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DOMINGO DE PÁSCOA COM CHOCOLATE

Ovo de páscoa a maior variação é de mais de 76%

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O Domingo de Páscoa é uma das celebrações mais festivas entre os cristãos de todo mundo. A data comemora a ressurreição de Jesus Cristo, conforme escrito na Bíblia cristã e sua ocorrência varia a cada ano. Aliás, você sabia que a Páscoa é celebrada sempre num domingo de abril?

Dar ovos de chocolate no domingo de Páscoa não é apenas uma tradição do consumidor, como algumas pessoas pensam. A sua origem tem uma longa tradição que se viveu durante a Quaresma ao longo de gerações, durante muitos séculos. E as famílias tem uma tradição de dar ovos de Páscoa às crianças na Páscoa. Masssss…

Preços variados

Quem deixou as compras de ovos Páscoa e chocolates para a última hora não pode abrir mão da pesquisa de preços. Em monitoramento realizado pela Secretaria Adjunta de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon), da Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Setasc), em estabelecimentos comerciais de Cuiabá, o órgão de defesa do consumidor encontrou variação de até 112,49% para caixa de bombons de diferentes marcas.

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Na pesquisa, realizada entre os dias 09 e 11 de abril, foram comparados valores de ovos de chocolate e caixas de bombons, entre outros produtos, de diversas marcas, tipos e modelos, informa o coordenador de Fiscalização, Controle e Monitoramento de Mercado do Procon-MT, Ivo Vinícius Firmo.

A variação de valores encontrada em diferentes estabelecimentos reforça a importância de o consumidor pesquisar os preços, seja presencialmente nas lojas, em encartes e material publicitário divulgados ou nos sites dos estabelecimentos. Também é possível utilizar a ferramenta Menor Preço, do aplicativo Nota MT”, salienta a secretária adjunta do Procon-MT, Cristiane Vaz.

O produto com maior diferença percentual registrado, de 112,49%, foi entre caixas de bombons de 251gr. O menor preço encontrado foi R$ 10,49 e o maior valor foi R$ 22,29.

Algumas marcas de ovos de Páscoa de 305,4gr, aparem em segundo lugar com variação de 76,14%: menor preço R$ 61,99 e maior preço R$ 109,19. E, em terceiro lugar, aparecem ovos de Páscoa de 166gr, com diferença percentual entre marcas de 68,58% (menor preço R$ 69,99 e maior preço R$ 117,99).

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Em quarto lugar estão as caixas de bombons de 250,6gr que entre algumas marcas apresentam variação percentual de 66,38% (menor preço R$ 11,69 e maior preço R$ 19,45). Também foram pesquisados ovos de Pascoa de 166gr, que aparecem em quinto lugar, com variação de 60,01% (menor preço R$ 69,99 e maior preço R$ 111,99)

Confira AQUI a Pesquisa Completa.

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ECONOMIA

Europa supera China e paga até 40% mais pela carne bovina produzida em MT

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Embora a China continue como principal compradora da carne bovina produzida em Mato Grosso, são os mercados europeus que oferecem a maior remuneração pelo produto do Estado. Dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) mostram que, no primeiro semestre de 2026, a União Europeia pagou, em média, US$ 6.390 por tonelada de carne bovina mato-grossense, enquanto os demais países europeus desembolsaram US$ 6.667 por tonelada. Os valores superam em até 40% o preço médio pago pela China, de US$ 4.745 por tonelada.

A diferença evidencia uma estratégia cada vez mais importante para a pecuária de Mato Grosso: além de ampliar mercados, conquistar destinos que remuneram melhor a carne produzida. Embora a China tenha absorvido 55,2% dos embarques mato-grossenses no primeiro semestre, os mercados europeus se destacam pelo maior valor agregado dos produtos exportados e pelas exigências relacionadas à qualidade e rastreabilidade.

Esse cenário também é refletido no Índice de Atratividade das Exportações, indicador elaborado pelo Imea que compara quanto cada mercado remunera a carne bovina em relação ao valor da arroba do boi gordo em Mato Grosso. Na prática, o índice mede a capacidade de cada destino gerar retorno econômico para a cadeia produtiva: quanto maior o índice, maior é o valor agregado obtido na exportação.

Nesse ranking, a União Europeia lidera com índice de 108,49, seguida pelos demais países da Europa (98,59). Em comparação, a China registra índice de 74,37, atrás ainda do Oriente Médio (76,58) e da América do Norte (75,47). Os números mostram que, embora compre menor volume, o mercado europeu proporciona uma remuneração significativamente superior pela carne mato-grossense.

A China continuará sendo um parceiro estratégico pela capacidade de absorção de grandes volumes, mas o avanço da carne mato-grossense em mercados como a União Europeia demonstra que nossos produtores também estão preparados para atender consumidores que valorizam qualidade, rastreabilidade e regularidade no fornecimento. Isso aumenta a competitividade da cadeia e agrega valor à produção, avalia o diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Bruno de Jesus Andrade.

Segundo Andrade, ampliar a presença em mercados mais exigente fortalece toda a cadeia produtiva e reduz a dependência de poucos compradores.

Diversificar mercados significa aumentar a segurança comercial da pecuária mato-grossense. Quanto maior a participação em destinos que pagam mais pelo produto, maior é o estímulo para investimentos em tecnologia, genética, eficiência produtiva e programas de conformidade socioambiental”, enfatiza.

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