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SEM CONDIÇÕES

Volta as aulas em Mato Grosso somente em agosto com vacinação

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Deve fazer um bom tempo que o secretário de Educação do Estado de Mato Grosso (SEDUC/MT), Alan Resende Porto, não visita as escolas de nosso Estado, digo, não com as pompas de secretário, que espalha cercadinhos e limita o contato com os profissionais da Educação, com os estudantes e os responsáveis.

Só isso explica, o secretário de Educação de Mato Grosso tomar algumas decisões contraditórias. Não digo que não tenha condições o retorno das aulas presenciais. A depender da cidade, conforme saímos do chamado centro expandido, falta um pouco de tudo nas quebradas (cidades). Menos criança. Mas também não falta escola.

O dueto escola-aluno define mais a preocupação com o ensino do que Saúde. Se este ainda não definisse, não teríamos eleito nossos gestores ranzinza e que odeia opiniões. Nem deixado nossa salvação sanitária nas mãos de quem, não sai do gabinete.

A única conclusão possível, é que nem o secretário de Educação do Estado de Mato Grosso e nem alguns gestores têm a menor ideia do que seja, o retorno das atividades escolares. O que falta é bilhete.

Então vamos mandar alguns aspectos para o secretário analisar antes de decisões: o ensino remoto prejudica o processo de alfabetização? Os danos psicológicos as crianças são maiores que o risco de se expor a pandemia? Os protocolos das escolas são seguros, a maioria das crianças é assintomática. Isso permite a volta? O bem-estar do meu neto está acima está acima de tudo, inclusive de bem-estar coletivo?

Então nobre secretário de Educação de nosso querido Estado de Mato Grosso, ainda bem que o governador Mauro Mendes Ferreira (DEM), não caiu na sua. Quer saber secretário? Neste momento, com a disseminação de novas variantes, há um risco epidemiológico maior, então senhor secretário, o retorno as aulas presenciais foram adiadas, ou queres colocar na sua conta?

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Aulas presenciais somente em agosto

Conforme publicado pelo Blog do Valdemir neste domingo (30), o governador Mauro Mendes Ferreira decidiu adiar a retomada das aulas presenciais para o segundo semestre do ano letivo, que está previsto para começar em agosto.

As aulas presenciais, a partir do formato híbrido deveria retornar na próxima semana dia 07 de junho.

O que significa continuar na modalidade não presencial até o fim deste semestre. A previsão é que, após o recesso escolar do meio do ano, em agosto, os alunos retornem na modalidade híbrida, quando aos servidores já devem estar imunizados.

Profissionais da Educação

Um dos fatores que impedem que o ensino presencial seja retomado hoje em Mato Grosso é a imunização dos profissionais da Educação.

Caso ocorresse, o retorno das atividades os profissionais estariam expostos, além disso é necessário que sejam realizados testagens constantes e melhores condições de higienização dos espaços escolares.

Em Mato Grosso é necessário avançar bastante na imunização desses profissionais. Se o plano de imunização realmente for seguido, é possível que a volta as aulas no Estado aconteça já no segundo semestre do ano.

Secretário de Saúde X Educação

Recentemente o secretário Estadual de Saúde (SES/MT), Gilberto Gomes de Figueiredo disse que as aulas, na rede estadual de ensino só voltaria de forma presencial quando houvesse vacinas para todos. Alguns dias após o seu pronunciamento, o secretário de Educação emitiu um comunicado, consultar a sua equipe; autorizando a reabertura das escolas do Estado para aulas presenciais curriculares.

Além da contradição entre os secretários, o anúncio aconteceu no momento que Mato Grosso estava no estágio estável.

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Nota da Redação

Segundo diversos estudos científicos, a Pandemia da Covid-19 ainda está em estágio elevado no Brasil e nos estados brasileiros, e isso representa um dos focos mais importantes de disseminação da Covid-19. Por isso, adotar medidas baseadas em estudos e análises divulgados por entidades científicas de respeitabilidade social, como universidades e centros de pesquisa, reconhecidos internacionalmente, é o único passo aceitável.

A retomada das atividades das escolas particulares, neste momento, além de ser um risco para alunos, familiares e profissionais da Educação, também amplia as desigualdades entre estudantes da rede pública e do setor privado de ensino. Ademais, é inadmissível a diferença de tratamento entre alunos da escola pública e dos estabelecimentos particulares. Medidas de acesso à aprendizagem têm de objetivar sempre a prevalência da educação como um todo único de qualidade e oportunidade para todos.

Somos adeptos, logicamente, de que seja realizado planejamento para a reorganização das atividades pedagógicas para quando houver efetivas condições e embasamento científico que sustente a retomada das aulas presenciais. Porém, temos a convicção de que isso somente possa ser feito com base nas determinações da ciência e na perspectiva da preservação da saúde e da vida dos (as) alunos (as), dos (as) professores (as) e de todos os (as) trabalhadores (as) da educação e da comunidade escolar.

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Destaques

Possível saída de Conselheiro do TCE/MT intensifica disputa política e reabre debate sobre sucessão no Órgão de Controle

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Uma possível mudança na composição do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT) passou a ocupar o centro das articulações políticas e institucionais no Estado. O conselheiro Waldir Teis, de 73 anos, estaria avaliando a antecipação de sua aposentadoria ainda neste ano, em um movimento que poderá abrir uma das vagas mais cobiçadas do sistema de fiscalização pública mato-grossense.

A informação foi confirmada por interlocutores com trânsito entre a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) e o próprio Tribunal de Contas. Nos bastidores, a possibilidade é tratada como um cenário concreto, embora ainda não exista anúncio oficial sobre a eventual saída do conselheiro.

Caso a aposentadoria seja formalizada, a principal consequência será a abertura de uma vaga estratégica no colegiado responsável por analisar contas públicas, fiscalizar gastos governamentais e emitir pareceres técnicos sobre a gestão dos recursos estaduais.

A sucessão ganhou relevância por envolver interesses políticos e institucionais de grande alcance.

Entre os nomes apontados como potenciais sucessores estão os deputados estaduais Dilmar Dal Bosco (UB) e José Eduardo Botelho (MDB), além do ex-secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo. Os três são citados em conversas de bastidores como possíveis candidatos com condições de disputar espaço na composição da Corte de Contas.

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As articulações ocorrem principalmente nos círculos políticos de Cuiabá e nos ambientes institucionais ligados ao Poder Legislativo, ao Poder Executivo e ao próprio Tribunal de Contas. A movimentação também se estende a lideranças partidárias e grupos de influência que acompanham o processo de definição da futura vaga.

Segundo relatos obtidos junto a fontes ligadas ao meio político estadual, as discussões se intensificaram após o encerramento do ciclo eleitoral de 2026. Desde então, diferentes grupos passaram a avaliar cenários e estratégias diante da possibilidade de renovação parcial do quadro do TCE/MT.

O interesse em torno da vaga decorre da relevância institucional do cargo de conselheiro. Além de exercer funções de fiscalização e controle externo, os integrantes do Tribunal de Contas possuem papel decisivo na análise de contratos públicos, prestações de contas e atos administrativos que impactam diretamente a gestão estadual e municipal.

Embora as conversas estejam em andamento, ainda não há definição sobre qual caminho será adotado. A eventual escolha do futuro ocupante dependerá do cumprimento dos trâmites legais, das articulações políticas e dos entendimentos construídos entre os diversos atores envolvidos no processo sucessório.

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A expectativa é que as negociações avancem gradualmente nos próximos meses, à medida que o cenário se torne mais claro. Nos bastidores, lideranças políticas observam atentamente cada movimento, uma vez que a composição da Corte poderá influenciar o ambiente institucional mato-grossense pelos próximos anos.

Diante desse contexto, a possível aposentadoria de Waldir Teis já produz reflexos significativos na dinâmica política estadual. Ainda que não haja confirmação oficial sobre sua saída, a mera perspectiva de abertura da vaga transformou o tema em um dos assuntos mais acompanhados nos corredores da Assembleia Legislativa, do Governo de Mato Grosso e do Tribunal de Contas, evidenciando a importância estratégica da sucessão para o equilíbrio institucional do Estado.

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