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Eleição promete um “segundo round” entre Emanuel e Pinheiro;  Galli decide não disputar sucessão de Mendes

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A disputa para comandar o Palácio Alencastro à partir de de janeiro de 2017, promete muitas emoções, baixarias, ataques políticos e pessoais, com um único objetivo: conquistar os 415 mil eleitores  na Capital.

?????????????????????????????????????????????????????????Os candidatos que tiveram seus nomes homologados pelos seus partidos foram: deputado Emanuel Pinheiro (PMDB), ex-juiz federal Julier Sebastião da Silva (PDT), o procurador Mauro Cesar Lara Barros (PSOL), o historiador Renato Santtana (Rede), a ex-senadora Serys Marly Slhessarenko (PRB) e o ex-prefeito e deputado estadual Wilson Santos (PSDB).

Apesar de várias opções para o eleitorado cuiabano nas eleições de 2016, os deputados Emanuel X Wilson, são cotados para disputar o turno em Cuiabá, proporcionado um "segundo round da luta da Revisão Geral Anual (RGA)”.

Lançado com apoio do governador Pedro Taques (PSDB), após a recusa prefeito Mauro Mendes (PSB) em disputar a reeleição, Wilson Santos vê na nova candidatura a chance de pedir desculpas aos cuiabanos para se redimir do erro cometido em 2010. Naquele ano, renunciou ao segundo mandato para disputar o Governo e acabou derrotado, ficando na terceira colocação. Exímio orador e com perfil combativo, o tucano tem perfil muito parecido com Emanuel Pinheiro. Por isso, devem travar debates memoráveis durante a campanha.

Emanuel, que se apresenta com perfil oposicionista, rompeu com Mauro somente às vésperas das convenções partidárias. Se destacou no último período por enfrentar o Executivo Estadual para defender o pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores públicos, a retomada e conclusão das obras do Veiculo Leve sobre Trilhos (VLT) e a vinda da Força Nacional para conter a violência em Cuiabá e arredores.

A deputada peemedebista Janaina Riva, disse que a entrada de Wilson Santos no lugar do prefeito Mauro Mendes, que não disputará a reeleição fortaleceu o seu companheiro de partido Emanuel Pinheiro, "os servidores antes de existir a candidatura do Wilson apoiavam o Emanuel, agora com a entrada do Wilson a vontade de ganhar do candidato do Governo é muito maior. Não tenho dúvida que com mais de 70 mil servidores estaduais dentro de Cuiabá e agora mais do que nunca com candidatura do Wilson eles vão ser verdadeiros cabos eleitorais do Emanuel Pinheiro e vamos ganhar essa eleição", afirmou.

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Deputados não se licenciam da Assembleia Legislativa

Os quatro deputados estaduais que serão candidatos nas eleições deste ano não devem se licenciar da Assembleia Legislativa: em Cuiabá, o líder do Governo, Wilson Santos (PSDB), e o deputado de oposição, Emanuel Pinheiro (PMDB). Em Várzea Grande, Pery Taborelli (PSC), em Rondonópolis, José Carlos do Pátio (SD).

A possibilidade de realizar suas campanhas sem a necessidade de se licenciar da Assembleia Legislativa se deve à decisão dos próprios parlamentares, que mudaram a data das sessões ordinárias durante este período eleitoral.

Até a semana passada, as sessões ocorriam de terça a quinta-feira e somavam quatro encontros para votações de projetos de lei e mensagens do Governo do Estado, mas o presidente do Legislativo, deputado Guilherme Maluf (PSDB), a partir desta semana disse que as sessões ocorrerão somente às quartas-feiras, "a Assembleia funcionará normalmente, de segunda-feira a sexta-feira, nas comissões, CPIs, audiências públicas. E acertamos entre os líderes que também teremos desconto naquele deputado que não estiver presente na quarta”, disse Maluf.

De acordo com o candidato Emanuel Pinheiro, sua decisão de não se licenciar da Assembleia Legislativa se deve a questões importantes que estarão em votação neste segundo semestre, como a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e reforma administrativa do Governo do Estado, "tem muitas discussões que não quero me ausentar, porque tenho compromisso com a população. Farei o possível para conciliar. É um dia só. Complicado seria se continuasse terça, quarta e quinta-feira. Seria um sacrifício. Mas sendo só na quarta-feira, tentarei conciliar a agenda, porque a Assembleia fica aqui na Capital", declarou.

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Victório Galli

Depois de anunciado por correligionários do PSC que Galli sairia candidato do partido com apoio do líder e polemico deputado federal Jair Bolsonaro que disputaria a prefeitura de Cuiabá em outubro próximo, o parlamentar fecha acordo e bate martelo com o deputado Emanuel Pinheiro, o federal não disputará mesmo a Prefeitura de Cuiabá.

O deputado federal Victório Galli teria confirmado pelas redes sociais, que disputaria a Prefeitura de Cuiabá juntamente com o suplente de deputado estadual Elizeu Nascimento (PSDC), que é sargento da Polícia Militar.

A decisão tomada neste domingo (07) caiu como uma bomba entre os membros do PSC, que segundo os lideres do partido, existia um planejamento de um grande ato político de lançamento da candidatura do deputado federal Victório Galli com a presença do deputado federal Jair Bolsonaro, pré-candidato a Presidência da República nas eleições de 2018.

Com a não confirmação, Galli seria o sétimo candidato na disputa a Prefeito de Cuiabá, que aumentaria ainda mais as possibilidades de segundo turno diante da pulverização de votos. 

Agora com apoio do PSC, 13 partidos já fazem parte do arco de aliança em prol do nome do deputado estadual Emanuel Pinheiro, malem do PMDB, PP, PR, SD, PRP, PROS, PTB, PMB, PTC, PPL, PT do B, PSC e PPL, estarão juntos no mesmo palanque.

O deputado federal Victorio Galli é pastor da igreja Assembleia de Deus e membro da bancada evangélica e conservadora no Congresso Nacional. Ele entraria na disputa mirando nos votos dos 26,33% de evangélicos da população cuiabana, ou cerca de 134 mil pessoas.

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O desafio à saúde do “Cacique Raoni” no “Coração da Amazônia”

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O líder indígena Raoni Metuktire, de 93 anos, permanece internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no município de Sinop, localizado na região norte de Mato Grosso. A internação da maior liderança caiapó do país ocorreu após um agravamento severo de seu quadro respiratório crônico, gerando imediata mobilização da comunidade médica e de organizações socioambientais. O boletim emitido pela equipe de saúde confirma que o paciente encontra-se sob monitoramento contínuo, recebendo suporte multidisciplinar em uma ala de alta complexidade.

O internamento na UTI do Hospital Dois Pinheiros tornou-se necessário após a constatação de uma crise aguda de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), enfermidade que progressivamente compromete a capacidade respiratória do líder indígena. Diante da severidade dos sintomas apresentados no ambiente domiciliar e do risco iminente de insuficiência respiratória, os profissionais decidiram que o isolamento em ambiente de terapia intensiva seria a medida mais segura para garantir a estabilização hemodinâmica do paciente.

A internação hospitalar de Raoni Metuktire teve início formal na última terça-feira, dia 12, quando os primeiros sinais de debilitação física se manifestaram em sua residência. Após uma primeira transferência interestadual provisória na quinta-feira, dia 14, a internação definitiva na unidade intensiva foi consolidada no sábado, dia 16. O monitoramento rigoroso estende-se ao longo deste domingo, período no qual a equipe médica divulgou novas informações oficiais detalhando a evolução clínica do “Histórico Defensor da Amazônia”.

O atendimento emergencial foi concentrado inicialmente no município de Peixoto de Azevedo, localidade mais próxima à base territorial do líder caiapó, e posteriormente transferido para a estrutura de alta complexidade do Hospital Dois Pinheiros, situado em Sinop, polo de saúde do norte mato-grossense. Essa transferência estratégica atendeu a um pedido expresso dos familiares de Raoni, que buscaram garantir acesso imediato a recursos tecnológicos avançados e a especialistas capazes de lidar com as severas especificidades do quadro clínico apresentado.

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O agravamento da saúde do cacique decorre diretamente de uma severa crise provocada pela Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), associada a fatores preexistentes que elevam a vulnerabilidade do paciente.

O quadro clínico atual é complexo: Raoni possui uma hérnia diafragmática traumática crônica, sequela de um acidente automobilístico sofrido há duas décadas, e faz uso regular de marcapasso cardíaco.

A conjunção dessas enfermidades crônicas com a idade avançada do líder reduziu significativamente sua reserva funcional, exigindo intervenção médica imediata.

O plano de contingência médica foi executado por meio de uma operação logística terrestre e hospitalar cuidadosamente coordenada, que envolveu a remoção assistida do paciente entre diferentes unidades de saúde da região amazônica. A transferência inicial da residência para o Hospital Regional de Peixoto de Azevedo e a subsequente remoção para a UTI em Sinop seguiram protocolos rígidos de segurança climática e biológica, com o objetivo de evitar o desgaste físico do paciente e prevenir infecções secundárias.

A responsabilidade direta pelo tratamento de Raoni Metuktire está a cargo de um corpo médico especializado, composto pelo diretor clínico Túlio Emanuel Orathes Ponte e pelo diretor executivo Douglas Yanai. O plano terapêutico é desenvolvido de forma integrada com o médico Douglas Antônio Rodrigues, profissional vinculado à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) que acompanha o histórico de saúde da liderança indígena há três décadas, garantindo um valioso alinhamento histórico e científico nas decisões.

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De acordo com o último Boletim Oficial divulgado pela equipe assistencial, o paciente apresenta um quadro clínico considerado estável, sem o registro de intercorrências graves ou instabilidades hemodinâmicas nas últimas horas de observação.

A manutenção dessa estabilidade em um paciente de 93 anos é interpretada pelos especialistas como um sinal encorajador, embora o prognóstico permaneça reservado e demande a continuidade rigorosa do suporte ventilatório e medicamentoso na unidade de terapia intensiva.

A repercussão do internamento de Raoni estende-se globalmente devido à sua importância histórica como a principal liderança geopolítica da causa indígena no Brasil e defensor internacional da preservação da bacia do Rio Xingu. Ele reside formalmente na Terra Indígena Capoto/Jarina, uma área protegida essencial para a conservação ambiental brasileira. A oscilação na saúde do cacique gera comoção e acende alertas em instituições de direitos humanos, que enxergam na figura do veterano um pilar fundamental da diplomacia socioambiental.

Os custos financeiros e a estrutura logística demandados pelo tratamento de alta complexidade do líder indígena estão sendo geridos por meio de uma articulação que envolve o suporte institucional da Unifesp e o monitoramento de órgãos indigenistas associados.

Esse esforço conjunto visa assegurar que todos os insumos tecnológicos e farmacêuticos necessários estejam plenamente disponíveis, garantindo que o tratamento do cacique atenda aos mais elevados padrões da medicina intensiva contemporânea sem restrições operacionais.

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