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TIRO NO PÉ

“Quem está com Bolsonaro é o povo que defende a pátria, a família e o cristianismo”

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Recentemente, o deputado federal do Partido Liberal (PL), Nelson Ned Previdente, mais conhecido como Nelson Barbudo, teceu duras críticas ao Senador do Partido Social Democrata (PSD), Carlos Henrique Baqueta Favaro, por causa da sua aproximação com o ex-presidente Luiz Inácio “Lula” da Silva, candidato do Partido dos Trabalhadores (PT), nesta eleição de 2 de outubro.

O parlamentar federal também condenou as falas do Senador mato-grossense, que são favoráveis ao Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e contrárias às políticas publica do governo Jair Bolsonaro (PL), para o campo.

Eu não sou cientista político, mas é só analisar a rede social e senhor vai ver que o prejuízo político é certo. Um tiro pé, na testa e um no peito”.

O Senador Carlos Fávaro e o deputado federal do Partido Progressista (PP), Neri Geller, pré-candidato ao Senado Federal, pela “Federação Brasil de Esperança” com PT, PCdoB e PV, fecharam acordo para ser um dos coordenadores de campanha do petista Luiz Inácio “Lula” da Silva à presidência da República. A aliança chegou a ser rechaçada por parte do Agro, que chegou a emitir cartas condenado o apoio.

O motivo das duras criticas de Nelson Barbudo, foi logo após o anuncio dos parlamentares anunciarem o acordo, e o Senador Carlos Fávaro saiu em defesa de “Lula”, do MST e disparou contra as políticas do governo Jair Bolsonaro (PL).

Quem tinha medo de perder terra para o MST hoje está perdendo para o BTG, para o Bolsonaro e para o Paulo Guedes”.

Para o deputado federal Nelson Barbudo, a declaração de Carlos Fávaro soou “infeliz”.

O parlamentar federal elogiou a política bolsonarista.

Senador, não é por aí. O nosso Estado está vivendo uma calmaria quanto a invasões de terra depois que o Bolsonaro assumiu o governo. A tranquilidade e a segurança jurídica reinaram no Estado de Mato Grosso”.

Um Senador dizer que isso é ruim e o MST é bom. Ele tem que se entender com os eleitores dele, porque vai pagar caro. A maioria do Mato Grosso é Agro, e o Agro não aceita invasões de propriedade”.

Criticas II

Novamente, agora através de um vídeo divulgado em suas redes sociais, o parlamentar federal do Partido Liberal (PL), Nelson Barbudo, voltou a tecer criticas contra o Senador Carlos Fávaro (PSD). Nelson Barbudo disse que o candidato petista defende a liberação das drogas, o aborto e a invasão de terras.

Ameaça para o Brasil é o vagabundo de um cachaceiro que quer transformar o Brasil no maior país comunista da América Latina. Você quer apoiar o cara? Esse cachaceiro quer destruir o agro do Brasil, e você apoia ele. E diz que o Bolsonaro é um risco para o Brasil?”.

Eu não admito e não admitirei, e no dia que você quiser vamos pro debate. E você irá mostrar os números do pinguço e eu mostrarei os números do Bolsonaro”.

O líder do PSD em Mato Grosso, Senador Carlos Fávaro tem se mostrado contrário às políticas do governo Jair Bolsonaro para o campo.

Não é o MST, é o Bolsonaro quem toma nossas terras”.

Barbudo, que já havia condenado a declaração de Fávaro, voltou a criticá-lo. Segundo ele, “Lula” representa a política contrária à do atual presidente, que defende a “família, a pátria e o cristianismo”.

Quem está com Bolsonaro é o povo que defende a pátria, a família e o cristianismo. E o teu líder, teu pingunço, defende o aborto a liberação das drogas e a invasão de propriedade privada”.

E ainda citou o ditado popular:

Diga-me com quem andas, que te direi quem és”.

Fávaro, o que o Rui Barbosa tinha na barriga, o senhor deve ter na cabeça. Me diga com quem tu andas e eu direi quem és. E vou te contar uma coisa, não estou te pré-julgando, só que o Lula foi condenado como ladrão, e o senhor está andando com ele”.

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Política

Cálculo eleitoral e nomes de peso credenciam o Podemos na disputa por vagas federais em Mato Grosso

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Nas eleições de outubro, milhões de eleitores e eleitoras de todo o território brasileiro vão escolher os seus representantes para as Assembleias Legislativas, Câmaras Federias e presidente da Republica pelo sistema proporcional de votação. E o cenário político de Mato Grosso ganha novos contornos com as projeções do Podemos para a disputa das cadeiras na Câmara dos Deputados no próximo pleito eleitoral. A agremiação partidária estruturou uma chapa competitiva na consolidação do coeficiente necessário para garantir representatividade parlamentar em Brasília, mobilizando lideranças regionais de forte apelo popular.

A conjuntura eleitoral atual indica que o Quociente Eleitoral para que um Partido ou Federação conquiste uma cadeira de deputado federal no estado está estimado em 231 mil votos. Diante desta exigência matemática rigorosa, a sigla desenhou uma estratégia focada em garantir o patamar mínimo indispensável, mapeando o potencial de votação em diferentes macrorregiões mato-grossenses.

A movimentação partidária ocorre no âmbito do Território Estadual de Mato Grosso, local onde as articulações regionais e as alianças locais definem a força dos candidatos no pleito. O eleitorado das principais cidades do interior e da capital será decisivo para confirmar as projeções traçadas pelas lideranças do partido ao longo da campanha.

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As estimativas internas apontam para o alcance de até 280 mil votos na votação total da legenda, volume suficiente para assegurar com folga a primeira vaga direta. Adicionalmente, especula-se no meio político a possibilidade concreta de obtenção de uma segunda cadeira por meio da distribuição das sobras partidárias.

A confirmação da segunda vaga dependerá diretamente do desempenho das legendas concorrentes nas urnas, com atenções voltadas para os blocos formados por União Brasil/PP e pelo PL. Espera-se que esses agrupamentos adversários obtenham votações expressivas e elejam pelo menos dois representantes federais cada um, o que alterará a dinâmica de distribuição dos assentos restantes.

A viabilidade técnica do plano eleitoral fundamenta-se na montagem de uma chapa diversificada, constituída por nove candidatos dispostos estrategicamente em base regional. Essa seleção busca capturar votos de variados segmentos socioeconômicos e geográficos, desde o agronegócio pujante do norte mato-grossense até a densa população urbana do sul do estado.

O grupo de maior destaque é composto por cinco nomes de ampla visibilidade pública: o deputado federal Nelson Barbudo, o ex-deputado Neri Geller, o ex-secretário estadual de Segurança Pública, César Roveri, o ex-prefeito da cidade de Querência, Fernando Gorgen e a vereadora de Rondonópolis, Kalynka Meirelles.

A diversidade de trajetórias dessas lideranças fortalece o apelo da legenda junto a diferentes perfis de eleitores.

A vereadora Kalynka Meirelles assume papel tático fundamental nesse contexto, emergindo como a principal representante do município de Rondonópolis na corrida rumo ao Congresso Nacional. Sua presença na chapa visa atrair o expressivo eleitorado do segundo maior polo econômico do estado, consolidando uma base eleitoral sólida na região sul.

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O planejamento estipula que cada um desses cinco candidatos principais obtenha uma votação individual situada entre 30 mil e 70 mil votos. Essa margem projetada garante a sustentação necessária para atingir a meta global da agremiação e otimizar o somatório de votos válidos exigido pela legislação vigente.

A estratégia adotada pelo Podemos demonstra como a engenharia eleitoral contemporânea exige previsibilidade matemática associada à capilaridade política. Ao combinar nomes consolidados no cenário estadual com lideranças emergentes, a legenda busca assegurar voz ativa na formulação das políticas públicas nacionais nos próximos anos.

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