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Lucimar e Jayme ainda não decidiram se vão se manter na política em VG
Apesar de terem mudado a imagem política da cidade de Várzea Grande, depois de três prefeitos que conseguiram ser cassados, o casal Campos, não parecem tão dispostos, como se imaginam, em disputar uma reeleição à prefeitura no pleito eleitoral de outubro de 2016. Lucimar Campos (DEM), a prefeita titubeia quando indagada sobre a possibilidade de ira para disputa, deixando sempre a tarefa para o seu marido, o ex-senador Jayme Campos (DEM), que dá mesmo forma revela ser cedo para definir seu futuro político, atualmente está em um período sabático e não descarta nem mesmo disputar o cargo da amada.
Nas fileiras do DEM o comentário é que o casal não descarta a aposentadoria política, o ex-governador e integrante da família, Júlio Campos (DEM), passando o bastão para outros candidatos mais jovens e que possam dar uma dinâmica maior na administração pública. Entre estes nomes está o do vice-prefeito Arilson Arruda, que tem agradado a cúpula por sua maneira discreta de trabalhar, embora não seja considerado um nome de confiança do Jayme Campos, apontado como a “eminência parda” da prefeita Lucimar Campos (DEM).
O Blogdovaldemir, apurou que na opinião da classe política várzea-grandense, a prefeita Lucimar Campos, apesar de ter conseguido sanear as finanças da cidade, é um nome fraco para a disputa. Avaliam que ela não consegue ir para o embate com nomes fortes como, por exemplo, o deputado estadual Perry Taborelli (PV), que já declarou ser candidato a eleição. “A Lucimar é fraca no discurso, fraca no debate”, disse uma fonte democrática, que defende o lançamento do ex-senador Jayme Campos.
Se no meio político da Cidade Industrial existe o medo de Lucimar derrapar no debate e no discurso, entre a população várzea-grandense a situação é bem outra. O Blogdovaldemir andou pela cidade e a constatação é que ao olhos do eleitor, a prefeita vem realizando um excelente trabalho. “Lucimar pegou a cidade completamente abandonada, em poucos dias mudou a cara da cidade. Tapando os buracos que eram um verdadeiro tormento para a população, arrumou o Pronto Socorro, reformou as escolas, fez vários mutirões na cidade, projetos de multiação, dentre outras ações”, disse um eleitor.
Falam ainda que, em quanto a prefeita Lucimar trabalha, Jaime Campos, faz a política dele, atendendo o povo.
Para muitos, o nome da prefeita Lucimar Campos, não é tão fácil assim como muitos estão falando. Ela esta indo nas comunidades, olhando nos olhos do povo e prestando serviços a população. Ate o momento, não existe candidato para enfrentar a prefeita. Comenta o povo da Várzea Grande.
Caso eles (Lucimar e Jayme) estejam pensando em não disputar a prefeitura este ano, então quem serão os devidos candidatos? Quem são os fichas limpas para poder vir disputar a sucessão da prefeita e dar uma resposta rápida para Várzea Grande?
As eleiçoçes estão a porta, e o tempo será fundamental para se trabalhar um novo nome para os Democratas na Cidade Industrial.
Destaques
Seca e focos de queimadas elevam a migração de animais peçonhentos para residências urbanas em Várzea Grande
A mudança desordenada do ambiente e o uso indiscriminado de venenos podem favorecer a proliferação de animais peçonhentos, como escorpiões, aranhas e cobras. Quando o ambiente natural é alterado, esses animais perdem seus abrigos e passam a buscar refúgio em áreas urbanas, residências e quintais. O uso de venenos sem orientação técnica elimina predadores naturais e presas, como insetos, desequilibrando o ecossistema.
Esse desequilíbrio faz com que os animais peçonhentos se espalhem com mais facilidade e apareçam com maior frequência. A melhor forma de prevenção é o controle ambiental: limpeza, eliminação de entulhos, manejo correto do lixo e orientação adequada da população.
As condições climáticas adversas observadas no município de Várzea Grande, caracterizadas pelo período de estiagem severa e pelo aumento dos focos de queimadas, estão forçando espécies peçonhentas, como escorpiões, aranhas, serpentes, abelhas e lacraias, a migrarem de seus habitats naturais rumo a perímetros urbanizados em busca de abrigo, água e alimento.
Os moradores de todas as regiões da cidade, com especial atenção aos residentes de bairros periféricos e de áreas próximas a terrenos baldios ou com acúmulo de entulhos, encontram-se expostos a essa aproximação sinantrópica, que exige maior rigor nas medidas preventivas cotidianas dentro e fora das habitações.
O fenômeno atinge sua cúpula epidemiológica no período de estiagem de 2026, com dados coletados entre janeiro e agosto demonstrando a ocorrência sistemática de acidentes, sob a liderança dos escorpiões, que computaram 60 notificações no município durante os primeiros oito meses deste exercício.
A migração massiva fundamenta-se na destruição e degradação dos ecossistemas nativos pelo fogo, somadas às temperaturas extremas, dinâmica que compele os espécimes a buscarem ambientes sombreados, úmidos e com oferta abundante de presas, como as baratas urbanas.

Para conter a proliferação e o ingresso desses animais, o Centro de Controle de Zoonoses de Várzea Grande (CCZ-VG) recomenda a aplicação rigorosa da “técnica dos quatro As” (eliminação de abrigo, acesso, alimento e água), aliada à vedação de ralos, eliminação de entulhos e manutenção de quintais limpos.
Embora os registros ocorram em todo o território municipal, a Região 1 desponta como o epicentro das notificações, englobando localidades densamente povoadas como Grande Cristo Rei, Parque do Lago, Uniparque, Santa Clara, Aurília Curvo, Manga e trechos do Ponte Nova.
Diante do surgimento recorrente de espécimes, o CCZ-VG disponibiliza vistorias técnicas e orientações preventivas por meio do canal oficial de atendimento via WhatsApp, no número (65) 98476-5719, desaconselhando terminantemente o uso indiscriminado de pesticidas químicos.
Em eventuais casos de picadas ou ferimentos, o munícipe deve dirigir-se imediatamente ao Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande, Unidade de Saúde dotada de estrutura técnica e insumos específicos, incluindo soros antiveneno para avaliação médica criteriosa.
A preocupação das autoridades de saúde justifica-se pela elevada vulnerabilidade de crianças e idosos, grupos nos quais a toxicidade dos venenos pode acarretar complicações clínicas graves, independentemente do porte ou da coloração do animal envolvido na ocorrência.
Atuam na linha de frente desse trabalho de conscientização e monitoramento os biólogos e técnicos do Centro de Controle de Zoonoses de Várzea Grande (CCZ-VG), a exemplo da especialista Thayse Oliveira, que mapeiam a presença de espécies de relevância médica nacional, como o Tityus serrulatus e o Tityus bahiensis, para orientar a população local.

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