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Taques anuncia novas medidas em abril

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Mojica de pintado, pacu assado, farofa de banana e de sobremesa Fethab e Epocler, este foi o cardápio do almoço de 2 horas entre o governador Pedro Taques (PDT) e 17 deputados estaduais no Palácio Paiaguas que já aderiram apoio a sua administração frente ao governo do Estado de Mato Grosso.

maluf.paulotaqques-2Antes mesmos de todos sentarem-se à mesa, o governador Pedro Taques (PDT) falou sobre seus primeiros meses de governo aos deputados presentes, e de como ele encontrou o governo deixado pela administração anterior. Falou também de como vai ser seu trabalho e as novas medidas que ainda estão por vir para dar um choque de gestão já no mês de abril.

No almoço só não estiveram presentes os deputados Zeca Viana (PDT), que é presidente estadual do partido, Mauro Savi (PR), Janaina Riva (PSD), Emanuel Pinheiro (PR), Romoaldo Junior (PMDB), Dilmar Dal Bosco (DEM) e Jose Carlos do Pátio (SDD).

O chefe da Casa Civil, Paulo Taques, disse que este almoço será periódico com os demais poderes, "almoço histórico no Palácio Paiaguas, já que a Assembleia Legislativa vai devolver R$ 20 milhões de reais com suas economias para compras de ambulâncias que serão entregues aos municípios. O governo do estado também vai fazer sua parte, e entrara com outros R$ 20 milhões, totalizando R$ 40 milhões só de investimentos para os municípios. Uma noticia ótima também para todos é que o Presidente Paulo Cunha do Judiciário também pretende com a economia que estão fazendo devolver uma parte dos recursos na ordem de R$ 15 milhões que também serão investidos em melhorias no estado", disse Paulo Taques.

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O presidente da Assembleia Legislativa deputado Guilherme Maluf (PSDB), disse que no almoço com todos os presentes  discutiram também as emendas dos deputados para os municípios, doação dos recursos, " esta sendo muito positivo as reuniões que o Legislativo vem realizando com o Executivo, e com certeza o que queremos é o melhor para a população do Estado", finalizou Maluf ao sair da reunião com o Governador Pedro Taques (PDT).maluf.paulotaqques-2

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Seca e focos de queimadas elevam a migração de animais peçonhentos para residências urbanas em Várzea Grande

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A mudança desordenada do ambiente e o uso indiscriminado de venenos podem favorecer a proliferação de animais peçonhentos, como escorpiões, aranhas e cobras. Quando o ambiente natural é alterado, esses animais perdem seus abrigos e passam a buscar refúgio em áreas urbanas, residências e quintais. O uso de venenos sem orientação técnica elimina predadores naturais e presas, como insetos, desequilibrando o ecossistema.

Esse desequilíbrio faz com que os animais peçonhentos se espalhem com mais facilidade e apareçam com maior frequência. A melhor forma de prevenção é o controle ambiental: limpeza, eliminação de entulhos, manejo correto do lixo e orientação adequada da população.

As condições climáticas adversas observadas no município de Várzea Grande, caracterizadas pelo período de estiagem severa e pelo aumento dos focos de queimadas, estão forçando espécies peçonhentas, como escorpiões, aranhas, serpentes, abelhas e lacraias, a migrarem de seus habitats naturais rumo a perímetros urbanizados em busca de abrigo, água e alimento.

Os moradores de todas as regiões da cidade, com especial atenção aos residentes de bairros periféricos e de áreas próximas a terrenos baldios ou com acúmulo de entulhos, encontram-se expostos a essa aproximação sinantrópica, que exige maior rigor nas medidas preventivas cotidianas dentro e fora das habitações.

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O fenômeno atinge sua cúpula epidemiológica no período de estiagem de 2026, com dados coletados entre janeiro e agosto demonstrando a ocorrência sistemática de acidentes, sob a liderança dos escorpiões, que computaram 60 notificações no município durante os primeiros oito meses deste exercício.

A migração massiva fundamenta-se na destruição e degradação dos ecossistemas nativos pelo fogo, somadas às temperaturas extremas, dinâmica que compele os espécimes a buscarem ambientes sombreados, úmidos e com oferta abundante de presas, como as baratas urbanas.

Para conter a proliferação e o ingresso desses animais, o Centro de Controle de Zoonoses de Várzea Grande (CCZ-VG) recomenda a aplicação rigorosa da “técnica dos quatro As” (eliminação de abrigo, acesso, alimento e água), aliada à vedação de ralos, eliminação de entulhos e manutenção de quintais limpos.

Embora os registros ocorram em todo o território municipal, a Região 1 desponta como o epicentro das notificações, englobando localidades densamente povoadas como Grande Cristo Rei, Parque do Lago, Uniparque, Santa Clara, Aurília Curvo, Manga e trechos do Ponte Nova.

Diante do surgimento recorrente de espécimes, o CCZ-VG disponibiliza vistorias técnicas e orientações preventivas por meio do canal oficial de atendimento via WhatsApp, no número (65) 98476-5719, desaconselhando terminantemente o uso indiscriminado de pesticidas químicos.

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Em eventuais casos de picadas ou ferimentos, o munícipe deve dirigir-se imediatamente ao Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande, Unidade de Saúde dotada de estrutura técnica e insumos específicos, incluindo soros antiveneno para avaliação médica criteriosa.

A preocupação das autoridades de saúde justifica-se pela elevada vulnerabilidade de crianças e idosos, grupos nos quais a toxicidade dos venenos pode acarretar complicações clínicas graves, independentemente do porte ou da coloração do animal envolvido na ocorrência.

Atuam na linha de frente desse trabalho de conscientização e monitoramento os biólogos e técnicos do Centro de Controle de Zoonoses de Várzea Grande (CCZ-VG), a exemplo da especialista Thayse Oliveira, que mapeiam a presença de espécies de relevância médica nacional, como o Tityus serrulatus e o Tityus bahiensis, para orientar a população local.

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