QUINTA DE DECISÃO? AINDA NÃO
Vem aí Ipec Pesquisa e Neri Geller
Será divulgada na noite desta quinta-feira feira (14), na TV Centro América, filiada à Rede Globo de Televisão, a nova pesquisa Ipec (ex-Ibope), que é comandado por Márcia Cavallari.
Antes de ser divulgada, muitos questionamentos ficarão a “sete chaves“:
O que diz a pesquisa aos principais candidatos ao Palácio Paiaguas e ao Senado da República?
Será que Márcia Pinheiro e Neri Geller perderam o fôlego? E quinta-feira será emocionante, porque, começa a contagem regressiva. Daqui a 18 dias, teremos a “festa da democracia” no nosso querido e quente Estado de Mato Grosso. A medida que o pleito se aproxima as pesquisas de intenção de voto são mais divulgadas.

Neste momento é bom relembrar que nas disputas anteriores, oito deste, 1989, o candidato que liderava pesquisas de intenção de voto para o Palácio Paiaguas foi eleito seis vezes. Nas outras duas houve novidade nos últimos dias do pleito eleitoral.
Também é importante registrar que em todas as vezes em que o governador no cargo disputou a reeleição, sempre teve sucesso, menus Zé Pedro Gonçalves Taques, que perdeu até para branco e nulo.
O meu amigo de Vadjú, informante da equipe de reportagem do Blog do Valdemir, disse que Mauro Mendes Ferreira, da Coligação “Mato Grosso avançando, sua vida melhorando“, do partido União Brasil (UB), na Federação composta com PSDB, Cidadania, União Brasil, Republicanos, PL, MDB, PODE, PSB e PROS, poderá sacramentar a vitória no primeiro turno, conforme os números da pesquisa que serão divulgados.
Segundo o meu amigo de Vadjú, a estratégia da “oposição” falhou, nada está funcionando na estratégia eleitoral, nem a enxurrada de “Fake News”. Chegou o desespero.
Pode até ter chegado o desespero na “oposição”, porém, alertamos aos desavisados: não brinquem com Neri Geller, pois, ele vem aí!
Meus amigos, minhas amigas, meus caros internautas leitores do Blog do Valdemir. Faz tempinho que o deputado federal do Partido Progressista (PP), Neri Geller, luta para consolidar sua candidatura ao Senado Federal. Agora, ufa! Por enquanto está concretizado. Acabou o diz que me diz. Acabou um dia falar uma coisa, outro dia outra, acabou a piadinha daqui, chacota de lá, e com isso, abrem se espaço, pois, o homem não demorou muito, não houve muito desgaste, perante a opinião pública.
O candidatíssimo ao cargo de Senador, Neri Geller, voltou da onde nunca saiu. Agora toda a “oposição” em torno de seu nome. Agora até deputados da cozinha do governador, a exemplo do cacique do MDB, Carlos Gomes Bezerra, cantam e decantam que vão votar em Neri Geller, que acabou sendo salvo pelo Tribunal Regional Eleitoral do Estado de Mato Grosso (TRE/MT) em seu julgamento decido pelo Pleno o deferimento da candidatura e improcedência da impugnação, com o resultado de 4 votos a 3.
Ontem, eu ouvi no Boteco da Alameda, em tom de lorota, falaram que o deputado federal Neri Geller antes de querer ser Senador da Republica precisava tornar seu apoio público a reeleição do governador Mauro Mendes.
E aí eu fiquei sem entender mais nada! Já pensou, quanta humilhação o progressista Neri Geller vem passando nos últimos meses, com todos os acontecimentos ao seu redor.
Será que ele merece tudo isso em querer a união de todos, em torno de seu nome para Senador da Republica?
Não brinquem com o deputado federal Neri Geller, pois, ele não precisa ser humilhado dessa maneira. Neri tem histórico na política de Mato Grosso e do Brasil de fazer inveja a qualquer um, ou seja, já foi ministro, já foi amigo de Mauro Mendes, tem muito prestígio com o ex-governador Blairo Maggi, e é um bom articulador político e sempre teve uma atuação corretíssima com seus correligionários e amigos (disse com seus).

Além disso, quando ninguém imaginava elegeu-se em 2018! Em 2020 apoiou o hoje Senador da Republica, Carlos Henrique Baqueta Favaro, líder estadual do PSD no Estado de Mato Grosso na disputa ao Senado… então cuidado minha gente, não brinquem com o afilhado político de Blairo Maggi, pois o homem é uma fera, só falta descobrir os caminhos para vencer o pleito de 2022, que não está difícil.
Sinceramente, eu não sei como o parlamentar Neri Geller não conseguiu atingir a meta da sua campanha até o momento. Abra o olho Neri, pois, você errou feio ao desvincular-se de Mauro Mendes.
A decisão de ter o candidato a Senado pelo Partido Liberal (PL), Welton Fagundes na chapa do governador Mauro Mendes nada representa. Abra o olho Neri, porque não será na pesquisa que será publicada nesta quinta-feira que conseguirá atingir 50% das suas metas neste pleito eleitoral. Quem sabe pode ser que consegue alavancar no próximo final de semana.
Será um verdadeiro “Deus nos aguda” e o medo é grande. Eu disse e repito, não brinquem com o afilhado político de Blairo Maggi, pois, Neri vem aí. Sim o desmantelo vai ser grande!
Vamos aguardar os acontecimentos, aguenta frequentadores do Boteco da Alameda.
Política
A engenharia de bastidores que molda a “Grande Aliança” para a sucessão de 2026
Uma movimentação política estratégica começou a redesenhar os rumos da sucessão governamental e das vagas parlamentares em Mato Grosso. Trata-se da articulação para a construção de uma ampla e robusta coligação partidária majoritária. Essa engenharia eleitoral visa unificar forças que outrora trilhavam caminhos distintos, neutralizar potenciais focos de oposição e garantir a manutenção da hegemonia do atual grupo governista nas esferas estadual e federal. O movimento altera a correlação de forças locais e redefine as prioridades dos principais diretórios partidários vigentes.
Os protagonistas dessa complexa negociação são o governador Otaviano Pivetta do partido Republicanos, o ex-governador Mauro Mendes (UB), o senador Jayme Campos (UB), e a deputada estadual Janaina Riva, legítima representante do Movimento Democrático Brasileiro (MDB). A parlamentar emedebista desempenha papel crucial ao conceder aval formal para que seu grupo político dialogue diretamente com o núcleo duro do governo. Essa iniciativa demonstra maturidade política e posiciona os quatro líderes como os grandes artífices do novo tabuleiro político mato-grossense, consolidando uma frente partidária de densidade eleitoral expressiva.
Essas tratativas de alta política ganharam contornos definitivos nas últimas semanas, intensificando-se à medida que se aproxima o calendário oficial estabelecido pela Justiça Eleitoral para o pleito de 2026. Embora as eleições ainda pareçam distantes do eleitorado comum, os prazos legais para filiações e desincompatibilizações exigem antecipação dos líderes. Esse cronograma rigoroso obriga as lideranças a definirem as diretrizes de suas respectivas legendas com antecedência, transformando o período atual no momento ideal para consolidações e acordos programáticos profundos.

As negociações ocorrem nos bastidores institucionais de Cuiabá, estendendo-se desde os gabinetes oficiais do Palácio Paiaguás e da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), até mesmo nos ambientes discretos de diálogo restrito na capital, conhecidos como o núcleo duro do Boteco da Alameda. Esses espaços, formais e informais, funcionam como verdadeiros laboratórios de engenharia política. Neles, mapas de votação municipal e projeções estatísticas são minuciosamente analisados pelos articuladores, garantindo que cada decisão tomada na capital ecoe com precisão em todas as regiões do Estado de Mato Grosso.
O processo de construção dessa aliança ocorre por meio de reuniões reservadas, consultas jurídicas, telefonemas estratégicos e cafés discretos entre os principais interlocutores das siglas envolvidas. A aproximação dá-se de maneira gradual e calculada, com o objetivo claro de mitigar resistências internas e alinhar os discursos públicos das lideranças. Essa metodologia de concertação política prioriza a construção de consensos prévios sobre os projetos de desenvolvimento econômico estaduais, evitando desgastes precoces antes da oficialização das candidaturas em convenções partidárias.
A motivação central dessa articulação reside na “necessidade mútua de sobrevivência e fortalecimento político institucional” diante das fragmentações partidárias observadas no cenário regional. O MDB busca novos caminhos devido às severas resistências internas encontradas na ala bolsonarista do Partido Liberal (PL), liderada pelo Prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, e pelo deputado federal José Medeiros, que vetam uma composição com a deputada Janaina Riva. Esses vetos impulsionam a busca por alternativas viáveis que assegurem protagonismo à legenda emedebista.
O objetivo estratégico dessa coalizão é unificar a reconhecida eficiência administrativa do grupo governista atual à capilaridade municipal do MDB e à musculatura eleitoral conquistada por Mauro Mendes. Pretende-se estruturar uma chapa praticamente “IMBATÍVEL”, na qual as duas vagas ao Senado seriam disputadas por Mauro Mendes e Janaina Riva, enquanto a liderança ao governo estadual ficaria com Otaviano Pivetta ou Jayme Campos.

Busca-se, portanto, garantir estabilidade política e perenidade aos projetos de infraestrutura e desenvolvimento socioeconômico em andamento no Estado.
Essa arquitetura de “PODER” está sendo erguida mediante a fusão de interesses do União Brasil (UB), do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e do Republicanos. Além desses partidos, há um flanco aberto por interlocutores ligados a Otaviano Pivetta que defendem a inclusão da deputada Janaina Riva na vaga de vice-governadora. Essa proposta alternativa agregaria indiscutível presença regional e densidade eleitoral à chapa de Pivetta, consolidando o apoio definitivo de prefeitos e vereadores da base emedebista que endossam a liderança da parlamentar.
Os desdobramentos imediatos dessa articulação política apontam para o isolamento das alas mais radicais da oposição e para a necessidade de reorganização interna dos partidos preteridos. O PL, dividido por vetos internos e disputas ideológicas, precisará reavaliar suas estratégias de isolamento para não perder espaço na disputa majoritária. Em contrapartida, as siglas aliadas à nova engenharia governista tendem a ampliar significativamente suas bancadas e suas influências no interior mato-grossense, fortalecendo as bases municipais para os desafios eleitorais vindouros.
O cenário atual exige atenção permanente e acompanhamento das próximas definições institucionais dos partidos, uma vez que as conversações de bastidores passarão a se refletir nos discursos públicos. Os discursos oficiais ainda priorizarão os princípios partidários e as defesas programáticas, enquanto os bastidores continuarão a selar as composições de chapas e a distribuição de espaços de “PODER”.
Resta observar como as bases partidárias absorverão essas acomodações, sabendo-se que as divergências políticas locais costumam ceder diante da iminente proximidade do poder econômico e político.
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