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Chapas começam tomar forma para a disputa eleitoral 2018

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Faltando 166 dias para as eleições 2018, o cenário da disputa Majoritária começa a tomar corpo, com quatro candidatos concorrentes ao Palácio Paiaguas e oito ao Senado Federal.

Um grupo denominado pelo Blog do Valdemir, como “Chapa Mato Grosso no rumo certo”, tem como cabeça de chapa o atual governador Pedro Taques (PSDB), vice Neri Gueller (PP), ao Senado da Republica, Nilson Leitão e Marcos Marrafon, e como suplente Carlos Brito de Lima.

Vale lembrar que o governador José Pedro Taques não foi eleito pelo partido PSDB, e sim pelo PDT, resta saber se a maioria dos integrantes da sigla partidária vai comungar desta suposta candidatura do governador a reeleição, mesmo mantendo o alto índice de rejeição. Ou seja, será que os militantes vão abraçar a candidatura.

Já na “Chapa Mato Grosso sem Taques”, o grupo deve ter como concorrente o empresário e magoado Otaviano Pivetta (PDT), (caso confirme a desistência do empresário Mauro Mendes). A chapa fica assim formada, para vice-governador, o Democrata, o indeciso Mauro Mendes Ferreira, disputando o Senado tem Jayme Veríssimo de Campos e Adilton Sachetti do PRB.

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Comentários maldosos dizem que “se na última hora Mauro falar que não é candidato, fica claro que está trabalhando a favor de Taques, segurando a definição de outros grupos para beneficiar o atual governador, já que não será por questões familiares, neste quesito, fontes afirmam que ele está liberado”.

A “Chapa Homem do Campo”, na disputa para o Governo do Estado vem o senador e presidente do Partido da Republica (PR) em Mato Grosso, Wellington Fagundes, com o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Neurilan Fraga (PSD), e para o Senado tem os candidatos Carlos Henrique Baqueta Fávaro presidente estadual do PSD em Mato Grosso e a ex-reitora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Maria Lúcia Cavalli Neder do PCdoB.

Esta chapa recebeu o reforço do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), que defende que o vice na chapa de Wellington Fagundes seja da Capital, e que Cuiabá precisa ter um representante na chapa Majoritária.

O prefeito cuiabano disse que “Cuiabá é a cidade mais importante, e eu defendo que o vice seja de Cuiabá, a cidade possui hoje o maior colégio eleitoral no estado, nos somos uma referencia no Estado, e queremos também ter um representante na disputa do senado da Republica em uma das vagas”.

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A “Chapa Mato Grosso na bala” é formada pelos candidatos ao governador Dilceu Rossato (PSL), vice tem Emídio de Souza do PSOL, para Senado da Republica, José Medeiros (Podemos) e a juíza aposentada Selma Rosane de Arruda (PSL).

Um dos principais discursos desses candidatos é combater o alto índice de violência que encurrala a sociedade, o estado está refém nas mãos da marginalidade, o cumulo da violência chegou ao ponto da Secretaria de Segurança Pública ser vítima dos marginais.

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No Brasil “Varíola de Macaco” terá casos em breve

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Há 50 anos, em abril de 1971, 19 moradores da Vila Cruzeiro, uma comunidade de baixa renda no bairro da Penha, na zona norte da cidade do Rio de Janeiro, foram os últimos a terem varíola no Brasil. Também acompanhados pela OMS (Organização Mundial da Saúde), Bangladesh, em 1975, e Somália, dois anos depois, fizeram os derradeiros registros da doença que na década anterior causava uma mortalidade próxima a 30% das pessoas infectadas, após fazê-las sofrer com bolhas que cobrem o corpo todo antes de se abrir e liberar um líquido amarelado cheio de pus.

Como nenhum outro caso foi notificado nos anos seguintes, em 1980 a OMS reconheceu a erradicação da varíola no mundo. Causada pelo vírus Poxvirus variolae, transmitido de pessoa a pessoa ou por roupas e objetos contaminados, essa doença perseguira a humanidade durante milênios.

Volta da doença

Desde o início de maio, mais uma preocupação surgiu para o mundo: a varíola de macaco. Tipicamente endêmica de países da África, casos da doença foram registrados em países da Europa, Oceania, América do Norte e do Sul. São 131 casos confirmados e 106 suspeitos, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), e, embora nenhum tenha sido observado no Brasil, é necessário manter a vigilância.

A primeira notificação fora da África ocorreu no dia 7 deste mês. Já o primeiro caso registrado na história se deu em 1970, na República Democrática do Congo.

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A origem dos surtos atuais ainda não foi identificada. No entanto, especialistas lembram que a varíola do macaco não se compara ao novo Coronavírus, por exemplo, em termos de transmissibilidade ou mortalidade, de modo que a ameaça deve não ser tão grave. Vale lembrar que apenas pessoas com mais de 55 anos são vacinadas contra a varíola humana, imunizante que também protege contra a versão animal do vírus.

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) criou uma comissão, em caráter consultivo, cujo papel será acompanhar a possível incidência da doença no país, e a pasta da Saúde monitora o quadro por meio de uma Sala de Situação, anunciada na última segunda-feira (23/5).

Transmissão

A “varíola dos macacos” é conhecida desde 1958, quando foi diagnosticada em uma colônia de macacos. O nome veio em razão das semelhanças com a varíola previamente observada em outras espécies.

A transmissão da doença ocorre por meio de fluidos corporais, além de não estar acostumada a transitar em humanos, e por isso é considerada menos contagiosa, demandando um contato mais íntimo do que a Covid-19, por exemplo, para passar de pessoa para pessoa. De acordo com a OMS, a doença é controlável, principalmente por esses fatores.

Uma vez contraído, o vírus fica incubado por um período de 5 a 21 dias. Os sintomas incluem febre, mal-estar, dores, linfonodos inchados, fadiga e calafrios, além das características erupções cutâneas.

Os sintomas da varíola do macaco incluem febre, calafrios, dor de cabeça, dores musculares, dor nas costas e gânglios linfáticos inchados. Uma erupção cutânea geralmente aparece 3 á 5 dias após o início dos sintomas e pode se espalhar do rosto para o tronco e extremidades.

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Na América do Sul, a primeira suspeita foi registrada no domingo (23/5) na Argentina. Segundo o Ministério da Saúde local, o paciente é um morador da província de Buenos Aires, que se encontra em um bom estado, está em isolamento e recebendo tratamento para os sintomas. O Reino Unido tem nove casos confirmados, principalmente em Londres.

Portugal tem 14 casos confirmados e 20 suspeitos, enquanto Espanha tem sete casos confirmados e 24 suspeitos. A Itália tem dois casos suspeitos, enquanto a Bélgica tem dois casos suspeitos e um confirmado. França e Suécia têm um caso confirmado cada e Argentina mais um confirmado, sendo este um brasileiro.

Os EUA têm um caso confirmado e um suspeito. O Canadá tem um caso confirmado e 21 suspeitos. A Austrália tem um caso confirmado e um suspeito.

Varíola dos macacos pode chegar ao Brasil em pouco tempo.

O Brasil não tem registro da doença ainda, mas o vírus foi identificado em um brasileiro de 26 anos na Alemanha, vindo de Portugal, após passar pela Espanha.

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