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Fórum Sindical prepara ocupação para evitar aprovação de congelamento dos salários

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O Governo do Estado não quer dialogar com a gente, com o Fórum Sindical? Eles querem passar o bastão para a Assembleia Legislativa? Se brincar, nos vamos fazer igualzinho como os sindicatos fizeram na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ). O nosso grupo vai ocupar todos os espaços que existem aqui dentro da Assembleia e se for preciso nos também vamos radicalizar. O Sindicato vai montar acampamento dentro da Casa de Leis, nos vamos radicalizar e cobrar dos deputados estaduais que tem mandato eletivo”, Foi a declaração do presidente do Sindicato dos Servidores Públicos da Saúde e Meio Ambiente (SISMA), Oscarlino Alves.

forum-sindical-de-mtO Fórum Sindical que também tem a participação do Sinpaig e Sindicon, também fizeram um comunicado de que eles já começaram a fazer suas mobilizações juntamente com os servidores públicos estaduais para montarem acampamento a partir desta terça-feira (20) na Assembleia Legislativa. Eles vão acompanhar e pressionar os deputados sobre o projeto da reforma administrativa proposto pelo governador Pedro Taques (PSDB) de congelar os salários dos servidores por 2 anos, assim como a Revisão Geral Anual (RGA) e progressão de carreira, e prometeram impedir a aprovação.

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O Fórum Sindical prometeu seguir o exemplo do quer acabou acontecendo no Rio de Janeiro quando os servidores públicos fizeram a manifestação e invadiram a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro para evitar a aprovação do chamado Projeto de Lei Complementar do Teto dos Gastos Públicos de Mato Grosso.

Os representantes do Fórum disseram ainda que em nenhum momento, o Executivo chamou os servidores para conversar sobre o congelamento de salários e classificaram a gestão do governador Pedro Taques (PSDB) de “coronelismo” …”e eles sequer querem nos atender, isso se deve a greve que foi realizado pelos servidores este ano”. Disse o presidente do Sindicato dos Profissionais da Área Instrumental (Sinpaig), Edmundo Leite.

Nos não vamos admitir isso, vamos ficar de plantão, vãos montar acampamento aqui na Assembleia Legislativa, não queremos que ele faça engolir esses projetos do Governo do Estado, isso que esta acontecendo é uma imoralidade, esta causando ate mesmo dano pessoal, com esse Projeto de Lei Complementar, alguns servidores não terão dinheiro nem para comprar remédios e comida, e uma verdadeira injustiça que estão fazendo com os servidores”. Disseram os membros do Fórum Sindical que estão se preparando para fazerem a ocupação dentro da Assembleia Legislativa.

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Seca e focos de queimadas elevam a migração de animais peçonhentos para residências urbanas em Várzea Grande

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A mudança desordenada do ambiente e o uso indiscriminado de venenos podem favorecer a proliferação de animais peçonhentos, como escorpiões, aranhas e cobras. Quando o ambiente natural é alterado, esses animais perdem seus abrigos e passam a buscar refúgio em áreas urbanas, residências e quintais. O uso de venenos sem orientação técnica elimina predadores naturais e presas, como insetos, desequilibrando o ecossistema.

Esse desequilíbrio faz com que os animais peçonhentos se espalhem com mais facilidade e apareçam com maior frequência. A melhor forma de prevenção é o controle ambiental: limpeza, eliminação de entulhos, manejo correto do lixo e orientação adequada da população.

As condições climáticas adversas observadas no município de Várzea Grande, caracterizadas pelo período de estiagem severa e pelo aumento dos focos de queimadas, estão forçando espécies peçonhentas, como escorpiões, aranhas, serpentes, abelhas e lacraias, a migrarem de seus habitats naturais rumo a perímetros urbanizados em busca de abrigo, água e alimento.

Os moradores de todas as regiões da cidade, com especial atenção aos residentes de bairros periféricos e de áreas próximas a terrenos baldios ou com acúmulo de entulhos, encontram-se expostos a essa aproximação sinantrópica, que exige maior rigor nas medidas preventivas cotidianas dentro e fora das habitações.

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O fenômeno atinge sua cúpula epidemiológica no período de estiagem de 2026, com dados coletados entre janeiro e agosto demonstrando a ocorrência sistemática de acidentes, sob a liderança dos escorpiões, que computaram 60 notificações no município durante os primeiros oito meses deste exercício.

A migração massiva fundamenta-se na destruição e degradação dos ecossistemas nativos pelo fogo, somadas às temperaturas extremas, dinâmica que compele os espécimes a buscarem ambientes sombreados, úmidos e com oferta abundante de presas, como as baratas urbanas.

Para conter a proliferação e o ingresso desses animais, o Centro de Controle de Zoonoses de Várzea Grande (CCZ-VG) recomenda a aplicação rigorosa da “técnica dos quatro As” (eliminação de abrigo, acesso, alimento e água), aliada à vedação de ralos, eliminação de entulhos e manutenção de quintais limpos.

Embora os registros ocorram em todo o território municipal, a Região 1 desponta como o epicentro das notificações, englobando localidades densamente povoadas como Grande Cristo Rei, Parque do Lago, Uniparque, Santa Clara, Aurília Curvo, Manga e trechos do Ponte Nova.

Diante do surgimento recorrente de espécimes, o CCZ-VG disponibiliza vistorias técnicas e orientações preventivas por meio do canal oficial de atendimento via WhatsApp, no número (65) 98476-5719, desaconselhando terminantemente o uso indiscriminado de pesticidas químicos.

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Em eventuais casos de picadas ou ferimentos, o munícipe deve dirigir-se imediatamente ao Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande, Unidade de Saúde dotada de estrutura técnica e insumos específicos, incluindo soros antiveneno para avaliação médica criteriosa.

A preocupação das autoridades de saúde justifica-se pela elevada vulnerabilidade de crianças e idosos, grupos nos quais a toxicidade dos venenos pode acarretar complicações clínicas graves, independentemente do porte ou da coloração do animal envolvido na ocorrência.

Atuam na linha de frente desse trabalho de conscientização e monitoramento os biólogos e técnicos do Centro de Controle de Zoonoses de Várzea Grande (CCZ-VG), a exemplo da especialista Thayse Oliveira, que mapeiam a presença de espécies de relevância médica nacional, como o Tityus serrulatus e o Tityus bahiensis, para orientar a população local.

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