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FORTALECENDO NOME PARA SER "O ESCOLHIDO"

Tem pré-candidato dormindo: acordem ele! Zé Edu Botelho tá na pista

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Na política, há um ditado que diz; “ninguém é tão amigo que não possa virar inimigo e ninguém é tão inimigo que possa virar aliado”. Isso é pragmatismo. Não se faz política profissional olhando para o retrovisor. Política se faz olhando para o para-brisa, para frente, ver quem está na sua frente.

Segue o fluxo!

Dividir e conquistar

Atualmente o deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), Zé Edu Botelho, ainda por enquanto no União Brasil (UB), está conversando com todo mundo que aparece na sua frente. Conversa com os deputados, com os edis cuiabanos, com os movimentos sociais, com os empresários, com os intelectuais, participando de finais de campeonatos de futebol….etc.…etc.…etc.

Isso sinaliza duas coisas: a primeira é que o Palácio Paiaguas aceitou o jogo de Zé Edu. A segunda é que eleger o sucessor de Nenel Pinheiro é o projeto principal do partido União Brasil do Estado de Mato Grosso, na Capital de todos os mato-grossenses, nossa querida e quente Cuiabá.

É mais ou menos aquela estratégia conhecida como “dividir e conquistar”. Zé Edu Botelho quer aproveitar as fraturas internas dos partidos mato-grossense para conseguir apoios e, assim se fortalecer para as eleições de 2024.

O núcleo duro e político do Boteco da Alameda, que é um dos melhores grupos políticos já existentes em Cuiabá, diz que a tendência é de uma provável candidatura do unista Zé Edu Botelho a Prefeitura de Cuiabá, ganhe cada vez mais apoio de lideranças políticas, à medida que ela se mostrar mais competitiva.

Mas se por um lado a estratégia de Edu Botelho, “engolir”, para construir apoio em 2024 pode trazer vantagens, por outro lado ela pode trazer alguns ônus.

E para “minimizar esses riscos”, o melhor caminho é fazer a candidatura mais forte. Se tiver competitividade, naturalmente que as forças políticas se reúnam em torno de quem, em tese, terá mais chance de chegar ao Palácio Alencastro e sentar por 4 anos na cadeira número 1.

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Agora, se tem uma coisa que caracteriza a política é a incerteza quanto ao cumprimento de acordos. Não tem árbitro.

Subindo e descendo ladeiras

As páginas das redes sociais do presidente da “MARAVILHOSA” Casa de Leis, Zé Edu Botelho na Internet, lhe mostra subindo e descendo ladeiras nos bairros de Cuiabá, abraçando os moradores, tirando “Selfie” com crianças no colo, fazendo comida, comendo, dançando e pulando. Sinal de que está focado na disputa da Prefeitura de Cuiabá para 2024.

Se quer ser candidato de fato a cargo majoritário é nisso que tem que focar.

Pegou aí?

Sonho de inverno

O grande sonho político é ter apoio do nosso “Homem de Ferro”, o governador Mauro Mendes Ferreira (UB), para ser candidato à Prefeitura de Cuiabá, e também no interior do Estado de Mato Grosso. Um sonho bastante distante.

Apenas uma ilação. Ele nunca me disse nada a respeito. O comentário é apenas uma ilação.

Se por um acaso a candidatura do menino Fabinho não decolar, a equipe de reportagem do núcleo duro e político do Blog do Valdemir informaaaa: não estranharemos se for colocado um nome novo no jogo eleitoral de 2024.

Carisma político não se transfere numa campanha

Os pré-candidatos a prefeito, e os que pretendem concorrer à reeleição que estão pegando a senha na fila para beijar a mão do governador Mauro Mendes, na esperança, de tê-lo na campanha e com isso conseguir votos, estão enganados com a cor da rede.

Mauro Mendes mal faz campanha para ele quando é candidato, por isso ninguém espere que, monte acampamento nos bairros, indo de casa em casa pedir votos para candidatos aliados.

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E mesmo que caísse de cabeça nas campanhas pelo interior, a sua presença nos palanques dos comícios ia valer muito pouco.

As expressivas votações que teve na sua carreira política teve o componente de ter do seu carisma e dos trabalhos realizados, por isso a sua empatia com a população de baixa renda (a maioria do eleitorado), e isso não é transferível para qualquer candidatura a prefeito.

Portanto caros amigos e leitores do Blog do Valdemir, quem pensa que vai se eleger por ser o “candidato de Mauro”, é um sério candidato a pegar o caminho do cais do Porto. Local onde vai estar ancorado o Bateau Mouche.

Se não gastarem o solado do sapato e ficarem apenas esperando por Mauro Mendes, é passagem antecipada confirmada para o Bateau Mouche, numa viagem sofrida.

Não deixem Pivetta fora

Uma coisa é certa: se não houver nenhum impedimento jurídico, familiar, até 2026, o governador Mauro Mendes deverá renunciar no início do ano eleitoral para disputar o Senado Federal.

E quem vai sentar na cadeira de governador a partir deste momento é o vice-governador Otaviano Olavo Pivetta.

O Boteco da Alameda faz o preâmbulo para dizer que se nota muitos políticos fazendo projeções para 2026, deixando de observar que o governador será ele… Otaviano Pivetta.

E, ninguém sabe o que passa pela sua cabeça. E se resolver ser candidato ao Palácio Paiaguas? Quem ele vai escolher para ser o (a) vice? Quem será o segundo candidato ao Senado? É uma possibilidade real. Além de que disputaria no comando da máquina governamental.

Por tudo isso, a prudência recomenda que, não façam projeções para a eleição do Governo e Senado em 2026, deixando o vice-governador Otaviano Pivetta fora do cenário. Podemos dar com os burros na água.

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Política

Denúncias de aliciamento elevam a “Tensão” na disputa pelo Palácio Paiaguás

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Uma grave acusação de interferência externa e oferecimento de vantagens ilícitas abalou as estruturas internas da federação partidária que decidirá os rumos da sucessão estadual. A denúncia aponta para a existência de um forte movimento de bastidores que visa desestabilizar os votos de delegados partidários, transformando a definição de candidaturas em um cenário de intensa disputa ética e jurídica.

O epicentro do embate envolve diretamente o deputado estadual Júlio Campos, que externou as suspeitas, e seu irmão, o senador Jayme Campos, cuja postulação ao governo estadual sofre forte oposição interna. No polo oposto dessa correlação de forças, posicionam-se o ex-governador e atual presidente partidário Mauro Mendes, aliado ao atual governador Otaviano Pivetta, este último filiado ao Republicanos e beneficiário direto de uma eventual composição ampla.

As articulações e os tensionamentos que culminaram na “denúncia pública” ganharam contornos de crise nesta semana, antecedendo o prazo final para as definições de chapas majoritárias. O cronograma converge para o dia 30 de julho, data em que ocorrerá a deliberação oficial e o consequente desfecho do processo de escolha interna que definirá as coligações.

Toda a movimentação política concentra-se no “GRANDIOSO” Estado de Mato Grosso, tendo como foco principal as articulações na capital, Cuiabá, onde se localizam as sedes partidárias e o Palácio Paiaguás. O cenário geográfico reflete a importância estratégica da região Centro-Oeste no panorama político e econômico nacional, o que eleva a relevância da disputa pelo controle do Executivo Estadual.

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A definição do candidato ocorrerá por meio do voto secreto dos membros da convenção da Federação União Progressista, bloco composto pela associação entre o União Brasil e o Progressistas (PP). Esse método de votação secreta visa garantir a liberdade de escolha dos delegados, resguardando-os de pressões externas diretas, embora o sigilo do voto agora enfrente o desafio das suspeitas de assédio político prévio.

O motivo central da divergência reside no conflito de visões estratégicas para o futuro do estado, dividindo a agremiação entre a defesa de uma candidatura própria e a adesão a um projeto de continuidade governamental. Enquanto uma ala busca resgatar o protagonismo histórico da legenda tradicional, o grupo governista argumenta que a composição ampla fortalece a governabilidade e assegura a estabilidade das políticas públicas em andamento.

A finalidade desse embate interno é a conquista do controle do Palácio Paiaguás e a consolidação de hegemonia política na região pelas próximas temporadas administrativas. Os grupos em disputa buscam garantir espaço prioritário nas chapas proporcionais e majoritárias, o que viabilizará a sustentação legislativa e a influência sobre o orçamento e as diretrizes do desenvolvimento estadual.

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O processo desenvolve-se sob condições de extrema desconfiança mútua, caracterizadas por Júlio Campos como um “clima de guerra” decorrente do envio de emissários com “propostas indecorosas”. Diante da gravidade dos relatos sobre tentativas de aliciamento de convencionais, os defensores da candidatura própria anunciam a intenção de formalizar representações junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para assegurar a lisura do pleito.

Para alcançar a vitória interna, os apoiadores da candidatura própria estimam contar com uma base sólida de aproximadamente 35 votos entre os 48 convencionais aptos a votar, de um total de 50 membros colegiados. Esse expressivo contingente teórico de apoios é considerado suficiente para neutralizar a influência da ala governista e impor a candidatura do senador Jayme Campos à revelia da Executiva.

Como desdobramento imediato, as lideranças partidárias mantêm canais de diálogo abertos na tentativa de construir um consenso de última hora que evite uma fratura definitiva na base aliada. No entanto, diante da recusa de ambos os pré-candidatos em abdicar de suas pretensões ao Governo do Estado, novos encontros bilaterais deverão ocorrer nos próximos dias, sob a sombra de uma iminente judicialização do processo caso as denúncias de aliciamento sejam formalizadas.

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