Search
Close this search box.

ALUNOS FANTASMAS

Vereador denuncia irregularidades no transporte escolar de Cuiabá

Publicados

em

O vereador Diego Guimarães (Cidadania) entregou ao Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT) e ao Ministério Público do Estado (MPE) ofício solicitando investigação quanto ao pagamento feito à empresa contratada pela Secretaria Municipal de Educação do Município que presta serviço de transporte escolar rural.

Em quatro meses de 2021 a contratada recebeu mais de R$ 1,5 milhão mesmo com as aulas presenciais suspensas devido à Pandemia da Covid-19.

“Desde fevereiro a prefeitura de Cuiabá está pagando a empresa Bella Via Transporte LDTA para fazer o transporte dos alunos da zona rural enquanto as aulas ainda estão suspensas. Fui até a empresa averiguar a situação e o funcionário que nos atendeu não explicou o motivo do pagamento para a empresa fazer o transporte de alunos ‘fantasmas”, explica o vereador.

Com o advento do novo Coronavírus as aulas na rede municipal estão suspensas desde março de 2020 como forma de prevenção à disseminação da doença. Com previsão de retorno para o começo de 2020, o Executivo editou decreto adiando para agosto a volta de forma presencial.

Leia Também:  A obrigação da classe política é antecipar problemas; até agora, só um teve hombridade em reconhecer o erro

As aulas de todos os níveis estão ocorrendo, exclusivamente, por meio de tecnologia digital e Estratégia de Ensino à Distância (EAD).

Foi lançado pela Prefeitura de Cuiabá no Portal Transparência os pagamentos de R$ 150 mil em maio, dois pagamentos em abril que totalizam R$ 579 mil, dois pagamentos em maio no total de R$ 564 mil e dois em julho no total de R$ 264 mil.

Propaganda

Política

Nova Mesa Diretora é eleita por unanimidade na Câmara de Cuiabá para o Biênio 2027/2028

Publicados

em

A Câmara Municipal de Cuiabá definiu, nesta terça-feira, sua nova composição de comando para o Biênio 2027/2028. O vereador Ilde Taques (Podemos) foi eleito presidente da Casa de Leis com os 27 votos dos parlamentares presentes, alcançando unanimidade em um processo eleitoral marcado pela ausência de disputa e pela consolidação de um amplo bloco de apoio político.

A eleição respondeu à principal questão do processo legislativo: quem comandará o Poder Legislativo Municipal nos próximos dois anos. Além da escolha de Ilde Taques para a Presidência, a nova Mesa Diretora será composta por Eduardo Magalhães como primeiro vice-presidente, Maria Avallone como segunda vice-presidente, Adevair Cabral como primeiro-secretário e Michelly Alencar como segunda-secretária.

O pleito ocorreu no plenário da Câmara Municipal de Cuiabá, sede oficial do Parlamento da Capital Mato-grossense. O resultado reafirma a força das articulações políticas construídas ao longo dos últimos meses e estabelece uma nova configuração administrativa para conduzir os trabalhos legislativos até o encerramento do Biênio.

A votação foi realizada sem concorrência, uma vez que apenas a chapa liderada por Ilde Taques foi registrada dentro do prazo regimental. Dessa forma, o parlamentar chegou à eleição em condições favoráveis, reunindo previamente a maioria necessária para assegurar a vitória e evitar o surgimento de candidaturas adversárias.

Leia Também:  A obrigação da classe política é antecipar problemas; até agora, só um teve hombridade em reconhecer o erro

A definição do novo presidente ocorreu após um período de intensas negociações políticas envolvendo diferentes grupos representados na Câmara Municipal. Nos meses anteriores à eleição, lideranças parlamentares realizaram diversas articulações com o objetivo de formar blocos e consolidar apoios em torno dos nomes colocados para a disputa da Mesa Diretora.

A unanimidade alcançada por Ilde Taques foi resultado direto da convergência construída entre os vereadores. Nenhum parlamentar se manifestou contrariamente à candidatura vencedora, demonstrando um cenário de consenso político pouco comum em eleições internas do Legislativo e evidenciando a capacidade de articulação do grupo que sustentou sua candidatura.

O processo sucessório também foi influenciado pela impossibilidade de recondução da então presidente Paula Calil (PL). A permanência da parlamentar no cargo dependia de alterações no Regimento Interno da Câmara de Cuiabá, medida que não avançou. Com isso, o cenário político passou a favorecer a construção de uma nova alternativa para a Presidência da Casa de Leis.

Paralelamente, o grupo político ligado ao prefeito cuiabano Abilio Brunini (PL) avaliou diferentes estratégias para a eleição. Na segunda-feira (5), o chefe do Executivo Municipal reuniu vereadores alinhados à sua base e optou por liberar os aliados para que decidissem individualmente seus votos.

Leia Também:  "Precisamos realizar um estudo sobre o impacto financeiro nas contas do Legislativo"

A decisão ocorreu após a constatação de que não havia apoio suficiente para viabilizar uma candidatura competitiva contra Ilde Taques.

Antes da sessão decisiva, Ilde Taques já anunciava o apoio de pelo menos 15 vereadores entre os 27 integrantes do Parlamento Municipal. Durante as articulações realizadas nos meses anteriores, a adesão da vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade), que deixou de apoiar Dilemário Alencar (UB), contribuiu significativamente para fortalecer o bloco político que sustentou a candidatura vencedora.

O reconhecimento da vitória tornou-se público ainda na véspera da eleição, quando o prefeito Abilio Brunini declarou que a escolha de Ilde Taques era praticamente inevitável.

“O Ilde é o próximo presidente da Câmara Municipal. Isso não tem dúvida, isso é certo”, afirmou.

Após a definição do resultado, o prefeito ressaltou que manterá o diálogo institucional com o novo presidente, reforçando a importância da harmonia entre os Poderes Executivo e Legislativo para a condução das pautas de interesse da população cuiabana.

Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA