O INIMIGO MORA AO LADO
Na sigla do DEM existe “algo” amargo, por isso o “Fogo Amigo”
A expressão “Fogo Amigo” tem o seguinte significado:
“Expressão utilizada em guerras quando algum ataque ou bombardeio atinge as próprias tropas ou as tropas aliadas, normalmente por erro de cálculo ou de interpretação. Diz-se, também, de atitudes de traição”.
O chamado “Fogo Amigo“, com recorrente troca de ataques de políticos que supostamente deveriam ser aliados se espalhou pela Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), secretários e, principalmente dentro do Partido Democratas (DEM), no qual parlamentares atacam o governador, indiretamente, através dos seus secretariados. As brigas ganham redes sociais gerando desgaste extra para o Paiaguas.
Este “Fogo Amigo” está presente entre aliados e na sigla do governador Democratas, Mauro Mendes, desde os primeiros dias de sua gestão.

Amigo internauta do Blog do Valdemir, sabia que existe guerra interna para o bem? Difícil de imaginar né? Mas a estratégia do “Fogo Amigo” funcionou, e acreditem, foi bastante fácil: enquanto o grupo Jaimistas vive a “caça as brechas e falhas”, o grupo Mauristas numa espécie de gato e rato, vai desenvolvendo novas estratégias.
Os dois grupos conhecem as vulnerabilidades mais comuns de ambos e os tipos de ataques mais atuais, eles sabem que é preciso também quebrar a cabeça para inovar e fazer tudo o que for possível, até marcar um almoço para uma trégua entre os grupos Jaymistas e Mauristas, o almoço aconteceu ontem terça-feira, com a presença de: Mauro, Cidinho, Botelho, Carvalho, Beto Dois a Um, Júlio e lógico ele, que todos os pleitos eleitorais que disputou não perdeu nunca, a equipe de reportagem do Blog do Valdemir, está se referindo ao Senador do Partido Democratas (DEM), o cacique com mãos de ferro, Jayme Veríssimo de Campos.
Jayme x Mauro: o início da discórdia
Em 2014, o então Prefeito da Capital de todos os mato-grossenses, Mauro Mendes Ferreira, não hipotecou apoio ao então candidato na época para o Senado da República, Jayme Campos, que logo após, acabou recuando da disputa.
Em 2018, Mauro Mendes era o noivo a ser cobiçado para concorrer o pleito eleitoral. Cortejado por uma grande maioria, Mendes vinha sendo namorado pelos Democratas. Na época Jayme Campos abriu as portas do Partido Democratas (DEM) para os dissidentes do Partido Socialista Brasileiro (PSB), logo após o antigo Diretório da legenda ser destituído por decisão do presidente nacional da legenda, Carlos Siqueira.
Na ocasião os socialistas no Estado ficaram insatisfeitos com o fato da Executiva Nacional articular o retorno do então deputado federal Valtenir Pereira a sigla, já na condição de presidente do Estado.
O convite para Mauro Mendes ingressar no DEM partiu de Jayme Campos. Na época (2018), o líder dos Democratas conversou com a imprensa o fato transcorrido em 2014. Ele disse que não ficou magoado com Mauro Mendes em função de não o ter apoiado.
“Eu não tenho mágoa com ninguém na política, é um assunto superado. Tenho amizade e respeito por ele”.
PS: existe algo amargo!
Contradições do DEM
Nada muda no Partido Democratas. Os 353 dias de 2021, acentuou as contradições que tem marcado o DEM. O partido caminha para o ano eleitoral sem resolver as alas mais próximas e as afastadas do governador Mauro Mendes.
As contradições do DEM se dão em um partido que passou por uma expressiva fase de recuperação nos últimos anos, mas que registra dificuldades em consolidar sua identidade e definir seus rumos para o período eleitoral.

Mas, isso é o histórico da sigla. Desde a sua criação os Democratas quase sempre desempenham um papel de coadjuvante na política mato-grossense.
Descendente direto da Arena, partido que deu sustentação ao regime militar, o Democratas (DEM) viveu seus anos de glória quando era chamado de Partido da Frente Liberal (PFL).
Hoje o DEM não chega nem perto da força política e eleitoral do antigo Pefele (PFL) já teve um dia.
Troca de partido
O governador Mauro Mendes tem interesse em ficar no partido em que está filiado, mas as circunstâncias o levam para a porta da saída. Esta decisão ele precisa ser tomado até o mês de abril de 2022 (seis meses antes das eleições que ocorrem dia 2 de outubro).
Aparentemente faltam 120 dias, mas, a decisão do governador Mauro Mendes do Partido Democratas é de não ficar para a última hora devido a complexidade do problema.
É isso internautas do Blog do Valdemir, as eleições de 2020 deram indícios ao governador Mauro Mendes de que ele precisa modificar, mudar, melhorar as suas alianças, caso queira continuar no poder depois de 2022.
O êxito de alguns líderes políticos de Mato Grosso mostrou que, agora ele tem um rival político capaz de conquistar parte dos seus “apoiadores” e também parte do seu eleitorado conservador.
Diante disso, Mauro Mendes se vê na necessidade de renovar alguns vínculos. De todo modo, tão importante, quando isso, Mendes terá de centralizar o debate, evitando polarização, conflitos e conter o “Fogo Amigo”.
Agora entenderam a razão do discurso de “secretários não atender”? Mauro precisa se organizar e se posicionar qual o campo ele vai atuar.
Política
Podemos articula expansão legislativa em Mato Grosso para o pleito de 2026
O deputado estadual Max Russi, presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) e dirigente do Podemos no âmbito estadual, oficializou as projeções e o planejamento estratégico de sua legenda partidária voltados para as eleições gerais que ocorrem neste ano de 2026.
A declaração oficial e a apresentação das diretrizes políticas da sigla foram realizadas pelo próprio cacique partidário durante interlocução recente com veículos de comunicação na capital, Cuiabá, oportunidade na qual foram detalhados os nomes que comporão as chapas governamentais e proporcionais do partido.
A articulação política do grupo visa prioritariamente ampliar a representatividade mato-grossense no Congresso Nacional e fortalecer a base de apoio local, consolidando a legenda como uma das principais forças partidárias do Estado de Mato Grosso por meio do preenchimento de cadeiras estratégicas na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa Mato-grossense (AL/MT).
As motivações por trás dessa arrojada meta fundamentam-se no expressivo crescimento quantitativo de filiados verificado durante o último período de “Janela Partidária”, conjuntura que proporcionou ao Podemos a recepção de parlamentares com mandatos ativos e o fortalecimento de lideranças regionais competitivas.

O plano eleitoral delineado pelo diretório será implementado de forma imediata em todo o território de Mato Grosso, estendendo-se ao longo dos meses de campanha oficial até a consolidação do escrutínio nas urnas eletrônicas em outubro deste ano de 2026.
De acordo com a análise técnica apresentada pelo presidente da sigla, Max Russi, o partido trabalha com um cenário realista que garante uma vaga federal consolidada e projeta a conquista de uma segunda cadeira na Câmara Federal, a qual dependerá diretamente do somatório do quociente eleitoral e do desempenho coletivo da chapa.
Para atingir tais objetivos no âmbito federal, a agremiação estruturou uma lista que mescla a experiência de parlamentares tradicionais e nomes emergentes, incluindo as vereadoras Gisa Barros, Kalynka Meirelles e Katiuscia Manteli, além de figuras como Nelson Barbudo, Neri Geller, César Roveri, Fernando Gorgen, Fred Murta e o pastor Marcos Ritela.
Simultaneamente à disputa federal, o Podemos projeta dobrar sua atual bancada na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL/MT), almejando saltar de três representantes, bancada composta hoje pelo próprio Max Russi, Alberto Machado, o Beto Dois a Um, e Fabio Tardin, para um total de seis deputados estaduais eleitos na próxima legislatura.

A viabilização matemática dessa ambiciosa ampliação fundamenta-se na pulverização geográfica dos candidatos pelas principais macrorregiões econômicas e demográficas do Estado de Mato Grosso, garantindo uma captação de sufrágios uniforme e robusta nas urnas.
Caso as projeções internas confirmem-se após a contagem dos votos, o Podemos passará a deter aproximadamente 25% da composição total do parlamento estadual mato-grossense, alterando significativamente o equilíbrio de forças e a dinâmica de governabilidade no cenário político regional a partir de 2027.
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