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REBAIXADO PARA SÉRIE B 2025

Cuiabá se despediu de maneira melancólica da Série A

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Pela 38ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Vasco da Gama superou o Cuiabá por 2 a 1 no Estádio Governador José Fragelli, a Arena Pantanal, na última rodada da competição nacional, e terminou com esperanças para uma próxima temporada mais vencedora. Já o Cuiabá se despediu de maneira melancólica da Série A do Campeonato Brasileiro

O experiente centroavante argentino, com brilho do artilheiro Pablo Vegetti, fez os dois gols do Vasco na partida e chegou a 22 gols na temporada, sendo 12 deles no Brasileirão. O feito ainda colocou Vegetti como o maior artilheiro estrangeiro do clube na história da competição nacional, ultrapassando Petkovic.

Com a vitória, os cariocas foram a 50 pontos e terminam o Campeonato Brasileiro na 10ª colocação da tabela de classificação, com vaga garantida na Copa Sul-Americana. Além disso, o Vasco manteve o tabu contra o time mato-grossense. Agora, em seis jogos, o time de São Januário tem quatro vitórias e mais dois empates no duelo com o Cuiabá, lanterna do campeonato, com 30 pontos.

O Jogo

O duelo na capital mato-grossense começou com um susto para o torcedor vascaíno. Logo aos quatro minutos, Max recebeu cruzamento na área e mandou na trave. Em sequência, a bola bateu em Léo Jardim e sobrou na medida para Derik Lacerda, que livre de marcação, de frente para o gol, mandou na trave, perdendo uma chance incrível para o time da casa.

Porém, o cenário mudou aos 16. Coutinho lançou na área para Puma Rodríguez, que tocou de primeira para Vegetti, também de primeira, fuzilar para o fundo das redes. Entretanto, a alegria do time carioca durou pouco. Aos 32, Derik Lacerda recebeu em profundidade, parou em Léo Jardim, mas no rebote, mandou para o gol, e igualou o marcador.

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Mesmo com o gol sofrido, o Vasco não desanimou, mantendo a pressão fora de casa. E a estratégia surtiu efeito. Aos 42, Matheus Carvalho conduziu pela esquerda e deu um lançamento na medida para Vegetti, que sozinho, conduziu e tocou na saída de Pasinato, levando o time carioca em vantagem para o intervalo.

Na volta para o segundo tempo, o Vasco seguiu melhor na partida e teve um novo ânimo com a entrada de Payet e Paulinho. O volante brasileiro, que retornou aos gramados na última rodada após nove meses, chegou a balançar as redes aos 28, mas o gol acabou anulado por impedimento. Aos 49, Paulinho teve mais uma chance de fazer seu primeiro gol com a camisa do Vasco após 367 dias, em lindo passe de Payet, mas parou em Pasinato, que fez boa defesa. Assim, os cariocas seguraram o resultado até o fim e garantiram a vitória.

Com o término da temporada, as equipes agora já iniciam suas preparações para 2025, onde os Estaduais começarão mais cedo, devido à disputa da Copa do Mundo de Clubes, em junho.

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No próximo ano, o Vasco disputará o Campeonato Carioca, Copa Sul-Americana, Copa do Brasil e Série A do Campeonato Brasileiro. Já o Cuiabá se prepara para as disputas da Série B, Copa Verde, Copa do Brasil e Campeonato Mato-grossense.

Algumas movimentação já começaram no Cuiabá, após o rebaixamento, e passará por reformulação para disputa da Série B de 2025.

Confira as movimentações do clube no mercado da bola.

Chegam

Até o momento sem nomes

Saem

Walter: ídolo da torcida, o goleiro não renovou contrato por conta do rebaixamento e já despediu-se do clube.
Jonathan Cafú: o atacante tinha vínculo até o fim do ano e não faz mais parte do elenco.
Filipe Augusto: o volante é mais um que possuía contrato até o fim da temporada.
Lucas Fernandes: estava cedido por empréstimo do Portimonense e havia sido liberado em novembro.
Gustavo Sauer: estava emprestado pelo Botafogo e tinha sido liberado junto com Lucas Fernandes.

Podem sair

Marllon: o zagueiro foi procurado pelo Juventude e ficou de fora da última partida da Série A.
Matheus Alexandre: o lateral-direito recebeu sondagens. O Athletico fez consulta.
Alan Empereur: o Cuiabá considera negociar o zagueiro e não ofereceria resistência em caso de propostas.

Voltam de empréstimo

Emerson Negueba: o atacante retorna após período no Botafogo (SP).

Renovam

Bernardo Franco: o técnico tem renovação encaminhada para 2025.

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ESPORTES

Empate evidencia desafios táticos na caminhada pelo Hexacampeonato

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A Seleção Brasileira iniciou sua trajetória na Copa do Mundo de 2026 com um empate por 1 a 1 diante do Marrocos, em uma partida marcada por dificuldades táticas, momentos de superação e importantes lições para a sequência do torneio. O resultado, obtido na estreia da competição, colocou em evidência aspectos que precisarão ser ajustados pela equipe comandada por Carlo Ancelotti nas próximas rodadas.

O confronto foi realizado em Nova Jersey e reuniu duas seleções que chegaram ao Mundial cercadas por expectativas. Enquanto o Brasil busca conquistar o tão sonhado hexacampeonato e encerrar um jejum de 24 anos sem títulos mundiais, o Marrocos entrou em campo respaldado pela campanha histórica que o levou ao quarto lugar na última edição da Copa do Mundo e pela sétima colocação no ranking da Fifa.

Desde os primeiros minutos, os marroquinos demonstraram superioridade no controle das ações. O meio-campo formado por Neil El Aynaoui, Ayyoub Bouaddi e Azzedine Ounahi conseguiu pressionar a saída de bola brasileira, reduzir os espaços para construção das jogadas e impedir que a equipe sul-americana desenvolvesse seu estilo tradicional de posse e movimentação ofensiva.

Entre os setores mais afetados pela estratégia adversária esteve o ataque brasileiro. Raphinha encontrou dificuldades para articular as jogadas pelo centro, especialmente quando recebia a bola de costas para os marcadores. Lucas Paquetá também apresentou desempenho abaixo do esperado, acumulando erros de passe e encontrando obstáculos para vencer os duelos individuais ao longo da primeira etapa.

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Outro ponto que chamou atenção foi a atuação discreta de Igor Thiago. Escalado como titular, o atacante não conseguiu se adaptar ao modelo de jogo adotado pela Comissão Técnica da Seleção Canarinho para a estreia. Com participação limitada, o centroavante teve poucas oportunidades de contribuir ofensivamente e desperdiçou sua principal chance ao errar uma cabeçada em posição favorável dentro da área.

Apesar das dificuldades coletivas, a Seleção Brasileira encontrou em Vinicius Júnior seu principal elemento de desequilíbrio. Demonstrando personalidade e capacidade de decisão, o atacante assumiu o protagonismo da equipe em momentos decisivos e marcou o gol que garantiu o empate brasileiro após uma jogada individual de alto nível técnico.

Além do gol, Vinicius Júnior foi responsável por proporcionar maior velocidade e criatividade ao setor ofensivo. Suas arrancadas pelos corredores e sua capacidade de enfrentar a marcação adversária criaram as melhores oportunidades do Brasil durante a partida, tornando-o o principal destaque da equipe na estreia mundialista.

No sistema defensivo, Douglas Santos apresentou uma atuação consistente. O lateral-esquerdo recebeu a missão de neutralizar Brahim Díaz, uma das principais referências técnicas do Marrocos, e cumpriu sua função com eficiência. Sua segurança nos desarmes e seu posicionamento ajudaram a reduzir os espaços para as investidas do adversário.

Percebendo as dificuldades apresentadas pela equipe, Carlo Ancelotti promoveu mudanças importantes no intervalo. Com Ibañez e Casemiro já advertidos com cartão amarelo, o treinador optou pelas entradas de Danilo e Fabinho. As alterações proporcionaram maior equilíbrio ao meio-campo e contribuíram para que o Brasil passasse a controlar melhor as ações defensivas.

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Entre os jogadores que cresceram após as modificações, Fabinho teve participação decisiva. O volante se destacou na recuperação de bolas, na interrupção de contra-ataques e na proteção da defesa, oferecendo maior estabilidade ao conjunto brasileiro.

Com o empate na estreia, a Seleção volta suas atenções para o confronto contra o Haiti, marcado para a próxima sexta-feira, quando buscará a primeira vitória na competição e a consolidação de sua caminhada rumo ao hexacampeonato mundial.

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