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SAÚDE DE PONTA

Hospital Santa Rosa anuncia investimentos de R$ 15 milhões em Várzea Grande

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Os diretores do Grupo Santa Lúcia, que é responsável pelo Hospital Santa Rosa, foram recebidos pelo Prefeito da Cidade Industrial, Kalil Sarat Baracat de Arruda (MDB), para apresentar o projeto de instalação de uma nova unidade de Saúde Avançada Santa Rosa, com serviço de emergência médica 24h, em Várzea Grande. O Diretor Executivo, Danilo Brito; o Diretor Financeiro e de Expansão, Lucius Magalhães; e o cirurgião geral e Diretor Clínico, José Carlos Costa Marques, destacaram a potencialidade do município para receber o primeiro projeto de expansão do grupo, com expectativa de inaugurar a unidade até dezembro de 2021.

O Hospital Santa Rosa, que foi fundado em 1997, se tornou uma das principais unidades privadas do Estado de Mato Grosso e, ao final de 2019, foi anunciada sua incorporação pelo Grupo Santa Lúcia, de Brasília, o terceiro maior grupo hospitalar do país.

Para o Prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat, Mato Grosso conta com um corpo clínico de excelência e a cidade de Várzea Grande ganha com mais um empreendimento de saúde, ampliando a capacidade do município em atender sua população.

Temos pessoas chegando em Várzea Grande, vindas de várias cidades do interior, de outros Estados, sendo um ponto estratégico para a instalação de novos empreendimentos. Já temos aqui clínicas de saúde de referência no Estado, atraindo pacientes de diversas regiões da capital”, pontuou o prefeito, acrescentando que a instalação de uma unidade de saúde do grupo do Santa Rosa impacta na geração de emprego e de renda no município.

O local escolhido foi um anexo ao Várzea Grande Shopping, numa área de 3 mil metros quadrados, que vai abranger estrutura para 32 boxes de atendimentos de emergência, laboratório, centro de imagem, equipamentos de alta tecnologia, e investimentos na ordem de R$ 15 milhões.

Na Unidade Avançada, o paciente será imediatamente atendido em um box individual, com foco em humanização e agilidade na resolução do problema”, comenta Danilo.

O grupo, acrescenta Lucius, tem como meta a expansão regional, sendo Várzea Grande a primeira cidade escolhida, e tem objetivo de oferecer qualidade assistencial, tendo em seu DNA, o compromisso com o contexto em que está inserido. Nesta vertente, informa o médico José Carlos, o corpo clínico local foi fortalecido, apesar da incorporação por um grupo de outro Estado.

Não tivemos substituição de nossos profissionais por médicos de outros estados, ao contrário, o Programa de Residência Médica, liderado pelo médico Cervantes Caporossi, serviu de referência para a unidade no Distrito Federal, afirmou.

O prefeito lembrou ainda sobre os investimentos dos empreendimentos hoteleiros na região do Jardim Aeroporto, bem como o novo Centro de Atendimento ao Turista (CAT), que será entregue na próxima quinta-feira.

Várzea Grande vive uma nova fase de investimentos. A pandemia impactou nos negócios, na economia e nos dedicamos em buscar maneiras de fortalecer parcerias que movimentam o desenvolvimento da cidade e amplie as possibilidades de qualidade de vida para a população, destacou.

Importante observar que o setor de saúde pública na cidade tem sido objeto de destaque pela organização, celeridade e transparência. Recentemente, foi inaugurada uma nova Maternidade Dr. Francisco Lustosa de Figueiredo com o Projeto Rede Cegonha em um anexo do Hospital São Lucas, fruto da parceria da Prefeitura Municipal de Várzea Grande com o Governo do Estado de Mato Grosso e Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT).

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Para os diretores do Hospital Santa Rosa, investimentos públicos reforçam o atendimento gratuito para aqueles que dependem do SUS, mas também abrem perspectivas para os atendimentos privados que se apresentam com o que existe de mais moderno e eficiente.

Eles também debateram as propostas do Prefeito da Cidade Industrial, Kalil Baracat em construir um novo Hospital e Pronto Socorro de Várzea Grande que está tendo seu projeto elaborado e já conseguiu a sinalização do Senador por Mato Grosso do Partido Democrata (DEM), Jayme Veríssimo de Campos e de outros parlamentares federais para receber emendas, um aporte de recursos por parte da Assembleia Legislativa de Mato Grosso e do Governo do Estado para que em até dois anos essa obra se torne uma realidade.

O Novo Hospital Pronto Socorro irá transformar a atual unidade em um Centro de Diagnóstico.

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ECONOMIA

Conta de energia pode acumular quase R$ 1 trilhão em custos adicionais até 2050

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Um levantamento divulgado pela Frente Nacional dos Consumidores de Energia (FNCE) estima que medidas adotadas entre janeiro de 2023 e maio de 2026 poderão acrescentar aproximadamente R$ 985 bilhões às tarifas de energia elétrica brasileiras até 2050. O estudo analisa decisões relacionadas ao setor elétrico e projeta seus impactos financeiros para consumidores residenciais, produtores rurais, comerciantes, indústrias e prestadores de serviços em todo o país.

Segundo a entidade, os custos adicionais decorrem de medidas provisórias, leis, leilões de energia, acordos administrativos e alterações legislativas aprovadas no período analisado. A projeção indica que os efeitos dessas iniciativas tendem a ser incorporados gradualmente às tarifas, influenciando a composição da conta de luz nas próximas décadas.

A política energética brasileira é conduzida pelo Governo Federal, responsável pelo planejamento do setor, pela formulação de diretrizes, pela edição de medidas provisórias e pela coordenação de ações administrativas. De acordo com a análise apresentada pela Frente Nacional dos Consumidores de Energia (FNCE), decisões tomadas nesse âmbito podem produzir impactos permanentes sobre a estrutura tarifária quando resultam na criação de novos encargos ou obrigações para o sistema elétrico.

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O estudo também destaca a participação do Congresso Nacional no processo de definição das regras do setor. Conforme a entidade, a aprovação de dispositivos inseridos em projetos legislativos, conhecidos como “jabutis”, e a manutenção de mecanismos que elevam os custos permanentes do sistema contribuem para ampliar despesas posteriormente repassadas aos consumidores por meio das tarifas.

Na avaliação da Frente Nacional dos Consumidores de Energia, o atual modelo transfere aos usuários finais o financiamento de subsídios, contratações compulsórias de energia, acordos administrativos e outras obrigações regulatórias. Como consequência, consumidores de diferentes segmentos assumem custos cuja definição ocorre durante o processo de elaboração e aprovação das políticas públicas.

A entidade afirma ainda que a sucessão de medidas adotadas sem uma estratégia integrada compromete a sustentabilidade econômica do setor elétrico. O diagnóstico apresentado defende a necessidade de uma reforma estrutural capaz de reduzir encargos, aumentar a eficiência regulatória e preservar a modicidade tarifária como princípio orientador da política energética nacional.

Os reflexos das tarifas mais elevadas, segundo especialistas do setor, vão além do orçamento das famílias. O aumento do custo da energia elétrica pode elevar despesas operacionais da indústria, do comércio, do agronegócio e do setor de serviços, afetando a competitividade da economia, pressionando preços e influenciando o comportamento da inflação ao longo do tempo.

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Outro aspecto destacado pelo levantamento é a recorrente incorporação de novos custos às contas de energia como mecanismo de financiamento de decisões relacionadas ao setor elétrico. Para a FNCE, esse processo evidencia a necessidade de ampliar o debate sobre eficiência administrativa, revisão de gastos públicos e aperfeiçoamento das normas regulatórias que disciplinam o mercado de energia.

A projeção de aproximadamente R$ 985 bilhões em custos adicionais até 2050 amplia a discussão sobre planejamento energético e responsabilidade fiscal. Embora as decisões envolvam aspectos técnicos e regulatórios, seus efeitos alcançam diretamente consumidores, empresas e toda a cadeia produtiva, tornando o tema relevante para o debate sobre políticas públicas e desenvolvimento econômico.

Diante desse cenário, o estudo sustenta que o equilíbrio entre segurança energética, eficiência administrativa e modicidade tarifária permanece como um dos principais desafios do setor elétrico brasileiro. A entidade defende que futuras decisões sejam acompanhadas de maior planejamento, avaliação de impactos econômicos e transparência, buscando reduzir a pressão sobre as tarifas e preservar o poder de compra da população.

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