PESQUISA MT DADOS
Kalil tem a preferência do eleitorado Várzea-grandense
O Prefeito da Cidade Industrial, Várzea Grande, Kalil Sarat Baracat de Arruda (MDB), lidera com folga a disputa pelo Paço Couto Magalhães, de acordo com pesquisa do Instituto MT Dados. Com isso, o representante da população Várzea-grandense, pelo números apresentados, deverá ser reeleito com tranquilidade nas eleições de outubro deste ano.
De acordo com a amostragem, o emedebista lidera a corrida eleitoral com mais de 30% de vantagem para a segunda colocada, Flávia Moretti, do Partido Liberal (PL) com 6% das intenções de voto, seguida por Miltão (Psol), com 2%.
Na modalidade Espontânea, onde os candidatos não são apresentados ao eleitor, Kalil Baracat foi o mais lembrado, tendo sido citado por 39% dos entrevistados. Brancos e Nulos somaram 6%, enquanto outros 46% não souberam responder. Mesmo fora do processo eleitoral, também foram lembrados os nomes da ex-prefeita Lucimar Sacre de Campos, o Senador Jayme Campos (UB), juntamente com a professora Leilane Borges (PT), todos eles com 1%.
Na modalidade Estimulada, em que são apresentados os nomes dos pretensos candidatos, Kalil Baracat aparece com 55% das intenções de voto, a frente de Flávia Moretti, com 12% do eleitorado. Leilane Borges e Miltão aparecem empatados, na terceira posição, com 3% dos entrevistados. Brancos e nulos somaram 4% e outros 23% não responderam aos questionamentos.
Na rejeição, quem teve a maior porcentagem foi Miltão, apontado por 21% dos entrevistados como um nome no qual eles não votariam de forma alguma. Na sequência, aparece Leilane Borges, que não seria escolhida por 12% dos eleitores. Flávia Moretti e Kalil Baracat foram apontados por 10% das pessoas que responderam a pesquisa. Brancos e nulos somaram 4%, enquanto outros 43% não souberam responder.
A amostragem está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob o Número 02787/2024. A pesquisa foi realizada entre os dias 25 e 28 de julho de 2024 e ouviu 858 eleitores de Várzea Grande. A margem de erro é de 3,34 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
Política
Pesquisa interna ditará rumo ao Palácio Paiaguás
As movimentações internas no cenário político mato-grossense ganharam um novo componente estratégico com a decisão do Senador Jayme Campos (UB) de avaliar cientificamente o cenário eleitoral. O parlamentar busca mensurar a viabilidade de seu nome em uma futura disputa pelo comando do Poder Executivo Estadual.
Esta articulação de bastidores ocorre em meio a intensos debates no diretório de sua própria legenda e repercute diretamente na capital do estado, Cuiabá. A mobilização das lideranças partidárias e a contratação do levantamento de dados intensificaram-se nos últimos dias, consolidando as peças do xadrez político local.
A iniciativa visa sanar as incertezas sobre a aceitação popular do congressista perante os demais concorrentes que já se posicionam para o pleito majoritário. Com a coleta técnica de dados, o senador pretende basear suas próximas decisões em diagnósticos precisos, evitando desgastes ou aventuras eleitorais desnecessárias.
O próprio Senador Jayme Campos lidera pessoalmente essa estratégia de avaliação e coordena o direcionamento dos trabalhos institucionais junto ao mercado de pesquisas. A execução do levantamento amostral foi delegada a um instituto de consultoria estatística de renome nacional, cuja identidade é mantida sob reserva corporativa.

A motivação para o investimento em um estudo dessa magnitude justifica-se pelo histórico político do parlamentar, caracterizado pela prudência e pela aversão a riscos calculados de forma empírica. O político busca compreender as reais demandas do eleitorado contemporâneo e identificar quais atributos são considerados indispensáveis para a gestão pública moderna.
A concretização da candidatura ao Palácio Paiaguás dependerá estritamente dos resultados apontados pelos relatórios finais desta pesquisa quantitativa e qualitativa de consumo interno. Os números finais servirão como fiel da balança para definir se o senador manterá a postulação ou se abrirá espaço para novas composições.
O processo de coleta de dados estruturado pelo instituto abrange entrevistas detalhadas, simulações de múltiplos cenários de votação e análise aprofundada dos índices de rejeição. Os pesquisadores buscam mapear minuciosamente o perfil ideal de governante desejado pela maioria dos cidadãos mato-grossenses nas diferentes regiões do estado.
O principal ponto de atenção e eventual obstáculo para o projeto reside na concorrência consolidada representada por nomes expressivos como o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o senador Wellington Fagundes (PL). Diante de adversários com forte apelo popular, o monitoramento de rejeição torna-se o indicador mais crítico para a viabilidade do plano governista.

Caso os relatórios técnicos apresentem um indicativo desfavorável ou um “alerta vermelho” intransponível, o impacto imediato será o recuo estratégico do parlamentar. Nessa hipótese, Jayme Campos planeja construir uma saída política honrosa para retirar sua pré-candidatura antes mesmo da abertura oficial das convenções partidárias.
Os desdobramentos dessa sondagem interna devem orientar os próximos discursos públicos e as alianças que o União Brasil firmará nos próximos meses. O desfecho da pesquisa ditará o ritmo das negociações de bastidores, definindo se o grupo marchará unido ou se haverá uma fragmentação nas candidaturas ao Governo Estadual.
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