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PREVENÇÃO CONTRA GRIPE

Mato Grosso amplia vacinação contra a Influenza

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Após o surto dos vírus zika, dengue e chikungunya pelo mosquito aedes aegypti, o centro das atenções passou a ser novamente a gripe Influenza A (H1N1). Ela já é bem conhecida pelos médicos e pela população mundial, após o surto da doença que ocorreu em 2009 e 2010. Por ser uma mutação da gripe comum, ela possui sintomas parecidos, além da alta taxa de transmissão.

Para prevenir a transmissão é recomendado manter os ambientes ventilados, implementar medidas de higiene e estimular que os indivíduos apliquem a etiqueta respiratória e aumentem a ingestão de líquidos. A Influenza A (H1N1) é uma doença respiratória aguda causada por um novo vírus da gripe. Assim como a gripe comum, ela é transmitida de pessoa a pessoa, principalmente por meio de tosse, espirro ou contato com secreções respiratórias de indivíduos infectados. Os sintomas parecem ser semelhantes aos produzidos por gripes comuns, sazonais. Esses sintomas incluem febre, tosse, garganta inflamada, dores pelo corpo, sensação de frio e fadiga.

A Influenza A (H1N1) tem sua transmissão feita assim como qualquer outra gripe, e por isso segue as mesmas diretrizes de prevenção, porém deve ter sua atenção redobrada.

É preciso lavar sempre as mãos com água e sabão, e evitar o contato com olhos, boca e outras mucosas; não compartilhar itens de uso pessoal como toalhas, copos, talheres e escovas de dentes, e evitar contato próximo com pessoas que estejam doentes.

Recomenda-se também nestes casos o uso do álcool em gel, realizando a esterilização das mãos sempre que fizer contato com objetos ou locais de grande circulação de pessoas (como corrimãos e maçanetas de portas), além de evitar locais fechados e com muitas pessoas. Do mesmo modo, deve-se manter hábitos de alimentação saudáveis, além de praticar exercícios físicos para fortalecimento do organismo.

Tratamento

O tratamento para a gripe (H1N1) é feito através de remédios via oral, que são indicados por um médico e regulamentados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), para combate específico da doença. Outras medidas como repouso, reposição de líquidos e boa alimentação podem ajudar na recuperação do paciente.

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Um dos mitos que gira em torno desta doença, é a do uso da erva-doce no lugar do remédio Tamiflu. O costume popular surgiu pois tanto o remédio, quanto a erva, possuem em sua composição a anis estrelado. Porém, a anis usada nos remédios é retirado de uma planta diferente, originária da China, e isto causa diferenças em seus aspectos de tratamento. Além disso, o remédio possui outros componentes que auxiliam no combate da doença, mas o chá de erva-doce pode ser tomado por pessoas com qualquer tipo de gripe, pois a bebida possui ação expectorante, tônica e calmante.

Vacina

Este ano muitas cidades resolveram adiantar a vacinação contra a Influenza A (H1N1), devido ao quadro de pacientes que foram infectados pela doença, antes da época esperada. Esta vacinação contempla as pessoas que se enquadram no chamado grupo de risco: gestantes, idosos acima de 60 anos, crianças entre seis meses e dois anos, portadores de doenças crônicas, obesos e imunossuprimidos (pessoas que possuem um baixo sistema imunológico).

No caso de pessoas que não se enquadram neste grupo, mas queiram prevenir o contágio da doença através da vacina, é possível adquiri-la em clínicas particulares. Ela também evita que a doença chegue ao seu estágio de maior gravidade, e devido ao vírus ter uma alta taxa de mutação, com o aparecimento de novas cepas, a vacinação contra gripe deve ser renovada todo ano.

Existem alguns mitos em torno da vacina contra a (H1N1). Uma delas é de que a vacina pode causar a morte, o boato surgiu após algumas pessoas verem que a vacina possui em sua composição o mercúrio e o óleo de esqualeno. No entanto, o mercúrio utilizado na vacina é o etilmercúrio, que também é usado como conservante em outras vacinas, como a da difteria e tétano. E o óleo esqualeno já é encontrado no organismo humano naturalmente, e seu uso na vacina tem como finalidade o aumento de sua eficácia.

Outro mito é o de que a vacina causa efeitos colaterais muito fortes. A maior parte das pessoas vacinadas não sentem qualquer sintoma causado por ela, mas quando estes ocorrem costumam durar no máximo dois dias, e o mais comum inclui dor no local da aplicação, febre baixa e um mal estar geral.

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Vacina contra a gripe em Mato Grosso é ampliada

A Secretaria de Estado de Saúde (SES/MT) foi notificada pelo Ministério da Saúde sobre a decisão da ampliação do público-alvo da vacinação contra a Influenza em todo o Brasil, e todas as pessoas com mais de seis meses de idade poderão receber a vacina contra a gripe em Mato Grosso que já recebeu 884 mil doses de vacina contra a Influenza e a previsão é de que o Estado ainda receba 416 mil doses do Ministério da Saúde.

A superintendente de Vigilância em Saúde da SES, Alessandra Moraes, esclarece que, apesar da ampliação do público-alvo, não há expectativa de incremento no envio de doses.

É importante que os gestores entendam que, mesmo com a ampliação do público, não haverá incremento no número de doses enviadas pelo Ministério da Saúde. Desde o início da campanha, a estimativa é de que Mato Grosso receba o total de 1,3 milhão de doses contra a Influenza”.

Neste contexto, os municípios terão autonomia para definir estratégias de ampliação do público, tendo em vista o estoque disponível da vacina.

Em Mato Grosso, os municípios estão liberados para realizarem a vacinação em todo o público com mais de seis meses de idade. Contudo, as gestões municipais também têm autonomia para definirem a melhor estratégia, conforme o quantitativo de doses em estoque. É importante reforçar que não há previsão de envio de novas doses pelo Ministério da Saúde”.

A Influenza é uma infecção viral aguda que afeta o sistema respiratório e é de alta transmissibilidade. A estratégia de vacinação contra a Influenza foi incorporada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) em 1999, com o propósito de reduzir internações, complicações e óbitos na população-alvo.

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Destaques

Polícia Militar define finalistas para o topo da carreira institucional

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A disputa por uma vaga de coronel é o ponto culminante da carreira dos oficiais militares e das forças de segurança públicas (como a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros). O posto de coronel representa o último degrau e o topo da hierarquia dessas instituições, o que torna essa concorrência extremamente acirrada e de importância estratégica.

O coronel deixa as funções operacionais de campo para assumir o planejamento estratégico, comandando batalhões inteiros, diretorias ou grandes comandos regionais. Os coronéis interagem diretamente com o alto escalão do governo estadual ou federal (como Secretários de Segurança e Governadores), participando da formulação de políticas públicas de segurança. É desse grupo restrito que sai o Comandante-Geral da instituição, o cargo máximo de liderança.

Diferente das promoções iniciais, que consideram bastante o tempo de serviço (antiguidade), a vaga para coronel costuma basear-se fortemente no critério de merecimento. Isso envolve avaliações de desempenho rigorosas, histórico limpo e cursos de aperfeiçoamento. O número de vagas para coronel é altamente limitado por Lei. Conforme a pirâmide militar se estreita, centenas de tenentes-coronéis competem por pouquíssimas cadeiras vazias.

Cinco vagas para o posto de coronel

A Comissão de Promoção de Oficiais (CPO) da Polícia Militar do Estado de Mato Grosso (PMMT) definiu, no cenário institucional do estado, a lista dos quinze tenentes-coronéis que disputam as cinco vagas para o posto de coronel.

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O ato administrativo ocorreu no âmbito das avaliações internas da corporação e busca preencher as vagas do posto mais elevado da hierarquia policial militar mato-grossense.

A deliberação oficial abrange todo o Estado de Mato Grosso, reunindo oficiais com atuação estratégica tanto na capital, Cuiabá, quanto em importantes municípios do interior.

As promoções respondem à necessidade contínua de renovação do alto comando militar, garantindo a continuidade do planejamento e da execução das diretrizes de segurança pública.

O processo seletivo foi conduzido de forma criteriosa pela própria comissão especializada da corporação, mediante a análise minuciosa de méritos, histórico funcional e pontuações acumuladas.

A relação reúne oficiais que atuam em unidades da Capital e do interior do Estado. As notas atribuídas pela comissão variam de 5,34 a 4,87.

A maior nota da lista é do tenente-coronel Adão César Rodrigues Silva, comandante regional de Cáceres, com 5,34. Na sequência aparecem, tenente-coronel Paulo Jailson Secchi de Ávila, que atua em Nova Mutum aparece com nota 5,337; Murilo Franco de Miranda, de Tangará da Serra, com 5,327; Fábio Alves Ribeiro, comandante da Rotam, com 5,32; e Oswaldo Marins Rabelo, de Alta Floresta, com 5,29.

Completam a relação Cleiton de Moura Viana, Breno Chaves Nogueira, Nagila de Moura Brandão, Fábio Mota de Souza, Victor Lúcio do Prado, Adonival Coelho de Souza Junior, Bruno Marcel Souza Tocantins, Gyancarlos Paglyneari Cabelho, Jussara Cristina Novacki e Marcelo Moraes de Souza.

Entre os quinze selecionados, destacam-se duas oficiais mulheres: as tenentes-coronéis Nagila de Moura Brandão, do 9º Batalhão, e Jussara Cristina Novacki, integrante da Diretoria de Defesa da Mulher.

O governador Otaviano Pivetta confirmou expressamente que, entre as cinco vagas disponíveis para a promoção, ao menos uma será destinada ao preenchimento por uma mulher.

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A decisão final caberá ao chefe do Executivo Estadual, que receberá uma lista tríplice indicativa para cada vaga e anunciará os novos coronéis no prazo estimado de cinco dias.

Após a oficialização do ato administrativo, os cinco oficiais escolhidos tomarão posse na mais alta patente, assumindo responsabilidades estratégicas na condução da segurança do Estado de Mato Grosso.

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