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OS PROTAGONISTAS E SEUS EGOS

Vadjú e Cuiabá parado: esperando o fim da “CRISE” entre os “PODERES”

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Segundouuu caros amigos e leitores do Blog do Valdemir, e com tudo o que há de direito, e o núcleo duro do Boteco da Alameda, vai servir mais umas das variedades “porções de desespero” para os desavisados de plantão.

Muitas coisas passando por baixo da porta e, outras indo parar debaixo do tapete, mas o que de fato chama atenção é que os nossos políticos não mudam em nada mesmo, eles apenas trocam de casa, de mulher, de lugar, de cadeira, de partido.

A mesma situação política ecoa no plenário das Câmaras Municipais na Terra de Couto Magalhães e na Terra de Pascoal Moreira Cabral.

O espetáculo do “PODER” segue em ciclos, mas os protagonistas e seus “EGOS” insistem em permanecer no palco.

A disputa para comandar os Legislativos cuiabano e várzea-grandense, é um retrato de uma disputa, movido por símbolos, vaidades e ambições.

Segue o fluxo, que aí tem: o tamanho do estrago no partido com imagem de “moralidade”.

E um aviso dos cabeças pensantes do núcleo duro do Boteco da Ameda: se cuida Natasha Slhessarenko, estão preparando a sua cama de campanha pra você deitar e dormir tranquila, mais uma vez, escanteada politicamente.

Desta vez o clima do conhecido filme do combate entre Legislativos e Executivos são mais azedos por dois motivos: o Legislativo pode mais, e o Executivo, menos.

Os ingredientes dos confrontos, são os de uma boa briga. Daqueles que vale a pena de fazer pipoca, não fosse o monumental impacto direto sobre a vida de cada um dos munícipes de Várzea Grande e Cuiabá.

Os scripts desse tipo de filmes na Terra de Rondon costumam ter um final comum: um almoço, um jantar ou reunião no qual se anuncia um acordo “histórico” e “harmoniosa” entre os Poderes.

Claro, com a inevitável afirmação de que as instituições estão funcionando.

Nada impede mais esse encadeamento da atual “CRISE”, a qual se seguirá outra mais ou menos igual.

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Mais ou menos igual, pois tudo gira em torno da disputa política por migalhas do orçamento que políticos e partidos costumam transformar em ferramentas na defesa de seus interesses particulares.

Mas isso é outra história.

Desta vez, o clima do conhecido filme do combate entre Legislativos e Executivos é mais azedo por dois motivos principais: a Câmara de Vadjú e de Cuiabá pode mais, e o Executivo das cidades citadas, menos.

Saiba que, qual seja a decisão deste momento em relação ao enfrentamento entre os Poderes, os dados básicos da disputa continuam os mesmos. E Vadjú/Cuiabá, literalmente, parados.

Nota de rodapé: se você sente que os cinco primeiros meses, a poucos dias de acabar o primeiro semestre, cabe a sensação de que ele foi longo e difícil, imagina nas duas maiores cidades do meu “QUERIDO”, “LINDO” e “MARAVILHOSO! Estado de Mato Grosso.

Na Câmara Municipal de Várzea Grande e de Cuiabá não foi diferente. Houve de tudo: dia de casa cheia, manifestos, gritaria e projetos polêmicos.

Na Casa de Leis, servidores clamaram por aumento salarial, vereadores sujando os pés nos bairros periféricos.

Mas o que marcou mesmo foi a guerra travada entre os Poderes Legislativo e Executivos, ou melhor, entre a maioria dos vereadores e os prefeitos.

E o que se esperar? Entre os meses de agosto e outubro, os trabalhos dos nobres edis transcorrerão em paralelo as campanhas eleitorais, e aí?

Tá complicado? Então pega aí: os frequentadores do Boteco da Alameda, acham que ambas as Câmaras Municipais; onde tem que se comportar como grande, se agacha. E onde tem que entender a sua miudeza se exalta. É uma contradição que empobrece os resultados dos parlamentos.

O tamanho do estrago

O Senador Flávio Bolsonaro (PL/RJ), foi arrastado para dentro do escândalo do Banco Master.

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A situação complicou a imagem de “moralidade” que o Partido Liberal (PL) pretendia nas eleições.

Políticos da extrema direita na Terra de Rondon, reagiram prontamente a revelações.

A maioria se satisfez com a justificativa do próprio Flávio Bolsonaro, segundo a qual ele estava apenascorrendo atrás de recursos privados para a obra, sem contrapartidas, ou seja, minimizando o impacto na base, descrevendo o caso como impacto zero“.

Vamos lá: abre possibilidades improváveis em Mato Grosso, pega a visão, ou querem que desenhem?

Senão venhamos e convenhamos: relatórios da AP Exata indicaram queda na confiança em redes sociais e aumento de dúvidas sobre a campanha.

Ainda não há certeza sobre uma eventual desistência do candidato do Partido Liberal (PL) a presidência da República.

Entretanto, contudo, todavia, na primeira pesquisa, divulgada no dia 16 (sábado), desde que se tornou público a informação de que o Senador do Partido Liberal (PL) pediu recursos a Vorcaro para financiar um filme sobre Jair Bolsonaro, tudo como dantes na Terra de Abrantes.

Não decole! Vou com…

Em Mato Grosso, Natasha Slhessarenko pré-candidata de “terceira via” pelo Partido Social Democrata (PSD), enfrenta dificuldades em ganhar tração nas pesquisas eleitorais, não decolando nem em sua base eleitoral.

Apesar de defender a pré-candidatura de Natasha Slhessarenko, o deputado federal Nenelzinho Pinheiro, admite que, caso a candidatura dela não decolar, o partido deveria considerar uma aliança com o “Capitão Jaymão”.

Segundo 02 (Nenelzinho Pinheiro), a candidatura do Capitão Jaymão, seria hoje uma das mais forte do Estado de Mato Grosso, principalmente pelo apoio político que possui entre prefeitos e vereadores mato-grossenses.

Já em relação aos pré-candidatos Otaviano Pivetta do partido Republicanos, e Wellton Fagundes do Partido Liberal (PL), existem dificuldades de alinhamento político e divergências em relação aos grupos que cercam os pré-candidatos.

E segue o fluxo descendo o Rio Cuiabá.

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Política

Justiça condena ex-agentes públicos e empresário por fraude de milhões em Mato Grosso

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O juiz Bruno D’Oliveira Marques, titular da Vara Especializada em Ações Coletivas, condenou o procurador aposentado do Estado, Francisco Gomes de Andrade Lima Filho, conhecido como Chico Lima, o ex-secretário adjunto José de Jesus Nunes Cordeiro e o empresário Filinto Corrêa da Costa por improbidade administrativa. A decisão judicial determina a suspensão dos direitos políticos dos réus pelo período de dez anos, a aplicação de multa civil individual de até R$ 80 mil e a obrigação solidária de ressarcimento integral dos danos causados aos cofres públicos.

A condenação unânime dos três envolvidos ocorreu devido à identificação de um esquema de desapropriação fraudulenta de terras rondonopolitanas, circulação de valores espúrios e obtenção de vantagens financeiras indevidas. De acordo com as investigações, os sentenciados agiram de forma consciente e dolosa para desviar recursos públicos por meio da recategorização de uma área de preservação ambiental, transformando o Parque Estadual das Águas do Cuiabá em Estação Ecológica.

A sentença condenatória foi formalmente publicada e integrada aos autos processuais nesta sexta-feira, dia 15, culminando um longo período de instrução e análise detalhada de provas documentais e testemunhais. A manifestação do Poder Judiciário ocorre anos após o oferecimento da denúncia inicial, consolidando uma resposta institucional célere contra os atos lesivos ao patrimônio coletivo praticados no encerramento de gestões passadas.

O julgamento e a aplicação das penalidades ocorreram no âmbito do Poder Judiciário de Mato Grosso, na Vara Especializada em Ações Coletivas da comarca da Capital. O epicentro da fraude, contudo, envolveu a desapropriação de uma área verde situada na bacia hidrográfica regional, cuja manipulação administrativa e financeira tramitou diretamente nas sedes das secretarias estaduais e na Procuradoria-Geral do Estado.

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O desvio de recursos públicos foi motivado pelo interesse privado de enriquecimento ilícito dos envolvidos e pela facilitação de vantagens pecuniárias a terceiros à custa do erário. Conforme detalhado pelo magistrado na peça jurídica, a conduta dos réus demonstrou um dolo específico de burlar os mecanismos de controle administrativo, utilizando cargos de alta relevância para viabilizar o recebimento de propinas substanciais.

A execução do plano criminoso ocorreu por meio da falsificação e do direcionamento de pareceres técnicos e avaliações imobiliárias superfaturadas da área desapropriada em 2014. No caso de Chico Lima, a sua posição estratégica foi utilizada para chancelar os trâmites jurídicos ilegais, o que lhe rendeu uma propina de R$ 40 mil convertida na compra de uma motocicleta de luxo, enquanto José de Jesus emitiu dolosamente pareceres sem possuir competência técnica para o ato.

O montante total do prejuízo financeiro causado ao erário será quantificado na fase de liquidação de sentença, em razão da divergência técnica existente entre os relatórios apresentados pelos órgãos de fiscalização. Enquanto o Ministério Público Estadual apontou um rombo inicial estimado em R$ 7 milhões, a auditoria realizada pela Controladoria-Geral do Estado registrou o desvio de R$ 4 milhões, exigindo perícia contábil posterior para a definição do valor exato do ressarcimento.

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A Ação Judicial é o resultado direto dos desdobramentos da Operação Seven, uma força-tarefa que investigou uma suposta organização criminosa infiltrada na alta cúpula do Governo Estadual. Os mecanismos de controle e a atuação conjunta do Ministério Público com a polícia civil permitiram rastrear o fluxo financeiro ilícito e desarticular a estrutura que utilizava a regularização fundiária e a criação de unidades de conservação como fachada para desvios.

O ex-governador Silval da Cunha Barbosa, apontado como o líder do suposto esquema investigado, deixou de receber novas sanções nesta ação civil pública devido à aplicação dos efeitos de seu acordo de colaboração premiada. O magistrado reconheceu a extensão da delação porque o ex-chefe do Executivo já se comprometeu a indenizar o Estado em R$ 70 milhões e cumpre penalidades severas, como a perda de direitos políticos por uma década.

Por outro lado, os ex-secretários estaduais Marcel de Cursi e Arnaldo Alves de Souza Neto foram integralmente inocentados das acusações por absoluta ausência de provas de participação dolosa. O juiz Bruno D’Oliveira Marques ressaltou que atos puramente administrativos de remanejamento orçamentário ou a mera presença em reuniões financeiras não são suficientes para configurar a adesão consciente e voluntária ao propósito criminoso dos demais corréus.

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