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FALAR DIRETO COM O CIDADÃO

“Vamos fazer muito mais com a certeza de continuar no rumo certo para MT”

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Na noite desta sexta-feira (05) Mauro Mendes Ferreira e Otaviano Olavo Pivetta foram confirmados candidatos à reeleição ao Governo de Mato Grosso na chapa do União Brasil (UB).

A convenção do partido foi realizada com a presença de mais de três mil pessoas, no Ginásio Dom Aquino, em Cuiabá. O Senador oficializado na chapa do União Brasil será Wellington Antonio Fagundes do Partido Liberal (PL) candidato a reeleição.

Vamos em busca da reeleição para que Mato Grosso continue na direção correta, aplicando corretamente o dinheiro público e fazendo a vida do mato-grossense continuar melhorando, com cada vez mais oportunidades e desenvolvimento“.

Agora, segundo Mauro Mendes, o trabalho será falar com o cidadão.

Vamos falar do presente e do futuro, um Estado mais organizado e eficiente, com cada vez mais oportunidades. Quero falar ao cidadão que podemos manter Mato Grosso no rumo certo e entregar ainda mais: seis novos hospitais, melhor infraestrutura, 40 mil casas populares, mais desenvolvimento, que trará mais empregos e renda. O cidadão vai saber que pode ter certeza que vamos continuar a levar o Estado no rumo certo.

O candidato à reeleição destacou o trabalho em três anos e meio de gestão no Governo.

Foi uma caminhada longa, mas fizemos muito na infraestrutura, com mais de dois quilômetros de asfalto novo em rodovias do todo Estado, estamos construindo 6 novos grandes hospitais, construindo e melhorando dezenas de escolas. A assistência social está funcionando e garantindo a segurança alimentar das famílias carentes, entre muitas outras ações e obras realizadas em todo nosso Estado.

Críticas de adversários

Recentemente em uma de suas entrevistas, o primeira-dama da Capital de todos os mato-grossenses, Márcia Pinheiro, do Partido Verde (PV) teceu duras críticas de sua gestão frente ao Governo do Estado de Mato Grosso, é que sua administração é para a minoria.

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Em resposta a candidata da “oposição”, Mauro Mendes disse que neste momento não é hora de fazer debates com os adversários, e que na hora certa vai responder.

Meu debate é para convencer o eleitor, o cidadão, daquilo que nós fizemos e daquilo que nós poderemos continuar fazendo por mais 4 anos a frente do Governo do Estado, o meu debate não é com os adversários, não é à toa que 140 prefeitos assinaram uma carta me apoiando e dizendo porque que me apoiam minha reeleição”.

Mauro Mendes também explicou sobre a possibilidade de ter o palanque aberto na disputa por uma vaga para o Senado Federal. Pontuou que essa era apenas uma alternativa e que seu foco continua sendo o “Governo de Mato Grosso”.

Claro que, agora, a partir do momento que eu faço essa coligação com Wellington, todos os dias eu vou trabalhar para a minha candidatura, mas vou trabalhar também para a candidatura do Wellington Fagundes e do Mauro Carvalho”.

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Política

Denúncias de aliciamento elevam a “Tensão” na disputa pelo Palácio Paiaguás

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Uma grave acusação de interferência externa e oferecimento de vantagens ilícitas abalou as estruturas internas da federação partidária que decidirá os rumos da sucessão estadual. A denúncia aponta para a existência de um forte movimento de bastidores que visa desestabilizar os votos de delegados partidários, transformando a definição de candidaturas em um cenário de intensa disputa ética e jurídica.

O epicentro do embate envolve diretamente o deputado estadual Júlio Campos, que externou as suspeitas, e seu irmão, o senador Jayme Campos, cuja postulação ao governo estadual sofre forte oposição interna. No polo oposto dessa correlação de forças, posicionam-se o ex-governador e atual presidente partidário Mauro Mendes, aliado ao atual governador Otaviano Pivetta, este último filiado ao Republicanos e beneficiário direto de uma eventual composição ampla.

As articulações e os tensionamentos que culminaram na “denúncia pública” ganharam contornos de crise nesta semana, antecedendo o prazo final para as definições de chapas majoritárias. O cronograma converge para o dia 30 de julho, data em que ocorrerá a deliberação oficial e o consequente desfecho do processo de escolha interna que definirá as coligações.

Toda a movimentação política concentra-se no “GRANDIOSO” Estado de Mato Grosso, tendo como foco principal as articulações na capital, Cuiabá, onde se localizam as sedes partidárias e o Palácio Paiaguás. O cenário geográfico reflete a importância estratégica da região Centro-Oeste no panorama político e econômico nacional, o que eleva a relevância da disputa pelo controle do Executivo Estadual.

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A definição do candidato ocorrerá por meio do voto secreto dos membros da convenção da Federação União Progressista, bloco composto pela associação entre o União Brasil e o Progressistas (PP). Esse método de votação secreta visa garantir a liberdade de escolha dos delegados, resguardando-os de pressões externas diretas, embora o sigilo do voto agora enfrente o desafio das suspeitas de assédio político prévio.

O motivo central da divergência reside no conflito de visões estratégicas para o futuro do estado, dividindo a agremiação entre a defesa de uma candidatura própria e a adesão a um projeto de continuidade governamental. Enquanto uma ala busca resgatar o protagonismo histórico da legenda tradicional, o grupo governista argumenta que a composição ampla fortalece a governabilidade e assegura a estabilidade das políticas públicas em andamento.

A finalidade desse embate interno é a conquista do controle do Palácio Paiaguás e a consolidação de hegemonia política na região pelas próximas temporadas administrativas. Os grupos em disputa buscam garantir espaço prioritário nas chapas proporcionais e majoritárias, o que viabilizará a sustentação legislativa e a influência sobre o orçamento e as diretrizes do desenvolvimento estadual.

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O processo desenvolve-se sob condições de extrema desconfiança mútua, caracterizadas por Júlio Campos como um “clima de guerra” decorrente do envio de emissários com “propostas indecorosas”. Diante da gravidade dos relatos sobre tentativas de aliciamento de convencionais, os defensores da candidatura própria anunciam a intenção de formalizar representações junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para assegurar a lisura do pleito.

Para alcançar a vitória interna, os apoiadores da candidatura própria estimam contar com uma base sólida de aproximadamente 35 votos entre os 48 convencionais aptos a votar, de um total de 50 membros colegiados. Esse expressivo contingente teórico de apoios é considerado suficiente para neutralizar a influência da ala governista e impor a candidatura do senador Jayme Campos à revelia da Executiva.

Como desdobramento imediato, as lideranças partidárias mantêm canais de diálogo abertos na tentativa de construir um consenso de última hora que evite uma fratura definitiva na base aliada. No entanto, diante da recusa de ambos os pré-candidatos em abdicar de suas pretensões ao Governo do Estado, novos encontros bilaterais deverão ocorrer nos próximos dias, sob a sombra de uma iminente judicialização do processo caso as denúncias de aliciamento sejam formalizadas.

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