UNINDO FORÇAS
Uma nova jogada no “Tabuleiro Político” em MT
O Partido Progressista (PP), do deputado federal Neri Geller, selou acordo com o Prefeito de Cuiabá, o emedebista Emanuel Pinheiro, ferrenho opositor do governador Mauro Mendes Ferreira, do União Brasil (UB).
O compromisso firmado tem como prioridade a candidatura do deputado federal Neri Geller ao Senado da Republica, e também construir um projeto de oposição ao governador Mauro Mendes nesta eleição de 2 de outubro próximo.
A ideia do Partido Progressista (PP), seria unir forças com os partidos quer compõem a “Federação Partidária” formada pelo PT, PV e PCdoB, e também com essa união, fortalecer o palanque eleitoral em Mato Grosso do candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) Luiz Inácio “Lula” da Silva, além de se posicionar com uma candidatura majoritária para enfrentar o possível projeto de reeleição do candidato do União Brasil (UB), Mauro Mendes.
Com isso, o nome de Percival Santos Muniz do MDB, surge como possível candidato ao Governo do Estado nesta nova composição.
Percival Muniz que esteve afastado da vida publica por um longo tempo, desde 2016, chegou ate mesmo a fazer uma declaração de que estava aposentado da vida publica, reaparece sendo o possível nomes para o combate eleitoral com o candidato co União Brasil (UB), Mauro Mendes Ferreira. Segundo informações, Carlos Gomes Bezerra, cacique mor do MDB em Mato Grosso, disse a amigos que tem muita simpatia com o nome de Muniz em disputar o Governo do Estado.
Percival também esta mobilizando lideranças da Região Sul de Mato Grosso em prol da candidatura de Luiz Inácio “Lula” da Silva (PT) à presidência da República.
Resta agora para Percival Muniz viabilizar seu nome para o dia de 2 outubro, e também já confirmou o sinal verde que teria recebido do cacique emedebista Carlos Gomes Bezerra para articular sua possível candidatura, mas deve atuar inicialmente nos bastidores.
“A campanha quem coloca nas ruas são os partidos, ainda está na fase de discussão interna. Tem que ter paciência. Está tudo sendo discutido internamente, mas vamos ver no que vai dar”.
Em junho, a “Federação Partidária”, PT, PV e PCdoB, teria indicado o nome da ex-reitora da Universidade Federal do Estado de Mato Grosso (UF/MT), do Partido Comunistas do Brasil (PCdoB), Maria Lúcia Cavalli Neder como pré-candidata.
Nos últimos dias, após a pressão do Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), dando prazo para que o grupo liderado por Neri Geller, em definir se seria ou não “oposição”, contra Mauro Mendes nesta eleição, o nome de Percival Muniz acabou ganhado musculatura, ganhou força após Emanuel Pinheiro apresentar seu nome e promover a aproximação com a “Federação Partidária”.

O maior incentivador do projeto de oposição a Mauro Mendes nesta eleição, o emedebista Emanuel Pinheiro, tem agora de seu lado o progressista e deputado federal Neri Geller, como candidato ao Senado da Republica, junto com a primeira-dama de Cuiabá, Marcia Pinheiro do Partido Verde (PV), na primeira suplência. Isso dá peso para atrair a “Federação Partidária” para o palanque de Neri Geller e, claro, trazer o apoio de parte do Agro para o lado do presidenciável Luiz Inácio “Lula” da Silva.
Com isso, a nova jogada no “Tabuleiro Político” que esta se formando no Estado de Mato Grosso favorece e fortalece o grupo para enfrentar a pré-candidatura à reeleição do Senador pelo Partido Liberal (PL), Wellington Antonio Fagundes. Uma reunião nas próximas horas da “Federação” pode sacramentar o projeto de “oposição” a Mauro Mendes e o apoio a Lula com um palanque forte.
Apoio
O apoio de Emanuel Pinheiro ao grupo é considerado importante por conta do peso de ser prefeito da capital, maior colégio eleitoral de Mato Grosso. Além disso, o grupo poderá contar com o apoio do Senador Carlos Henrique Baqueta Fávaro (PSD), que respalda o projeto do progressista Neri Geller. – (Com GazetaDigital)
Política
Jayme Campos: “Ele está patrolando o partido”
O senador e pré-candidato ao Governo do Estado de Mato Grosso, Jayme Verissimo de Campos (UB), rechaçou de forma veemente a possibilidade de sua esposa, a ex-prefeita de Várzea Grande, Lucimar Campos, compor a chapa majoritária na condição de candidata a vice-governadora ao lado do atual governador e pré-candidato à reeleição, Otaviano Olavo Pivetta do partido Republicanos. A declaração pública do parlamentar, caracterizada por um tom de forte indignação ética, ocorreu nesta semana durante encontros políticos estratégicos em Cuiabá, no momento em que os partidos aceleram as articulações internas para a definição das candidaturas que disputarão a cadeira numero 1 do Palácio Paiaguás e as vagas Legislativas no pleito de outubro.
A manifestação incisiva do senador unista repudiava os rumores que circulavam nos bastidores políticos locais, os quais sugeriam o nome de Lucimar Campos como uma alternativa técnica e eleitoralmente viável para selar uma aliança pacífica entre o grupo governista de Pivetta e a ala dissidente do União Brasil (UB). Diante das especulações de bastidores que ganharam vulto na imprensa regional, Jayme Campos apressou-se em estabelecer um limite claro às negociações correntes, blindando seus familiares de arranjos partidários e reafirmando a manutenção integral de seu projeto autônomo de candidatura majoritária, o qual se contrapõe de forma direta aos planos de continuidade da atual gestão estadual.
Os principais articuladores políticos da base aliada do governador Otaviano Pivetta e a Executiva Estadual do União Brasil (UB), sob a liderança do ex-governador Mauro Mendes (UB), figuram como as contrapartes institucionais e os interlocutores diretos dessas tratativas que visavam à unificação das forças governistas. O movimento estratégico de aproximação buscava neutralizar a concorrência interna e consolidar um arco de alianças robusto para a disputa ao Executivo, utilizando-se da influência política e do recall eleitoral da família Campos na região metropolitana de Cuiabá como um elemento de forte atração e estabilidade para a chapa governista.

O epicentro geográfico e o cenário das tensões políticas concentram-se no Estado de Mato Grosso, tendo as principais deliberações e os desabafos ocorrido na capital, Cuiabá, que abriga as sedes partidárias e o centro decisório do Palácio Paiaguás. O descontentamento com o andamento das conversas também reflete as dinâmicas locais de Várzea Grande, segundo maior colégio eleitoral do estado e tradicional reduto político dos Campos, onde a ex-prefeita Lucimar Campos mantém considerável base de apoio popular, transformando a região geográfica em um território estratégico disputado palmo a palmo pelas coligações em formação.
O senador Jayme Campos e o presidente estadual do União Brasil, Mauro Mendes, reuniram-se formalmente com o propósito explícito de aparar as arestas acumuladas nas últimas semanas e discutir de forma realista o desenho do cenário político-eleitoral para 2026.
A agenda bilateral buscou reavaliar as estratégias de lançamento de candidaturas próprias e a distribuição de espaços na chapa majoritária, servindo também como um ambiente formal para o esclarecimento de convites informais e para a equalização das expectativas das diferentes correntes que coexistem de forma tensa no partido.
A motivação central por trás da reação enérgica de Jayme Campos reside na preservação do que ele define como a integridade e a dignidade de seu núcleo familiar, recusando-se a converter parentes próximos em moedas de troca ou componentes de “balcão de negócios” no pragmatismo das alianças eleitorais cotidianas. Adicionalmente, o parlamentar fundamenta sua recusa no argumento de que aceitar uma posição de vice-governador ou indicar sua esposa para tal posto representaria uma “humilhação” política diante da solidez do projeto autônomo que ele vem defendendo publicamente perante as bases partidárias e a sociedade mato-grossense.

As decisões estratégicas adotadas pelo senador e pelas lideranças do União Brasil produzem impactos imediatos na engenharia política estadual, resultando na antecipação da convenção partidária para o dia 20 de julho, logo após a abertura do período oficial permitido pela Justiça Eleitoral, em substituição à data originalmente prevista de 4 de agosto. Essa alteração no cronograma interno foi defendida para ampliar o prazo de organização jurídica e para corrigir falhas materiais no edital de convocação publicado, o qual omitia a previsão de escolha dos candidatos ao Senado, obrigando a sigla a revisar seus atos burocráticos.
A inviabilização da aliança por meio de indicação familiar decorre de uma postura ideológica rígida assumida pelo senador, o qual adota uma retórica de diferenciação ética ao afirmar que respeita a própria família e que jamais envolveu esposa ou filhos em transações políticas espúrias.
Jayme Campos sublinhou que a manutenção de sua pré-candidatura ao governo estadual configura sua única opção eleitoral para o pleito vigente, asseverando categoricamente que não possui um “plano B” e que, caso o projeto majoritário não prospere nas instâncias partidárias, optará por retornar às suas atividades empresariais privadas.
O método central empregado pelo parlamentar para externar seu posicionamento consistiu no uso de declarações públicas de forte impacto mediático, nas quais criticou abertamente a condução centralizadora de Mauro Mendes à frente do União Brasil, acusando-o de “patrolar” a legenda e impor prazos exíguos para o debate interno. O pré-candidato recorreu a metáforas expressivas, como a denúncia de uma suposta “política do ferro no pescoço”, para contrapor o estilo de gestão de seus correligionários ao modelo que defende como ideal, baseado na arte do diálogo, do entendimento mútuo e da ampla conversação democrática.
O montante das despesas de campanha e a viabilidade financeira da futura estrutura partidária dependem diretamente da resolução desses impasses, uma vez que a fragmentação das candidaturas majoritárias impacta a distribuição dos fundos eleitoral e partidário entre as siglas concorrentes.
O desfecho das negociações atuais definirá o volume de recursos técnicos e financeiros que serão direcionados para as candidaturas ao Senado e à Câmara Federal, estimulando os pré-candidatos mencionados pelo senador, como Janaina Riva, Carlos Fávaro, Pedro Taques e José Medeiros, a monitorarem atentamente os rumos do União Brasil para assegurarem suas respectivas fatias orçamentárias.
-
Artigos6 dias atrásA antiga musa
-
Artigos3 dias atrásA maternidade está ficando mais tarde: quais os impactos na fertilidade?
-
Destaques6 dias atrásAGU pede condenação de fabricantes de cigarros para ressarcir gastos do SUS com doenças causadas pelo tabaco
-
Artigos5 dias atrásO Senado e a traição às nossas crianças
-
Artigos6 dias atrásLegado construído com trabalho, diálogo e compromisso com Mato Grosso
-
ESPORTES4 dias atrásGoverno de Mato Grosso avalia conceder gestão da Arena Pantanal à iniciativa privada
-
ESPORTES4 dias atrásEx-técnico da Coreia do Sul é ameaçado de morte
-
Política4 dias atrásProposta busca inserir na “Constituição de Mato Grosso” mecanismos permanentes de proteção aos direitos das mulheres

