ALTA TEMPERATURA NA POLÍTICA
Políticos e siglas partidárias criam roteiros promissores para 2026
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alertas para altas temperaturas devido à onda de calor e ao risco de baixa umidade. Especialistas ouvidos pelo Blog do Valdemir explicam que a condição atípica em meio à transição do inverno para a primavera acontece devido ao fenômeno climático “El Niño” e ao aquecimento global.
Neste final de semana, os termômetros ultrapassaram a marca dos 41ºC em diversos estados brasileiros. A temperatura elevada coloca a população em alerta sobre as causas desse fenômeno e a sua possível recorrência.
O calor, como sempre, a nossa equipe de reportagem suportou esse imenso calor, o que restou para o Boteco da Alameda, essa da política soltou: há muito chão pela frente. A temperatura na política cuiabana e mato-grossense ainda vai ser muito quente.
Uma dessas altas temperaturas é, temos vários pré-candidatos que querem sentar na cadeira número 1 da Prefeitura de Cuiabá, que tem na sala do atual prefeito um do melhor ar condicionado da capital.
Bom…, temos outros nomes muito bem preparados e os políticos com mandato não podem ser contaminado. Outros interesses do município precisam ser debatidos.

O que precisa de fato é ter compromisso com a nossa querida e quente Cuiabá. Até porque se ninguém entrega nada para a cidade, ninguém ganha eleição no ano que vem. O eleitor fica de olho, acompanhando as movimentações. Então se não tiver uma conversa com todo mundo vai perder. Recado da equipe do núcleo duro do Boteco da Alameda. E segue o fluxo!
Não é nenhuma novidade que os partidos já estão conversando sobre alianças que podem levar esse ou aquele nome para a cabeça de chapa majoritária no pleito municipal ano que vem.
Não é diferente com os maiores partidos na Terra de Rondon: UB, MDB, PSB, PT, PSD, PP, PV, legendas que buscam musculaturas para adentrar, por meio das bancadas mato-grossenses, de maneira mais fortes nas eleições municipais de 2024.
Ou seja, 2024 é um balizador para as legendas dirigidas em Mato Grosso por Mauro Mendes (UB), Carlos Bezerra (MDB), Max Russi (PSB), Valdir Barranco (PT), Gilmar Fabris (PSD), Paulo Araújo (PP) e José Roberto Stopa (PV).
Desde que o MDB tomou as rédeas da Prefeitura de Cuiabá, com Nenel Pinheiro sentado na cadeira de prefeito, a sigla tomou gosto. Relembrou os tempos do PSDB, com Dante de Oliveira, na Capital de Pascoal Moreira Cabral.
Os partidos também reordenam a programação da rota ao ter amargas derrotas nos últimos pleitos. Do ponto de vista ideológico, os partidos têm nomes considerados promissores.
Senão venhamos e convenhamos: articulada e bem votada para a Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), a “Mulher Maravilha”, nossa querida deputada estadual Janaína Greyce Riva (MDB), que tem enorme capacidade de se envolver em um projeto majoritário, inclusive, a vice-governadora, conforme informação de uma fonte da equipe do núcleo duro do Boteco da Alameda.
Ela é conhecida a ponto de eleger-se, e capaz de aglutinar forças político-partidárias. A “Mulher Maravilha”, andou e ainda anda, pé ante pé, para dar conta da pressão na sigla emedebista. A parlamentar apoiando o nome certo em 2024, ela se fortalece como uma das mais importantes no Estado de Mato Grosso.
Ajudando a eleger o Prefeito da Capital para governar a cidade mais importante do solo mato-grossense, ela, a “Mulher Maravilha”, cria um roteiro promissor para 2026.
Como perceberam, é comum que os políticos e siglas partidárias pensem e articulem para o fortalecimento de sua base, construindo trajetórias de nomes sempre pensando lá na frente, ou seja, em influência com o governo.
Por isso, os partidos que caminham fielmente ao projeto de eleição do seu governante, tenta manter-se distante da oposição raivosa, sobretudo dos novos fiéis escudeiros de um possível pré-candidato do PSD.
Nota do Boteco da Alameda
Hoje, na política mato-grossense temos nomes de peso como os citados acima e ainda de Jayme Campos (UB), Blairo Maggi (PP), Carlos Favaro (PSD), Júlio Campos (UB) e Cia… Só para citar os mais recentes na história.
Eles estão construindo alternativas já de olho nas eleições de 2026.
Observam que alguns líderes políticos não têm sinalizado capacidade de agregar, começando pelo relacionamento cheios de percalços que vem mantendo a discórdia, acusações, traições na nossa política.
Tudo isso devido a ocupação de novos espaços. E não estão sozinhos. Chegam referendados pelas articulações que vem realizando. Querem ser protagonistas em 2026.
Por enquanto ninguém expõe à vontade em mexer nas peças do tabuleiro político do próximo ano, especialmente em Cuiabá. Estão vivendo no desejo.
Mas, tem lá os seus motivos: sabem da gestão avaliada positivamente do governo Mauro Mendes, e entendem que ainda muitas águas vão rolar por debaixo da ponte.
Não é à toa que reuniões e reuniões acontecem nas caladas das noites cuiabanas. Não é à toa, empresários, deputados estaduais e federais, prefeitos, e outros líderes juntos. Não é à toa que viraram a metralhadora giratória em direção ao Palácio Paiaguas.
E segue o fluxo!
Política
Denúncias de aliciamento elevam a “Tensão” na disputa pelo Palácio Paiaguás
Uma grave acusação de interferência externa e oferecimento de vantagens ilícitas abalou as estruturas internas da federação partidária que decidirá os rumos da sucessão estadual. A denúncia aponta para a existência de um forte movimento de bastidores que visa desestabilizar os votos de delegados partidários, transformando a definição de candidaturas em um cenário de intensa disputa ética e jurídica.
O epicentro do embate envolve diretamente o deputado estadual Júlio Campos, que externou as suspeitas, e seu irmão, o senador Jayme Campos, cuja postulação ao governo estadual sofre forte oposição interna. No polo oposto dessa correlação de forças, posicionam-se o ex-governador e atual presidente partidário Mauro Mendes, aliado ao atual governador Otaviano Pivetta, este último filiado ao Republicanos e beneficiário direto de uma eventual composição ampla.
As articulações e os tensionamentos que culminaram na “denúncia pública” ganharam contornos de crise nesta semana, antecedendo o prazo final para as definições de chapas majoritárias. O cronograma converge para o dia 30 de julho, data em que ocorrerá a deliberação oficial e o consequente desfecho do processo de escolha interna que definirá as coligações.
Toda a movimentação política concentra-se no “GRANDIOSO” Estado de Mato Grosso, tendo como foco principal as articulações na capital, Cuiabá, onde se localizam as sedes partidárias e o Palácio Paiaguás. O cenário geográfico reflete a importância estratégica da região Centro-Oeste no panorama político e econômico nacional, o que eleva a relevância da disputa pelo controle do Executivo Estadual.
A definição do candidato ocorrerá por meio do voto secreto dos membros da convenção da Federação União Progressista, bloco composto pela associação entre o União Brasil e o Progressistas (PP). Esse método de votação secreta visa garantir a liberdade de escolha dos delegados, resguardando-os de pressões externas diretas, embora o sigilo do voto agora enfrente o desafio das suspeitas de assédio político prévio.

O motivo central da divergência reside no conflito de visões estratégicas para o futuro do estado, dividindo a agremiação entre a defesa de uma candidatura própria e a adesão a um projeto de continuidade governamental. Enquanto uma ala busca resgatar o protagonismo histórico da legenda tradicional, o grupo governista argumenta que a composição ampla fortalece a governabilidade e assegura a estabilidade das políticas públicas em andamento.
A finalidade desse embate interno é a conquista do controle do Palácio Paiaguás e a consolidação de hegemonia política na região pelas próximas temporadas administrativas. Os grupos em disputa buscam garantir espaço prioritário nas chapas proporcionais e majoritárias, o que viabilizará a sustentação legislativa e a influência sobre o orçamento e as diretrizes do desenvolvimento estadual.
O processo desenvolve-se sob condições de extrema desconfiança mútua, caracterizadas por Júlio Campos como um “clima de guerra” decorrente do envio de emissários com “propostas indecorosas”. Diante da gravidade dos relatos sobre tentativas de aliciamento de convencionais, os defensores da candidatura própria anunciam a intenção de formalizar representações junto ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para assegurar a lisura do pleito.

Para alcançar a vitória interna, os apoiadores da candidatura própria estimam contar com uma base sólida de aproximadamente 35 votos entre os 48 convencionais aptos a votar, de um total de 50 membros colegiados. Esse expressivo contingente teórico de apoios é considerado suficiente para neutralizar a influência da ala governista e impor a candidatura do senador Jayme Campos à revelia da Executiva.
Como desdobramento imediato, as lideranças partidárias mantêm canais de diálogo abertos na tentativa de construir um consenso de última hora que evite uma fratura definitiva na base aliada. No entanto, diante da recusa de ambos os pré-candidatos em abdicar de suas pretensões ao Governo do Estado, novos encontros bilaterais deverão ocorrer nos próximos dias, sob a sombra de uma iminente judicialização do processo caso as denúncias de aliciamento sejam formalizadas.
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