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ELEIÇÃO 2020 EM CUIABÁ

Olhar do eleitor nas eleições: indecisos são os mais críticos; novas denúncias só com fatos impactantes

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O eleitor, esta cada vez mais exigente com os seus representantes, já não é mais fiel aos seus antigos candidatos. Acabaram-se os currais eleitorais, vence nas urnas, aqueles que estão mais preparados para enfrentar uma eleição.

A política como em outras áreas de atuação do ser humano (educação, religião, ciência…) exige dedicação, mas sobre tudo, preparo e qualificação. parte dessa qualificação esta na formação de uma consciência política que contribua para o candidato, uma vez eleito, seja um “servidor” da felicidade, do bem estar, da dignidade de um povo.

Você ainda se lembra de quem votou nas últimas eleições para deputado, governador, vereador ou prefeito? Acompanha diariamente o que seus representantes têm feito em seu nome?

Se não está a par das ações dos candidatos que escolheu, pode ser que você não se importe muito. Uma das coisas mais importantes para um político é a criação da sua marca.

Alguns deles querem ser reconhecidos pelo eleitorado como um representante da Saúde, da Educação ou dos animais. Enquanto isso, outros querem ser vistos como entendedores de economia ou representantes de uma parcela minoritária e desfavorecida da população.

Seja qual for a marca desejada pelo político, o marketing pode ajudá-lo a construí-la na percepção do seu eleitorado.

Para fazer isso, os profissionais de marketing político precisam aplicar táticas de branding, que se assemelham àquelas utilizadas por empresas como a Nike, Apple ou Coca-Cola, por exemplo.

O candidato inteligente e bem assessorado sabe que o voto dos indecisos que vai definir as eleições municipais e a suplementar ao Senado, por isso deve tentar conquista-lo.

Em Cuiabá às pesquisas mostram um cenário embolado com três candidatos empatados tecnicamente. E mesmo os que estão figurados não tem certeza quem seguirá no jogo.

O eleitor indeciso olha para alguns candidatos e fica na dúvida se eles formam chapas eleitorais ou fachadas.

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Por causa do quesito honestidade e ética que vai além da ficha limpa, alguns candidatos terão dificuldade em conquistar novos eleitores.

E aí que precisam se ligar: ponto positivo e ponto negativo.

Muitos acreditam ou se iludem com as pesquisas internas que: o eleitorado que ele já tem hoje é suficiente para coloca-lo no segundo turno ou no Senado.

A nossa reportagem conversou com o analista político João Edson em relação ao embate eleitoral na capital, no segundo turno, com os fatos que já aconteceu e brevemente acontecerá até o dia 15 de novembro.

Segundo João Edson, tudo que surgir, vai servir de combustível para campanha. Como vai ser o efeito deste combustível no eleitorado, depende de como as pessoas que tiverem disputando, vão conseguir explicar e dar ênfase.

O analista político acredita que no segundo turno, tudo pode favorecer ou para as denúncias, principalmente o alvo sendo Emanuel Pinheiro mais um ou outro dizer que ele (Emanuel ) cometeu um crime, disso ele está calejado e não vai causar efeito. A nova notícia tem que trazer novos elementos e ser trabalhado de uma forma que possa impactar a sociedade, para causar um efeito e, aí sim, atingi-lo no primeiro turno, não deixando que vá para o segundo, pontuou o cientista político João Edson.

Diz a máxima que quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra. Hoje dia 21 de outubro, já tem alguns caquinhos espatifados pelo chão.

E não dá nem para ser reciclado porque na capital de todos os mato-grossense não tem usina de reciclagem de vidro.

Talvez os resíduos sólidos precisem entrar na pauta dos candidatos. Fica, portanto, a dica para os prefeitaveis e para os postulantes ao Senado.

Não se esqueçam de que dedo no olho dói, mas nem se compara com um bom nocaute em um ringue com adversários fortes em uma luta de gente grande.

Foto: Repordução

Nos próximos dias, o candidato coligação denominada A mudança merece continuar do MDB, Emanuel Pinheiro vai partir para cima de Abílio Júnior, que concorre com a coligação Cuiabá para Pessoas, que reúne Cidadania, PSC e Pode e tem como vice Felipe Wellaton (Cidadania), mostrando imagens no qual o candidato pede emprego para seus correligionários.

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Nos bastidores o comentário é que o emedebista está desesperado com a possibilidade de não ir para o segundo turno. Esse é um fato bastante provado, respeitada as últimas pesquisas.

PS: Se as assessorias trabalhassem melhor poderia destruir os castelos de areias de muitos adversários.

Nota da redação

Enquanto isso…, o eleitor indeciso, percebendo isso, fica pasmo. Sabe porque? Falta quem realmente conheça Cuiabá, falta quem conheça Mato Grosso. As assessorias políticas, não tem gente que pisa na lama, que ande de ônibus, que participe de movimentos sociais, que viva a cidade o Estado e muito menos que saibam interpretar dados.

O problema é que políticos geralmente se cercam de quem tem preço e quem não de quem tem valor. E quem tem preço costuma passear na cidade de carro importado. É só conhece a pobreza de perto quando é obrigado a fazer campanha na periferia em época de eleição.

Em consequências os candidatos fazem bobagens como propor extinção de secretarias em vez de sugerir uma auditoria. E não revelam quando vai custar para os cofres públicos.

Tem candidato que só falta dizer que não vai receber salário como isso fosse a coisa mais importante para Mato Grosso ou Cuiabá. Nesse especifico o eleitor, olha e pensa: quando a esmola é grande o cego desconfia.

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O desafio à saúde do “Cacique Raoni” no “Coração da Amazônia”

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O líder indígena Raoni Metuktire, de 93 anos, permanece internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no município de Sinop, localizado na região norte de Mato Grosso. A internação da maior liderança caiapó do país ocorreu após um agravamento severo de seu quadro respiratório crônico, gerando imediata mobilização da comunidade médica e de organizações socioambientais. O boletim emitido pela equipe de saúde confirma que o paciente encontra-se sob monitoramento contínuo, recebendo suporte multidisciplinar em uma ala de alta complexidade.

O internamento na UTI do Hospital Dois Pinheiros tornou-se necessário após a constatação de uma crise aguda de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), enfermidade que progressivamente compromete a capacidade respiratória do líder indígena. Diante da severidade dos sintomas apresentados no ambiente domiciliar e do risco iminente de insuficiência respiratória, os profissionais decidiram que o isolamento em ambiente de terapia intensiva seria a medida mais segura para garantir a estabilização hemodinâmica do paciente.

A internação hospitalar de Raoni Metuktire teve início formal na última terça-feira, dia 12, quando os primeiros sinais de debilitação física se manifestaram em sua residência. Após uma primeira transferência interestadual provisória na quinta-feira, dia 14, a internação definitiva na unidade intensiva foi consolidada no sábado, dia 16. O monitoramento rigoroso estende-se ao longo deste domingo, período no qual a equipe médica divulgou novas informações oficiais detalhando a evolução clínica do “Histórico Defensor da Amazônia”.

O atendimento emergencial foi concentrado inicialmente no município de Peixoto de Azevedo, localidade mais próxima à base territorial do líder caiapó, e posteriormente transferido para a estrutura de alta complexidade do Hospital Dois Pinheiros, situado em Sinop, polo de saúde do norte mato-grossense. Essa transferência estratégica atendeu a um pedido expresso dos familiares de Raoni, que buscaram garantir acesso imediato a recursos tecnológicos avançados e a especialistas capazes de lidar com as severas especificidades do quadro clínico apresentado.

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O agravamento da saúde do cacique decorre diretamente de uma severa crise provocada pela Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), associada a fatores preexistentes que elevam a vulnerabilidade do paciente.

O quadro clínico atual é complexo: Raoni possui uma hérnia diafragmática traumática crônica, sequela de um acidente automobilístico sofrido há duas décadas, e faz uso regular de marcapasso cardíaco.

A conjunção dessas enfermidades crônicas com a idade avançada do líder reduziu significativamente sua reserva funcional, exigindo intervenção médica imediata.

O plano de contingência médica foi executado por meio de uma operação logística terrestre e hospitalar cuidadosamente coordenada, que envolveu a remoção assistida do paciente entre diferentes unidades de saúde da região amazônica. A transferência inicial da residência para o Hospital Regional de Peixoto de Azevedo e a subsequente remoção para a UTI em Sinop seguiram protocolos rígidos de segurança climática e biológica, com o objetivo de evitar o desgaste físico do paciente e prevenir infecções secundárias.

A responsabilidade direta pelo tratamento de Raoni Metuktire está a cargo de um corpo médico especializado, composto pelo diretor clínico Túlio Emanuel Orathes Ponte e pelo diretor executivo Douglas Yanai. O plano terapêutico é desenvolvido de forma integrada com o médico Douglas Antônio Rodrigues, profissional vinculado à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) que acompanha o histórico de saúde da liderança indígena há três décadas, garantindo um valioso alinhamento histórico e científico nas decisões.

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De acordo com o último Boletim Oficial divulgado pela equipe assistencial, o paciente apresenta um quadro clínico considerado estável, sem o registro de intercorrências graves ou instabilidades hemodinâmicas nas últimas horas de observação.

A manutenção dessa estabilidade em um paciente de 93 anos é interpretada pelos especialistas como um sinal encorajador, embora o prognóstico permaneça reservado e demande a continuidade rigorosa do suporte ventilatório e medicamentoso na unidade de terapia intensiva.

A repercussão do internamento de Raoni estende-se globalmente devido à sua importância histórica como a principal liderança geopolítica da causa indígena no Brasil e defensor internacional da preservação da bacia do Rio Xingu. Ele reside formalmente na Terra Indígena Capoto/Jarina, uma área protegida essencial para a conservação ambiental brasileira. A oscilação na saúde do cacique gera comoção e acende alertas em instituições de direitos humanos, que enxergam na figura do veterano um pilar fundamental da diplomacia socioambiental.

Os custos financeiros e a estrutura logística demandados pelo tratamento de alta complexidade do líder indígena estão sendo geridos por meio de uma articulação que envolve o suporte institucional da Unifesp e o monitoramento de órgãos indigenistas associados.

Esse esforço conjunto visa assegurar que todos os insumos tecnológicos e farmacêuticos necessários estejam plenamente disponíveis, garantindo que o tratamento do cacique atenda aos mais elevados padrões da medicina intensiva contemporânea sem restrições operacionais.

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