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NUMEROS EM RECUPERAÇÃO NO BRASIL

Brasil é o país com maior número de recuperados

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O Brasil se tornou o país do mundo com mais recuperados após infecções pelo novo “Coronavírus“, segundo o painel atualizado em tempo real pela universidade americana Johns Hopkins. O vírus é o causador da “Covid-19“.

A contagem mundial mostra números bastante diferente, onde aparece o Brasil à frente dos Estados Unidos no ranking de recuperados, com 1.185.596 pacientes que já eliminaram o vírus, ante 963.412 registrados em território americano.

No entanto, de acordo com os dados mais recentes do Ministério da Saúde, divulgados nesta ultima sexta-feira (10), o país acumula 1.804.338 de casos confirmados assim como 70.524 mortes pelo novo coronavírus.

A lista das nações com maiores registros de pacientes em alta, após terem testado positivo, segue com Rússia (497.446) e Índia (515.385). Ao todo, o mundo soma no momento 4.807.504 pessoas recuperadas do novo coronavírus, entre casos confirmados, segundo o painel em tempo real da Johns Hopkins.

Os números compilados pela Johns Hopkins são atualizados várias vezes no mesmo dia. Segundo a universidade, os dados vêm de fontes como a Organização Mundial da Saúde (OMS ) e autoridades de Saúde de diferentes países.

Divergências na contagem de recuperados dos EUA

A Johns Hopkins é uma das poucas instituições que conta nacionalmente o número de recuperados nos Estados Unidos e há registros divergentes para esse dado. O site World Meter, que também atualiza dados sobre o vírus em tempo real com levantamento de diversas fontes, dá um número bem diferente de recuperados: 1.040.608 nos EUA e 649.908 no Brasil.

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Não há informações sobre o total de recuperados por país no painel em tempo real da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do CDC, órgão do governo americano que divulga dados sobre a doença.

Douglas Donovan, porta-voz da Johns Hopkins, comentou a falta uniformidade nos dados americanos sobre recuperações, que não são considerados prioritários pelo CDC. Segundo especialistas, esses números podem ser imprecisos.

Não existe um método uniforme para relatar recuperações nos Estados Unidos. Se isso mudar, o painel refletirá esses números de acordo“, disse Donovan.

Ele reconheceu que contagens de recuperados são feitas com estimativas em nível de país com base em relatórios da mídia local e podem ser substancialmente inferiores ao número real“.

Mundo caminha para 13 milhões de casos e 600 mil mortes

O painel atualizado em tempo real pela universidade Johns Hopkins mostra que o mundo caminha para atingir as marcas de 13 milhões de casos e 600 mil mortes nos próximos dias.

No momento, já foram registradas 12.507.849 casos confirmados em todo o planeta, segundo a Johns Hopkins. Os Estados Unidos lideram essa estatística (com cerca de 3.238.219 milhões de casos), seguidos pelo Brasil (1.804.338), Rússia (720.547) e Índia (820.916).

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Até aqui, foram contabilizadas 560.460 mortes relacionadas ao vírus. Os países com mais óbitos são, na ordem, os Estados Unidos (cerca de 135.953 mil), seguidos pelo Brasil (70.524 mil), Reino Unido (44.650 mil) e Itália (34.938 mil).

Em todo o mundo, autoridades de Saúde acreditam haver uma considerável subnotificação em relação aos casos e óbitos registrados em decorrência do vírus, considerado uma pandemia desde março pela OMS.

No Brasil

Veja como o número de novas mortes tem variado nas últimas duas semanas:

Subindo: PR, RS, SC, MG, DF, GO, MS, MT, TO, PI
Em estabilidade: ES, SP, AM, AL, BA, CE, MA, PB, RN, SE, RR, RO
Em queda: RJ, AC, AP, PA, PE

Sul

PR: +84%
RS: +85%
SC: +24%

Sudeste

ES: 0%
MG: 60%
RJ: -19%
SP: -1%

Centro-Oeste

DF: +61%
GO: +74%
MS: +56%
MT: +31%

Norte

AC: -44%
AM: -1%
AP: -40%
PA: -22%
RO: -14%
RR: -3%
TO: +42%

Nordeste

AL: +5%
BA: +10%
CE: 0%
MA: -8%
PB: +9%
PE: -26%
PI: +18%
RN: -10%
SE: +6%

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Destaques

Apesar da preocupação estadual o cenário em Cuiabá é descrito como estável

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O Estado de Mato Grosso enfrenta um cenário epidemiológico alarmante em 2026, com a confirmação de oito óbitos decorrentes de complicações da meningite. Segundo dados oficiais da Secretaria de Estado de Saúde (SES/MT), o território mato-grossense já contabiliza 29 diagnósticos positivos da enfermidade desde o início do ano. O registro dessas fatalidades acende um alerta sobre a gravidade da patologia e a necessidade de intervenções rápidas para conter a propagação dos agentes etiológicos, evidenciando que a letalidade da doença permanece como uma ameaça latente à saúde pública regional e exige atenção rigorosa das autoridades sanitárias.

A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES/MT), como órgão central de vigilância, é a instituição responsável pela compilação e divulgação desses índices de morbimortalidade. A atuação da pasta concentra-se no monitoramento dos casos e no suporte técnico aos municípios, buscando identificar padrões de transmissão e garantir que os protocolos de atendimento sejam seguidos com precisão. O papel da SES/MT torna-se fundamental neste momento para centralizar as informações e orientar a população sobre os riscos reais, evitando a disseminação de pânicos injustificados, ao mesmo tempo em que mantém a transparência sobre os dados epidemiológicos coletados pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen/MT).

Os óbitos e as infecções distribuem-se pelo território de Mato Grosso, com especial atenção à capital, Cuiabá, onde a densidade populacional favorece a circulação de patógenos. Embora o estado apresente números expressivos de cobertura em certas faixas etárias, a presença da doença em diferentes localidades geográficas demonstra que o risco não está circunscrito a apenas um município. A Capital, em particular, mantém suas 72 Unidades de Saúde da Família (USFs) em regime de vigilância constante, servindo como termômetro para a situação estadual e como pontos estratégicos de bloqueio vacinal e diagnóstico precoce para os cidadãos mato-grossenses.

A confirmação das oito mortes ocorreu ao longo do primeiro semestre de 2026, período em que a sazonalidade e a circulação de variantes específicas intensificaram a busca por atendimento médico. A rapidez com que o quadro clínico da meningite evolui podendo levar ao óbito em menos de 24 horas torna o fator temporal um elemento crítico tanto para a administração pública quanto para o paciente. O cronograma de monitoramento da Vigilância Epidemiológica indica que este é um momento decisivo para reforçar as campanhas de imunização, visando impedir que o balanço de mortos continue a ascender no decorrer dos próximos meses do ano vigente.

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A causa primordial desse cenário reside na complexidade da cobertura vacinal e na coexistência de diferentes variantes do microrganismo. A lacuna no Sistema Único de Saúde (SUS) é um fator determinante: enquanto as vacinas para as Variantes C e ACWY são ofertadas gratuitamente, a proteção contra o tipo B, uma das formas mais severas restringe-se majoritariamente à rede privada.

Esse desequilíbrio econômico cria um obstáculo para a imunização plena, pois o alto custo das doses particulares, que chegam a R$ 750, impede que grande parcela da população complete o esquema vacinal necessário para barrar a circulação de todas as linhagens da bactéria.

O processo de controle da doença ocorre por meio de uma logística coordenada entre a Gestão Municipal de Cuiabá e o Governo Estadual. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) utiliza suas Unidades de Saúde para a aplicação das doses disponíveis e para o acolhimento de casos suspeitos, enquanto o monitoramento técnico é realizado via exames laboratoriais que identificam o agente causador.

Essa dinâmica operacional visa assegurar que, diante de qualquer suspeita, como o caso recente de uma criança internada sob investigação, as medidas de contenção sejam aplicadas imediatamente, independentemente de o diagnóstico final ser de origem bacteriana ou viral.

A principal finalidade das ações vigentes é a preservação da vida e a interrupção da cadeia de transmissão da Meningite no estado. Através do reforço na comunicação institucional, as autoridades buscam elevar os índices de cobertura da vacina ACWY, que atualmente encontra-se em apenas 50,72% entre adolescentes de 11 a 14 anos, um patamar considerado perigoso pelos especialistas. O objetivo central é atingir a imunidade de rebanho e reduzir drasticamente a pressão sobre as unidades de terapia intensiva, garantindo que a estabilidade epidemiológica declarada pela Prefeitura de Cuiabá se transforme em uma tendência consolidada de queda nos óbitos.

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Atualmente, o cenário em Cuiabá é descrito como estável, apesar da preocupação estadual, e não há confirmação de circulação da Variante tipo B no município. A Prefeitura da Capital ressalta que o Laboratório Central descartou a presença da Neisseria meningitidis tipo B em casos recentes suspeitos, o que traz um alento momentâneo quanto à gravidade das cepas circulantes na capital.

No entanto, a escassez de estoque da vacina tipo B nas clínicas particulares reflete uma corrida da população por proteção suplementar, gerando um descompasso entre a demanda social por segurança sanitária e a oferta de insumos no mercado privado de Saúde.

A prevenção baseia-se estritamente na vacinação e na identificação precoce dos sintomas característicos da patologia. As autoridades reforçam que febre alta, dor de cabeça intensa, náuseas, vômitos e a clássica rigidez na nuca são sinais de alerta que exigem busca imediata por socorro médico em UPAs ou policlínicas. Em lactentes, a atenção deve ser redobrada a sinais de irritabilidade e choro persistente.

A orientação técnica é unânime: a vacina disponível no SUS, com 98,72% de cobertura para menores de um ano no estado, é a ferramenta mais eficaz para evitar que novas famílias venham a compor as estatísticas de luto em Mato Grosso.

Dessa forma, a batalha contra a Meningite em 2026 exige um esforço conjunto entre o Poder Público e a sociedade civil para superar as barreiras de informação e acesso. A Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá e a SES/MT reiteram a importância de se utilizar apenas canais oficiais para a obtenção de dados, combatendo a desinformação que muitas vezes desencoraja a vacinação.

Com a manutenção dos protocolos rigorosos e a conscientização sobre a importância do reforço vacinal nos adolescentes, o estado busca reverter o quadro de letalidade e assegurar que o Sistema de Saúde responda com eficiência aos desafios impostos por esta grave enfermidade.

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