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“Operação Rêmora” ganha “Novo” personagem e novas roupagens, pintando por aí: “Novas Operações”

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Nas últimas 48 horas a delação do ex-secretário de Educação do Estado de Mato Grosso (SEDUC), Perminio Pinto Filho, ganhou “Novo” personagem e novas roupagens, e o Blog do Valdemir, mais rápido que a velocidade da luz conseguiu novas informações, e vamos ver como anda os bastidores da Operação Rêmora. Segura a peruca que aí vem.

Artur Orsi advogado de Perminio Pinto comunicou a Procuradoria Geral da República (PGR) e o Supremo Tribunal Federal (STF), sobre suposto vazamento da delação premiada que foi firmado entre Procuradoria Geral da Republica e Perminio Filho acusado por desvios em licitações fraudulentas na Seduc, em construção e reformas de escolas no Estado.

A Operação

Em outubro de 2017, Perminio Pinto Filho teria firmado sua delação com o Ministério Público Federal (MPF) e homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A Operação Rêmora foi deflagrada em maio de 2016 pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público Estadual (MPE), para desmantelar um esquema de fraudes e direcionamento de 23 licitações da Seduc orçadas em R$ 56 milhões para construção e reforma de escolas. Permínio chegou a ser preso na segunda fase da ação, em junho de 2017.

No acordo de colaboração, que era para correr sob sigilo, Perminio Filho se comprometeu em falar a verdade de forma incondicional em todas as investigações, inclusive na condição de testemunha ou interrogado.

Em sua delação, Perminio teria afirmado que o governador na época José Pedro Taques (PSDB) sabia do esquema de fraudes na Seduc e que “tratou de algumas licitações para serem direcionadas pessoalmente com ele.

Ao Ministério Publico Federal (MPF), o ex-secretário Perminio Pinto Filho teria entregue mensagens do aplicativo WhatsApp em que Pedro Taques pede “facilidade nas licitações.

Pedro Taques teve uma grande vitória no início de seu governo que foi o Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira), estrutura idealizada no governo e que tinha como objetivo combater a corrupção em Mato Grosso e com isso resgatar o dinheiro público que tinha sido roubado, mas, por pouco esse dinheiro roubado e desviado pelos políticos do Estado dos cofres de uma mão para outra”. Teria afirmado o colaborador Perminio Pinto Filho, ex-secretário de Educação do Estado de Mato Grosso (SEDUC).

Denuncia Grave

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Segundo o advogado de defesa de Perminio Pinto Filho, Artur Orsi, no dia 25 de março de 2019, o ministro Marco Aurélio de Melo, atendendo um pedido do ex-governador José Pedro Gonçalves Taques (PSDB), permitiu que Zé Pedro tivesse acesso ao inteiro teor da colaboração premiada, ainda em trâmite no Supremo Tribunal Federal.

Depois que o ex-governador tucano Zé Pedro Taques teve acesso ao processo, segundo a defesa de Perminio Pinto Filho, as supostas informações retiradas da delação começaram a ser veiculadas na imprensa local.

Para a defesa a violação ao sigilo determinado pelo Supremo Tribunal Federal, pode causa prejuízo, prejudicando a investigação criminal.

E por falar em informação, chegou ate a imprensa, em que em uma das suas delações, Perminio Pinto Filho teria dito que o ex-vice-governador Carlos Henrique Baqueta Favaro do PSD, tinha conhecimento do Caixa 2 da campanha de Zé Pedro de 2014.

Vamos ao fato:

Em 2015 a JBS, após um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), firmado com o Governo do Estado e o Ministério Público Estadual (MPE), e os irmãos Joesley e Wesley Batista sócios do frigorífico, reconhecendo que sonegaram impostos no Estado de Mato Grosso, e que, foram beneficiados com incentivos fiscais fraudulentos, concedidos pelo ex-governador Silval da Cunha Barbosa.

Os irmãos devolveram para o Estado de Mato Grosso cerca de R$ 360 milhões de reais, e mais rápido do que uma flecha, o ex-governador José Pedro Taques recebeu uma proposta para pagar as dívidas do suposto Caixa 2 da campanha eleitoral.

Ou seja, R$ 35 milhões, com parte do dinheiro seria cerca de 10% dos R$ 360 milhões da JBS.

Até aí é de conhecimento de todos

Entretanto eis que surge nos trechos da delação, em que Perminio Pinto Filho, afirma que o ex-vice-governador Carlos Henrique Baqueta Favaro teve uma função igual a do empresario Alan Ayoub Malouf, captar recursos para as despesas, só que em frentes diferentes. Carlos Favaro no setor do Agronegócio e Alan Malouf nas empresas de outros setores.

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Agora segura a peruca…

Perminio reuniu-se com Favaro e, aconteceu na própria residência do ex-vice-governador, logo após a primeira fase da Operação Rêmora, no qual Carlos Favaro foi gravado em áudio pelo então secretário de Educação na época.

Na gravação, o ex-vice-governador Carlos Favaro diz:

Parece que o modus operandi do governo atual é idêntico ao do passado“.

Já estavam tudo combinado para o segundo encontro, que seria dia 20 de junho de 2016. O convite partiu de Alan. Os convidados além do anfitrião Carlos Favaro, estariam o próprio Alan Malouf, Peminio Pinto Filho e não se assustem…. Sim.. ele mesmo que você está pensando: o palatino da moralidade o tucano e então candidato na época, José Pedro Gonçalves Taques, só que se esqueceram de combinar com o Gaeco, e Perminio fora preso horas antes e foi jantar no Centro de Custódia de Cuiabá (CCC).

Assim sendo, o Blog do Valdemir antecipa: Perminio Pinto Filho em sua delação premiada, fechada em abril de 2017, com a PGR e depois homologada pelo ministro Marco Aurélio do STF, vai desencadear Novas Operações da Rêmora e podendo complicar muitos servidores, empresários, ex-deputado federal Nilson Leitão, agora mais um: o ex-vice-governador Carlos Henrique Baqueta Favaro, que se manifestou por meio de nota.

Confira a íntegra do que a nota diz:

Fui comunicado pela imprensa sobre citações do meu nome, na suposta delação de Perminio Pinto.

Desde já, comunico que essa situação me gera revolta, uma vez que sempre conduzi minha vida dentro de princípios e valores dignos.

Constatarei com veemência qualquer afirmação leviana e maldosa que coloque em dúvida minha reputação e retidão em todas as funções públicas que já assumi“, diz a nota.

Porém, o ex-vice-governador Carlos Favaro, não respondeu, muito menos mencionou sobre o suposto Caixa 2, se houve ou não o encontro com o ex-secretario de Educação do Estado, Perminio Pinto Filho, se houve de fato a proposta de usar o dinheiro da JBS.

Então que venha a gravação do áudio, no qual Perminio diz que gravou.

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Governo prevê conclusão do “BRT Metropolitano” para dezembro de 2026

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O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística (SINFRA/MT), Marcelo Oliveira, juntamente com a equipe técnica da pasta, anunciou formalmente que as obras do sistema de trânsito rápido por ônibus (Bus Rapid Transit – BRT), no trecho que interliga a Avenida do CPA, em Cuiabá, ao Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande, serão integralmente concluídas até o fim de dezembro de 2026. A declaração solene ocorreu na tarde desta segunda-feira (13), durante uma concorrida Audiência Pública realizada no auditório principal da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT).

O pronunciamento governamental detalhou as profundas alterações estruturais planejadas para as 77 estações de passageiros, o cronograma atualizado de execução física das frentes de trabalho e as estratégias para a futura implantação do corredor viário da Avenida Fernando Corrêa da Costa. Diante de parlamentares, lideranças comunitárias e jornalistas, os gestores estaduais também expuseram o planejamento para a aquisição imediata da frota de ônibus elétricos, além de justificar as medidas administrativas severas adotadas pelo Poder Executivo após a rescisão unilateral do contrato com o consórcio construtor originalmente contratado para a execução do empreendimento metropolitano.

A consolidação financeira do novo modal de transporte coletivo urbano recebeu um importante incremento com a confirmação de que a venda dos antigos trens e o leilão dos trilhos e materiais remanescentes do extinto projeto do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) reverterão mais de R$ 1 bilhão aos cofres públicos do Estado. Ao defender a viabilidade econômica da transição tecnológica, o secretário Marcelo Oliveira rebateu as críticas recorrentes acerca dos atrasos no cronograma e enfatizou que as equipes de engenharia enfrentaram um cenário complexo de expansão urbana e de adensamento populacional acelerado na Grande Cuiabá entre os anos de 2012 e 2024.

O principal fator que determinou a paralisação temporária das obras e a consequente dilação do prazo de entrega foi o reiterado descumprimento de cláusulas editalícias por parte da primeira concessionária licitada, situação que forçou o Estado a aplicar multas contratuais e a reformular integralmente o modelo operacional. O gestor da pasta de infraestrutura revelou ainda que a ingerência política e os entraves burocráticos criados pela administração municipal anterior de Várzea Grande prejudicaram sensivelmente o andamento dos serviços de pavimentação rígida na região limítrofe, prolongando o desgaste logístico sofrido pelos comerciantes e motoristas locais.

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Paralelamente às intervenções em andamento no primeiro eixo de mobilidade, a implantação do corredor estrutural da Avenida Fernando Corrêa da Costa encontra-se em fase de planejamento, com o processo licitatório ainda pendente de publicação oficial no Diário Oficial do Estado. O secretário-adjunto de Obras da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), Isac Nascimento, esclareceu que não há dotação orçamentária empenhada para este trecho específico no presente exercício financeiro, estimando o início efetivo das obras de terraplenagem e drenagem profunda apenas para o primeiro semestre do próximo ano.

O traçado completo do sistema de transporte rápido abrangerá uma extensão linear de 15 quilômetros no trecho principal que conecta as duas maiores cidades do estado, somando-se a outros sete quilômetros projetados para o futuro ramal da região sul de Cuiabá. Para garantir o atendimento eficiente de milhares de usuários diários que dependem do transporte público interestadual, a administração estadual confirmou a aquisição de uma frota inicial composta por 25 modernos ônibus elétricos de alta capacidade, cujos processos de compra direta encontram-se em fase de instrução documental e análise jurídica nos órgãos de controle interno da Sinfra.

As modificações técnicas implementadas no projeto básico das estações visam aumentar a durabilidade do patrimônio público e garantir o conforto térmico dos passageiros em uma região de clima caracteristicamente quente. Nascimento pontuou que o aprimoramento estrutural consistiu na substituição dos aparelhos de ar-condicionado domésticos por eficientes sistemas de climatização industrial, além da instalação de painéis de vidro temperado com tecnologia antivandalismo e de estruturas metálicas de alta resistência contra intempéries climáticas.

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O planejamento logístico inicial concebido para o Lote 1, que compreende a ligação expressa entre os terminais de Várzea Grande e do CPA, previa originalmente uma execução célere de apenas seis meses, baseada na abertura simultânea de sete frentes de trabalho intensivo ao longo do leito viário. A estratégia de engenharia englobava intervenções complexas no subsolo e na superfície das principais vias expressas, concentrando o maquinário pesado no quadrante situado entre o Viaduto da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) e a histórica Ponte Júlio Müller.

No entanto, a viabilidade prática desse modelo de intervenção simultânea mostrou-se inviável logo após o início das primeiras escavações, quando o estrangulamento do fluxo de veículos gerou severos congestionamentos e forte descontentamento popular. A equipe técnica da Sinfra avaliou que a manutenção do cronograma agressivo original resultaria em um colapso completo da mobilidade urbana intermunicipal, forçando a adoção de um modelo operacional mais flexível e seguro para os cidadãos.

A execução das obras de engenharia civil passou a ocorrer de forma cadenciada e gradual, sob constante monitoramento e em estreito alinhamento operacional com a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) de Cuiabá. De acordo com o secretário-adjunto, essa sinergia administrativa permite o planejamento detalhado de desvios no tráfego e de interdições parciais de faixas de rolamento, mitigando os impactos cotidianos e harmonizando o avanço do BRT com as demais obras de saneamento básico conduzidas pelas concessionárias de serviços públicos na capital.

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