Search
Close this search box.

CPF PREMIADO

Sefaz realiza primeiro sorteio de 2021 do Nota MT nesta quinta-feira (14)

Publicados

em

A Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT), realiza nesta quinta-feira (14), às 9h, o primeiro sorteio da Nota MT de 2021. O concurso será transmitido ao vivo pelas redes sociais do Governo e da Sefaz, diretamente da sala de reunião Garcia Neto, no Palácio Paiaguás. Na ocasião serão distribuídos R$ 550 mil entre prêmios de R$ 500 e R$ 10 mil, sendo divididos em: 1.000 prêmios de R$ 500 e outros cinco de R$ 10 mil.

Nesse primeiro sorteio de 2021 estarão concorrendo 285.657 consumidores cadastrados no Nota MT, que pediram o CPF nos documentos fiscais emitidos no mês de dezembro de 2020. Os sorteios são realizados com base nas dezenas da Loteria Federal, da Caixa Econômica Federal, e concorrem notas fiscais e bilhetes de passagem eletrônicos emitidos no mês anterior ao mês do sorteio.

Ao todo, foram gerados 2.112.740 bilhetes eletrônicos, oriundos das compras realizadas entre 01 e 31 de dezembro de 2020. Desse total, 8.238 são referentes aos bilhetes de passagem eletrônicos e 2.104.502 referentes às notas fiscais. Devido ao período de final de ano, em que há uma elevada movimentação no comércio, o mês de dezembro foi o que teve maior número de bilhetes gerados e que vão concorrer aos prêmios mensais.

Leia Também:  Policiais civis de MT cumpriram mandados de prisão e de buscas e apreensões em cidades do interior paulista

Para concorrer aos sorteios o consumidor precisa realizar cadastro no site Nota MT e exigir a nota fiscal com CPF em suas compras de mercadorias e bens de consumo. Bilhetes de passagem eletrônico (BP-e) emitidos nas prestações de serviço de transporte de passageiros também concorrem. Serão considerados válidos documentos fiscais autorizados pela Sefaz e com a inclusão do CPF do usuário cadastrado no Programa Nota MT.

Programação de sorteios

O Programa Nota MT vai distribuir R$ 7,6 milhões em prêmios ao longo do ano de 2021 entre sorteios mensais e especiais. Ao todo serão realizados 16 sorteios durante o ano, com premiações nos valores de R$ 500 e R$ 10 mil a cada mês e de R$ 50 mil em datas comemorativas.

Sorteios Mensais

Propaganda

ECONOMIA

Conta de energia pode acumular quase R$ 1 trilhão em custos adicionais até 2050

Publicados

em

Um levantamento divulgado pela Frente Nacional dos Consumidores de Energia (FNCE) estima que medidas adotadas entre janeiro de 2023 e maio de 2026 poderão acrescentar aproximadamente R$ 985 bilhões às tarifas de energia elétrica brasileiras até 2050. O estudo analisa decisões relacionadas ao setor elétrico e projeta seus impactos financeiros para consumidores residenciais, produtores rurais, comerciantes, indústrias e prestadores de serviços em todo o país.

Segundo a entidade, os custos adicionais decorrem de medidas provisórias, leis, leilões de energia, acordos administrativos e alterações legislativas aprovadas no período analisado. A projeção indica que os efeitos dessas iniciativas tendem a ser incorporados gradualmente às tarifas, influenciando a composição da conta de luz nas próximas décadas.

A política energética brasileira é conduzida pelo Governo Federal, responsável pelo planejamento do setor, pela formulação de diretrizes, pela edição de medidas provisórias e pela coordenação de ações administrativas. De acordo com a análise apresentada pela Frente Nacional dos Consumidores de Energia (FNCE), decisões tomadas nesse âmbito podem produzir impactos permanentes sobre a estrutura tarifária quando resultam na criação de novos encargos ou obrigações para o sistema elétrico.

Leia Também:  Brasileiros usam o 13º salário para pagar contas

O estudo também destaca a participação do Congresso Nacional no processo de definição das regras do setor. Conforme a entidade, a aprovação de dispositivos inseridos em projetos legislativos, conhecidos como “jabutis”, e a manutenção de mecanismos que elevam os custos permanentes do sistema contribuem para ampliar despesas posteriormente repassadas aos consumidores por meio das tarifas.

Na avaliação da Frente Nacional dos Consumidores de Energia, o atual modelo transfere aos usuários finais o financiamento de subsídios, contratações compulsórias de energia, acordos administrativos e outras obrigações regulatórias. Como consequência, consumidores de diferentes segmentos assumem custos cuja definição ocorre durante o processo de elaboração e aprovação das políticas públicas.

A entidade afirma ainda que a sucessão de medidas adotadas sem uma estratégia integrada compromete a sustentabilidade econômica do setor elétrico. O diagnóstico apresentado defende a necessidade de uma reforma estrutural capaz de reduzir encargos, aumentar a eficiência regulatória e preservar a modicidade tarifária como princípio orientador da política energética nacional.

Os reflexos das tarifas mais elevadas, segundo especialistas do setor, vão além do orçamento das famílias. O aumento do custo da energia elétrica pode elevar despesas operacionais da indústria, do comércio, do agronegócio e do setor de serviços, afetando a competitividade da economia, pressionando preços e influenciando o comportamento da inflação ao longo do tempo.

Leia Também:  Desemprego sobe para 8,9% entre julho e setembro, maior taxa da série

Outro aspecto destacado pelo levantamento é a recorrente incorporação de novos custos às contas de energia como mecanismo de financiamento de decisões relacionadas ao setor elétrico. Para a FNCE, esse processo evidencia a necessidade de ampliar o debate sobre eficiência administrativa, revisão de gastos públicos e aperfeiçoamento das normas regulatórias que disciplinam o mercado de energia.

A projeção de aproximadamente R$ 985 bilhões em custos adicionais até 2050 amplia a discussão sobre planejamento energético e responsabilidade fiscal. Embora as decisões envolvam aspectos técnicos e regulatórios, seus efeitos alcançam diretamente consumidores, empresas e toda a cadeia produtiva, tornando o tema relevante para o debate sobre políticas públicas e desenvolvimento econômico.

Diante desse cenário, o estudo sustenta que o equilíbrio entre segurança energética, eficiência administrativa e modicidade tarifária permanece como um dos principais desafios do setor elétrico brasileiro. A entidade defende que futuras decisões sejam acompanhadas de maior planejamento, avaliação de impactos econômicos e transparência, buscando reduzir a pressão sobre as tarifas e preservar o poder de compra da população.

Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA