FUNDÃO ELEITORAL
Eleição em Mato Grosso terá injustiça na distribuição dos recursos
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), divulgou na segunda quinzena de maio como será feita a distribuição dos R$ 4,9 bilhões de reais reservados no orçamento 2024 para o Fundo Especial de Financiamento de Campanha, conhecido popularmente como “Fundo Partidário”.
O valor destinado as eleições municipais foi alvo de polêmicas, no fim do ano passado, por representar um recorde e superar, em mais de duas vezes, o total reservado para as eleições de 2020, que foi acima dos R$ 2 bilhões de reais.
O recurso é equivalente ao distribuído para as eleições gerais de 2022, quando foram eleitos presidente, governadores, senadores e deputados federais e estaduais.
O fundo foi criado em 2017 como alternativa ao fim do financiamento de campanhas por empresas privadas. Os recursos são distribuídos com base no número de deputados federais e senadores eleitos pelas siglas na última eleição.
Pois muito bem caros amigos leitores e navegantes do Blog do Valdemir, na teoria é mil maravilhas, entretanto, contudo, todavia, na prática…bom…, na pratica é outra coisa, outra conversa.
E segue o fluxo!

Quais os critérios para distribuir a grana?
Vamos lá, pega a visão: a ausência de critérios objetivos na fase final da distribuição de recursos para as candidaturas faz com que a maioria dos candidatos de pires na mão volte prá casa de bolso vazio.
Ganha quem tem melhores relações no partido ou aqueles cujos municípios fazem parte da estratégia eleitoral para 2026.
Vamos deixar claro que o Fundão Eleitoral para as eleições 2024 vai repetir os mesmos problemas anteriores que já deveriam ter sido corrigidos. Se a regra de distribuição inicial, feita pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tem critérios bem objetivos, o mesmo não ocorre nas fases seguintes de entrega.
Os recursos vão para o Diretório Nacional dos partidos. Aí sim começa a encrenca. Cada Federação/Partido define seus próprios critérios de distribuição dos recursos recebidos.
A primeira grande disputa que se estabelece é entre os Diretórios Estaduais para garantirem um quinhão satisfatório para as suas ações nos respectivos estados.
A força política começa a ser determinada aí, em uma queda de braço interno. Começa a distribuição meramente política sem critérios objetivos.
O que vale é:
1- Que Estado interessa ao Diretório Nacional?
2- Depois, no Diretório Estadual que cidades (nos casos das eleições 2024) interessam a eleição.
3- Municípios maiores, entram forte na disputa.
4- Deputados estaduais, federais e até senadores carregam peso naqueles municípios onde têm correligionários a frente das prefeituras.

Se liga
A grande maioria dos municípios vão receber “zero”, ou algo próximo a isso. Alguns serão migalhas. Até quando algum partido estabelece critérios, isso é complicado.
Exemplo: nas eleições para deputados em 2022, tiveram direito, em alguns partidos, ao valor total (teto) definido pela Legislação eleitoral, aqueles que já detinham mandato.
Isso serve para? Manter aquele que já está lá no Poder, já temos, na origem, um certo…podemos dizer… “abuso de poder político e econômico interno”. Não há isonomia na disputa.
Se liga 2
Mas não apenas no Fundão Eleitoral estão os grandes problemas. Se os recursos destinados ao Fundão para as eleições de 2024 já trazem polêmicas imensas a sua distribuição traz mais polêmicas ainda maiores, por completa e absoluta fuga ao princípio da isonomia da igualdade na disputa, ainda existem de forma mais avassaladora, as distorções provocadas pelo teto de gastos. Município a Município.
As distorções ocorrem na grande maioria dos municípios na Terra de Rondon. E isso precisa ser regrado. É preciso ter critérios para tetos de campanha municipais, que não seja simplesmente “o valor gasto na última eleição, corrigido pela inflação do período”. Isto porque o erro está lá na origem.
Na primeira eleição que serviu para utilizar-se está regra, os municípios de Mato Grosso em que, os gastos oficiais da campanha foram maiores em 2012 se deram bem. A primeira e única grande redução deu-se em 2016.
Por hoje chega, porém, os absurdos crescem, à medida que buscamos informações sobre as eleições.
Finalizando…, sonha não!
O Boteco da Alameda vai falar: bastidores nos revela que o candidatíssimo pelo União Brasil (UB), José Edu Botelho, terá do Fundão Eleitoral R$ 10 milhões; o polêmico deputado federal candidato pelo Partido Liberal (PL), Abílio Jaques Brunini cerca de R$ 7 milhões, e o petista Ludio Cabral, a previsão é de R$ 2 milhões.
A tal de ausência de critérios, pronto falei e, aqui não tem mí-mi-mi.
Segue o fluxo!
Veja quanto cada partido vai receber do total do Fundo Especial de Campanha

Política
Outra vez não chamaram: Flávio está correndo de Wellton Fagundes em Mato Grosso?
Setembro chegou trazendo novas possibilidades, cores e momentos de reflexão. Seja bem-vindo, setembro! Que a energia da primavera renove os caminhos e fortaleça os sonhos. Feliz Setembro! Que cada dia traga mais paz no peito e menos pressa na vida.
Queridos amigos e frequentadores do Boteco da Alameda, e o dia já começa com o “Guri Refestelado da Guarita”, correndo pelas Ruas do Corsário, cantando: “Você pagou com traição”, “Mais uma vez” e “Tente outra vez”.
Eitaaa lasqueiraaa…
A campanha começou oficialmente há duas semanas na minha “QUERIDA”, “LINDA”, “MARAVILHOSA” e “QUENTE” Terra de Rondon, e o que percebemos e vimos até o momento: rachas, disputas internas, conflitos de poder entre diferentes alas ou lideranças que disputam o controle da legenda, esfacelamento de candidatura e a baixaria se faz presente como de costume, com xingamentos, acusações.
Entretanto, contudo, todavia, nem só de amores vive a política, a “TRAIÇÃO”, é a que mais se houve nos corredores dos labirintos dos “Poderes” e pela MT-040, pois o cenário político “Perdoa-se a traição, mas não o traidor”, chegou faltando trinta dias para o pleito eleitoral de 2026.
E parece que o “Branquelo de Jaciara” está sentindo na pele isso, uma vez que existia grande possibilidade de sair com 2 mil votos na cidade de Santo Antônio de Leverger. Mas os planos foram tudo por água abaixo.
Calma, calma meu “Pequeno Gafanhoto”, na Terra de Rondon, nem tudo está perdido, até porque aqui a política não é para amadores. O que pode acontecer daqui para frente?
Não tá sabendo o que aconteceu em Campo Novo do Parecis? O presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), fez uma visita surpresa no município. A visita foi articulada pelo candidato a Senador da Republica, José Medeiros e por Odílio Balbinotti, que coordena a campanha de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso.
Informações de bastidores, inicialmente é que Wellton não tinha conhecimento da agenda do candidato a Presidente do seu próprio partido. Será!!!!!!!!!
É por isso que o “Guri Refestelado da Guarita” não desceu as Ruas de Guarita cantando a música “tente outra vez”?
Então vou dar conselho de vida para oi liberal Wellton Fagundes. Não será fácil, porém, vale a pena tentar, e tentar de novo, sempre ventando trazer o presidenciável para o seu apoio incondicional rumo ao Palácio Paiaguás.
É.…, eles não tinham intenção nenhuma de te incluir no plano original o insistente em ser candidato Wellton Fagundes!
Não te chamaram outra vez?
Sinto muito por isso. Essa sensação de ser deixado de fora é péssimo e machuca de verdade. Wellton avalie o contexto: às vezes o evento era restrito ou por afinidade específica.
Nota de rodapé: o episódio mostra que o liberal Wellton Fagundes está enfraquecido. Passando por alguns políticos como “PATO MANCO”.
O Boteco vai falar
Flávio Bolsonaro está correndo de Wellton Fagundes em Mato Grosso? Será!!!!!!
Pela segunda vez consecutiva, em menos de um mês, o movimento bolsonarista ignora, corre longe e deixa a ver navios, Wellton Fagundes jogado em plena visita do presidenciável Flávio Bolsonaro e suas lideranças nacionais em terras mato-grossense.
Para pessoas entendedoras, poucas atitudes e ações falam por si só. Flávio Bolsonaro já sentiu o ambiente, pressentiu a derrocada, vive o erro da escolha nas pesquisas internas que deve nortear seus apoios e parece não querer colar sua candidatura a Wellton Fagundes fugindo de sua campanha como o diabo da cruz.

Não bastasse os episódios, Medeiros e Balbinotti que de bobos não tem nada, aditavam na surdina o “MOTIM”, fazem caras de paisagem quando indagados e nos bastidores, colam em Pivetta e Mauro sem medo de serem felizes ou de arriscar qualquer passo que possa ser ainda mais arriscado que suas próprias candidaturas.
A campanha de Wellton que já nasceu morta, começa a agonizar com falta de material, notícias diárias de abandonos ao barco e insurreições de figuras públicas que são as maiores lideranças da legenda do Estado.
As próximas pesquisas, que já são esperadas com ansiedade por muitos, segundo especialistas trarão a desintegração de Fagundes, a ojeriza de seu núcleo duro a Ananias e a consolidação do fiasco dessa candidatura que já era um fracasso anunciado.
Os erros foram tantos nesse pleito que a política cria novas histórias para lembranças futuras: Wellton forçando candidatura, “Capitão Jaymão” errando feio e enterrando pela porta dos fundos sua história por “pura teimosia e vaidade”, o PL saindo de grande a nanico e Pivetta levando no primeiro turno com folga histórica.
Quem viver verá.
Prognóstico da “tchurma” do núcleo duro do Boteco da Alameda, que assiste o movimento, observa e se guia pela obviedade dos acontecimentos.
Segue o fluxo!
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