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SEM CONVITE

Outra vez não chamaram: Flávio está correndo de Wellton Fagundes em Mato Grosso?

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Setembro chegou trazendo novas possibilidades, cores e momentos de reflexão. Seja bem-vindo, setembro! Que a energia da primavera renove os caminhos e fortaleça os sonhos. Feliz Setembro! Que cada dia traga mais paz no peito e menos pressa na vida.

Queridos amigos e frequentadores do Boteco da Alameda, e o dia já começa com o “Guri Refestelado da Guarita”, correndo pelas Ruas do Corsário, cantando: “Você pagou com traição”, “Mais uma vez” e “Tente outra vez”.

Eitaaa lasqueiraaa…

A campanha começou oficialmente há duas semanas na minha “QUERIDA”, “LINDA”, “MARAVILHOSA” e “QUENTE” Terra de Rondon, e o que percebemos e vimos até o momento: rachas, disputas internas, conflitos de poder entre diferentes alas ou lideranças que disputam o controle da legenda, esfacelamento de candidatura e a baixaria se faz presente como de costume, com xingamentos, acusações.

Entretanto, contudo, todavia, nem só de amores vive a política, a “TRAIÇÃO”, é a que mais se houve nos corredores dos labirintos dos “Poderes” e pela MT-040, pois o cenário político “Perdoa-se a traição, mas não o traidor”, chegou faltando trinta dias para o pleito eleitoral de 2026.

E parece que o “Branquelo de Jaciara” está sentindo na pele isso, uma vez que existia grande possibilidade de sair com 2 mil votos na cidade de Santo Antônio de Leverger. Mas os planos foram tudo por água abaixo.

Calma, calma meu “Pequeno Gafanhoto”, na Terra de Rondon, nem tudo está perdido, até porque aqui a política não é para amadores. O que pode acontecer daqui para frente?

Não tá sabendo o que aconteceu em Campo Novo do Parecis? O presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), fez uma visita surpresa no município. A visita foi articulada pelo candidato a Senador da Republica, José Medeiros e por Odílio Balbinotti, que coordena a campanha de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso.

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Informações de bastidores, inicialmente é que Wellton não tinha conhecimento da agenda do candidato a Presidente do seu próprio partido. Será!!!!!!!!!

É por isso que o “Guri Refestelado da Guarita” não desceu as Ruas de Guarita cantando a música “tente outra vez”?

Então vou dar conselho de vida para oi liberal Wellton Fagundes. Não será fácil, porém, vale a pena tentar, e tentar de novo, sempre ventando trazer o presidenciável para o seu apoio incondicional rumo ao Palácio Paiaguás.

É.…, eles não tinham intenção nenhuma de te incluir no plano original o insistente em ser candidato Wellton Fagundes!

Não te chamaram outra vez?

Sinto muito por isso. Essa sensação de ser deixado de fora é péssimo e machuca de verdade. Wellton avalie o contexto: às vezes o evento era restrito ou por afinidade específica.

Nota de rodapé: o episódio mostra que o liberal Wellton Fagundes está enfraquecido. Passando por alguns políticos como “PATO MANCO”.

O Boteco vai falar

Flávio Bolsonaro está correndo de Wellton Fagundes em Mato Grosso? Será!!!!!!

Pela segunda vez consecutiva, em menos de um mês, o movimento bolsonarista ignora, corre longe e deixa a ver navios, Wellton Fagundes jogado em plena visita do presidenciável Flávio Bolsonaro e suas lideranças nacionais em terras mato-grossense.

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Para pessoas entendedoras, poucas atitudes e ações falam por si só. Flávio Bolsonaro já sentiu o ambiente, pressentiu a derrocada, vive o erro da escolha nas pesquisas internas que deve nortear seus apoios e parece não querer colar sua candidatura a Wellton Fagundes fugindo de sua campanha como o diabo da cruz.

Não bastasse os episódios, Medeiros e Balbinotti que de bobos não tem nada, aditavam na surdina o “MOTIM”, fazem caras de paisagem quando indagados e nos bastidores, colam em Pivetta e Mauro sem medo de serem felizes ou de arriscar qualquer passo que possa ser ainda mais arriscado que suas próprias candidaturas.

A campanha de Wellton que já nasceu morta, começa a agonizar com falta de material, notícias diárias de abandonos ao barco e insurreições de figuras públicas que são as maiores lideranças da legenda do Estado.

As próximas pesquisas, que já são esperadas com ansiedade por muitos, segundo especialistas trarão a desintegração de Fagundes, a ojeriza de seu núcleo duro a Ananias e a consolidação do fiasco dessa candidatura que já era um fracasso anunciado.

Os erros foram tantos nesse pleito que a política cria novas histórias para lembranças futuras: Wellton forçando candidatura, “Capitão Jaymão” errando feio e enterrando pela porta dos fundos sua história por “pura teimosia e vaidade”, o PL saindo de grande a nanico e Pivetta levando no primeiro turno com folga histórica.

Quem viver verá.

Prognóstico da “tchurma” do núcleo duro do Boteco da Alameda, que assiste o movimento, observa e se guia pela obviedade dos acontecimentos.

Segue o fluxo!

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Política

PL impõe disciplina rigorosa em MT e ameaça expulsar filiados aliados a Pivetta

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O Partido Liberal (PL) de Mato Grosso deflagrou uma ofensiva política interna para conter o avanço de dissidências em suas bases municipais e reorganizar seu alinhamento partidário. Sob o comando do presidente estadual da legenda, Ananias Martins de Souza Filho, a agremiação formalizou uma postura inflexível contra qualquer apoio externo ao projeto da sigla. O posicionamento oficial busca neutralizar a dispersão de forças em um momento decisivo para a consolidação de diretrizes regionais e reforçar a liderança sobre as executivas locais.

O estopim para o acirramento das tensões ocorreu após declarações públicas de apoio à pré-candidatura do atual governador Otaviano Pivetta, filiado ao Republicanos, ao Governo do Estado nas eleições de 2026. A adesão explícita de chefes do Executivo Municipal a um projeto majoritário concorrente foi interpretada pela cúpula do Partido Liberal (PL) como uma violação direta dos compromissos partidários. O alinhamento com a candidatura adversária gerou apreensão imediata quanto à perda de capital político em importantes colégios eleitorais de Mato Grosso.

A reação assertiva manifestou-se por meio de Ananias Martins de Souza Filho, que assumiu a linha de frente do discurso punitivo para coibir a onda de insubordinação. O dirigente estadual ressaltou ter obtido garantias diretas da liderança nacional para punir os desvios de conduta com rigor e celeridade extrema. Em declaração contundente direcionada aos correligionários, Ananias Filho advertiu que os membros que não mantiverem fidelidade às deliberações oficiais da sigla serão prontamente expulsos dos quadros da agremiação.

O epicentro geopolítico do conflito reside em Mato Grosso, onde a disputa pelo controle de bases eleitorais consolidadas mobiliza prefeitos e vereadores de múltiplos municípios estratégicos. A polarização atingiu maior relevância política na região metropolitana de Cuiabá e em polos produtivos do interior, locais onde a influência dos mandatários locais possui elevado peso eleitoral.

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O descontentamento com os rumos estaduais tornou pública uma intrincada rede de alianças pragmáticas que contrariam expressamente a cartilha da direção liberal.

A controvérsia ganhou dimensão pública nas últimas semanas de 2026, momento crucial para as definições de pré-candidaturas e para a formalização das coligações partidárias no Estado. O avanço do calendário eleitoral acelerou as articulações regionais, levando governantes a anteciparem suas posições no cenário político local. O encavamento de prazos decisivos pressionou a Executiva Partidária a intervir prontamente para impedir que as dissidências municipais se consolidassem como um movimento irreversível de debandada.

A principal motivação para a medida disciplinar drástica é o enfraquecimento contínuo do projeto eleitoral próprio do PL frente à atratividade do nome do governador Otaviano Pivetta. O temor da cúpula partidária centra-se na perda de protagonismo nas urnas, além do enfraquecimento da coesão ideológica e da disciplina partidária.

Ao estabelecer sanções severas, a liderança visa sinalizar a todo o eleitorado e à classe política que a legendariedade e o alinhamento com as diretrizes centrais prevalecerão sobre negociações individuais.

A operação disciplinar está sendo operacionalizada por meio da abertura de processos administrativos internos, orientados pela liderança estadual para cassar a filiação dos envolvidos. Ananias Martins instruiu abertamente a veiculação de gravações de áudio e vídeo em grupos digitais e redes sociais como instrumento explícito de intimidação e contenção política. A estratégia busca dissuadir novas rebeliões no meio político ao expor a instabilidade jurídica e a eventual perda de legenda para os gestores insubordinados.

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A crise ganhou musculatura com a adesão pública da Prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, juntamente com gestores de relevância econômica no Estado. Somaram-se ao grupo de apoio a Pivetta os Prefeitos de Cuiabá, Abílio Brunini, de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, de Primavera do Leste, Sérgio Machnic, e de Campo Novo do Parecis, Edilson Antonio Piaia. A aliança desses expressivos líderes municipais com o Republicanos escancarou a profundidade do racha interno e intensificou os confrontos dentro do partido.

A retórica de Ananias Martins fundamenta-se na autorização concedida pelo presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, que chancelou a expulsão sumária de integrantes rotulados como “traidores”. A diretiva prevê a remoção imediata de prefeitos ou vereadores que continuarem atuando em dissonância com o projeto estatutário, sem espaço para conciliações. O respaldo do comando nacional confere respaldo jurídico e político para o expurgo dos dissidentes, independentemente do porte populacional ou econômico do município afetado.

A repercussão das medidas repressivas sinaliza um cenário de profunda incerteza quanto à recomposição das forças políticas de Mato Grosso até o pleito. A tentativa da executiva de restaurar a ordem partidária sob forte pressão digital pode acelerar o despartidamento de lideranças regionais de grande apelo popular.

O desfecho dessas sanções disciplinares definirá o grau de unidade do Partido Liberal (PL) para a disputa governamental e reconfigurará o arcabouço de alianças na corrida rumo ao Palácio Paiaguás.

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