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“NOVO BLOCO DE PODER NO ESTADO DE MATO GROSSO”

Os ventos estão a “favor” ou “contra” a “Mulher Maravilha”?

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Quartouuu! Queridos amigos e frequentadores do Boteco da Alameda, se bem da verdade, os dias estão corridos, e os pré-candidatos também, correm em busca das lideranças, para conseguir consolidar a sua campanha.

E o “Guri Refestelado da Guarita“, está “assanhado“, pois agora colocou freio na sua Monark Barra Forte, e está segurando as informações, mas não tem como ficar escondendo por muito tempo, muitas coisas estão acontecendo no cenário político do nosso “QUERIDO”, “LINDO” e “MARAVILHOSO” Estadão de Mato Grosso.

E vamos que vamos, já que existe um pássaro chamado “Martim Pescador”, que fica ali no canto, como não quer nada, quando de repente, dá o bote e fisga sua presa, assim está a lindíssima e charmosa Mulher Maravilha, só aguardando o ensaio terminar, para entrar no palco e fisgar sua presa, o cargo de vice-governadora.

Eitaaa lasqueiraaa!

Se bem que, pelo que tudo indica, as negociações estão avançadas aguardando apenas as Convenções Partidárias para sacramentar o lançamento da candidatura a vice-governadora, na chapa composta pelo Republicanos do “Âncora”, mas uma pergunta a rusga entre o “Âncora”, o Homem de Ferro e a Mulher Maravilha“?

Será que essa aliança vai dar certo?

Embora saibamos, massss…, política é política, e tem que lembrar sempre “seu adversário de hoje, será seu aliado amanhã”, mas nesse “balaio de gato”, onde fica o “Capitão Jaymão”?

Se tudo isso se consolidar o que pode ocorrer é: Otaviano Olavo Pivetta candidatíssimo a assumir a cadeira mais alta da “Casa Grande”, a “Mulher Maravilha” senta-se ao lado dele, o “Homem de Ferro“, continua sua marcha rumo a Brasília, e o menos improvável, Carlos Fávaro, “AMIGO” de Lula, garante a segunda vaga a Casa Alta.

Futuro político

A Mulher Maravilha, pode deixar a disputa a Casa Alta para compor como vice-governadora e provocar uma reconfiguração no tabuleiro eleitoral.

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Nos bastidores, os comentários é que a presença da Mulher Maravilha na chapa governista agregaria densidade política ao projeto de Pivetta, fortalecendo a candidatura junto ao eleitorado do MDB e ampliando sua presença no interior do Estado.

2026 vai além

As tratativas entre MDB e Republicanos não se limitaria a eleição deste ano. Envolve a construção de um projeto político de longo prazo, incluindo a sucessão estadual de 2030.

Apesar do avanço e das negociações, qualquer definição dependerá do resultado da Convenção do União Brasil (UB) marcado para amanhã, dia 30, que poderá influenciar diretamente a composição das alianças estaduais.

Projeto Pivetta

Se o acordo for oficializado, Republicanos e MDB voltarão a caminhar juntos em uma eleição estadual. Além de ampliar a base partidária de Pivetta, a composição tende a fortalecer o grupo político liderado pelo ex-governador Mauro Mendes, que trabalha pela unidade das forças governistas.

Caso o União Brasil (UB), permaneça no mesmo bloco após sua Convenção Partidária, o governador Otaviano Pivetta poderá chegar ao início da campanha oficial sustentado por uma ampla coalizão política.

A possível entrada da Mulher Maravilha na chapa representa um reforço significativo para o governador Otaviano Pivetta, principalmente pelo peso eleitoral que a parlamentar emedebista construiu ao longo dos últimos mandatos.

O Boteco vai falar

Segundo o analista político Alex Rabelo, não está em jogo apenas a definição de uma candidatura a vice governadoria, mas a possibilidade de reorganizar completamente o tabuleiro eleitoral.

Alex Rabelo, disse que aMulher Maravilha aceitando compor a chapa governista, o primeiro impacto será imediato: uma das principais pré-candidatas a Casa Alta deixará a disputa.

Ao mesmo tempo, Pivetta incorpora ao seu projeto uma das maiores lideranças do MDB, partido que possui forte capilaridade política em diversas regiões do Estado.

Esse movimento também poderá refletir diretamente na estratégia do senador Wellton Fagundes.

Além da relação familiar entre ambos, Mulher Maravilha, vinha sendo considerada uma importante peça política no campo de alianças que poderia fortalecer o projeto do Partido Liberal (PL).

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Sua ida para a chapa de Otaviano Pivetta reduziria esse espaço de articulação e fortaleceria o principal adversário de Wellton na disputa pelo Palácio Paiaguás.

Outro fator que merece atenção é a relação política entre a Mulher Maravilha e o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT), deputado estadual Max Russi do Podemos.

Os dois construíram uma sólida parceria nos últimos anos e, caso a parlamentar oficializa sua entrada na chapa governista, cresce a expectativa nos bastidores de que esse alinhamento possa contribuir para ampliar o arco de sustentação política de Otaviano Pivetta.

A composição também pode provocar uma nova reorganização na disputa pela Casa Alta.

Com aMulher Maravilha fora da corrida eleitoral deste ano para uma das cadeiras na Casa de Leis, abre-se espaço para novas articulações entre os partidos políticos.

Para o analista político Alex Rabelo, já existe a avaliação de que esse cenário poderá facilitar entendimentos envolvendo nomes como oHomem de Ferro e “Capitão Jaymão”, dependendo das definições das Convenções Partidárias e das alianças que forem consolidadas.

Nesse momento, porém, não há qualquer compromisso oficial anunciado.

Nota de rodapé: a reunião desta semana, portanto, pode marcar o início de uma nova configuração política em Mato Grosso.

Se a aliança for confirmada, o Estado de Mato Grosso poderá assistir ao surgimento de um “NOVO BLOCO DE PODER”, com reflexos diretos não apenas na disputa pelo Governo do Estado, mas também na eleição para a Casa Alta e na construção das alianças que irão conduzir o processo eleitoral de 2026.

Segue o fluxo!

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Política

Mauro Mendes critica precipitação de Jayme Campos e reafirma “Soberania da Convenção” em Mato Grosso

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O cenário político no Estado de Mato Grosso assiste ao acirramento de uma disputa interna de grande relevância no âmbito do União Brasil (UB). O ex-governador Mauro Mendes manifestou-se publicamente para contestar as recentes declarações do senador Jayme Campos, classificando como precipitada a postura do correligionário ao antecipar os resultados da votação da convenção estadual da agremiação. A controvérsia expõe divisões profundas sobre a liderança da legenda e a condução das alianças estratégicas no estado.

As declarações foram proferidas às vésperas da realização da Convenção Estadual do Partido, na capital mato-grossense. O encontro entre os correligionários promete ser o palco decisivo em que a militância e a cúpula diretiva definirão formalmente o rumo das candidaturas ao Poder Executivo e a composição dos quadros majoritários para o próximo pleito eleitoral.

A celeuma teve início após o senador Jayme Campos afirmar categoricamente que já possui a garantia de ao menos trinta e cinco votos favoráveis entre os membros com direito a voto. Tal contabilidade prévia foi prontamente rebatida por Mauro Mendes, que se recusou a divulgar quaisquer estimativas numéricas acerca do placar final, argumentando que prospecções antecipadas tendem a desvirtuar a transparência e a fluidez do processo deliberativo do partido.

A contestação promovida pelo ex-governador fundamenta-se no princípio de respeito à autonomia dos convencionais, que possuem, segundo ele, plena e irrestrita liberdade de consciência no momento do voto. Para Mauro Mendes, a conduta de cravar a vitória antes da abertura das urnas constitui uma afronta direta aos delegados e integrantes do diretório que comparecerão ao pleito para manifestar soberanamente suas vontades.

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Ao rebater o colega de partido, o ex-gestor estadual busca assegurar a neutralidade da conduta institucional e garantir que o processo de escolha transcorra sob estritos parâmetros de imparcialidade. O objetivo primordial da intervenção é enfatizar que a decisão deve emanar exclusivamente da deliberação coletiva, afastando qualquer tentativa de constrangimento ou imposição de narrativas triunfalistas antes da apuração oficial.

No centro da controvérsia estrutural da legenda, sobressaem-se duas correntes bem definidas que disputam a hegemonia da sigla.

De um lado, apresenta-se a chapa encabeçada pelo próprio senador Jayme Campos, que pleiteia a homologação de sua candidatura própria ao Governo do Estado; de outro, articula-se o grupo apoiado por Mendes, que defende a consolidação de uma coligação partidária em favor da candidatura do atual governador Otaviano Pivetta, pertencente ao Republicanos.

A convergência com o Republicanos e com outras forças partidárias locais reflete uma estratégia complexa de composição de forças para além dos limites do União Brasil. Enquanto o grupo de Jayme Campos aposta na força tradicional de sua base interna e na legitimidade da candidatura própria, a ala de Mendes prioriza a manutenção da governabilidade e o fortalecimento do bloco aliado em torno de uma liderança já consolidada no Poder Executivo Regional.

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Em caso de eventuais divergências intransponíveis ou de recursos apresentados após a contagem dos votos na instância estadual, o regulamento interno estabelece que a palavra final caberá à Executiva Nacional do União Brasil. Essa prerrogativa de homologação derradeira atua como uma salvaguarda jurídica e estatutária, garantindo a pacificação do pleito caso a disputa local não obtenha um consenso pleno entre os convencionais.

Ao sintetizar o regramento vigente, Mauro Mendes foi categórico ao afirmar que as normas estabelecidas devem ser observadas com rigor absoluto por todas as lideranças envolvidas. O ex-governador ressaltou expressamente que qualquer tentativa de ultrapassar tais limites operacionais representa uma violação direta aos princípios basilares da democracia partidária, a qual exige o cumprimento irrestrito do estatuto e o acolhimento do resultado final.

À medida que a data da convenção se aproxima, a expectativa do meio político concentra-se no impacto que esse embate gerará na estabilidade e na unidade futura da sigla em Mato Grosso. O desfecho da votação de quarta-feira não apenas definirá o candidato apoiado pelo União Brasil, mas também desenhará o mapa de alianças e o peso da influência das principais lideranças partidárias no cenário político do estado para os próximos anos.

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