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O VOTO ÚTIL

Em MT: conta que preocupa Wellton e favorece Pivetta

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O embate entre o liberal Wellton Fagundes e o Republicanos, Otaviano Pivetta, pode tornar o primeiro turno mais decisivo do que parece hoje.

Para o estrategista político Alex Rabelo, a possibilidade de uma eleição terminar já na primeira votação não está descartada. Isso não significa, porém, que exista hoje um vencedor provável nessa etapa.

Alex Rabelo, vê forças atuando nas duas direções. O candidato do partido Republicanos, Otaviano Pivetta, pode ter no primeiro turno sua melhor oportunidade de alcançar a maioria necessária.

O atual governador do meu QUERIDO”, “LINDO” e “MARAVILHOSO” Estadão de Mato Grosso, pode crescer entre eleitores que aprovam seu governo, mas não declararam voto nele.

O problema aparece entre os eleitores da médica e candidata ao Governo do Estado pelo PSD, Natasha Slhessarenko. Boa parte dos eleitores de Natasha, rejeita a continuidade do governo de Pivetta.

Quando você olha para os outros candidatos, eles são anti-governo, eles não querem que Pivetta continue, pontuou Alex Rabelo.

Isso reduz o espaço de Otaviano Pivetta para buscar novos votos em eventual segundo turno.

Pivetta melhor agora

O governador Otaviano Pivetta, recupera eleitores perdidos e avançou sobre votos antes distribuídos entre os candidatos.

O cenário não permite apontar quem teria mais chances de encerrar a disputa antecipada.

O Boteco da Alameda, não está dizendo que Pivetta vai ganhar no primeiro turno. O Blog do Valdemir não está dizendo que Wellton vai ganhar no primeiro turno.

A tese é que, com a disputa cada vez mais concentrada e pouco espaço para candidaturas intermediárias, o “VOTO ÚTIL” pode chegar antes do segundo turno e tornar-se a primeira votação mais decisiva do habitual.

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VOTO ÚTIL pode definir as eleições no primeiro turno?

De acordo com o estrategista político Alex Rabelo, o “VOTO ÚTIL” tem o “PODER”, nesta reta final de definir as eleições.

Historicamente, o “VOTO ÚTIL” teve um papel importante, mas de coadjuvante, ajudando mais os candidatos que estavam no segundo lugar.

Na Terra de Rondon, pela primeira vez, o “VOTO ÚTIL” pode ajudar a determinar as eleições em primeiro turno.

O voto útil pode ser uma estratégia utilizada por alguns candidatos para tentar ofuscar outras candidaturas e até implodir candidaturas. Então, por exemplo, quando você ver que tem um candidato que vem em terceiro ou quarto lugar que está crescendo e pode tirar votos daqueles que estão acima. Muitas vezes os que estão acima podem usar desse discurso para fazer com que os outros não cresçam”.

Do ponto de vista do eleitor, o voto útil “é direcionado para aqueles que têm alguma chance de vitória. Muita gente diz assim: ‘Ah, até gosto de tal candidato, tal candidata, mas não vou jogar o voto fora’. E aí acaba escolhendo um outro porque disseram que tem mais chance de ganhar ou porque as pesquisas apontaram que determinado candidato pode ganhar, é a ideia de voto útil”.

Segundo os frequentadores do Boteco da Alameda, o governador Otaviano Pivetta é quem tende a receber a vantagem dos possíveis votos úteis decididos a 18 dias das eleições, já que as pesquisas indicam que falta um percentual menor para que ele consiga vencer em primeiro turno.

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Evolução das intenções de voto

O Instituto Paraná Pesquisas, divulgada no dia 9 de setembro, aponta que a corrida maluca, rumo ao Palácio Paiaguás permanece aberta.

No cenário estimulado, Otaviano Pivetta se consolida com 40,8% das intenções de voto, frente a 30% do liberal Wellton Fagundes e de Natasha 12%. O levantamento mostra um avanço consolidado de Pivetta nas comparações direta entre os dois principais adversários.

Nota de rodapé: evolução das intenções de voto nos últimos 30 dias, Wellton Fagundes recuou cerca de 5 pontos percentuais no cenário estimulado.

Pivetta, oscilou positivamente e Natasha teve um crescimento de 3,3 pontos percentuais, atraindo parcela expressiva do eleitorado feminino.

O Boteco vai falar

Quer saber o que preocupa Wellton e favorece Pivetta nesta reta final de campanha? O eleitor de Mato Grosso, abrir mão de votar no seu candidato preferido e optar por outro para evitar um segundo turno.

Em uma disputa como o que vemos agora, em determinado momento, o eleitor começa a decidir não quem ele quer ganhe, mas quem ele quer que não ganhe.

Então, ele abandona no qual acreditava, mas que percebe que não ganhar, e vota com a expectativa de anular outro candidato.

Com Wellton e Pivetta, liderando as intenções de voto nas últimas pesquisas eleitorais feitas por Institutos de Pesquisas como o MT Dados, Percent, Paraná Pesquisas e Quaest, o apelo crescente pelo “VOTO ÚTIL” tem vindo principalmente dos eleitores Repúblicanos que tentam convencer, por exemplo, o eleitorado de Mato Grosso a mudar de escolha para segundo turno com o candidato bolsonarista não aconteça.

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Política

Estratégia na baixada eleva o tom da disputa política no Estado

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A campanha encabeçada por Otaviano Pivetta (Republicanos) e Gisela Simona (UB) deflagrou uma ofensiva estratégica direcionada aos municípios da Baixada Cuiabana. Integrantes da chapa majoritária intensificaram a presença simultânea e coordenada na região central do território mato-grossense desde o início deste ciclo decisivo do pleito. A mobilização abrange passeatas, atos de rua e reuniões com lideranças locais na tentativa de consolidar terreno no maior colégio eleitoral do estado. A ação conjunta visa responder à necessidade de converter a aprovação da atual gestão em votos definitivos nas urnas.

O epicentro dessa movimentação concentra-se nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande e Chapada dos Guimarães, além das localidades circunvizinhas que compõem o conglomerado urbano. A escolha geográfica justifica-se pelo expressivo contingente eleitoral e pela histórica densidade política dessas cidades. Nesses locais, a disputa por votos exige contato direto com bases comunitárias e articulação minuciosa com representantes de bairros. A presença massiva dos candidatos nestes polos urbanos busca neutralizar o avanço de adversários em áreas densamente povoadas.

A reconfiguração da agenda política ocorre neste momento crucial que precede a votação final. A aceleração das atividades públicas reflete o cronograma eleitoral e a necessidade de fixar os compromissos programáticos antes da abertura das urnas.

Essa fase derradeira exige que as propostas saiam do campo abstrato e ganhem contornos práticos no cotidiano dos eleitores. O calendário impõe ritmo acelerado para garantir a fixação das mensagens prioritárias da chapa junto à opinião pública.

A busca pela hegemonia política na região metropolitana fundamenta a intensificação dos atos públicos. A convergência entre o perfil gestor de Pivetta e a trajetória de defesa social de Gisela visa criar uma sinergia capaz de captar eleitores de diferentes segmentos socioeconômicos.

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A estratégia busca assegurar uma vantagem consistente nos centros urbanos mais povoados do estado, reduzindo margens de incerteza. Garantir o favoritismo na Baixada Cuiabana é considerado vital para a sustentação de qualquer projeto executivo estadual.

A engrenagem operacional da campanha combina caminhadas populares, bandeiraços e adesivaços com sabatinas e reuniões setoriais fechadas. Enquanto as manifestações de rua garantem visibilidade visual, os encontros com lideranças comunitárias servem para moldar as propostas administrativas de um eventual segundo mandato. As agendas foram divididas entre compromissos conjuntos das duas lideranças e ações concomitantes, cobrindo maior extensão territorial em menor intervalo de tempo.

Na composição interna da chapa, Gisela Simona assume o papel de ponte com as demandas sociais e urbanas, especialmente nas pautas ligadas ao consumidor e aos direitos das mulheres. A candidata a vice-governadora utiliza sua experiência prévia no Congresso Nacional e no serviço público para projetar uma imagem de sensibilidade social e capacidade técnica. Sua inserção no projeto político busca amplificar o diálogo com o eleitorado feminino e com as camadas populacionais das periferias urbanas.

Paralelamente, Otaviano Pivetta ancora a candidatura na credibilidade adquirida através da gestão pública executiva e do forte vínculo com a produção do interior. O governador traz ao palanque o peso dos investimentos estaduais já realizados e a reputação de rigor administrativo na condução das contas públicas. Essa imagem de eficiência técnica complementa a atuação de sua vice, oferecendo ao eleitor um contraste entre capacidade de entrega e escuta social.

No campo das propostas, a segurança pública emergiu como a pauta prioritária nos discursos dirigidos aos eleitores metropolitanos. Gisela Simona tem enfatizado a necessidade de combate ostensivo às organizações criminosas por meio do fortalecimento do trabalho de inteligência das polícias. A candidata ressalta os investimentos recentes na modernização das forças policiais, destacando o aporte em tecnologia, viaturas, armamentos e a incorporação de centenas de novos servidores aprovados em concursos públicos.

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Outro eixo norteador dos compromissos programáticos aborda o combate à violência contra a mulher por meio de redes integradas de proteção e prevenção. A proposta da chapa contempla a expansão do atendimento especializado e a implementação de plataformas digitais para socorro imediato às vítimas em localidades remotas. A estratégia visa articular a repressão aos crimes com políticas educacionais e preventivas, impedindo a escalada do feminicídio e garantindo assistência célere.

A articulação política conduzida na Baixada Cuiabana busca, em última análise, transformar as demandas colhidas nas ruas em diretrizes orçamentárias de governo. Os candidatos sustentam que a maratona de encontros servirá para organizar a escala de prioridades de uma nova administração estadual. A capacidade de integrar a experiência administrativa com o diálogo popular permanece como a principal aposta da chapa para assegurar a vitória no pleito.

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