maior margem de desenvolvimento e capacidade de participar de um projeto esportivo de longo prazo.
O encerramento do ciclo de Neymar, portanto, não representa apenas a despedida de um dos maiores talentos de sua geração, mas também o início de uma nova construção na Seleção Brasileira. Ancelotti terá de desenvolver uma equipe capaz de competir sem buscar uma cópia do antigo Camisa 10. Com mais jovens, novas alternativas e responsabilidades distribuídas, o Brasil começa a virar a página e a procurar os protagonistas que poderão definir sua próxima era.
-
Artigos6 dias atrásMandato de 12 anos para ministros do STF
-
Política6 dias atrásWellton! Até que ponto um prefeito consegue transferir votos para candidato ao Palácio Paiaguás?
-
Artigos4 dias atrásPOR QUE PRECISAMOS COMBATER O CONSUMISMO E O DESPERDÍCIO?
-
Política6 dias atrásPalanque de Wellington Fagundes “AVERMELHOU”
-
Política3 dias atrásJustiça mantém “Quórum Qualificado” na Câmara de Cuiabá e impõe obstáculo político ao Executivo
-
ESPORTES6 dias atrásCuiabá reage, goleia o Athletic e renova esperança pelo acesso
-
Artigos3 dias atrásEntre o anabolizante e o autocuidado: a divisão que vai definir o futuro do bem-estar
-
Artigos6 dias atrásQuando a região perde a voz, perde também espaço



